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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Banco do Japão amplia programa de compra de títulos

Numa surpresa para o mercado, o banco central do Japão anunciou hoje uma expansão do programa de estímulo à economia do país. O Banco do Japão vai comprar mais US$ 2,5 bilhões em títulos públicos para aumentar a quantidade de dinheiro em circulação.

Até agora, o banco central japonês tinha o compromisso de comprar títulos no valor anual de 3 trilhões de ienes, cerca de US$ 25 bilhões.

A abeconomia, a política econômica do primeiro-ministro Shinzo Abe, pretende acabar com a estagnação e a deflação, duas pragas da economia japonesa nas últimas duas décadas. O país escapou por pouco da recessão com a revisão do crescimento do produto interno bruto no terceiro trimestre, com alta anualizada de 1%.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Obama propõe orçamento de US$ 3,9 trilhões

O presidente Barack Obama enviou ao Congresso dos Estados Unidos uma proposta de orçamento com gastos de US$ 3,9 trilhões para o ano fiscal que começa em 1º de outubro de 2014, sendo US$ 600 bilhões para medidas de estímulo ao crescimento econômico como programas de treinamento profissional. São US$ 350 bilhões a mais do que o governo pretende gastar neste ano fiscal.

Pelos cálculos da Casa Branca, o déficit orçamentário do governo federal dos EUA será de US$ 564 bilhões, 3,1% do produto interno bruto, e deve cair até 2018, quando ficaria em 1,9% do PIB principalmente por causa do aumento da arrecadação.

Em dez anos, o déficit cairia em US$ 3 trilhões graças ao crescimento econômico e a aumentos de impostos, e não de cortes de gastos governamentais como quer o Partido Republicano. Já as despesas do governo com a dívida devem triplicar nos próximos dez anos, de US$ 251 bilhões em 2015 para US$ 886 bilhões em 2024 por causa de altas nos juros.

A oposição republicana desqualificou a proposta como populista, demogógica e eleitoreira, noticia a agência Reuters.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Japão cresceu 0,9% no primeiro trimestre

Graças ao programa de estímulo do primeiro-ministro Shinzo Abe, a economia do Japão, a terceira maior do mundo, cresceu 0,9% no acumulado nos três primeiros meses do ano e 3,5% na taxa anualizada, acima da previsão média dos economistas, que era de 2,7% ao ano. É o maior índice entre os países do Grupo dos Sete (G-7), que reúne as maiores potências industriais do mundo capitalista (EUA, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Canadá).

A alta do trimestre anterior, o último de 2012, foi revisada para 0,3%.

No primeiro trimestre de 2013, as exportações avançaram 3,8%, superando a alta de 1% nas importações. O consumo pessoal cresceu 0,9%, mesmo ritmo da expansão do produto interno bruto.

Ao assumir pela segunda vez a chefia do governo japonês, Abe anunciou um programa agressivo de compra do equivalente a US$ 85 bilhões por mês em títulos públicos para jogar mais dinheiro em circulação. O objetivo é tentar romper o ciclo de estagnação e deflação que paralisa a economia do Japão desde 1991, quando estourou a bolha especulativa dos anos 80.

Com o aumento da quantidade de moeda em circulação, o iene se desvalorizou. A cotação do dólar passou de 100 ienes, aumentando a competitividade das exportações japonesas.

Mesmo assim, a expectativa dos economistas é de que o Japão feche o ano com crescimento abaixo do seu potencial de longo prazo, que seria de 2% ao ano. No primeiro trimestre, os EUA avançaram num ritmo anual de 2,5%, abaixo dos 3,5% anunciados hoje pelo Japão, enquanto a Zona do Euro recuou 0,2% e a União Europeia como um todo 0,1% na comparação com o trimestre anterior.

A deflação resiste. Nos últimos 12 meses até o fim de março, os preços caíram 1,2%.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Bernanke indica intenção de fazer novo estímulo

Num encontro de dirigentes de bancos centrais em Jackson Hole, o presidente da Reserva Federal (Fed), Ben Bernanke, defendeu uma nova rodada de estímulo econômico para ajudar a recuperação da economia dos Estados Unidos.

Com uma "grave preocupação" por causa do desemprego, linguagem considerada forte para o presidente do Fed, Bernanke indicou que os últimos dados positivos foram insuficientes para mudar sua análise de que a recuperação é fraca e enfrenta dificuldades, observa o jornal The New York Times.

O crescimento do produto interno bruto no segundo trimestre foi revisado para cima pelo Departamento de Comércio na última quarta-feira, passando de 1,5% para 1,7% ao ano. A confiança do consumidor chegou ao maior nível em três meses. As encomendas à indústria avançaram 2,8% em julho, na maior alta em vários meses.

Bernanke afirmou que as políticas do Fed trouxeram benefícios significativos nos últimos anos. Ele deiou claro pode fazer mais e que os resultados superam os riscos.