Mostrando postagens com marcador carro elétrico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador carro elétrico. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Biden é o primeiro presidente dos EUA a ir a um piquete de greve

 A próxima eleição presidencial nos Estados Unidos será disputada em 5 de novembro de 2024, mas os principais candidatos, os mesmos da eleição de 2020, estão em plena campanha. Enquanto Joe Biden se tornou o primeiro presidente norte-americano a ir a um piquete de greve, Donald Trump é processado por "fraudes repetidas e persistentes" ao inflar o valor de suas propriedades em negócios com bancos e seguradores.

Ao apoiar os grevistas da indústria automobilística, Biden, que na semana passada firmou uma parceria com o presidente Lula para defender os direitos dos trabalhadores em escala global, tenta recuperar os votos dos trabalhadores conquistados por Trump com a promessa de reindustrializar o país.

O programa de reindustrialização de Biden, Investindo na América, é de US$ 516 bilhões, quase R$ 2,6 trilhões. Só para o carro elétrico e desenvolvimento de baterias, destina US$ 139 bilhões, pouco menos de R$ 700 bilhões.

Trump e seus dois filhos adultos são acusados de aumentar o valor de suas propriedades em pelo menos US$ 2,2 bilhões, talvez US$ 3,6 bilhões, quase R$ 18 bilhões, dependendo do cálculo contábil. O ex-presidente foi criticado por um desembargador por aumentar o tamanho de seu apartamento na Trump Tover, na 5ª Avenida, em Nova York, em 200%. O julgamento está marcado para segunda-feira. Meu comentário:

terça-feira, 30 de maio de 2023

Rússia envia armas nucleares à Bielorrússia e sofre ataque em Moscou

A Rússia fez um acordo para enviar armas nucleares à Bielorrússia e intensificou os ataques a Kiev nos últimos dias. Hoje o prefeito de Moscou atribuiu explosões na capital russa a drones da Ucrânia. 

O ex-presidente Dimitri Medvedev previu que a guerra pode durar décadas, enquanto o ministro do Exterior, Serguei Lavrov, disse ao enviado chinês para negociar a paz que há "sérios obstáculos" por causa da Ucrânia e do Ocidente.

Se a guerra é a continuação da política por outros meios, a guerra só termina quando houver mudança de regime em Kiev ou Moscou, observa o historiador norte-americano Timothy Snyder, autor de vários livros sobre a Ucrânia.

Como terminam as guerras? O século 20 criou as guerras sem fim, entende o professor Chris Coker, diretor de LSE Ideias, o centro de pesquisas sobre relações internacionais da London School of Economics.

Sob o impacto econômico da guerra, a Alemanha entrou em recessão.

Dez presidentes da América do Sul se reúnem hoje em Brasília com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para relançar a integração regional. Ontem, Lula recebeu o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, com honras de chefe de Estado e afirmou que foi "eleito pelo povo" e que as críticas ao regime chavista são uma "narrativa antidemocrática".

Na Turquia, o ditador Recep Tayyip Erdogan, há 20 anos no poder, foi reeleito para mais um mandato de cinco anos. É um exemplo de como a democracia iliberal involui para autocracia.

O governador da Flórida, Ron DeSanctis, lançou sua candidatura à Casa Branca no Twitter com vários problemas técnicos. É o principal adversário do ex-presidente Donald Trump na luta pela candidatura do Partido Republicano. Trump é o franco favorito, uma ameaça à democracia nos Estados Unidos.

A disputa pela água do Rio Helmand causa um conflito entre os regimes extremistas muçulmanos do Afeganistão e do Irã.

A China superou o Japão como maior exportadora mundial de automóveis. Lidera a corrida pelo carro elétrico e a produção de baterias de lítio. Meu comentário:

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Prêmio Nobel de Química 2019 vai para criadores de baterias de recarga rápida

Dois cientistas americanos e um japonês ganharam hoje o Prêmio Nobel de Química de 2019 pelo desenvolvimento de baterias de lítio, que permitem recarga rápida e revolucionaram os objetos eletrônicos portáteis. São usadas em telefones celulares, marca-passos e carros elétricos, "lançando as bases para uma sociedade sem fio, livre dos combustíveis fósseis", anunciou hoje de manhã em Estocolmo a Academia Real de Ciências da Suécia.

"As baterias de íons de lítio são um grande exemplo de como a química transforma a vida das pessoas", comentou o presidente da Sociedade Americana de Química, Bonnie Charpentier, citado pelo jornal The New York Times. "É uma maravilha ver este trabalho reconhecido pelo Prêmio Nobel."

Para a presidente do Comitê do Nobel de Química, Sara Linse, "o desenvolvimento destas baterias foi um enorme passo à frente para que possamos armazenar energia solar e do vento.

A primeira bateria foi criada em 1800 pelo italiano Alessandro Volta empilhando discos de zinco e cobre com panos embebidos com água salgada entre eles. Nos anos 1850s, surgiu uma nova geração de baterias, já recarregáveis, que seriam usadas para dar a partida em motores a diesel ou gasolina, mas eram grandes e pesadas.

Como a necessidade é a mãe da invenção, com a crise do petróleo de 1973, deflagrada pelo embargo dos países árabes à venda para países que haviam apoiado Israel na Guerra do Yom Kippur, Michael Stanley Whittingham, na época trabalhando para a companhia de petróleo Exxon, começou a desenvolver baterias de fontes de energia renováveis para mover carros elétricos.

