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sábado, 13 de janeiro de 2018

Falso alarme de míssil causa pânico no Havaí

A ameaça nuclear da Coreia do Norte amedrontou hoje a população do Havaí, um arquipélago do Oceano Pacífico que é um estado dos Estados Unidos. Um alerta de ataque de míssil apareceu nos telefones celulares dos moradores das ilhas paradisíacas e só foi desmentido mais de meia hora depois.  O governador David Ige atribuiu o incidente a um erro de um funcionário que "apertou o botão errado" e prometeu investigar o caso.

O alerta dizia, em letras maiúsculas: "AMEAÇA DE MÍSSIL BALÍSTICO NO HAVAÍ. PROCURE ABRIGO IMEDIATAMENTE. ISTO NÃO É UM TESTE." Por 38 minutos, as pessoas procuraram abrigo desesperadamente.

O presidente Donald Trump, que passa os fins de semana jogando golfe em seu clube de campo em Mar-a-Lago, na Flórida, ainda não se manifestou. O Departamento da Defesa ainda estuda a situação.

Em 7 de dezembro de 1941, um ataque inesperado da Força Aérea do Japão contra a Frota Americana estacionada em Pearl Harbor, no Havaí, levou os EUA a entrarem na Segunda Guerra Mundial. Com 2.335 mortes, foi o segundo pior ataque ao território americano depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.

Hoje, os moradores do Havaí temeram estar na linha de frente de uma guerra nuclear. Em princípio, um míssil balístico intercontinental norte-coreano levaria 15 minutos para atingir o Havaí. Daí o pânico.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Japão protesta contra míssil norte-coreano que invadiu espaço aéreo

Em mais um desafio aos Estados Unidos e aliados no Leste da Ásia, a ditadura comunista da Coreia do Norte testou hoje um míssil balístico de médio alcance que passou por cima do Japão, invadindo seu espaço aéreo. O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, condenou o teste, descrevendo-o com uma "grave ameaça".

Foi o primeiro míssil que o regime norte-coreano disparou sobre o Japão desde 2009. Este passou por cima da ilha de Hokkaido, a segunda maior do arquipélago japonês, muito menos povoada do que a ilha de Honshu, e caiu no Oceano Pacífico 14 minutos depois do lançamento a cerca de mi quilômetros da costa japonesa.

"Esta ação ultrajante de disparar um míssil sobre nosso país é uma ameaça séria, grave e sem precedentes que danifica seriamente a paz e a segurança na região", afirmou o primeiro-ministro do Japão. Ele pediu a convocação da uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Durante conversa telefônica de 40 minutos, o presidente Donald Trump reafirmou o "forte compromisso" dos EUA com a segurança do Japão. Os dois concordaram em aumentar a pressão sobre a ditadura stalinista de Pionguiangue.

Desde o fim de sua patrocinadora, a União Soviética, em 1991, a Coreia do Norte, última fronteira da Guerra Fria, faz uma chantagem nuclear com o Ocidente, ameaçando desenvolver armas nucleares. Primeiro, o objetivo era barganhar ajuda de energia e alimentos para manter seu regime falido.

Quando o então presidente americano George Walker Bush colocou a Coreia do Norte num "eixo do mal" ao lado do Irã e do Iraque, em 2002, e atacou o Iraque, em 2003, a Coreia do Norte e o Irã aceleraram seu programas de armas atômicas.

Em 2006, a Coreia do Norte fez o primeiro de cinco testes nucleares. O segundo foi em 2009.

O atual ditador norte-coreano, Kim Jong Un, ascendeu ao poder com a morte do pai, em 2011, pouco depois da queda do ditador da Líbia, Muamar Kadafi, numa revolução apoiada por uma intervenção militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e de países árabes, e acelerou ainda mais o programa nuclear militar. Houve um teste nuclear em 2013 e dois no ano passado.

Na análise do regime da Coreia do Norte, Kadafi abriu mão de suas armas de destruição em massa para se aproximar do Ocidente e, quando foi atacado, não teve como se defender. Sob Kim Jong Un, o arsenal nuclear deixou de ser um instrumento de barganha política para se tornar a última garantia de segurança do regime.

O terceiro Kim ameaçou disparar mísseis contra a ilha de Guam, uma possessão americana no Pacífico com duas bases militares dos EUA. Sabe que não pode atacar porque seu regime seria destruído, mas fica fazendo sua dança de guerra e apresentando armas para pressionar os EUA a cederem diplomaticamente.

domingo, 21 de maio de 2017

Coreia do Norte testa míssil de médio alcance

Uma semana depois de anunciar que conseguiu desenvolver um míssil nuclear de longo alcance, a ditadura comunista da Coreia do Norte testou neste domingo um míssil balístico de médio alcance. O foguete teleguiado foi lançado da base de Pukchang e voou 500 quilômetros até cair no Mar do Japão.

