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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Coreia do Norte testa míssil após anunciar reinício do diálogo com EUA

Horas depois de acertar o reinício das negociações de desnuclearização com os Estados Unidos, a ditadura comunista da Coreia do Norte disparou na manhã de hoje um míssil balístico de curto alcance em direção ao Mar do Japão. O diálogo será retomado no próximo fim de semana.

As negociações estão estagnadas desde o colapso de um encontro de cúpula do presidente Donald Trump com o ditador Kim Jong Un em 27 e 28 de fevereiro em Hanói, no Vietnã. Trump abandonou o encontro diante da insistência do regime stalinista de Pyongyang em um alívio pelo menos parcial das sanções internacionais impostas contra o programa nuclear do país.

O governo norte-coreano exige a retirada gradual das sanções enquanto toma medidas para desmantelar seu arsenal nuclear, enquanto os EUA cobram a elaboração de um cronograma de para entrega de 60% a 70% das armas atômicas do país dentro de seis a nove meses.

Pyongyang também quer a assinatura de um acordo de paz definitivo para acabar com a Guerra da Coreia (1950-53). Isto pode ser usado para pedir a retirada das armas nucleares americanas da Coreia do Sul, o que dificilmente seria aceito pelos EUA, tendo em vista a rivalidade crescente com a China.

No teste de hoje, o míssil foi lançado de uma plataforma submarina num sinal de que deverá ser baseado em submarinos.

Ao aceitar que a Coreia do Norte teste mísseis de curto alcance, incapazes de atingir o território continental dos EUA, e com sua declarada aversão a novas guerras que possam atrapalhar sua reeleição em 2020, Trump parece disposto a aceitar o status de potência nuclear do país.

O ex-assessor de Segurança Nacional da Casa Branca John Bolton, um notório linha-dura, criticou o presidente e declarou não acreditar que a Coreia do Norte esteja genuinamente comprometida com a desnuclearização.

sábado, 28 de novembro de 2015

Teste de míssil baseado em submarino fracassa na Coreia do Norte

A Coreia do Norte testou hoje um míssil balístico baseado em submarino, mas a experiência fracassou, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap citando fontes do governo da Coreia do Sul. Oficialmente o Ministério da Defesa sul-coreano não quis comentar o assunto.

Em maio, a ditadura comunista norte-coreana experimentou com sucesso um míssil balístico disparado de um submarino, mas ainda estaria longe de torná-lo operacional.

O desenvolvimento da tecnologia de mísseis balísticos baseados em submarinos e a instalação de cargas atômicas neles dariam condições ao regime stalinista de Pionguiangue de lançar um contra-ataque nuclear mesmo se suas instalações militares baseadas em terra forem destruídas.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Itália suspende projeto de submarino com Rússia

A Itália cancelou um acordo de cooperação com a Rússia para desenvolver um projeto conjunto de um pequeno submarino, o S1000, para deslocamento por pequenas distâncias, anunciou hoje a Comissão Industrial Militar russa.

"Os italianos decidiram não levar a projeto adiante", declarou um porta-voz russo à agência de notícias Interfax.

A suspensão do projeto é resultado das sanções econômicas e militares da União Europeia em protesto contra a intervenção militar da Rússia na Ucrânia.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Traficantes usam submarinos no Mar do Caribe

Os traficantes de drogas da Colômbia estão usando minissubmarinos para levar até cinco toneladas de cocaína por viagem para os Estados Unidos.

Desde 2002, 23 submarinos clandestinos foram apreendidos por autoridades americanas e colombianas, sendo 13 nos últimos dois anos. Eles faziam o tráfico entre a costa da Colômbia e a América Central ou México, de onde a droga é levada para os EUA.

A previsão da Guarda Costeira americana é de 85 novos submarinos clandestinos em 2008 e outros 120 para 2009.

"Fabricar um submarino desses custa US$ 1 milhão", declarou o comandante da Guarda, Thad Allen. A relativa simplicidade é o segredo de seu sucesso: "Algumas vezes eles são desmontados e remontados em outros lugares, o que torna mais difícil descobri-los.