O governo Donald Trump pediu ao Japão em julho que aumente a contribuição para financiar a presença de forças dos Estados Unidos no país, onde estão desde a Segunda Guerra Mundial, para US$ 8 bilhões por ano, dentro das negociações para renovar o acordo bilateral de defesa, que venceu em março de 2021, noticiou a revista Foreign Policy.
Desde a campanha eleitoral, Trump reclama que os EUA têm um culto elevado para proteger aliados ao redor do mundo e cobra um aumento nos orçamentos militares dos países onde mantêm soldados.
A mesma exigência está sendo feita à Coreia do Sul. O governo Trump quer cobrar 400% a mais do governo sul-coreano e se retiraram das negociações com o objetivo de pressionar Seul.
O Japão e a Coreia do Sul são os principais aliados dos EUA na região da Ásia e do Pacífico. São as pedras fundamentais da defesa estratégica dos interesses de Washington na região, com cerca de 50 soldados americanos no Japão e 28,5 mil na Coreia do Sul.
Com o aumento da competição estratégica com a China, é altamente improvável que os EUA queiram retirar suas forças da região, o que pode ser uma das exigência de um acordo de paz definitivo com a Coreia do Norte para desnuclearizar a Península Coreia e acabar com a Guerra da Coreia (1950-53).
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador Leste da Ásia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Leste da Ásia. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
quarta-feira, 24 de julho de 2019
Rússia nega invasão do espaço aéreo da Coreia do Sul
As primeiras manobras militares aéreas conjuntas da China e da Rússia provocam tensão no Leste da Ásia. A Embaixada da Rússia em Seul negou formalmente hoje a alegação da Coreia do Sul de que um avião de guerra russo tenha invadido seu espaço aéreo, noticiou a agência Reuters.
O governo sul-coreano havia dito que o adido militar russo responsabilizara problemas de funcionamento da aeronave pelo incidente.
A Rússia nega esta versão, enquanto as autoridades militares da Coreia do Sul não acreditam que a invasão tenha sido causada por problemas técnicos. Estão certas de que foi um ato intencional.
Aviões de guerra da China e da Rússia fizeram ontem inúmeras passagens pela zona de identificação de defesa aérea da Coreia do Sul no Mar Amarelo e no Mar do Japão.
A Coreia do Sul, aliada dos Estados Unidos, que mantêm 28,5 mil soldados no país, acusou duas invasões de seu espaço aéreo sobre a ilha Dodko, disputada pela Coreia do Sul e o Japão, que a chama de Takeshima.
O governo sul-coreano havia dito que o adido militar russo responsabilizara problemas de funcionamento da aeronave pelo incidente.
A Rússia nega esta versão, enquanto as autoridades militares da Coreia do Sul não acreditam que a invasão tenha sido causada por problemas técnicos. Estão certas de que foi um ato intencional.
Aviões de guerra da China e da Rússia fizeram ontem inúmeras passagens pela zona de identificação de defesa aérea da Coreia do Sul no Mar Amarelo e no Mar do Japão.
A Coreia do Sul, aliada dos Estados Unidos, que mantêm 28,5 mil soldados no país, acusou duas invasões de seu espaço aéreo sobre a ilha Dodko, disputada pela Coreia do Sul e o Japão, que a chama de Takeshima.
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Departamento de Estado pede fuzileiros navais em Taiwan
O Departamento de Estado solicitou o envio de fuzileiros navais para proteger a representação diplomática dos Estados Unidos em Taiwan, a ilha que a República Popular da China considera uma província rebelde, revelou hoje a rede de televisão americana CNN.
A presença de fuzileiros navais americanos em Taiwan certamente será considerada em Beijim como um desafio ao regime comunista chinês. Será mais um ponto de atrito entre a China e os EUA, ao lado dos conflitos comerciais, da Coreia do Norte e do Mar do Sul da China.
Taiwan é a ilha para onde os nacionalistas comandados por Chiang Kai-shek fugiram quando a revolução comunista liderada por Mao Tsé-tung tomou o poder, em 1º de outubro de 1949, criando na prática duas chinas com a República da China em Taiwan.
O regime comunista sempre adotou a política de que só existe uma China. Quando os EUA se reaproximaram da China com as visitas do assessor de segurança nacional Henry Kissinger, em 1971, e do presidente Richard Nixon, em 1972, Mao condicionou o estabelecimento de relações diplomáticas com os EUA ao rompimento dos EUA com Taiwan. O regime exige o mesmo de todo país que quiser manter relações com a China.
