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terça-feira, 13 de setembro de 2016

China e Rússia fazem manobras militares no Mar do Sul da China

A China e a Rússia iniciaram ontem um grande exercício militar conjunto de oito dias no Mar do Sul da China, disputado pelo regime comunista chinês com vários países do Sudeste Asiático: Brunei, Filipinas, Malásia, Taiwan e Vietnã.

Cinco navios, dois helicópteros, equipamentos anfíbios, submarinos e cerca de 100 soldados participam da manobra descrita pelo Ministério da Defesa da China como "rotineira". Eles vão treinar operações antissubmarinos e simular desembarque e ocupação de ilhas.

Há dois meses, a Corte Permanente de Arbitragem, um tribunal internacional com sede em Haia, na Holanda, rejeitou a pedido das Filipinas os "direitos históricos" reivindicados pela China sobre 90% do Mar do Sul da China. Os Estados Unidos têm enviado navios de guerra à região para reafirmar o direito de navegação.

Desde 2012, a China e a Rússia fazem exercícios militares conjuntos. Já treinaram juntas no Mar Mediterrâneo e no Mar do Japão, onde a China disputa com o Japão a soberania sobre as ilhas Senkaku, chamada de Diaoyu pelos chineses.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Japão aumenta orçamento militar pelo quinto ano de olho na China

Em proposta orçamentária apresentada hoje ao Parlamento, o primeiro-ministro Shinzo Abe pediu um aumento nos gastos militares pelo quinto ano consecutivo, desta vez de 2,3%, para um total de 5,17 trilhões de ienes (US$ 50,2 bilhões ou R$ 172 bilhões), por causa do crescente poderio militar da China.

O pedido inclui projetos de desenvolvimento de novos mísseis antibalísticos baseados em terra e em submarinos, e a modernização de uma variada gama de sistemas de defesa antimísseis baseados em terra, numa expansão significativa da capacidade de defesa do Japão.

Também há planos para comprar novos submarinos e aviões de caça e colocar mais 1,3 mil soldados nas ilhas de Kagoshima e Okinawa, situadas ao sul das quatro grandes ilhas do arquipélago japonês. Ambas ficam perto das ilhas Senkaku, disputadas com a China, que as chama de Diaoyu.

Diante do crescente poderio militar chinês e das provocações cada vez maiores da Coreia do Norte, nos últimos cinco anos, o Japão não começou só a aumentar o orçamento de defesa.

O primeiro-ministro Abe quer revisar a cláusula pacifista da Constituição imposta pelos EUA em 1947, depois da Segunda Guerra Mundial, pela qual o Japão "renuncia à guerra para sempre", a não ser em defesa própria. Isso proibia o país de enviar soldados ao exterior, a não ser em missões de paz das Nações Unidas.

Em setembro de 2015, o Parlamento aprovou legislação autorizando o envio de forças ao exterior, mas a maioria da população é contra revogar a cláusula pacifista.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Governo do Japão aprova orçamento militar recorde

O governo do Japão aprovou hoje um orçamento de US$ 800 bilhões, com um recorde de US$ 42 bilhões destinados à defesa nacional, uma alta de 1,5% em relação a 2015, informou o jornal Japan Times.

Foi o quarto aumento anual do governo do primeiro-ministro Shinzo Abe, que está preocupado com o crescente poderio militar da China. O dinheiro será destinado à compra de aviões de caça F-35, aviões espiões, construção de submarinos, desenvolvimento de mísseis e fabricação de um submarino.

Ao assumir um papel maior na segurança regional, em alianças com a Índia e o Vietnã, o Japão corre o risco de novos atritos com a China, além da disputa territorial das lhas Senkaku, que os chineses chamam de Diaoyu.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Líderes da China e do Japão se encontram pela primeira vez

Em meio à tensão entre os dois países por causa de disputas territoriais no Mar do Leste da China, o presidente chinês, Xi Jinping, e o primeiro-ministro do Japão, Shionze Abe, se encontraram hoje em Beijim durante a reunião de cúpula do fórum deCooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (APEC, do inglês).

Foi um primeiro passo para a reaproximação das duas potências do Leste da Ásia, uma relação bilateral chave para a estabilidade da região mais dinâmica da economia mundial. Mas a frieza do encontro sugere que o degelo será lento.

Nos últimos dois anos, China e Japão estiveram perto de um conflito por causa da Ilhas Senkaku, hoje em poder do Japão, que os chineses chamam de Diaoyu. Os dois líderes concordaram hoje em criar um sistema de gerenciamento de crises.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Obama reafirma compromisso com segurança do Japão

No início de uma visita à Ásia, o presidente Barack Obama reafirmou hoje diante do primeiro-ministro Shinzo Abe o compromisso dos Estados Unidos de garantir a segurança do Japão, inclusive das ilhas Senkaku, disputadas pela China, que as chama de Diaoyu, mas negou ter traçado qualquer limite. Ao contrário, pediu diálogo pacífico em torno do problema.

