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sábado, 24 de agosto de 2019

Coreia do Norte lança mais dois mísseis de curto alcance

A ditadura comunista da Coreia do Norte fez mais um teste com dois mísseis balísticos de curto alcance, disparados da costa leste do país em direção ao Mar do Japão na manhã deste sábado pela hora local, informou o Estado-Maior das Forças de Defesa do Japão, citado pela agência de notícias sul-coreana Yonhap.

O lançamento acontece pouco depois do fim das manobras militares conjuntas dos Estados Unidos com a Coreia do Sul. Foi o sétimo teste de mísseis norte-coreanos nas últimas semanas, mas não quebra a promessa feita pelo ditador Kim Jong Un ao presidente Donald Trump de que não haveria mais testes de mísseis de longo alcance, capazes de atingir o território americano.

As negociações para desnuclearizar a Península Coreana não avançaram muito depois do surpreendente encontro de cúpula entre Kim e Trump na zona desmilitarizada entre as duas Coreias, em 30 de junho deste ano. Com o reinício das manobras militares conjuntas EUA-Coreia do Sul, a Coreia do Norte retomou os testes de mísseis.

terça-feira, 30 de julho de 2019

China faz manobras militares e policiais para intimidar Hong Kong

Cerca de 160 mil policiais da China estão treinando na província de Cantão, perto de Hong Kong, onde um movimento pela democracia contesta a autoridade do Partido Comunista chinês sobre o território que tem status de região administrativa especial dentro da República Popular da China. 

Oficialmente, o treinamento, com carros blindados e helicópteros, é uma preparação para o aniversário de 70 anos da vitória da revolução comunista, festejada em 1º de outubro. Mas treinamentos desta magnitude são raros.

O local e a escala indicam que pode ser uma preparação para intervir em Hong Kong, onde a população protesta há oito semanas, na pior crise desde que a antiga colônia britânica foi devolvida à China, em 1º de julho de 1997. 

As manifestações começaram em protesto contra um projeto de lei para autorizar a extradição de moradores no território para responder a processos na China continental. A medida é vista como uma ameaça aos residentes e à independência judiciária de Hong Kong. 

O treinamento da polícia e manobras militares do Exército Popular de Libertação em Zhenjiang, na mesma província de Cantão, iniciadas em 23 de julho, são sinais de preparação das forças de segurança da República Popular da China para intervir no território, onde manifestantes têm enfrentado a polícia em confrontos cada vez mais violentos. Meu comentário:

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Rússia nega invasão do espaço aéreo da Coreia do Sul

As primeiras manobras militares aéreas conjuntas da China e da Rússia provocam tensão no Leste da Ásia. A Embaixada da Rússia em Seul negou formalmente hoje a alegação da Coreia do Sul de que um avião de guerra russo tenha invadido seu espaço aéreo, noticiou a agência Reuters. 

O governo sul-coreano havia dito que o adido militar russo responsabilizara problemas de funcionamento da aeronave pelo incidente.

A Rússia nega esta versão, enquanto as autoridades militares da Coreia do Sul não acreditam que a invasão tenha sido causada por problemas técnicos. Estão certas de que foi um ato intencional.

Aviões de guerra da China e da Rússia fizeram ontem inúmeras passagens pela zona de identificação de defesa aérea da Coreia do Sul no Mar Amarelo e no Mar do Japão.

A Coreia do Sul, aliada dos Estados Unidos, que mantêm 28,5 mil soldados no país, acusou duas invasões de seu espaço aéreo sobre a ilha Dodko, disputada pela Coreia do Sul e o Japão, que a chama de Takeshima.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

EUA mantêm próxima manobra militar conjunta com a Coreia do Sul

Diante da estagnação das negociações de desnuclearização com a Coreia do Norte, os Estados Unidos não têm planos de suspender os exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul, declarou hoje o secretário da Defesa, James Mattis, noticiou a agência Bloomberg.