"Este míssil, testado em fevereiro, tem alcance menor do que os dos três testes anteriores", comentou a assessoria da Casa Branca.

O regime stalinista de Pionguiangue descreveu o teste como um sucesso e declarou estar pronto para iniciar a fabricação em larga escala do míssil de médio alcance.

Depois de cinco testes nucleares e dezenas de testes de mísseis balísticos, onze só neste ano, violando resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a Coreia do Norte aumentou a tensão com seus inimigos históricos, os Estados Unidos, a Coreia do Sul e o Japão, e entre os EUA e a China.

"A Coreia do Norte está muito perto de desenvolver a tecnologia que necessita para miniaturizar armas atômicas para instalar numa ogiva de míssil", comentou recentemente em Seul o Ministério da Defesa sul-coreano.

No Japão, o ministro-chefe da Casa Civil, Yoshihide Saga, lamentou o que chamou de "ações provocativas repetidas" e "inaceitáveis". Para o novo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae In, é mais um desafio à sua tentativa de reabrir o diálogo com o Norte.

O desenvolvimento de um míssil nuclear balístico de longo alcance é uma ameaça direta aos EUA, como o presidente Barack Obama advertiu o sucessor Donald Trump durante o período de transição entre a eleição e a posse. Trump pressiona a China a enquadrar o regime stalinista de Pionguiangue.

A China, por sua vez, pressiona a Coreia do Sul, insatisfeita com a instalação de um sistema americano de defesa antimísseis capaz de ser usado contra mísseis chineses no futuro, em caso de conflito entre as superpotências.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Coreia do Norte testa míssil de médio alcance

A Coreia do Norte lançou hoje um míssil balístico de médio alcance KN-15, também conhecido como Pukguksong-2, de uma base terrestre perto da cidade de Sinpo, declarou o Comando do Pacífico das Forças Armadas dos Estados Unidos.

O Pukguksong-2 é um míssil de combustível sólido testado pela primeira vez em 12 de fevereiro de 2017. Hoje, caiu no Mar do Japão, em mais um desafio à sociedade internacional e aos presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, que se encontram na quinta-feira na residência de verão de Trump em Mar-a-Lago, na Flórida.

Apesar da grande diferença de poder entre os EUA e a Coreia do Norte, Washington é impotente para controlar o programa nuclear e o regime comunista de Pionguiangue. Desde o fim da União Soviética e do comunismo, em 1991, a Coreia do Norte perdeu sua patrocinadora e faz uma chantagem nuclear barganhando ajuda em energia e alimentos.

Para a ditadura stalinista norte-coreana, a bomba atômica é uma garantia de sobrevivência. Trump manifestou a intenção de pressionar a China no encontro de cúpula de 6 e 7 de abril com Xi Jinping.

Se a China não enquadrar a Coreia do Norte, Trump promete fazê-lo. Não há uma opção ótima, mas a melhor solução é diplomática. Os EUA podem destruir o aparato nuclear norte-coreano, mas o alvo de um contra-ataque imediato seria a Coreia do Sul.

Seul seria arrasada, com risco para dezenas de milhões de pessoas. Seria uma guerra num país vizinho da China, podendo gerar uma onda de refugiados em busca de proteção desestabilizando toda a região.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Coreia do Norte testa mísseis balísticos

Em mais um desafio ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, a Coreia do Norte testou hoje dois mísseis balísticos. Horas depois de um primeiro lançamento fracassado, o regime comunista de Pionguiangue disparou um segundo míssil, afirmou o ministro da Defesa do Japão, Gen Nakatani, citado pela agência Reuters.

De acordo com militares do Japão e da Coreia do Sul, o foguete teleguiado norte-coreano percorreu uma distância de 400 quilômetros e atingiu uma altitude de mil km. Esses números indicam progresso no programa de mísseis balísticos da Coreia do Norte. O objetivo é desenvolver um míssil nuclear, capaz de transportar uma bomba atômica.

A presidente da Coreia do Sul, Park Geun Hye, o ministro da Defesa do Japão e o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Jens Stoltenberg, denunciaram o teste como mais uma provocação do regime stalinista de Kim Jong Un, que persegue ativamente um míssil com capacidade nuclear.

Um diplomata do Ministério do Exterior da China, maior aliada da Coreia do Norte, declarou que Pionguiangue deve evitar fazer qualquer coisa que aumente a tensão na Península Coreana.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Coreia do Sul acusa Coreia do Norte de preparar novo teste nuclear

A Coreia do Norte está preparando um novo teste nuclear subterrâneo, revelaram agentes secretos da Coreia do Sul citados pela agência de notícias sul-coreana Yonhap. Será o quinto teste nuclear do regime comunista de Pionguiangue.