A República Popular da China também tomou de Taiwan a vaga da China como membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em 1971.
Quando um partido favorável à independência estava prestes a vencer a eleição presidencial de 1996 em Taiwan, a China fez testes de mísseis ameaçadores. O então presidente americano, Bill Clinton, mandou uma força-tarefa de porta-aviões para o Estreito de Taiwan, de 180 quilômetros, que separa a ilha da China continental.
A China considerou uma humilhação. Desde aquela época, desenvolveu sistemas de mísseis, satélites e porta-aviões para desafiar a supremacia militar dos EUA no Leste de Ásia, que vem desde a Segunda Guerra Mundial.
Em Taiwan, com a democratização do país, as novas gerações têm um desejo crescente pela independência, considerada totalmente inaceitável pela ditadura comunista chinesa.
O Kuomintang (KMT), o partido de Chiang Kai-shek, que governou Taiwan na maior parte de sua história de relativa independência adota a política dos três nãos: não à unificação, não à independência e não à guerra. Defende a manutenção do status quo ambíguo, como quer a o regime comunista chinês, apostando numa reunificação até 2050.
Com a volta do Partido Democrático Progressista (PDP) ao poder, em 2016, aumenta a inquietação em Beijim sobre a independência de Taiwan. Há décadas, o regime comunista tenta controlar a ilha rebelde com um misto de intimidação militar e incentivos econômicos. Recentemente, aumentou a pressão militar.
Ao chegar à Casa Branca, o presidente Donald Trump, que não respeita protocolos nem políticas que não lhe agradem, recebeu cumprimentos pelo telefone da presidente taiwanesa, Tsai Ing-wen, para revolta da China. Foi a primeira vez que isto aconteceu desde o reatamento oficial entre os dois países, em 1978.
Como a estratégia de negociações de Trump é desestabilizar a outra parte, Taiwan volta a ser uma carta importante na disputa geopolítica entre os EUA e a China, que cada vez mais constrói uma máquina de guerra à altura do seu crescente poderio econômico e quer acabar com a hegemonia americana no Leste da Ásia.
Os EUA têm vários aliados ao redor da China, o Japão, a Coreia do Sul, as Filipinas e a Tailândia. Com Taiwan, assumiu o compromisso de garantir a segurança da ilha. Está reforçando a cooperação militar com a Índia, a Indonésia e o Vietnã. Se tivesse o controle de Taiwan, o regime comunista chinês teria acesso desimpedido ao Oceano Pacífico.
Sem uma declaração de independência de Taiwan, é improvável que a China invada Taiwan antes de 2030, quando terá acumulado grande poderio militar. A reunificação continuará sendo um objetivo central do regime comunista, mas ele deve seguir, ao menos por enquanto, as lições de Sun Tzu no clássico A Arte da Guerra: a maior vitória é derrotar o inimigo fora do campo de batalha, sem disparar um tiro.
A presença de fuzileiros navais americanos em Taiwan certamente será considerada em Beijim como um desafio ao regime comunista chinês. Será mais um ponto de atrito entre a China e os EUA, ao lado dos conflitos comerciais, da Coreia do Norte e do Mar do Sul da China.
Taiwan é a ilha para onde os nacionalistas comandados por Chiang Kai-shek fugiram quando a revolução comunista liderada por Mao Tsé-tung tomou o poder, em 1º de outubro de 1949, criando na prática duas chinas com a República da China em Taiwan.
O regime comunista sempre adotou a política de que só existe uma China. Quando os EUA se reaproximaram da China com as visitas do assessor de segurança nacional Henry Kissinger, em 1971, e do presidente Richard Nixon, em 1972, Mao condicionou o estabelecimento de relações diplomáticas com os EUA ao rompimento dos EUA com Taiwan. O regime exige o mesmo de todo país que quiser manter relações com a China.
A República Popular da China também tomou de Taiwan a vaga da China como membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em 1971.
Quando um partido favorável à independência estava prestes a vencer a eleição presidencial de 1996 em Taiwan, a China fez testes de mísseis ameaçadores. O então presidente americano, Bill Clinton, mandou uma força-tarefa de porta-aviões para o Estreito de Taiwan, de 180 quilômetros, que separa a ilha da China continental.
