Depois de semanas de intensa luta política, o presidente do Parlamento da Ucrânia, Volodymyr Groysman, foi eleito hoje primeiro-ministro em substituição a Arseni Yatseniuk, que chefiava o governo há mais de dois anos, desde a revolução da Praça Maidan.
Como Groysman é próximo do presidente Petro Porochenko, sua nomeação representa uma trégua na disputa política em Kiev.
Desde a queda do presidente Viktor Yanukovich, aliado da Rússia, em fevereiro de 2014, Moscou anexou a península da Crimeia e fomentou uma rebelião no Leste da Ucrânia, transformando o país num campo de batalha com sérios prejuízos à economia.
De todos os países do mundo, só a Venezuela deve ter um desempenho econômico pior do que a Ucrânia em 2016.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador Arseni Yatseniuk. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arseni Yatseniuk. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 14 de abril de 2016
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Ucrânia deve antecipar eleições parlamentares
Com o colapso da coalizão de governo em plena guerra contra os separatistas apoiados pela Rússia e a demissão hoje do primeiro-ministro Arseni Yatseniuk, o Parlamento da Ucrânia tem 30 dias para formar uma nova aliança majoritária. Se não conseguir, o presidente Petro Porochenko pode dissolver o parlamento e antecipar as eleições legislativas.
Os partidos Svoboda (Liberdade), de extrema direita, e a Aliança Democrática Ucraniana para a Reforma (ADUR), liderada pelo ex-campeão de boxe e ex-prefeito de Kiev Vitali Klitschko, retiraram o apoio ao governo. Eles foram as maiores forças por trás do movimento popular contra o presidente Viktor Yanukovich iniciado em novembro de 2013, quando ele rejeitou um acordo de associação com a União Europeia.
A atual legislatura ainda é a mesma, mas passou por grandes mudanças desde a revolta que derrubou Yanukovich, apoiado pela Rússia, o que levou à intervenção militar promovida pelo Kremlin e à anexação da Crimeia à Federação Russa.
Quando a revolta começou, o Partido das Regiões, de Yanukovich, tinha 187 das 450 cadeiras do Parlamento da Ucrânia. Governava com o apoio dos 32 deputados comunistas e dos 43 independentes. Com a queda de Yanukovich, houve uma debandada geral. O PR tinha ontem 87 deputados.
Com a revolução, surgiram três novos partidos: Ucrânia Europeia Soberana, com 35 deputados; Desenvolvimento Econômico, com 39; e Pela Paz e Estabilidade, com 34 cadeiras. Os dois primeiros apoiam a aproximação à UE e o terceiro, a aliança com a Rússia.
Os três partidos de oposição a Yanukovich que viraram parte do governo revolucionário também sofreram mudanças. O maior, chamado de Pátria, liderado pelos ex-primeiros-ministros Yatseniuk e Yulia Timochenko, é pró-Ocidente. Tem 86 deputados. A ADUR tem 41 deputados e a Svoboda, 35.
Porochenko, um bilionário conhecido como rei do chocolate, foi eleito em maio pelo partido Solidariedade, que não tem representação no Parlamento. As eleições parlamentares seriam assim uma oportunidade para fortalecer o poder do presidente.
Os partidos Svoboda (Liberdade), de extrema direita, e a Aliança Democrática Ucraniana para a Reforma (ADUR), liderada pelo ex-campeão de boxe e ex-prefeito de Kiev Vitali Klitschko, retiraram o apoio ao governo. Eles foram as maiores forças por trás do movimento popular contra o presidente Viktor Yanukovich iniciado em novembro de 2013, quando ele rejeitou um acordo de associação com a União Europeia.
A atual legislatura ainda é a mesma, mas passou por grandes mudanças desde a revolta que derrubou Yanukovich, apoiado pela Rússia, o que levou à intervenção militar promovida pelo Kremlin e à anexação da Crimeia à Federação Russa.
Quando a revolta começou, o Partido das Regiões, de Yanukovich, tinha 187 das 450 cadeiras do Parlamento da Ucrânia. Governava com o apoio dos 32 deputados comunistas e dos 43 independentes. Com a queda de Yanukovich, houve uma debandada geral. O PR tinha ontem 87 deputados.
Com a revolução, surgiram três novos partidos: Ucrânia Europeia Soberana, com 35 deputados; Desenvolvimento Econômico, com 39; e Pela Paz e Estabilidade, com 34 cadeiras. Os dois primeiros apoiam a aproximação à UE e o terceiro, a aliança com a Rússia.