Depois do histórico encontro de cúpula com o ditador Kim Jong Un em Cingapura, em 12 de junho, num gesto de boa vontade, o presidente Donald Trump cancelou manobras militares conjuntas previstas para aquela época.

Na semana passada, depois de receber uma carta em termos agressivos, Trump mandou o secretário de Estado, Mike Pompeo, cancelar uma visita à capital norte-coreana e acusou a China de atrapalhar as negociações para desnuclearizar a Península Coreana.

Em viagens anteriores a Pyongyang, Pompeo propôs ao regime comunista da Coreia do Norte que aceite um cronograma de desarmamento nuclear que incluiria a entrega de 60% das bombas atômicas dentro de seis meses.

A Coreia do Norte resiste. Rejeita um "desarmamento unilateral" sem contrapartida. Exige a assinatura de um tratado de paz que ponha fim à Guerra da Coreia (1950-53).

NOTA: No dia seguinte, o presidente Donald Trump desautorizou o secretário da Defesa e manteve a suspensão das manobras militares conjuntas com a Coreia do Sul. Voltou a culpar a China e advertiu que as manobras podem ser retomada em escala muito maior.

sábado, 19 de maio de 2018

China leva bombardeiros estratégicos para o Mar do Sul da China

Em mais uma reafirmação de seu crescente poderio militar, pela primeira vez, um bombardeiro estratégico de longo alcance da China pousou numa pista de pouso construída em ilhas artificiais no Mar do Sul da China, que o regime comunista chinês disputa com seis países vizinhos, noticiou o jornal oficial Diário da China. O avião com capacidade nuclear foi participar de uma manobra militar na região disputada.

A China reivindica 90% da superfície do Mar do Sul da China com base num antigo mapa, rejeitado pelo Tribunal Internacional de Justiça das Nações Unidas, com sede em Haia, na Holanda, em 12 de julho de 2016, numa questão levantada pelas Filipinas. O governo chinês ignorou a decisão.

O treinamento com o bombardeiro H-6K deixa claro que a ditadura chinesa está pronta para intimidar os países vizinhos, no caso Brunei, Filipinas, Indonésia, Malásia, Taiwan e Vietnã, e se necessário usar a força para afirmar sua reivindicação de soberania sobre o Mar do Sul da China.

É uma disputa sobre ilhotas, atóis e recifes em águas por onde passam um terço do comércio marítimo mundial e 39% do comércio exterior chinês, com grande potencial pesqueiro, jazidas de petróleo e gás natural.

Os Estados Unidos acusam a China de militarizar a região para se impor pela força. Cruzam o mar com seus navios de guerra para destacar que são águas internacionais abertas à livre navegação. Como os EUA não devem entrar em guerra com a China por causa do Mar do Sul da China, a demonstração de força de Beijim tem como alvo os vizinhos litigantes.

A China está desenvolvendo sua Marinha de guerra para neutralizar a superioridade militar dos EUA na Ásia. Transformou ilhotas, atóis e recifes em sete ilhas artificiais no arquipélago das Ilhas Spratlys, onde instalou portos, aeroportos, quartéis, radares, hangares, búnqueres, equipamentos de telecomunicações e de guerra eletrônica.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

EUA e Coreia do Sul suspendem manobras militares durante olimpíada

Diante da proposta de diálogo da Coreia do Norte, os Estados Unidos e a Coreia do Sul suspenderam exercícios militares conjuntos durante a Olimpíada de Inverno de Pyeongchang, a ser realizada no Sul de 9 a 24 de fevereiro de 2018, e a Paraolimpíada, de 8 a 18 de março, com a participação de atletas norte-coreanos. A decisão foi tomada pelos presidentes Donald Trump e Moon Jae In durante conversa telefônica de meia hora, anunciou hoje a Casa Azul, sede do governo sul-coreano.

A Casa Branca confirmou que Trump e Moon tiveram uma "boa" conversa na manhã de hoje. O anúncio acontece dias depois do presidente dos EUA retomar sua guerra pessoal no Twitter contra o ditador Kim Jong Un.

