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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Dylan faz propaganda da Chrysler no Super Bowl

Durante a transmissão da final do campeonato de futebol americano dos Estados Unidos, no intervalo comercial mais caro da televisão mundial, um ícone da contracultura, o cantor, poeta e compositor Bob Dylan emprestou sua mitológica voz rouca para vender os automóveis da Chrysler, hoje controlada pela empresa italiana Fiat, como um produto genuinamente americano.

Depois de uma série de imagens de símbolos dos EUA, da bandeira nacional a James Dean para chegar a Detroit, descrita como berço do automóvel, Dylan faz uma pregação nacionalista: "Deixe os alemães fazerem sua cerveja. Deixe os suíços fazerem seu relógio. Deixe a Ásia montar seu telefone. Nós fazemos o seu carro."

Não foi a primeira vez que Dylan fez propaganda. Em 2004, ele apareceu num anúncio da Victoria's Secret. Antes, a Apple usara uma foto dele em preto e branco 1963 na campanha Pense Diferente.

Confira o vídeo da Chrysler e leia mais na revista americana Rolling Stone.

Muito melhor é o relançamento do concerto que a Columbia Records promoveu em 1992 no Madison Square Garden, em Nova York, para festejar os 30 anos de carreira de Bob Dylan, reunindo Eric Clapton, George Harrison, Neil Young, Stevie Wonder, Tom Petty, Willie Nelson.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Fiat compra o resto da Chrysler

A Fábrica Italiana de Automóveis de Turismo (Fiat) vai pagar US$ 3,65 bilhões pelos 41,5% da empresa americana Chrysler que ainda não detinha. Com o anúncio, as ações da companhia italiana subiram 13% hoje.

Como parte no negócio, a Fiat vai dar mais US$ 700 milhões ao fundo de pensão Veba, do sindicato dos trabalhadores. A partir de agora, poderá fundir totalmente as operações das duas empresas, com ganhos de escala para reduzir custos.

Durante a crise financeira internacional de 2008-9 a indústria automobilística de capital americano correu o risco de desaparecer. O presidente Barack Obama decidiu colocar a General Motors e a Chrysler em concordata, sob controle do governo.

Depois de saneada, a GM foi privatizada. A Chrysler foi vendida parcialmente à Fiat. Agora, a companhia italiana torna-se a primeira empresa estrangeira a assumir o controle total de uma grande fábrica de automóveis dos Estados Unidos.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Propaganda de Romney irrita GM e Ford

Um anúncio da campanha presidencial de Mitt Romney irritou a General Motors e a Chrysler, ao sugerir que as duas fábricas de automóveis salvas pelo governo Barack Obama durante a Grande Recessão de 2008-9 estão exportando empregos, ou seja, transferindo parte de sua produção para fora dos Estados Unidos.

Em entrevista ao jornal Detroit Free Press, o porta-voz da GM, Greg Martin, chamou o anúncio de "cínico" e "enganoso": "Entramos claramente num universo paralelo nestes últimos dias. Nenhuma campanha eleitoral, por mais cínica que seja, vai diminuir nosso histórico de gerar empregos nos EUA e repatriar os lucros de nossas operações no exterior".


terça-feira, 1 de maio de 2012

Bolsa de Nova York fecha no maior nível em 4 anos

O aumento da produção industrial e a expectativa de uma recuperação mais forte da economia dos Estados Unidos levaram o Índice Dow Jones, que mede as 30 principais ações da Bolsa de Valores de Nova York, a terminar o dia no nível mais alto em quatro anos, em 13.279,32, com valorização de 0,5%.

A boa notícia foi a alta do índice de atividade industrial do Instituto de Gerentes de Compras, que registrou alta de 53,4 em março para 54,8 em abril. Números acima de 50 significam crescimento. Melhor ainda foi o índice de novas encomendas à indústria, que ficou em 58,2.

Na China, o índice oficial de gerentes de compras apontou a maior expansão da indústria em 13 meses. Cauteloso, o mercado espera o índice do banco HSBC, que tem registrado leituras diferentes.