Em 6 de janeiro de 2016, a ditadura stalinista norte-coreana anunciou ter testado uma bomba de hidrogênio, a mais poderosa das armas atômicas, mas analistas militares questionaram, imaginando que deva ter sido uma bomba mais simples.

Ontem, a Coreia do Norte noticiou ter lançado um satélite espacial, mas os Estados Unidos, o Japão e a Coreia do Sul afirmaram que foi um teste de míssil balístico de longo alcance. O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou o teste e ameaçou impor novas sanções a Pionguiangue.

Hoje, a Marinha sul-coreana disparou tiros de advertência contra um barco patrulha norte-coreano que teria invadido a fronteira marítima entre os dois países no Mar Amarelo por volta das sete horas da manhã pelo horário local (20h de ontem em Brasília).

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Coreia do Norte testa míssil de longo alcance

O regime comunista da Coreia do Norte anunciou hoje o lançamento de um satélite de observação, mas os Estados Unidos, o Japão e a Coreia do Sul estão certos de que foi um teste de míssil balístico de longo alcance e pediram a convocação de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas neste domingo.

A televisão japonesa NHK informou que o foguete foi lançado em direção ao sul e passou sobre a ilha de Okinawa, no Sul do arquipélago japonês. O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, considerou o testo "intolerável". Aparentemente o foguete conseguiu ejetar o primeiro estágio e seguir sua trajetória, observou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

O teste, uma violação de resoluções da ONU, aconteceu um mês depois da ditadura stalinista de Pionguiangue afirmar ter testado uma bomba de hidrogênio, a mais poderosa de todas as armas, o que analistas internacionais duvidam. Mas todos entendem que a Coreia do Norte quer desenvolver um míssil balístico de longo alcance capaz de atingir os Estados Unidos com carga nuclear.

Desde o colapso da União Soviética, o regime comunista norte-coreano sofre de crises sistemáticos de energia e alimentos - e faz uma chantagem nuclear com o resto do mundo. O desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais faz parte desta estratégia.

NOTA: Em reunião de emergência realizada horas depois, o Conselho de Segurança da ONU condenou o teste de mísseis e ameaçou impor novas sanções à Coreia do Norte.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Japão e Coreia do Sul intimam Coreia do Norte a não testar míssil

As Nações Unidas confirmaram hoje que a Coreia do Norte informou que vai lançar um satélite entre 8 e 25 de fevereiro indicação de que deve testar um míssil balístico de longo alcance. O Japão ameaça abater o míssil e a Coreia do Sul advertiu que Pionguiangue vai pagar um "preço elevado", reportou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

Os Estados Unidos e seus aliados no Nordeste da Ásia alertam que um teste de míssil será uma clara violação de resoluções do Conselho de Segurança da ONU. Se o míssil entrar em território japonês, será atacado.

A China, maior aliada da Coreia do Norte, também manifestou preocupação. Essa aliança inibe uma ação militar contra o regime comunista de Pionguiangue, capaz de desestabilizar a região. Desde que perdeu o patrocínio, com o fim da União Soviética, em 1991, a Coreia do Norte faz uma chantagem nuclear.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Satélite mostra Coreia do Norte preparando teste de míssil

O regime comunista da Coreia do Norte está preparando um novo teste de míssil balístico de longo alcance na sua base de lançamentos de Dongchang-ri, no Noroeste do país, indicam imagens de satélite, informou hoje a agência de notícias japonesa Kyodo citando fontes não identificadas do governo do Japão.

Em dezembro de 2012, a ditadura stalinista norte-coreana testou um míssil balístico alegando que era um lançamento de satélite. No ano passado, afirmou ter experimentado um míssil balístico lançado de submarino, mas analistas internacionais não acreditaram.

O Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse que a Coreia do Norte não proibiu a circulação de barcos na região como costumava fazer antes de testar armas.

Desde o colapso da União Soviética, em 1991, a Coreia do Norte faz uma chantagem nuclear, barganhando ajuda em energia e alimentos em troca de promessas de não desenvolver armas e mísseis nucleares. Mas já realizou várias experiências com armas atômicas e ninguém tem interesse no colapso do regime norte-coreano, capaz de desestabilizar a região.

sábado, 28 de novembro de 2015

Teste de míssil baseado em submarino fracassa na Coreia do Norte

A Coreia do Norte testou hoje um míssil balístico baseado em submarino, mas a experiência fracassou, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap citando fontes do governo da Coreia do Sul. Oficialmente o Ministério da Defesa sul-coreano não quis comentar o assunto.

Em maio, a ditadura comunista norte-coreana experimentou com sucesso um míssil balístico disparado de um submarino, mas ainda estaria longe de torná-lo operacional.

O desenvolvimento da tecnologia de mísseis balísticos baseados em submarinos e a instalação de cargas atômicas neles dariam condições ao regime stalinista de Pionguiangue de lançar um contra-ataque nuclear mesmo se suas instalações militares baseadas em terra forem destruídas.