Na sua mensagem de Ano Novo, Kim jogou para dividir a aliança dos EUA com a Coreia do Sul. O ditador norte-coreano declarou que tinha um botão nuclear na sua mesa de trabalho e ao mesmo tempo ofereceu diálogo ao Sul, propondo negociar a participação da Coreia do Norte nos Jogos de Pyeongchang.

Trump respondeu que o botão dele era maior e muito mais poderoso, mas teve de aceitar a proposta de diálogo de Kim com Moon, que exclui os EUA. Historicamente a Coreia do Norte trata os governos da Coreia do Sul e do Japão como fantoches dos EUA.

As duas Coreias não mantinham contatos oficiais há dois anos. O governo de Seul marcou uma reunião na próxima terça-feira para acertar a participação do Norte nos jogos de Pyeongchang. A Coreia do Norte ainda não confirmou a participação.

O governo dos EUA aceitou o restabelecimento do diálogo entre as Coreias do Norte e do Sul, mas prometeu manter as sanções destinadas a pressionar o regime comunista de Pyongyang a abrir mão de suas armas nucleares.

Para a ditadura comunista norte-coreana, as armas nucleares são a garantia de que não será atacada pelos EUA. Depois do que aconteceu com Saddam Hussein e Muamar Kadafi, Kim, que virou líder em dezembro de 2011, meses após a queda e o assassinato do líder líbio, decidiu que as armas atômicas são as únicas garantias de sobrevivência do regime.

Em 1991, na Guerra do Golfo, para expulsar as forças do Iraque de Saddam Hussein do Kuwait, os EUA apresentaram ao mundo suas armas inteligentes, um verdadeiro videogame da guerra. Na época, a Índia concluiu que para enfrentar os EUA no século 21 um país precisa de armas nucleares, revelaria anos mais tarde Jaswant Singh, ministro da Defesa quando a Índia fez seu primeiro teste nuclear oficialmente reconhecido, em maio de 1998.

domingo, 15 de outubro de 2017

EUA e Coreia do Sul iniciam manobras aeronavais conjuntas

Diante do início nesta segunda-feira de manobras militares conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, a Coreia do Norte reiterou no fim de semana a ameaça de disparar mísseis contra a ilha de Guam, um território americano no Oceano Pacífico onde há uma base aérea e uma base naval, noticiou o jornal The New York Times.

Durante dez dias, o treinamento militar conjunto vai testar "as comunicações, a interoperacionalidade e a parceria" entre os dois países, declarou em nota a 7ª Frota dos EUA. As forças americanas são lideradas pelo grupo naval do porta-aviões Ronald Reagan. O submarino nuclear Michigan chegou sexta-feira ao porto de Busan para participar do exercício aeronaval.

As manobras começam no momento de maior tensão com a Coreia do Norte, que realizou seis testes nucleares desde 2006 e 16 testes de mísseis balísticos só neste ano, aumentando a ameaça de atacar diretamente o território dos EUA com armas atômicas.

Embora os EUA e a Coreia do Sul afirmem que são manobras meramente defensivas, a Coreia do Norte as encara como um ensaio para a invasão do país, especialmente depois das ameaças do presidente Donald Trump.

Em resposta, o regime norte-coreano estaria preparando um novo teste de mísseis, que pode ser realizado durante as manobras militares.

Para o pesquisador Kim Kwang Hak, do Instituto de Estudos Americanos do Ministério do Exterior da Coreia do Norte, os exercícios militares e os voos de bombardeiros estratégicos B-1 B na Península Coreana são atos de guerra que exigem "contramedidas".

"Já advertimos várias vezes que tomaremos medidas de autodefesa, inclusive um salvo de mísseis nas águas próximas ao território americano de Guam", relembrou o pesquisador, em entrevista à agência oficial de notícias norte-coreana. "As ações militares dos EUA fortalecem nossa determinação de que os EUA devem ser domados com fogo e deixam nossa mão perto do gatilho para disparar a mais dura das contramedidas."