Com a expectativa de fortalecimento da recuperação americana, a General Motors ampliou sua previsão de vendas de veículos para este ano de 13,5-14 milhões para 14-14,5 milhões, apesar de uma queda de vendas de 8% em abril, enquanto a Toyota avançava 12% e a Chrysler, 20%.

Na próxima segunda-feira, o Facebook deve iniciar uma série de encontros para apresentar a empresa para investidores em potencial, preparando sua oferta inicial de ações prevista para 16 e 17 de maio de 2012.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Venda de carros tem forte alta nos EUA

As vendas de veículos novos registraram forte alta nos Estados Unidos em setembro, com aumentos de mais de 20% na comparação anual nos negócios da General Motors, da Nissan e da Chrysler. Os destaques foram grandes picapes e utilitários esportivos, informa hoje The Wall St. Journal.

Na contramão, a Toyota faturou 17,5% a menos do que há um ano.

A GM vendeu 13 milhões de veículos nos últimos 12 meses, superando os 12,1 milhões de um ano atrás.

“Com a recessão, os consumidores adiaram as compras”, observou Don Johnson, diretor de vendas da GM. “Isso significa que os carros e caminhões estão velhos, com uma idade média de 10,7 anos.”

Os utilitários leves da GM tiveram um aumento de vendas de 34%, e os carros de passeio, 12%. A Chrysler vendeu mais 27%, com avanço de 33% em utilitários e de 12% em carros, enquanto a Ford faturou mais 8,9%, com alta 22,3% em utilitários e baixa de 2,3% em carros de passeio.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Venda de carros sobe 7,5% nos EUA

As vendas de automóveis e utilitários leves novos cresceram 7,5% em agosto nos Estados Unidos, totalizando 1.072.283 unidades.

O maior avanço foi da Chrysler, 31%. A General Motors a Nissan registraram alta de 20%, e a Ford, de 11%, enquanto as japonesas Honda e Toyota caíam 24% e 13%, respectivamente.

Mais importante ainda, observa o diário The Wall St. Journal, porta-voz do centro financeiro de Nova York, é que a maioria das compras foi feita por consumidores individuais e não por empresas renovando suas frotas. Isso indica um aumento na confiança do consumidor.

A Chrysler vendeu 42% mais para particulares, e a GM, 22% a mais.

Nos últimos 12 meses, a indústria automobilística americana vendeu 12,12 milhões de carros e veículos utilitários leves, um pouco abaixo dos 12,23 milhões de julho, mas acima dos 11,47 milhões de agosto de 2010.

Neste ritmo, o total do ano de 2011 deve passar de 13 milhões de veículos.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Chrysler anuncia primeiro lucro pós-concordata

A fábrica de automóveis americana Chrysler, controlada pela Fiat desde que pediu concordata, em 2009, anunciou hoje um lucro líquido de US$ 116 milhões no primeiro trimestre de 2011, o primeiro resultado positivo depois da crise.

O faturamento da empresa nos três primeiros meses do ano registrou alta de 35% para US$ 13,1 bilhões.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Chávez pressiona indústria automobilística

Diante do aumento da recessão e da inflação, e de uma queda de popularidade, o presidente Hugo Chávez decidiu agora pressionar as fábricas de automóveis instaladas na Venezuela.

Chávez exige que a Toyota produza mais carros para a zona rural e transfira tecnologia. Também acusou a Fiat, a Chrysler e a General Motors de não transferirem tecnologia.

O presidente mandou o ministro do Comércio, Eduardo Saman, inspecionar a fábrica da Toyota e ameaçou  desapropriá-la e entregá-la a um grupo chinês.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Venda de carros cai 23% nos EUA

NOVA YORK - Com o fim do programa "dinheiro por sucata", em que o governo dos Estados Unidos dava US$ 4,5 mil para quem trocasse o carro velho por um novo menos poluente, a venda de carros novos caiu 23% em agosto no país.

As duas grandes fábricas de automóveis de Detroit, que estiveram em concordata, foram duramente atingida. A General vendeu 45% menos e a Chrysler, menos 42%.

sábado, 29 de agosto de 2009

Crise divide a economia americana

As grandes empresas estão de volta. Está na capa da revista The Economist desta semana.

