Com aumento de 4,3% na arrecadação e de apenas 0,4% nas despesas públicas, o déficit público de Portugal de janeiro e agosto de 2017 ficou em 2,034 bilhões de euros, 1,9 bilhão a menos do que no mesmo período do ano passado, informou o jornal Diário de Notícias. O Ministério das Finanças já aposta no cumprimento da meta do programa de estabilização, de um déficit 1,5% do produto interno bruto.
De acordo com o ministério, o superávit primário, descontado o pagamento de juros, foi de 3,734 bilhões de euros. A receita com impostos subiu 6%, o dobro do previsto no orçamento português, com alta de 7,2% na receita do imposto sobre valor agregado (IVA), de 24,7% no imposto de renda e de 6,2% nas contribuições previdenciárias.
O déficit público de 2016 foi ligeiramente reduzido, de 2% para 1,98% e a previsão de crescimento para este ano elevada para 3%. Mas a dívida pública ainda é elevada. Caiu de 130% do PIB no ano passado para 127,7%.
No ano passado, o PIB de Portugal foi equivalente a US$ 204,6 bilhões, com renda média de US$ 19,8 mil para seus 10,32 milhões de habitantes.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 25 de setembro de 2017
terça-feira, 14 de abril de 2015
Comércio exterior da China preocupa
As exportações da China sofreram uma queda de 15% em março de 2015 em relação ao ano anterior. As importações também caíram e o saldo comercial foi o menor em 13 meses, acendendo um sinal de alerta no mercado financeiro internacional para uma possível crise na segunda maior economia do mundo.
As vendas ao exterior foram equivalentes a US$ 145 bilhões. Os analistas ouvidos pela agência de notícias Bloomberg esperavam um avanço médio de 8,2%.
Antes da divulgação desses números, o Banco Mundial havia reduzido suas previsões de crescimento para o Leste da Ásia de 6,9% em 2015 e 6,8% em 2016 para 6,7% nos dois anos.
Para a China, houve uma queda de 0,1 ponto percentual em cada ano para 7,1% em 2015 e 7% em 2016. No resto da do Leste da Ásia, o crescimento deve ser de 5,1%, puxada pelo consumo interno e a queda nos preços do petróleo.
"Apesar do crescimento ligeiramente inferior no Leste da Ásia, a região será responsável por um terço do crescimento global, duas vezes mais do que a contribuição conjunta de todas as outras regiões em desenvolvimento", observou o vice-presidente regional do Banco Mundial para o Leste da Ásia e o Pacífico, Axel van Trotsenburg.
Ele vê uma oportunidade para equilibrar as contas públicas: "Os baixos preços do petróleo vão estimular a demanda e criar uma oportunidade única para promover reformas fiscais que aumentem a arrecadação e reorientem o investimento público para obras de infraestrutura e outros usos produtivos. Estas reformas podem aumentar a produtividade na Ásia e ajudar a manter o status da região como locomotiva do crescimento econômico global."
As vendas ao exterior foram equivalentes a US$ 145 bilhões. Os analistas ouvidos pela agência de notícias Bloomberg esperavam um avanço médio de 8,2%.
Antes da divulgação desses números, o Banco Mundial havia reduzido suas previsões de crescimento para o Leste da Ásia de 6,9% em 2015 e 6,8% em 2016 para 6,7% nos dois anos.
Para a China, houve uma queda de 0,1 ponto percentual em cada ano para 7,1% em 2015 e 7% em 2016. No resto da do Leste da Ásia, o crescimento deve ser de 5,1%, puxada pelo consumo interno e a queda nos preços do petróleo.
"Apesar do crescimento ligeiramente inferior no Leste da Ásia, a região será responsável por um terço do crescimento global, duas vezes mais do que a contribuição conjunta de todas as outras regiões em desenvolvimento", observou o vice-presidente regional do Banco Mundial para o Leste da Ásia e o Pacífico, Axel van Trotsenburg.
Ele vê uma oportunidade para equilibrar as contas públicas: "Os baixos preços do petróleo vão estimular a demanda e criar uma oportunidade única para promover reformas fiscais que aumentem a arrecadação e reorientem o investimento público para obras de infraestrutura e outros usos produtivos. Estas reformas podem aumentar a produtividade na Ásia e ajudar a manter o status da região como locomotiva do crescimento econômico global."
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quarta-feira, 5 de março de 2014
Obama propõe orçamento de US$ 3,9 trilhões
O presidente Barack Obama enviou ao Congresso dos Estados Unidos uma proposta de orçamento com gastos de US$ 3,9 trilhões para o ano fiscal que começa em 1º de outubro de 2014, sendo US$ 600 bilhões para medidas de estímulo ao crescimento econômico como programas de treinamento profissional. São US$ 350 bilhões a mais do que o governo pretende gastar neste ano fiscal.
Pelos cálculos da Casa Branca, o déficit orçamentário do governo federal dos EUA será de US$ 564 bilhões, 3,1% do produto interno bruto, e deve cair até 2018, quando ficaria em 1,9% do PIB principalmente por causa do aumento da arrecadação.
Em dez anos, o déficit cairia em US$ 3 trilhões graças ao crescimento econômico e a aumentos de impostos, e não de cortes de gastos governamentais como quer o Partido Republicano. Já as despesas do governo com a dívida devem triplicar nos próximos dez anos, de US$ 251 bilhões em 2015 para US$ 886 bilhões em 2024 por causa de altas nos juros.
A oposição republicana desqualificou a proposta como populista, demogógica e eleitoreira, noticia a agência Reuters.
Pelos cálculos da Casa Branca, o déficit orçamentário do governo federal dos EUA será de US$ 564 bilhões, 3,1% do produto interno bruto, e deve cair até 2018, quando ficaria em 1,9% do PIB principalmente por causa do aumento da arrecadação.
Em dez anos, o déficit cairia em US$ 3 trilhões graças ao crescimento econômico e a aumentos de impostos, e não de cortes de gastos governamentais como quer o Partido Republicano. Já as despesas do governo com a dívida devem triplicar nos próximos dez anos, de US$ 251 bilhões em 2015 para US$ 886 bilhões em 2024 por causa de altas nos juros.
A oposição republicana desqualificou a proposta como populista, demogógica e eleitoreira, noticia a agência Reuters.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Romney bate Obama na luta pelo dinheiro
Pelo segundo mês consecutivo, em junho, o ex-governador de Massachusetts Mitt Romney e o Partido Republicano arrecadaram mais dinheiro do que o presidente Barack Obama e o Partido Democrata na campanha para a eleição presidencial de 6 de novembro de 2012 nos Estados Unidos.
A campanha de Romney levantou US$ 106,1 milhões, em contraste com US$ 71 milhões para Obama.
A campanha de Romney levantou US$ 106,1 milhões, em contraste com US$ 71 milhões para Obama.
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