Os três partidos de oposição a Yanukovich que viraram parte do governo revolucionário também sofreram mudanças. O maior, chamado de Pátria, liderado pelos ex-primeiros-ministros Yatseniuk e Yulia Timochenko, é pró-Ocidente. Tem 86 deputados. A ADUR tem 41 deputados e a Svoboda, 35.
Porochenko, um bilionário conhecido como rei do chocolate, foi eleito em maio pelo partido Solidariedade, que não tem representação no Parlamento. As eleições parlamentares seriam assim uma oportunidade para fortalecer o poder do presidente.
terça-feira, 13 de maio de 2014
UE amplia lista de russos sancionados
A União Europeia acrescentou mais três nomes à lista de altos funcionários da Rússia responsáveis pela anexação ilegal da província ucraniana da Crimeia.
Eles são:
• Viacheslav Volodin, subchefe da Casa Civil do Kremlin;
• Vladimir Chamanov, comandante das forças aerotransportadas da Rússia; e
• Vladimir Pligin, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Duma do Estado, a Camara dos Deputados da Rússia.
O ministro do Exterior da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, foi hoje a Kiev, a capital da Ucrânia, para tentar promover uma negociação entre o governo provisório formado depois da revolução de fevereiro e os rebeldes que querem aderir à Rússia.
Hoje o primeiro-ministro interino Arseni Yatseniuk acusou a Rússia de querer transformar a Ucrânia num país falido para lhe negar legitimidade. O boicote às eleições parlamentares e presidencial de 25 de maio de 2014 seria um passo decisivo.
Se o Kremlin e seus aliados impedirem a votação, os Estados Unidos e a UE devem impor novas sanções à Rússia.
Eles são:
• Viacheslav Volodin, subchefe da Casa Civil do Kremlin;
• Vladimir Chamanov, comandante das forças aerotransportadas da Rússia; e
• Vladimir Pligin, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Duma do Estado, a Camara dos Deputados da Rússia.
O ministro do Exterior da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, foi hoje a Kiev, a capital da Ucrânia, para tentar promover uma negociação entre o governo provisório formado depois da revolução de fevereiro e os rebeldes que querem aderir à Rússia.
Hoje o primeiro-ministro interino Arseni Yatseniuk acusou a Rússia de querer transformar a Ucrânia num país falido para lhe negar legitimidade. O boicote às eleições parlamentares e presidencial de 25 de maio de 2014 seria um passo decisivo.
Se o Kremlin e seus aliados impedirem a votação, os Estados Unidos e a UE devem impor novas sanções à Rússia.
Marcadores:
Alemanha,
Arseni Yatseniuk,
Crimeia,
Frank-Walter Steinmeier,
Kremlin,
Rússia,
Sanções,
UE,
Viacheslav Volodin,
Vladimir Chamanov,
Vladimir Pligin
terça-feira, 18 de março de 2014
Militar ucraniano morre em ataque russo
Um oficial do Exército da Ucrânia foi morto e outro ferido hoje num assalto de tropas russas para tomar sua base militar em Simferopol, a capital da região da Crimeia, que decidiu ilegalmente se integrar à Rússia. É a primeira morte de um militar desde a intervenção russa na Crimeia, no fim do mês passado.
Em Kiev, o primeiro-ministro interino Arseni Yatseniuk descreveu a morte como "um crime de guerra", enquanto o presidente interino Olexander Turchinov comparava o presidente da Rússia, Vladimir Putin, com o ditador nazista Adolf Hitler.
Apesar da trégua negociada até 21 de março, depois da morte de um oficial hoje, o Ministério da Defesa da Ucrânia autorizou o uso da força para "proteger as vidas dos soldados ucranianos".
Em Kiev, o primeiro-ministro interino Arseni Yatseniuk descreveu a morte como "um crime de guerra", enquanto o presidente interino Olexander Turchinov comparava o presidente da Rússia, Vladimir Putin, com o ditador nazista Adolf Hitler.
Apesar da trégua negociada até 21 de março, depois da morte de um oficial hoje, o Ministério da Defesa da Ucrânia autorizou o uso da força para "proteger as vidas dos soldados ucranianos".
domingo, 16 de março de 2014
Ucrânia ameaça processar separatistas
O primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, ameaçou hoje processar os separatistas que pretendem anexar a república autônoma da Crimeia à Rússia com base em referendo ilegal realizado hoje na península. A vitória russa é certa.