Nos últimos meses, Trump trocou insultos com o ditador norte-coreano, Kim Jong Un, chegando até mesmo a desprezar os esforços diplomáticos do secretário de Estado, Rex Tillerson, que pressiona a China a enquadrar o regime comunista de Pionguiangue.

Se os EUA ou países aliados forem atacados, Trump ameaça reagir com "fogo e fúria" e "destruir totalmente" a Coreia do Norte. Seus assessores militares estimam que uma nova guerra da Coreia mataria pelo menos 1 milhão de pessoas.

Em meio a esse tiroteio verbal, a Coreia do Norte recrutou um exército de 6 mil hackers para a guerra cibernética. Os piratas cibernéticos norte-coreanos já fizeram ataques importantes e estão roubando centenas de milhões de dólares.

domingo, 20 de agosto de 2017

EUA e Coreia do Sul iniciam manobras militares conjuntas

Depois de uma semana de relativa calma, os Estados Unidos e a Coreia do Sul começam hoje seus exercícios militares conjuntos realizados anualmente no verão no Hemisfério Norte, vistos pela Coreia do Norte como treinamento para uma invasão. O regime comunista norte-coreano costuma reagir com testes de mísseis.

Como o presidente Donald Trump e o ditador Kim Jong Un têm trocado ameaças de guerra nuclear, estas manobras acontecem no clima de maior tensão na Península Coreana em décadas.

A tensão entre os EUA e a Coreia do Norte atingiram um pico depois da notícia de que a ditadura stalinista de Pionguiangue desenvolveu a capacidade de miniaturizar uma bomba atômico para torná-la do tamanho necessário para sua instalação na cabeça de um míssil.

Trump reagiu ameaçando com "fogo e fúria, e francamente um poder nunca visto". No dia seguinte, dobrou a aposta, declarando que as armas dos EUA estão carregadas e engatilhadas para responder a qualquer provocação norte-coreana.

Kim ordenou então a preparação de um ataque de mísseis contra a ilha de Guam, no Oceano Pacífico, onde os EUA mantêm uma base aérea e uma base naval, ameaçando cercá-la com um círculo de fogo. Depois, adiou o plano, capaz de deflagrar uma guerra potencialmente devastadora na Península Coreana, com estimativa de mais de um milhão de mortos.

Agora, durante 10 dias, 17,5 mil soldados americanos vão realizar treinamento ao lado de militares da Coreia do Sul, da Austrália, do Canadá, da Colômbia, da Dinamarca, da Holanda, da Nova Zelândia e do Reino Unido.

Apesar da tensão, o comandante do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, general Joseph Dunford, aconselhou a não adiar as manobras: "Enquanto a ameaça da Coreia do Norte existir, precisamos manter um alto nível de prontidão para responder àquela ameaça."

Em 2015, a Coreia do Norte e a do Sul trocaram tiros durante as manobras militares conjuntas. No ano passado, o regime norte-coreano fez seu quinto teste nuclear dias depois do fim das manobras. Em março, durante a Operação Filhote de Água, a Coreia do Norte testou quatro mísseis balísticos.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

China e Rússia fazem manobras militares no Mar do Sul da China

A China e a Rússia iniciaram ontem um grande exercício militar conjunto de oito dias no Mar do Sul da China, disputado pelo regime comunista chinês com vários países do Sudeste Asiático: Brunei, Filipinas, Malásia, Taiwan e Vietnã.

Cinco navios, dois helicópteros, equipamentos anfíbios, submarinos e cerca de 100 soldados participam da manobra descrita pelo Ministério da Defesa da China como "rotineira". Eles vão treinar operações antissubmarinos e simular desembarque e ocupação de ilhas.

Há dois meses, a Corte Permanente de Arbitragem, um tribunal internacional com sede em Haia, na Holanda, rejeitou a pedido das Filipinas os "direitos históricos" reivindicados pela China sobre 90% do Mar do Sul da China. Os Estados Unidos têm enviado navios de guerra à região para reafirmar o direito de navegação.