Com a crise, algumas grandes empresas, como a seguradora AIG (American International Group), as fábricas de automóveis General Motors e Chrysler e vários bancos, foram consideradas grandes demais para falir. Sua quebra seria capaz de arrastar muitas outras empresas, levando a um colapso do sistema.

Para as pequenas empresas, que não tiveram o mesmo socorro, o desafio é sobreviver com um mercado menor e muito menos crédito, observa o jornal The Wall Street Journal, ao comentar a desigualdade agravada pela crise.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Ford anuncia lucro trimestral de US$ 2,3 bilhões

LONDRES - Num sinal de recuperação da empresa, a Ford anunciou hoje um lucro de US$ 2,3 bilhões no segundo trimestre do ano, com ganhos significativos por redução de dívida.

Depois de chegar a ser vista como a pior das grandes empresas automobilísticas de Detroit, historicamente a capital do automóvel nos Estados Unidos, a Ford passou por um severo programa de corte de custos, fechou divisões, demitiu mais de 40 mil funcionários e tomou empréstimos de US$ 23,5 bilhões no setor privado.

Quando a General Motors e a Chrysler pediram ajuda ao Tesouro, a Ford decidiu não fazer o mesmo para evitar a ingerência governamental na empresa.

O governo Barack Obama forçou a Chrysler a fazer um acordo com a italiana Fiat e tem o controle acionário da nova GM.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Suprema Corte suspende venda da Chrysler

A Suprema Corte dos Estados Unidos aceitou hoje os recursos de três fundos de pensão do estado de Indiana, suspendendo temporariamente a venda de parte da fábrica de automóveis Chrysler para a companhia italiana Fiat.

Os fundos de pensão alegam que foram prejudicados com o pedido de concordata da empresa. A Chrysler teria oferecido o mesmo desconto para bancos e fundos, só que os bancos receberam dinheiro público do Programa de Alívio de Ativos Tóxicos e os fundos, não.

Como a decisão da Justiça pode demorar semanas ou até meses, há o temor de que a Fiat abandone o negócio, não deixando outra alternativa à Chrysler além da liquidação judicial.

A Casa Branca, que teria forçado a Chrysler a fazer o acordo com a Fiat, estaria pressionando a Suprema Corte a tomar uma decisão rápida.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Inflação no atacado sobe 0,3% nos EUA

O índice de preços ao produtor subiu 0,3% no mês passado nos Estados Unidos, depois uma queda de 1,2% em março.

A inflação no setor de alimentos cresceu 1,5%, a maior alta desde janeiro de 2008. O núcleo do índice, excluídos os preços de energia e de alimentos, ficou em 0,1%.

Já o número de novos pedidos de seguro-desemprego aumentou inesperadamente em 32 mil na semana passada, indicando uma piora no mercado de trabalho.

Duas grandes fábricas de automóveis, a General Motors e a Chrysler, estão quebradas. A Chrysler, que pediu concordata em 30 de abril, anunciou o fechamento de quase 800 concessionárias.

domingo, 3 de maio de 2009

Fiat anuncia plano de expansão nesta segunda-feira

O diretor-presidente da Fiat, Sergio Marchionne, anuncia hoje os novos planos de expansão da empresa para enfrentar a concorrência no mundo globalizado.

Além da Chrysler, com quem está fazendo uma parceria nos Estados Unidos, a Fiat quer comprar as operações da General Motors na Europa, inclusive as marcas Opel, Saab e Vauxhall, revela o jornal inglês Financial Times nesta segunda-feira.

"Do ponto de vista industrial e de engenharia, é um casamento no paraíso", declarou Marchionne.

A nova empresa teria um faturamento anual de cerca de 80 bilhões de euros (US$ 106 bilhões), com vendas de 6 a 7 milhões de carros por ano. Isso deixaria a Fiat atrás apenas da Toyota em número de unidades vendidas no mundo inteiro, disputando o segundo lugar com a Volkswagen, à frente da GM, Ford, Honda, Peugeot-Citroën, Renault-Nissan e outros nomes de peso da indústria automobilística.

