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terça-feira, 13 de maio de 2014

UE amplia lista de russos sancionados

A União Europeia acrescentou mais três nomes à lista de altos funcionários da Rússia responsáveis pela anexação ilegal da província ucraniana da Crimeia.

Eles são:
• Viacheslav Volodin, subchefe da Casa Civil do Kremlin;
• Vladimir Chamanov, comandante das forças aerotransportadas da Rússia; e
• Vladimir Pligin, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Duma do Estado, a Camara dos Deputados da Rússia.

O ministro do Exterior da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, foi hoje a Kiev, a capital da Ucrânia, para tentar promover uma negociação entre o governo provisório formado depois da revolução de fevereiro e os rebeldes que querem aderir à Rússia.

Hoje o primeiro-ministro interino Arseni Yatseniuk acusou a Rússia de querer transformar a Ucrânia num país falido para lhe negar legitimidade. O boicote às eleições parlamentares e presidencial de 25 de maio de 2014 seria um passo decisivo.

Se o Kremlin e seus aliados impedirem a votação, os Estados Unidos e a UE devem impor novas sanções à Rússia.

domingo, 20 de abril de 2014

Alemanha estuda legalização da maconha

Diante de uma petição assinada por mais de 100 professores de direito, dois partidos políticos da Alemanha, Os Verdes e A Esquerda, querem criar uma comissão na Câmara Federal para examinar a possibilidade de legalizar a produção e consumo da droga, informa o jornal inglês The Times na edição desta segunda-feira.

As bancadas desses dois partidos têm votos suficientes para formar a comissão, mas precisam do apoio dos dois grandes partidos da coalizão de governo, a União Democrata-Cristã (CDU), da chanceler (primeira-ministra) Angela Merkel, e o Partido Social-Democrata (SPD), do ministro do Exterior Frank-Walter Steinmeier.

Dois estados dos Estados Unidos, Colorado e Washington, legalizaram o uso recreativo da droga, mas o único país que liberou o consumo nacionalmente foi o Uruguai.

segunda-feira, 10 de março de 2014

UE pode impor novas sanções à Rússia

A União Europeia pode impor mais sanções à Rússia pela recusa do Kremlin a formar um grupo internacional de contato para negociar a crise na ex-república soviética da Ucrânia, advertiu hoje o ministro do Exterior da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier. Se a obstrução continuar, a UE vai cancelar os vistos de entrada de altos funcionários russos envolvidos em ameaças à integridade territorial da Ucrânia.

Para serem efetivas, quaisquer sanções terão de ser coordenadas pela Europa e os Estados Unidos. As medidas tomadas até agora são consideradas meramente simbólicas.

No próximo domingo, num referendo realizado sob intervenção militar de Moscou, a região da Crimeia deve aprovar a separação da Ucrânia e adesão à Rússia. Hoje o embaixador americano em Kiev reafirmou que os EUA não vão reconhecer a legitimidade do referendo.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Yanukovitch aceita antecipar eleições na Ucrânia

Durante encontro hoje com o presidente Viktor Yanukovitch, os ministros do Exterior da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier; da França, Laurent Faibus; e da Polônia, Radoslaw Sikorski; defenderam a antecipação das eleições como forma de resolver a crise política na Ucrânia. Há pouco, a revista francesa Le Nouvel Observateur disse que ele concordou.

A missão da União Europeia exigiu a reabertura de negociações com a oposição. O chanceler francês deixou claro que altos funcionários ucranianos serão submetidos a sanções internacionais caso a violência não cesse.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Alemanha tem pior recessão desde 1945

O governo da Alemanha, quarta maior economia do mundo, previu hoje uma queda de 2,25% no produto interno bruto deste ano de 2009, depois de um crescimento de 1,3% no ano passado.

Com a crise, o total de desempregados chegou a 3,1 milhões. A expectativa é que 500 mil pessoas percam o emprego em 2009. A taxa de desemprego deve subir de 7,8% da população economicamente ativa no fim do ano passado para 8,4%.

A crise será o foco da campanha para as eleições parlamentares de 27 de setembro, que devem escolher os partidos para formar um novo governo.

No momento, há uma grande aliança dos dois maiores partidos alemães, a União Democrata-Cristã (CDU) da primeira-ministra Angela Merkel e o Partido Social-Democrata (SPD) do ministro do Exterior Frank-Walter Steinmeier.

A conservadora CDU gostaria de formar o governo com os liberais-democratas do FDP, mas talvez a coalizão não consiga maioria na Câmara Federal da Alemanha. O parceiro ideal do SPD é Os Verdes, o partido ecologista, na chamada coligação verde-vermelha.

Há um partido novo na jogada, A Esquerda, que reúne a dissidência da social-democracia liderada pelo ex-ministro das Finanças Oskar Lafontaine e o antigo Partido Comunista da Alemanha Oriental, reformado para se adaptar aos tempos modernos.

Assim, no momento, o mais provável parece uma reedição da grande aliança. A crise vai pesar na Alemanha e isso vai se refletir nas urnas quando chegar o outono no Hemisfério Norte.