Desde 2012, a China e a Rússia fazem exercícios militares conjuntos. Já treinaram juntas no Mar Mediterrâneo e no Mar do Japão, onde a China disputa com o Japão a soberania sobre as ilhas Senkaku, chamada de Diaoyu pelos chineses.

terça-feira, 7 de junho de 2016

OTAN realiza maior treinamento na Polônia desde 1989

Com 31 mil soldados de 18 países-membros e cinco outros aliados, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) realiza de hoje até 17 de junho as maiores manobras militares na Polônia desde a queda do regime comunista, em 1989, informou a Rádio Polônia.

 A aliança atlântica realiza amanhã e depois de amanhã uma reunião de cúpula em Varsóvia para sinalizar o apoio à Polônia, que se sente ameaçada desde a intervenção militar da Rússia na ex-república soviética da Ucrânia, em 2014.

O treinamento militar vai se concentrar na coordenação entre a OTAN e os chefes militares de cada país-membro em caso de guerra híbrida, uma mistura de revoltas populares com táticas de guerras não convencionais como a Rússia faz na Ucrânia.

A Polônia era sócia fundadora do Pacto de Varsóvia, a aliança militar liderada pela União Soviética, criada em 1955 e dissolvida formalmente em 1991. Em 1999, a Polônia pós-comunista entrou para a OTAN e, em 2004, para a União Europeia.

A crise na Ucrânia começou com a recusa do então presidente Viktor Yanukovich de fechar um acordo de associação com a UE, em novembro de 2013. Uma onda de protestos na Praça Maidan, em Kiev, a capital do país, levou à fuga de Yanukovich em 22 de fevereiro de 2014.

Moscou denunciou um golpe de Estado, anexou a região da Crimeia, onde fica a base da Frota do Mar Negro, compartilhada entre os dois países desde o fim da URSS, e promoveu uma revolta dos russos étnicos no Leste da Ucrânia.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Coreia do Norte afirmar ter miniaturizado armas nucleares

Depois de ameaçar atacar as manobras militares conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul com armas nucleares, a Coreia do Norte afirmou hoje ter miniaturizado suas bombas atômicas para que possam ser transportadas por mísseis. O resto do mundo suspeita de um blefe.

No início do ano, a ditadura comunista norte-coreana anunciou ter testado uma bomba de hidrogênio, a mais poderosa das armas nucleares, mas ninguém acreditou muito. Há dois dias, prometeu atacar os exercícios militares americano-sul-coreanos.

"Apelamos à Coreia do Norte para que evite declarações e ações provocativas que agravem as tensões e, em vez disso, se concentre no cumprimento de seus compromissos e suas obrigações internacionais", respondeu um alto funcionário dos EUA.

Hoje, com imagens do ditador Kim Jong Un visitando uma fábrica de mísseis, a televisão estatal anunciou o novo avanço na tecnologia militar do país, que já fez vários testes nucleares mas ainda não mostrou capacidade de colocar uma bomba atômica num foguete capaz de transportá-la a grandes distâncias. O anúncio de hoje seria mais um blefe.

Depois dos últimos testes, por unanimidade, o Conselho de Segurança das Nações Unidas impôs novas sanções à Coreia do Sul, inclusive o direito de revistar navios que cheguem ao país ou saiam dele para ver se transportam armas proibidas.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Militares chineses treinam no Mar da China Meridional

A Marinha de Guerra da China iniciou hoje manobras militares de dez dias junto às Ilhas Hainã, no Mar da China Meridional, onde tem disputas territoriais com vários países vizinhos, anunciou a televisão estatal CCTV. Durante o treinamento, nenhum outro navio poderá entrar na área.

Os militares chineses alegam que os exercícios fazem parte de um esforço amplo de modernização das Forças Armadas, sem relação direta com as disputas territoriais.