Durante a entrevista, Obama voltou a ameaçar a Rússia com mais sanções, caso o Kremlin mantenha sua intervenção militar no Leste da Ucrânia. O presidente americano lamentou que a Rússia não tenha feito nada para "desescalar" o conflito.

Ao contrário, o presidente russo, Vladimir Putin, acusou o governo provisório de cometer "crimes graves" ao tentar desalojar os manifestantes aliados de Moscou de prédios públicos de várias cidades ucranianas, mas um sinal de que a Rússia está pronta para atacar com os 40 mil soldados recentemente estacionados junto à fronteira da Ucrânia.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Japoneses protestam contra militarização do país

Cerca de 3 mil pessoas protestaram hoje em Tóquio contra os planos do primeiro-ministro Shinzo Abe para reformar a Constituição imposta pelos Estados Unidos em 1947, depois da Segunda Guerra Mundial, e revogar o artigo 9, que torna as Forças Armadas do país meramente defensivas, proibindo-as de realizar operações militares fora de seu território e, na prática, de armas nucleares, mísseis de longo alcance e aviões bombardeiros.

O Art. 9 diz: "Aspirando sinceramente a uma paz internacional baseada na justiça e na ordem, o povo japonês renuncia para sempre ao direito soberano da nação de ameaçar ou usar a força como meio para resolver disputas internacionais. Para atingir este objetivo, não serão mantidas nunca forças de terra, mar ou ar. O direito de beligerância do Estado não será reconhecido."

As pesquisas de opinião apontam a oposição da maioria dos japoneses à eliminação das restrições às Forças Armadas. Elas se chamam oficialmente Forças de Defesa do Japão e só podem atuar no exterior em missões de paz das Nações Unidas, o que só foi autorizado a partir de junho de 1992.

Na última, entre mais de 2 mil adultos, 63% foram contra os planos do governo, que cita "ameaças regionais" à segurança do Japão em referência ao crescimento do poderio militar da China e à ameaça nuclear da Coreia do Norte.

A disputa territorial com o regime comunista chinês em torno das ilhas Senkaku (Diaoyu para os chineses) ameaça rotas de tráfego marítimo essenciais à economia do Japão, que importa 82% da energia que consome, sendo mais de 90% vindos do Oriente Médio e do Sudeste Asiático.

Os sucessivos testes de mísseis e as explosões atômicas do regime stalinista norte-coreano levaram o Japão a instalar um sistema de defesa antimísseis baseado em terra nas quatro grandes ilhas que formam o país, no arquipélago de Okinawa e em navios contratorpedeiros da Marinha que patrulham o Mar do Japão e o Mar da China Oriental.

Mesmo limitadas constitucionalmente há mais de seis décadas, as Forças Armadas do Japão estão entre as maiores do mundo, depois dos Estados Unidos e da China, as duas únicas economias menores do que o Japão.

Desde a derrota consolidada pelas bombas atômicas em Hiroxima e Nagasake, o Japão vive sob a proteção dos EUA, sob o guarda-chuva nuclear. Quando o secretário de Estado americano, Henry Kissinger, foi à China sem avisar Tóquio, em 1971, o Japão se sentiu traído em sua aliança com os EUA.

Até hoje, o Japão nega os crimes cometidos contra os países da região na Segunda Guerra Mundial. Ao contrário da Alemanha, nunca assumiu a responsabilidade. Seus livros de história contam uma versão pausterizada das intervenções militares na Ásia.

Isso cria um mal-estar permanente com a China, a Coreia do Sul, a Malásia e a Indonésia, ocupadas pelo Exército Imperial, especialmente quando o primeiro-ministro japonês visita o santuário xintoísta de Yasukuni, na capital do país, onde são homenageados os heróis do Japão, inclusive 14 criminosos de guerra condenados pelo Tribunal de Tóquio.

Hoje, depois que a China ultrapassou o Japão e se tornou a segunda maior economia mundial, a questão é se os EUA comprariam uma guerra com a China para defender o Japão. Outros países asiáticos com disputas territoriais com a China esquecem o passado e se aproximam de Tóquio como defesa Na dúvida, diante do declínio relativo dos EUA, Abe acredita que está na hora de cuidar da própria defesa sem depender dos outros.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Japão e Coreia do Sul desafiam novo espaço aéreo chinês

Depois dos Estados Unidos dois dias atrás, hoje o Japão e a Coreia do Sul, os dois maiores aliados de Washington no Leste da Ásia, sobrevoaram o espaço aéreo das disputadas Ilhas Senkaku. No fim de semana, o regime comunista da China anunciou a extensão de seu espaço aéreo para incluir as ilhas, que os chineses chamam de Diaoyu.