A China considerou uma humilhação. Desde aquela época, desenvolveu sistemas de mísseis, satélites e porta-aviões para desafiar a supremacia militar dos EUA no Leste de Ásia, que vem desde a Segunda Guerra Mundial.
Em Taiwan, com a democratização do país, as novas gerações têm um desejo crescente pela independência, considerada totalmente inaceitável pela ditadura comunista chinesa.
O Kuomintang (KMT), o partido de Chiang Kai-shek, que governou Taiwan na maior parte de sua história de relativa independência adota a política dos três nãos: não à unificação, não à independência e não à guerra. Defende a manutenção do status quo ambíguo, como quer a o regime comunista chinês, apostando numa reunificação até 2050.
Com a volta do Partido Democrático Progressista (PDP) ao poder, em 2016, aumenta a inquietação em Beijim sobre a independência de Taiwan. Há décadas, o regime comunista tenta controlar a ilha rebelde com um misto de intimidação militar e incentivos econômicos. Recentemente, aumentou a pressão militar.
Ao chegar à Casa Branca, o presidente Donald Trump, que não respeita protocolos nem políticas que não lhe agradem, recebeu cumprimentos pelo telefone da presidente taiwanesa, Tsai Ing-wen, para revolta da China. Foi a primeira vez que isto aconteceu desde o reatamento oficial entre os dois países, em 1978.
Como a estratégia de negociações de Trump é desestabilizar a outra parte, Taiwan volta a ser uma carta importante na disputa geopolítica entre os EUA e a China, que cada vez mais constrói uma máquina de guerra à altura do seu crescente poderio econômico e quer acabar com a hegemonia americana no Leste da Ásia.
Os EUA têm vários aliados ao redor da China, o Japão, a Coreia do Sul, as Filipinas e a Tailândia. Com Taiwan, assumiu o compromisso de garantir a segurança da ilha. Está reforçando a cooperação militar com a Índia, a Indonésia e o Vietnã. Se tivesse o controle de Taiwan, o regime comunista chinês teria acesso desimpedido ao Oceano Pacífico.
Sem uma declaração de independência de Taiwan, é improvável que a China invada Taiwan antes de 2030, quando terá acumulado grande poderio militar. A reunificação continuará sendo um objetivo central do regime comunista, mas ele deve seguir, ao menos por enquanto, as lições de Sun Tzu no clássico A Arte da Guerra: a maior vitória é derrotar o inimigo fora do campo de batalha, sem disparar um tiro.
Marcadores:
China,
Donald Trump,
EUA,
Fuzileiros Navais,
Geopolítica,
Hegemonia,
KMT,
Leste da Ásia,
PDP,
supremacia militar,
Taiwan,
Tsai Ing-wen
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Japão protesta contra míssil norte-coreano que invadiu espaço aéreo
Em mais um desafio aos Estados Unidos e aliados no Leste da Ásia, a ditadura comunista da Coreia do Norte testou hoje um míssil balístico de médio alcance que passou por cima do Japão, invadindo seu espaço aéreo. O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, condenou o teste, descrevendo-o com uma "grave ameaça".
Foi o primeiro míssil que o regime norte-coreano disparou sobre o Japão desde 2009. Este passou por cima da ilha de Hokkaido, a segunda maior do arquipélago japonês, muito menos povoada do que a ilha de Honshu, e caiu no Oceano Pacífico 14 minutos depois do lançamento a cerca de mi quilômetros da costa japonesa.
"Esta ação ultrajante de disparar um míssil sobre nosso país é uma ameaça séria, grave e sem precedentes que danifica seriamente a paz e a segurança na região", afirmou o primeiro-ministro do Japão. Ele pediu a convocação da uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Durante conversa telefônica de 40 minutos, o presidente Donald Trump reafirmou o "forte compromisso" dos EUA com a segurança do Japão. Os dois concordaram em aumentar a pressão sobre a ditadura stalinista de Pionguiangue.
Desde o fim de sua patrocinadora, a União Soviética, em 1991, a Coreia do Norte, última fronteira da Guerra Fria, faz uma chantagem nuclear com o Ocidente, ameaçando desenvolver armas nucleares. Primeiro, o objetivo era barganhar ajuda de energia e alimentos para manter seu regime falido.
Quando o então presidente americano George Walker Bush colocou a Coreia do Norte num "eixo do mal" ao lado do Irã e do Iraque, em 2002, e atacou o Iraque, em 2003, a Coreia do Norte e o Irã aceleraram seu programas de armas atômicas.