É também um sinal da consolidação do setor, pressionado duplamente pelo combate ao aquecimento global e a crise econômica mundial. A indústria automobilística vai sair da crise, menor, mais concentrada e, espera-se, mais preocupada com seu impacto ambiental.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Tesouro prepara concordata da Chrysler

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos está preparando um pedido de concordata da fábrica de automóveis Chrysler que pode ser entregue à Justiça talvez já na próxima semana, revelou hoje o jornal The New York Times.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Obama dá ultimato a GM e Chrysler

Reestruturem-se ou peçam concordata: este foi o ultimato que o presidente Barack Obama deu hoje à General Motors e à Chrysler. As duas empresas tinham prazo até amanhã para apresentar planos de recuperação viáveis.

O presidente reafirmou o compromisso de ajudar uma indústria que é um símbolo do "espírito americano", mas disse que as montadoras de automóveis precisam fazer muito mais.

Sob pressão da Casa Branca, o presidente da GM, Rick Wagoner, pediu demissão. Agora, a empresa terá mais dois meses para apresentar um projeto de retorno à lucratividade.

No ano passado, a GM recebeu US$ 13,4 bilhões em empréstimos de emergência para fechar suas contas.

A Chrysler, que recebeu US$ 4 bilhões e está pedindo mais US$ 6 bilhões, tem um mês para acertar uma fusão com a italiana Fiat. Depois do ultimato de Obama, a Chrysler declarou ter chegado a um acordo prévio, mas depois recuou e admitiu que ainda falta acertar muitos detalhes.

Se a GM e a Chyrsler não cumprirem os prazos estipulados por Obama, só lhes restará a alternativa de pedir concordata, que é um pedido de proteção à Justiça contra credores interessados em canibalizar os ativos da empresa.

Presidente da GM cai sob pressão de Obama

Sob pressão da Casa Branca, o presidente da General Motors, Rick Wagoner, vai deixar o cargo.

O presidente Barack Obama concordou em dar mais ajuda à indústria automobilística dos EUA. Mas deixou claro que a GM e a Chrysler precisam fazer muito mais.

As duas empresas sobrevivem com uma ajuda de US$ 17,4 bilhões do Tesouro. Até 31 de março, deveriam apresentar planos de reestruturação de longo prazo para provar sua viabilidade econômica. A GM perdeu o prazo.

terça-feira, 3 de março de 2009

Vendas de carros vão ladeira abaixo nos EUA

As vendas de veículos leves caíram ainda mais em fevereiro nos Estados Unidos, na comparação do mesmo mês no ano passado.

A General Motors vendeu 53% menos; a Ford, menos 48%; a Chrysler, menos 44%; e a japonesa Toyota, menos 40%.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

GM e Chrysler demitem mais 50 mil

A General Motors e a Chrysler apresentaram ontem seus planos de recuperação, anunciaram mais 50 mil demissões e pediram mais US$ 21,6 bilhões ao governo dos Estados Unidos, elevando o custo total para o contribuinte da salvação da indústria automobilística americana para US$ 39 bilhões.

Além dos US$ 13 bilhões que recebeu no ano passado, a GM anunciou que precisa de US$ 4,6 bilhões em semanas e mais US$ 12 bilhões. Vai fechar cinco fábricas nos EUA e demitir 47 mil trabalhadores no mundo inteiro.

Das várias marcas de carro que a GM teve, sobreviveram quatro: Chevrolet, Cadillac, Buick e GMC.

Na Bolsa de Nova York, as ações da empresa voltaram a desabar. Valem agora cerca de US$ 2.

Já a Chrysler quer mais US$ 5 bilhões, além dos US$ 4 bilhões recebidos no ano passado. Vai dispensar mais 3 mil funcionários. Para sobreviver, fez um acordo com a empresa italiana Fiat, que vai levar tecnologia de produção de carros econômicos e ficar com 35% das ações da companhia.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Venda de carros volta a desabar nos EUA

As vendas de automóveis sofreram mais uma queda forte em janeiro nos Estados Unidos, depois de desabarem em novembro e dezembro.

Em janeiro, houve queda de 55% para a Chrysler, 49% para a General Motors, 40% para a Ford, 32% para a Toyota, 30% para a Nissan e 28% para a Honda.