Whittingham, um pesquisador britânico naturalizado americano, hoje professor da Universidade Binghantom, do estado de Nova York, descobriu que o bissulfito de titânio poderia ser usado no eletrodo positivo, o cátodo, aquele lado da bateria marcado com o sinal +. Para o eletrodo negativo ou ânodo, ele testou o lítio, o mais leve de todos os metais, que tem facilidade para emitir elétrons. Nascia a primeira bateria funcional de lítio.

Mas a nova bateria tinha um problema. Filamentos de lítio se formavam no ânodo e às vezes cresciam até chegar ao ânodo, provocando um curto-circuito capaz de causar uma explosão.

O pesquisador americano John Goodenough, na época pesquisador da Universidade de Oxford, hoje professor da Universidade do Texas em Austin, descobriu que o cátodo funcionaria melhor com óxido de cobalto. Aos 97 anos, é o mais velho ganhador do Prêmio Nobel.

A contribuição do terceiro ganhador, o japonês Akira Yoshino, professor da Universidade Meijo, em Nagoia, no Japão, foi substituir o lítio puro por íons de lítio, o que aumenta a segurança. Em 1985, ele criou a primeira bateria de íons de lítio comercializável para a Asahi Kaisai Corporation, que começou a vender a tecnologia em 1991, abrindo caminho para a revolução da portabilidade.

terça-feira, 10 de julho de 2018

BMW vai aumentar produção de automóveis na China

A fábrica alemã de automóveis de luxo Bayerisch Motoren Werke (BMW) assinou contratos de comércio de investimentos de US$ 23,6 milhões para aumentar a capacidade de produção na China e fabricar carros elétricos país, noticiou hoje a agência Bloomberg.

Como o grande mercado em maior expansão, rumo a se tornar o maior do mundo, a China está incentivando a produção local, agora com o estímulo adicional de evitar as tarifas de importação impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Os conflitos comerciais deflagrados por Trump já começam a mudar decisões de investimentos e podem alterar as cadeias produtivas globais. No momento, a BMW vende na China veículos utilitários esportivos fabricados nos EUA.

Em sociedade com a empresa Grande Muralha Motores, a BMW vai produzir minicarros elétricos na China.

A partir de 2019, as duas fábricas da BMW na China vão produzir 520 mil veículos por ano. Com investimentos de 1 bilhão de euros (US$ 1,2 bilhão), a companhia alemã deve aumentar a capacidade de produção da China para 450 mil veículos.

Trump impôs tarifas de 25% sobre produtos chineses com valor de importação pelos EUA de US$ 34 bilhões por ano. Em agosto, deve aplicar a mesma tarifa sobre produtos chineses de mais US$ 16 bilhões de importações anuais. E já ordenou estudos para impor sobretaxas sobre importações chinesas no valor de US$ 200 bilhões.

terça-feira, 3 de abril de 2018

EUA impõem tarifa de 25% a 1.333 produtos importados da China

O governo Donald Trump anunciou hoje que dentro de semanas vai começar a cobrar 25% de imposto de importação sobre 1.333 produtos chineses, robôs e máquinas industriais a carros elétricos, motores a jato e locomotivas, em retaliação que o presidente denuncia como décadas de roubo de propriedade intelectual dos Estados Unidos pela China, noticiou o jornal inglês Financial Times.

A lista cobre produtos pelos quais os americanos pagaram à China US$ 50 bilhões no ano passado. É o lance mais ofensivo dos EUA no comércio bilateral desde que a China entrou na Organização Mundial do Comércio (OMC). A China deve responder na mesma medida, alimentando o risco de uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

"Esta ação protecionista unilateral viola seriamente os princípios e os valores fundamentais da OMC. Não serve os interesses da China, nem dos EUA e menos ainda da economia global", declarou em nota a embaixada chinesa em Washington.

O conflito começou com o anúncio de Trump de que imporia tarifas de 25% sobre o aço e de 15% sobre o alumínio importados. Em seguida, os EUA deram isenções a países aliados. A China respondeu aumentando as tarifas de importação de 128 produtos americanos, na maioria do setor agropecuário, visando diretamente estados conservadores que elegeram o atual presidente.

"A história sugere que é provável que haja negociações, o que vai provocar algum alívio aos investidores no curto prazo", comentou Tai Hui, estrategista do banco J P Morgan para a Ásia e o Pacífico. Mas, ressalva, "a tensão comercial sino-americana pode ter várias rodadas nos próximos anos. Isto pode levar os investidores a focar em setores e mercados asiáticos mais dependentes do consumo doméstico e menos expostos a disputas comerciais."

Por enquanto, "a escala atual da batalha tarifária é pequena para ter impacto material nos crescimentos chinês, americano ou global", previu Greg McKenna, estrategista da corretora AxiTrader.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Venda de carros novos sobe 8% no Reino Unido

O emplacamento de veículos novos cresceu 8% em novembro de 2014 no Reino Unido em relação ao ano anterior. É o 33º mês consecutivo de aumento de vendas. Desde o início do ano, 2.310.237 novos carros foram registrados no país, 9,4% a mais do que em todo o ano de 2013, anunciou hoje a Associação Britânica dos Fabricantes de Veículos (SMMT, em inglês).

Na nota, a indústria automobilística elogia o subsídio de 75 milhões de libras destinado pelo governo britânico para apoiar a fabricação de veículos de emissões ultrabaixas.

O dinheiro deve ser investido na instalação de uma rede de reabastecimento para carros elétricos e na pesquisa e no desenvolvimento de veículos de baixa emissão de gases que agravam o efeito estufa, causando o aquecimento global.