A ampliação do espaço aéreo foi vista como mais uma atitude agressiva da cada vez mais poderosa China tentando reafirmar suas reivindicações em disputas de mar territorial que têm com o Japão, a Coreia do Sul, as Filipinas, o Vietnã, Brunei, a Malásia e Taiwan.

 O risco é de uma provocação levar a um incidente capaz de se tornar num conflito mais sério. Em depoimento na BBC Internacional, jornalistas chineses consideraram mais provável que a China não reaja.

sábado, 1 de junho de 2013

Primeiro-ministro do Japão propõe diálogo à China

O primeiro-ministro Shinzo Abe afirmou hoje que o Japão e a China precisam retomar o diálogo para resolver os problemas entre os dois países. A tensão aumentou recentemente por causa da disputa pelas ilhas Senkaku, que os chineses chamam de Diaoyu.

A proposta de diálogo foi feita uma semana antes do primeiro encontro do novo dirigente máximo da China, Xi Jinping, com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Os EUA têm o compromisso de garantir a segurança do Japão.

China e Japão são hoje grandes parceiros comerciais, mas a escalada do discurso agressivo em torno da disputa pelas ilhas pode levar a atritos capazes de provocar uma guerra que não interesssa a ninguém.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Oito navios da China invadem área do Japão

Oito navios da China entraram nas águas territoriais das ilhas Senkaku, que os chineses chamam Diaoyu, nesta terça-feira, realimentando a disputa territorial com o Japão.

A China anda irritada com a frequência cada vez maior de voos de aviões de caça do Japão sobre as ilhas em disputa e do uso de equipamentos para bloquear as telecomunicações dos chineses na região. Houve 306 voos nos últimos 12 meses, quase o dobro dos 156 dos 12 meses anteriores, informa a agência de notícias AP.

Hoje a tensão entre as duas potências do Leste da Ásia deve aumentar. Cerca de 170 deputados do governista Partido Liberal-Democrata devem vão ao Sanuário de Yasukuni, no centro de Tóquio, onde estão enterrados os criminosos de guerra japoneses da Segunda Guerra Mundial. A China e a Coreia do Sul, invadidas pelo Exército Imperial do Japão na guerra, sempre protestam contra essas visitas.

terça-feira, 9 de abril de 2013

China amplia programa de aviões não tripulados

A exemplo dos Estados Unidos, a China está investindo pesadamente na pesquisa e na fabricação de aeronaves não tripuladas, os drones. O objetivo inicial é patrulhar e monitorar os territórios disputados com outros países da Ásia.

Com os drones, a ditadura comunista chinesa espera manter sua presença junto às ilhas disputadas com Japão, Coreia do Sul, Vietnã, Filipinas, Indonésia, Malásia, Taiwan e Brunei nos mares do Leste da China e da China Meridional.

No momento, os EUA e Israel lideram a tecnologia dos aviões sem tripulantes. Os modelos chineses não são tão avançados e testados nem têm o mesmo alcance dos equipamentos americanos e israelenses, mas servem para controlar fronteiras e águas territoriais.

A China está desenvolvendo vários tipos de drones, desde aparelhos maiores para grandes altitudes como o Falcão Global dos EUA até modelos menores como o também americano Corvo. Já tem aeronaves como o americano Predador.

Até 2015, o governo chinês pretende construir 11 bases de drones no litoral do país para tentar manter à distância os países com que têm disputas territoriais. A quantidade de drones sobrevoando o arquipélago das ilhas Diaoyu ou Senkaku, disputadas com o Japão, levou as autoridades japonesas a expandir seu próprio programa e a comprar drones dos EUA.

Do ponto de vista econômico, o desenvolvimento da tecnologia de aeronaves não tripuladas abre novos mercados para as exportações militares chinesas, com destaque para o Paquistão e os Emirados Árabes Unidos.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Toyota manda recolher 7,43 milhões de carros

Em mais uma mancha na sua imagem, associada no passado a um rigoroso programa de qualidade total, a fábrica de automóveis japonesa Toyota ordenou a devolução de 7,43 milhões de veículos no inteiro. Eles têm um problema de aquecimento do botão que aciona o vidro elétrico capaz de causar incêndios.

É mais um golpe na empresa. A Toyota desdenhou seu próprio programa de qualidade para bater a General Motors, que durante 77 anos foi o maior fabricante mundial de automóveis. Foi obrigada a recolher e consertar milhões de veículos.