Os ministérios da Defesa das duas ex-repúblicas soviéticas acertaram hoje uma trégua na Crimeia até 21 de março. Pelo acordo, a Ucrânia não vai retirar suas forças e não haverá ações militares contra instalações militares ucranianas.
Com a intervenção militar, há hoje cerca de 22 mil soldados russos na Ucrânia, muito acima do limite de 12,5 mil previsto no acordo sobre a Frota do Mar Negro, baseada em Sebastopol, na Crimeia.
Em Donetsk, no Leste da Ucrânia, onde os russos são maioria, cerca de 4 mil manifestantes se reuniram na Praça Lenin em apoio à independência da Crimeia.
Os ministérios da Defesa das duas ex-repúblicas soviéticas acertaram hoje uma trégua na Crimeia até 21 de março. Pelo acordo, a Ucrânia não vai retirar suas forças e não haverá ações militares contra instalações militares ucranianas.
Com a intervenção militar, há hoje cerca de 22 mil soldados russos na Ucrânia, muito acima do limite de 12,5 mil previsto no acordo sobre a Frota do Mar Negro, baseada em Sebastopol, na Crimeia.
Em Donetsk, no Leste da Ucrânia, onde os russos são maioria, cerca de 4 mil manifestantes se reuniram na Praça Lenin em apoio à independência da Crimeia.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Obama faz nova a advertência à Rússia pela Ucrânia
Ao receber hoje na Casa Branca o primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, o presidente Barack Obama reafirmou o apoio dos Estados Unidos à integridade territorial do país e advertiu a Rússia mais uma vez que haverá um custo se o presidente Vladimir Putin insistir em anexar a região ucraniana da Crimeia.
Hoje o Grupo dos Sete (EUA, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Canadá), as maiores potências industriais capitalistas, avisou que não vai reconhecer o referendo convocado para o próximo domingo para que a Crimeia se integre à Rússia.
A União Europeia ameaça aplicar sanções a partir da segunda-feira, se a consulta popular for mantida. Mas há uma crescente acodomoção internacional diante da inevitabilidade da anexação da Crimeia.
Nenhuma grande potência vai enfrentar militarmente a Rússia por causa da região, que pertencia a Moscou até 1954 e sedia a Frota do Mar Negro, principal acesso do país a mares de águas mornas que não congelam.
O secretário de Estado americano, John Kerry, marcou encontro com o ministro do Exterior russo, Serguei Lavrov, em Londres na sexta-feira.
Hoje o Grupo dos Sete (EUA, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Canadá), as maiores potências industriais capitalistas, avisou que não vai reconhecer o referendo convocado para o próximo domingo para que a Crimeia se integre à Rússia.
A União Europeia ameaça aplicar sanções a partir da segunda-feira, se a consulta popular for mantida. Mas há uma crescente acodomoção internacional diante da inevitabilidade da anexação da Crimeia.
Nenhuma grande potência vai enfrentar militarmente a Rússia por causa da região, que pertencia a Moscou até 1954 e sedia a Frota do Mar Negro, principal acesso do país a mares de águas mornas que não congelam.
O secretário de Estado americano, John Kerry, marcou encontro com o ministro do Exterior russo, Serguei Lavrov, em Londres na sexta-feira.
domingo, 2 de março de 2014
Ucrânia considera atos da Rússia declaração de guerra
O primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, considerou hoje que as ações militares da Rússia em território ucraniano são uma "declaração de guerra". Para garantir a soberania, o novo governo ucraniano afastou 18 dos 24 governadores regionais e mobilizou as Forças Armadas, mas têm pouca chance na república autônoma da Crimeia, onde a Rússia mantém soldados na Frota do Mar Negro.
Hoje o comandante da Marinha ucraniana, almirante Denis Berezovski, nomeado sexta-feira pelo presidente interino Olexander Turchinov, declarou lealdade às autoridades pró-Rússia da Crimeia. Foi substituído por Serguei Haiduk.
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Anders Fogh Rasmussen, afirmou que "o que a Rússia está fazendo na Ucrânia viola a Carta das Nações Unidas".
Ontem, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, pediu autorização ao Parlamento para usar a força na Ucrânia, que tenta intimidar e submeter para manter sua área de influência sobre as ex-repúblicas da União Soviética.
Em conversa telefônica de uma hora e meia com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que o acusou de violar o direito internacional, Putin alegou estar defendendo os interesses nacionais da Rússia e dos ucranianos étnica e culturamente russos.
Os russos são 58% da população da Crimeia; os ucranianos, 25%; e os tártaros, que se opõem ao domínio de Moscou porque foram deportados para a Sibéria pelo ditador soviético Josef Stalin, são 12%.
