Apesar de uma queda de 1,1% no faturamento, que ficou em 220,6 milhões de euros, o grupo francês Laurent-Perrier, fabricante de champanhe, anunciou ontem uma alta de 6,9% no lucro no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2014, que foi de 21,6 milhões de euros.
Com as vendas em baixa na União Europeia, especialmente na França, por causa da crise econômica, o aumento de 5% no volume das exportações foi essencial para o resultado positivo.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 28 de maio de 2014
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Consumo mundial de champanhe explode
Tim-tim!
Com o crescimento acelerado das economias emergentes, explode o consumo mundial de champanhe, puxado por países como a China e a Rússia, onde, na era comunista, isso era considerado um hábito perigoso, símbolo da decadência da burguesia e do capitalismo.
Mas o mundo mudou radicalmente desde a queda do Muro de Berlim, em 9 de novembro de 1989: o que antes era visto como preconceito de classe agora é sinal de delicadeza, sensibilidade, riqueza e sofisticação.
Os produtores da região de Champanhe, na França, que tem exclusividade para o uso da marca, pretendem fechar o ano com a venda recorde de 400 milhões de garrafas. Com o aumento da demanda, os preços têm subido de 4% a 5% ao ano nos últimos anos.
Salut!!!
Com o crescimento acelerado das economias emergentes, explode o consumo mundial de champanhe, puxado por países como a China e a Rússia, onde, na era comunista, isso era considerado um hábito perigoso, símbolo da decadência da burguesia e do capitalismo.
Mas o mundo mudou radicalmente desde a queda do Muro de Berlim, em 9 de novembro de 1989: o que antes era visto como preconceito de classe agora é sinal de delicadeza, sensibilidade, riqueza e sofisticação.
Os produtores da região de Champanhe, na França, que tem exclusividade para o uso da marca, pretendem fechar o ano com a venda recorde de 400 milhões de garrafas. Com o aumento da demanda, os preços têm subido de 4% a 5% ao ano nos últimos anos.
Salut!!!
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