No ano passado, foi duramente atingida pelo terremoto e maremoto no Nordeste do Japão. Agora, enfrenta a revolta contra marcas japonesas na China por causa da disputa entre os dois países pelas ilhas Senkaku ou Diaoyu.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Companhias japonesas param atividades na China

Diante da onda de protestos contra o Japão e seus empresas por causa da disputa em torno das ilhas Senkaku, que os chineses chama de Diaoyu, empresas japonesas estão suspendendo temporariamente suas atividades na China.

A Canon parou três fábricas, a Panasonic outras duas, enquanto 40 das 151 lojas da rede 7-11 em Beijim foram fechadas. O mesmo fez o grupo Fast Retailing, dono da marca Uniqlo.

Na semana passada, o Japão anunciou a compra de três das oito ilhas de seus proprietários privados. Foi uma jogada do governo japonês para impedir que o prefeito linha-dura de Tóquio as comprasse para construir, o que irritaria ainda mais os chineses.

Depois de enviar duas fragatas de sua Marinha de guerra, a China anunciou hoje que mil barcos pesqueiros seguem rumo às ilhas.

Numa ditadura militar, a possibilidade de protestar contra o vizinho e inimigo histórico serve como válvula de escape, mas o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, pediu "calma e contenção" ao iniciar em Tóquio uma visita ao Leste da Ásia. Nesta segunda-feira à noite ele chegou a Beijim.

Nesta terça-feira, um novo elemento aumenta a tensão bilateral. A China lembra os 81 anos do Incidente da Mandchúria, quando o Exército Imperial do Japão colocou uma bomba numa estrada de ferro e usou o caso como pretexto para invadir o Nordeste da China em 1931, num início antecipado da Segunda Guerra Mundial na Ásia.

São os maiores protestos antijaponeses na China desde 2005, quando pelo menos 10 mil manifestantes marcharam na cidade de Xangai e atacaram restaurantes e carros japoneses diante da complacência da polícia.

Ao mesmo tempo, os dois países aumentaram suas relações econômicas. Em 2011, o comércio bilateral chegou a US$ 347 bilhões.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

China acusa Japão de roubar ilhas em disputa

A China acusou hoje o Japão de roubar um arquipélago disputado entre os dois países depois que o governo japonês comprou as três das oito ilhas Senkaku, que os chineses chamam de Diaoyu, por US$ 30 milhões.

O governo do primeiro-ministro Yoshihiko Noda alega que comprou as ilhas para evitar que o prefeito direitista de Tóquio, Shintaro Ishihara, o fizesse. Isso poderia agravar o conflito com a China. Ishihara planeja explorar as ilhas, o que aparentemente não está nos planos do governo central japonês.

Numa demonstração de força, observa o jornal The New York Times, a China enviou dois navios-patrulha da Marinha para as ilhas, como costuma fazer no Mar da China Meridional, onde têm disputas com o Vietnã, as Filipinas, a Malásia, Brunei e Taiwan, está última considerada pelo regime comunista chinês como uma parte desgarrada do país.

Na recente visita da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, a Beijim, na semana passada, a China acusou os Estados Unidos de se meter em suas "disputas territoriais legítimas".

A irresistível ascensão da China já mudou o xadrez político mundial, mas sua postura cada vez mais agressiva na defesa de direitos que considera históricos, de um passado em que era o centro do mundo na Ásia, aumenta a importância da presença militar dos EUA no Leste da Ásia.

Há poucos meses, o presidente Barack Obama anunciou que os EUA concentrarão mais poderio militar   no Oceano Pacífico do que no Atlântico. A China não gostou.

"O Pacífico é suficientemente grande para nós todos", respondeu Hillary.

Mais do que disputas territoriais, estes atritos fazem parte da ascensão da China à condição de superpotência e o declínio relativo dos EUA, que devem ser ultrapassados entre 2020 e 2030 como maior economia do mundo, mas devem continuar sendo a maior superpotência militar do planeta.

terça-feira, 13 de março de 2012

Japão compra dívida da China pela primeira vez

Em uma operação inédita que fortalece as relações das duas grandes potências econômicas da Ásia, o Japão anunciou que vai comprar US$ 10,3 bilhões de dólares em títulos de dívida pública da China.

Os dois países, inimigos na Segunda Guerra Mundial, ainda têm divergências sobre esse passado. Estavam com as relações de alto nível congeladas desde setembro de 2010, quando um barco pesqueiro chinês se chocou com um navio guarda-costas japonês perto de ilhotas no Mar da China Meridional que o Japão chama de Senkaku e a China de Diaoyu.

Um encontro em dezembro entre os primeiros-ministros chinês, Wen Jiabao, e japonês, Yoshihiko Noda, quebrou o gelo. Eles chegaram a vários acordos financeiros, inclusive sobre a compra de títulos públicos.

A China e o Japão têm as maiores reservas cambiais do mundo.