Obama disse que ações de combate "terão um custo" para Putin. Mas há pouco que possa fazer além de excluir a Rússia do Grupo dos Oito (G-8) e aplicar sanções econômicas de efeito duvidoso dadas as riquezas naturais russas. Os EUA, o Canadá, a França e o Reino Unido anunciaram que não vão à reunião de cúpula prevista para junho em Sóchi, na Rússia, onde foi realizada a Olimpíada de Inverno de 2014.
Em entrevista à televisão americana CNN, o general Wesley Clark, ex-comandante militar da OTAN, comentou que "Putin age como um ditador soviético do século 20, mas é um bilionário do século 21", sugerindo que o homem-forte da Rússia deve ter uma fortuna depositada em bancos internacionais.
Hoje o comandante da Marinha ucraniana, almirante Denis Berezovski, nomeado sexta-feira pelo presidente interino Olexander Turchinov, declarou lealdade às autoridades pró-Rússia da Crimeia. Foi substituído por Serguei Haiduk.
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Anders Fogh Rasmussen, afirmou que "o que a Rússia está fazendo na Ucrânia viola a Carta das Nações Unidas".
Ontem, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, pediu autorização ao Parlamento para usar a força na Ucrânia, que tenta intimidar e submeter para manter sua área de influência sobre as ex-repúblicas da União Soviética.
Em conversa telefônica de uma hora e meia com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que o acusou de violar o direito internacional, Putin alegou estar defendendo os interesses nacionais da Rússia e dos ucranianos étnica e culturamente russos.
Os russos são 58% da população da Crimeia; os ucranianos, 25%; e os tártaros, que se opõem ao domínio de Moscou porque foram deportados para a Sibéria pelo ditador soviético Josef Stalin, são 12%.
Obama disse que ações de combate "terão um custo" para Putin. Mas há pouco que possa fazer além de excluir a Rússia do Grupo dos Oito (G-8) e aplicar sanções econômicas de efeito duvidoso dadas as riquezas naturais russas. Os EUA, o Canadá, a França e o Reino Unido anunciaram que não vão à reunião de cúpula prevista para junho em Sóchi, na Rússia, onde foi realizada a Olimpíada de Inverno de 2014.
Em entrevista à televisão americana CNN, o general Wesley Clark, ex-comandante militar da OTAN, comentou que "Putin age como um ditador soviético do século 20, mas é um bilionário do século 21", sugerindo que o homem-forte da Rússia deve ter uma fortuna depositada em bancos internacionais.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Parlamento da Ucrânia indica primeiro-ministro
Com 371 votos a favor, o Parlamento da Ucrânia aprovou hoje a nomeação do ex-ministro da Economia e ex-ministro do Exterior Arseni Yatseniuk pra chefiar o novo governo do país. Ele é ligado à ex-primeira-ministra Yulia Timochenko, libertada no fim da semana passada. Estabeleceu como prioridade o ingresso na União Europeia.
O presidente deposto, Viktor Yanukovitch, que estaria refugiado na Rússia, declarou que ainda é o "presidente legítimo" da Ucrânia. Ele deve dar entrevista coleta amanhã. O governo russo prometeu garantir a segurança do aliado.
Na região ucraniana da Crimeia, de maioria russa, homens armados invadiram o parlamento regional, hastearam a bandeira russa e pediram "unificação" com o país vizinho, enquanto as Forças Armadas da Rússia fazem manobras militares na vizinhança e seus caças a jato sobrevoam a fronteira entre os dois países.
Desde a guerra contra a ex-república soviética da Geórgia, a Rússia incluiu a defesa e a proteção dos russos no exterior como parte de sua doutrina de segurança nacional.
O presidente deposto, Viktor Yanukovitch, que estaria refugiado na Rússia, declarou que ainda é o "presidente legítimo" da Ucrânia. Ele deve dar entrevista coleta amanhã. O governo russo prometeu garantir a segurança do aliado.
Na região ucraniana da Crimeia, de maioria russa, homens armados invadiram o parlamento regional, hastearam a bandeira russa e pediram "unificação" com o país vizinho, enquanto as Forças Armadas da Rússia fazem manobras militares na vizinhança e seus caças a jato sobrevoam a fronteira entre os dois países.
Desde a guerra contra a ex-república soviética da Geórgia, a Rússia incluiu a defesa e a proteção dos russos no exterior como parte de sua doutrina de segurança nacional.
Assinar:
Comentários (Atom)