Em 2006, a Coreia do Norte fez o primeiro de cinco testes nucleares. O segundo foi em 2009.
O atual ditador norte-coreano, Kim Jong Un, ascendeu ao poder com a morte do pai, em 2011, pouco depois da queda do ditador da Líbia, Muamar Kadafi, numa revolução apoiada por uma intervenção militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e de países árabes, e acelerou ainda mais o programa nuclear militar. Houve um teste nuclear em 2013 e dois no ano passado.
Na análise do regime da Coreia do Norte, Kadafi abriu mão de suas armas de destruição em massa para se aproximar do Ocidente e, quando foi atacado, não teve como se defender. Sob Kim Jong Un, o arsenal nuclear deixou de ser um instrumento de barganha política para se tornar a última garantia de segurança do regime.
O terceiro Kim ameaçou disparar mísseis contra a ilha de Guam, uma possessão americana no Pacífico com duas bases militares dos EUA. Sabe que não pode atacar porque seu regime seria destruído, mas fica fazendo sua dança de guerra e apresentando armas para pressionar os EUA a cederem diplomaticamente.
Foi o primeiro míssil que o regime norte-coreano disparou sobre o Japão desde 2009. Este passou por cima da ilha de Hokkaido, a segunda maior do arquipélago japonês, muito menos povoada do que a ilha de Honshu, e caiu no Oceano Pacífico 14 minutos depois do lançamento a cerca de mi quilômetros da costa japonesa.
"Esta ação ultrajante de disparar um míssil sobre nosso país é uma ameaça séria, grave e sem precedentes que danifica seriamente a paz e a segurança na região", afirmou o primeiro-ministro do Japão. Ele pediu a convocação da uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Durante conversa telefônica de 40 minutos, o presidente Donald Trump reafirmou o "forte compromisso" dos EUA com a segurança do Japão. Os dois concordaram em aumentar a pressão sobre a ditadura stalinista de Pionguiangue.
Desde o fim de sua patrocinadora, a União Soviética, em 1991, a Coreia do Norte, última fronteira da Guerra Fria, faz uma chantagem nuclear com o Ocidente, ameaçando desenvolver armas nucleares. Primeiro, o objetivo era barganhar ajuda de energia e alimentos para manter seu regime falido.
Quando o então presidente americano George Walker Bush colocou a Coreia do Norte num "eixo do mal" ao lado do Irã e do Iraque, em 2002, e atacou o Iraque, em 2003, a Coreia do Norte e o Irã aceleraram seu programas de armas atômicas.
Em 2006, a Coreia do Norte fez o primeiro de cinco testes nucleares. O segundo foi em 2009.
O atual ditador norte-coreano, Kim Jong Un, ascendeu ao poder com a morte do pai, em 2011, pouco depois da queda do ditador da Líbia, Muamar Kadafi, numa revolução apoiada por uma intervenção militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e de países árabes, e acelerou ainda mais o programa nuclear militar. Houve um teste nuclear em 2013 e dois no ano passado.
Na análise do regime da Coreia do Norte, Kadafi abriu mão de suas armas de destruição em massa para se aproximar do Ocidente e, quando foi atacado, não teve como se defender. Sob Kim Jong Un, o arsenal nuclear deixou de ser um instrumento de barganha política para se tornar a última garantia de segurança do regime.
O terceiro Kim ameaçou disparar mísseis contra a ilha de Guam, uma possessão americana no Pacífico com duas bases militares dos EUA. Sabe que não pode atacar porque seu regime seria destruído, mas fica fazendo sua dança de guerra e apresentando armas para pressionar os EUA a cederem diplomaticamente.
Marcadores:
armas atômicas,
Coreia do Norte,
Donald Trump,
EUA,
Japão,
Leste da Ásia,
míssil balístico,
Programa Nuclear,
Shinzo Abe,
teste de mísseis
terça-feira, 14 de abril de 2015
Comércio exterior da China preocupa
As exportações da China sofreram uma queda de 15% em março de 2015 em relação ao ano anterior. As importações também caíram e o saldo comercial foi o menor em 13 meses, acendendo um sinal de alerta no mercado financeiro internacional para uma possível crise na segunda maior economia do mundo.
As vendas ao exterior foram equivalentes a US$ 145 bilhões. Os analistas ouvidos pela agência de notícias Bloomberg esperavam um avanço médio de 8,2%.