Na semana passada, o chefe do Comando do Pacífico dos Estados Unidos participou de voos de vigilância no Mar da China Meridional, onde a China está ampliando pequenas ilhotas e construindo pistas de pouso para garantir suas reivindicações, se necessário, à força.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

China e Rússia farão manobras navais conjuntas no Mar do Japão

As marinhas de guerra da China e da Rússia assinaram protocolo hoje para realizar manobras militares conjuntas no Mar do Japão no fim de agosto de 2015, informou a agência Tass. Pela primeira vez, chineses e russos vão treinar um assalto anfíbio, no caso ao território russo de Primorsky.

Um grupo naval da Frota do Pacífico da Rússia liderado por um porta-aviões vai participar das manobras, que reunirão ao todo cerca de 60 navios de guerra, além de barcos de apoio, aviões e helicópteres.

Em maio, a China e a Rússia fizeram exercícios militares conjuntos no Mar Mediterrâneo. O Kremlin planeja reforças suas posições na costa no Oceano Pacífico na próxima década, mas enfrenta restrições orçamentários que obrigarão a fazer opções.

As manobras serão realizadas pouco depois de uma decisão tomada nesta semana pelo Parlamento do Japão para autorizar as Forças Armadas do país a realizar operações ofensivas no exterior. Isso era proibido pela Constituição imposta pelos Estados Unidos depois da derrota japonesa na Segunda Guerra Mundial.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Venezuela inicia manobras militares em três dias

As Forças Armadas da República Bolivarista da Venezuela vão começar exercícios militares em 14 de março de 2015, anunciou o presidente Nicolás Maduro. Ele afirmou que o país precisa estar preparado para uma "agressão imperialista" para não acontecer como no Iraque e na Líbia, sugerindo que pode ser alvo de uma intervenção militar dos Estados Unidos.

Em primeira votação, a Assembleia Nacional aprovou hoje a Lei Habilitante, que autoriza o presidente a governar por decreto durante meses. Como observou a deputada oposicionista cassada María Corina Machado, é uma medida desnecessária. O regime chavista tem amplo controle sobre o Parlamento da Venezuela e Maduro já governou com Lei Habilitante aprovada em 2013 pelo período de um ano.

Agora, Maduro aproveitou o decreto do presidente Barack Obama impondo sanções a sete altos funcionários venezuelanos acusados de violações dos direitos humanos e ameaça à segurança nacionaldos EUA para pedir para governar por decreto para combater a "ameaça imperialista".

Com todos os poderes, o regime chavista não consegue conter uma inflação que ronda os 70% a 80% ao ano, é a maior do mundo, nem colocar produtos básicos nas prateleiras dos supermercado. Faltam carne, leite, farinha, medicamentos, especialmente os importados, e até mesmo papel higiênico.

"Como podemos ser uma ameaça aos EUA se nem leite temos", ironizou uma cientista social venezuelana.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Irã treina para afundar porta-aviões dos EUA

Apesar da reaproximação entre os dois países com as negociações sobre o programa nuclear iraniano, o Irã está treinando no Golfo Pérsico para atacar porta-aviões dos Estados Unidos com várias lanchas de alta velocidade.

Nas manobras militares Grande Profeta 9, a força naval da Guarda Revolucionária Iraniana lancha um ataque em "enxame", com lanchas rápidas convergindo de todos os lados sobre o porta-aviões na expectativa de romper suas defesas.

"Os porta-aviões dos EUA são grandes depósitos de munição, com mísseis, foguetes e torpedos", declarou o almirante Ali Fadavi, comandante das forças navais da Guarda Revolucionária. Em entrevista à televisão estatal, ele declarou que atingir um porta-aviões com um míssil pode deflagar uma "grande explosão secundária".

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Coreia do Norte testa míssil de cruzeiro antinavio

A semanas do início dos exercícios militares conjuntos anuais dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, a Coreia do Norte anunciou hoje ter testado com sucesso um míssil de cruzeiro antinavio.

