O lucro das fábricas chinesas caiu 156,6 bilhões de iuanes (US$ 24,6 bilhões ou R$ 100 bilhões) em agosto de 2015, numa redução de 8,8% em comparação com agosto de 2014, revelam dados publicados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China, citados pelo jornal South China Morning Post, de Hong Kong.
É o maior declínio anual desde o governo chinês começou a publicar estatísticas a respeito, em 2011. Nos primeiros oito meses de 2015, a baixa foi de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
A pesquisa aponta problemas com aumento de custos, queda de preços e a recente desvalorização das ações negociadas em bolsas de valores. Só as flutuações da moeda chinesa seriam responsáveis por um aumento de custos de 23,9% nos últimos 12 meses.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015
terça-feira, 28 de junho de 2011
Clima radical vai custar US$ 485 bi por ano aos EUA
Com o agravamento dos fenômenos climáticos atribuídos ao aquecimento global, a conta do prejuízo pode chegar a US$ 485 bilhões de por ano só nos Estados Unidos, 3% a 4% do produto interno bruto da maior economia do mundo. A estimativa é do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas do país, citado pela revista Time.
Uma das grandes tragédias naturais recentes dos EUA, o furacão Katrina destruiu comunidades costeiras, empresas e cidades como Nova Orleans. Os danos chegaram a US$ 81 bilhões, calculou o Centro Nacional de Furacões.
Os tornados deste ano deixaram mais prejuízos bilionários. Depois de um inverno rigoroso, o verão chega ao Hemisfério Norte com fortes ondas de calor.
Aqui no Brasil, como lá, as enchentes e avalanches como as causadores das tragédias recentes em Angra dos Reis, Niterói e na região serrana do estado do Rio de Janeiro correm o risco de serem mais frequentes e mais devastadoras.
A agricultura brasileira também presta pouca atenção à questão climática como se nota no discurso de ruralistas e suas entidades. Parece que a capacidade de produção da agricultura brasileira é ilimitada.
Exportamos a natureza exuberante deste país, seu sol e calor, água e vida. Se o meio ambiente se degradar, a produtividade da agricultura cai junto.
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