Antes da divulgação desses números, o Banco Mundial havia reduzido suas previsões de crescimento para o Leste da Ásia de 6,9% em 2015 e 6,8% em 2016 para 6,7% nos dois anos.
Para a China, houve uma queda de 0,1 ponto percentual em cada ano para 7,1% em 2015 e 7% em 2016. No resto da do Leste da Ásia, o crescimento deve ser de 5,1%, puxada pelo consumo interno e a queda nos preços do petróleo.
"Apesar do crescimento ligeiramente inferior no Leste da Ásia, a região será responsável por um terço do crescimento global, duas vezes mais do que a contribuição conjunta de todas as outras regiões em desenvolvimento", observou o vice-presidente regional do Banco Mundial para o Leste da Ásia e o Pacífico, Axel van Trotsenburg.
Ele vê uma oportunidade para equilibrar as contas públicas: "Os baixos preços do petróleo vão estimular a demanda e criar uma oportunidade única para promover reformas fiscais que aumentem a arrecadação e reorientem o investimento público para obras de infraestrutura e outros usos produtivos. Estas reformas podem aumentar a produtividade na Ásia e ajudar a manter o status da região como locomotiva do crescimento econômico global."
As vendas ao exterior foram equivalentes a US$ 145 bilhões. Os analistas ouvidos pela agência de notícias Bloomberg esperavam um avanço médio de 8,2%.
Antes da divulgação desses números, o Banco Mundial havia reduzido suas previsões de crescimento para o Leste da Ásia de 6,9% em 2015 e 6,8% em 2016 para 6,7% nos dois anos.
Para a China, houve uma queda de 0,1 ponto percentual em cada ano para 7,1% em 2015 e 7% em 2016. No resto da do Leste da Ásia, o crescimento deve ser de 5,1%, puxada pelo consumo interno e a queda nos preços do petróleo.
"Apesar do crescimento ligeiramente inferior no Leste da Ásia, a região será responsável por um terço do crescimento global, duas vezes mais do que a contribuição conjunta de todas as outras regiões em desenvolvimento", observou o vice-presidente regional do Banco Mundial para o Leste da Ásia e o Pacífico, Axel van Trotsenburg.
Ele vê uma oportunidade para equilibrar as contas públicas: "Os baixos preços do petróleo vão estimular a demanda e criar uma oportunidade única para promover reformas fiscais que aumentem a arrecadação e reorientem o investimento público para obras de infraestrutura e outros usos produtivos. Estas reformas podem aumentar a produtividade na Ásia e ajudar a manter o status da região como locomotiva do crescimento econômico global."
Marcadores:
arrecadação,
Banco Mundial,
China,
Comércio Exterior,
Crescimento,
Exportação,
Importação,
infraestrutura,
Leste da Ásia,
reforma fiscal
sábado, 18 de maio de 2013
Coreia do Norte testa mísseis de curto alcance
A ditadura comunista da Coreia do Norte disparou hoje três mísseis de curto alcance que caíram no mar perto de sua costa leste, informou hoje o Ministério da Defesa da Coreia do Sul.
O Japão disse que nenhum míssil caiu em suas águas territoriais. Nos últimos meses, o regime stalinista norte-coreano ameaçou atacar os Estados Unidos e seus aliados no Leste de Ásia.
Na época, temia-se que a Coreia do Norte testasse um míssil com capacidade nuclear em reação a manobras militares conjuntas EUA-Coreia do Sul.
O Japão disse que nenhum míssil caiu em suas águas territoriais. Nos últimos meses, o regime stalinista norte-coreano ameaçou atacar os Estados Unidos e seus aliados no Leste de Ásia.
Na época, temia-se que a Coreia do Norte testasse um míssil com capacidade nuclear em reação a manobras militares conjuntas EUA-Coreia do Sul.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Leste da Ásia terá pior ano desde 1998
Este deve ser o pior ano para a economia do Leste da Ásia desde a crise de 1997-98. Um relatório do Banco Mundial reduziu a expectativa de crescimento dos países emergentes da região de 6,7% para 5,3%.
Para a China, o banco manteve uma perspectiva de expansão de 6,5%. Mas o resto dos emergentes do Leste da Ásia deve crescer apenas 1,2%.
Para a China, o banco manteve uma perspectiva de expansão de 6,5%. Mas o resto dos emergentes do Leste da Ásia deve crescer apenas 1,2%.
Assinar:
Comentários (Atom)