Todos os anos o governo comunista norte-coreano aumenta a tensão na última fronteira da Guerra Fria para manifestar seu descontentamento em relação às manobras militares de seus maiores inimigos. Desta vez, o regime stalinista de Pionguiangue prometeu suspender seus testes nucleares se os EUA cancelassem o treinamento conjunto com a Coreia do Sul.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

China e EUA fazem acordo para evitar confrontos militares

Os presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e da China, Xi Jinping, devem anunciar amanhã dois acordos para evitar que incidentes militares levem a confrontos entre as duas superpotências, anunciou hoje o jornal mais vendido nos EUA, The Wall St. Journal.

O primeiro acordo prevê a notificação prévia de grandes manobras militares e o segundo estabelece regras de procedimento para encontros no mar e no ar. Ontem, Obama revelou outro acordo entre os dois países para reduzir os impostos de importação sobre semicondutores e outros produtos de tecnologia da informação.

Esse acordo pode ser ratificado na Organização Mundial do Comércio em dezembro de 2014 para ser estendido a todos seus os países-membros. Cobriria transações internacionais estimadas em US$ 1 trilhão por ano.

Obama e Xi fazem hoje e amanhã um encontro de cúpula paralelo à reunião do fórum Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (APEC), realizada em Beijim.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Ucrânia cria Guarda Nacional

Diante da intervenção militar da Rússia na região da Crimeia, o Parlamento da Ucrânia aprovou hoje a criação de uma Guarda Nacional a ser formada inicialmente por 60 mil voluntários. As autoridades ucranianas decidiram não reagir às provocações russas para evitar uma guerra que não têm como ganhar.

A dois dias de um plebiscito para anexar a Crimeia à Rússia considerado inconstitucional pelos Estados Unidos e a Europa, as Forças Armadas russas voltaram a fazer manobras militares em Rostov-sobre-o-Dom, perto da fronteira com a Ucrânia.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Parlamento da Ucrânia indica primeiro-ministro

Com 371 votos a favor, o Parlamento da Ucrânia aprovou hoje a nomeação do ex-ministro da Economia e ex-ministro do Exterior Arseni Yatseniuk pra chefiar o novo governo do país. Ele é ligado à ex-primeira-ministra Yulia Timochenko, libertada no fim da semana passada. Estabeleceu como prioridade o ingresso na União Europeia.

O presidente deposto, Viktor Yanukovitch, que estaria refugiado na Rússia, declarou que ainda é o "presidente legítimo" da Ucrânia. Ele deve dar entrevista coleta amanhã.  O governo russo prometeu garantir a segurança do aliado.

Na região ucraniana da Crimeia, de maioria russa, homens armados invadiram o parlamento regional, hastearam a bandeira russa e pediram "unificação" com o país vizinho, enquanto as Forças Armadas da Rússia fazem manobras militares na vizinhança e seus caças a jato sobrevoam a fronteira entre os dois países.

Desde a guerra contra a ex-república soviética da Geórgia, a Rússia incluiu a defesa e a proteção dos russos no exterior como parte de sua doutrina de segurança nacional.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Rússia mobiliza Forças Armadas perto da Ucrânia

Diante da queda de seu aliado Viktor Yanukovitch na Ucrânia e da revolta da população de origem russa na península da Crimeia, o presidente Vladimir Putin resolveu lembrar o mundo de que a Rússia ainda é uma grande potência militar, convocando manobras de treinamento no Oeste e no Centro-Sul do país para intimidar os rebeldes ucranianos e seus aliados ocidentais.

Cerca de 150 mil soldados, 90 aviões, 120 helicópteros, 880 tanques e 1,2 mil blindados e peças de artilharia participarão das manobras militares. O ministro da Defesa da Rússia, Serguei Choigu, negou qualquer relação com o conflito na ex-república soviética da Ucrânia.

Antes da invadir a ex-república soviética da Geórgia, em 8 de agosto de 2008, a Rússia realizou vários exercícios militares no Norte do Cáucaso. Na Ucrânia, a Rússia já tem militares na Frota do Mar Negro, baseada em Sebastopol.

O secretário de Estado americano, John Kerry, advertiu que qualquer tipo de intervenção militar será inaceitável.