O Banco Popular da China (BPC) vai "inundar o sistema bancário do país com liquidez para incentivar a concessão de empréstimos", noticiou hoje o jornal americano The Wall Street Journal, observando que a desvalorização da moeda chinesa, o iuane, poderia levar a uma fuga de capital do país.
A decisão de reduzir o percentual do depósito compulsório que os bancos precisam manter no banco central como reserva indica que a desvalorização das últimas duas semanas não foi suficiente para acelerar a atividade econômica.
Ainda em agosto de 2015, ou talvez no início de setembro, o BPC deve reduzir a exigência de reservas em meio ponto percentual, liberando 678 bilhões de iuanes (US$ 106,2 bilhões ou R$ 371,7 bilhões) para empréstimos pelos bancos.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 23 de agosto de 2015
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Lucro dos bancos bate recorde nos EUA
Com aumentos de tarifas e perdas menores com empréstimos a maus pagadores, a renda líquida dos bancos dos Estados Unidos chegou no primeiro trimestre de 2013 ao recorde trimestral de US$ 40,3 bilhões, anunciou há pouco a Corporação Federal de Garantia de Depósitos (FDIC). São 15,8% a mais do que os US$ 34,8 bilhões do primeiro trimestre do ano passado.
Cinco anos depois do auge da pior crise financeira desde a Grande Depressão (1929-39), a análise do setor revela desempenhos muito diferentes.
Só cerca de metade dos bancos americanos aumentou o lucro nos 12 meses até 31 de março de 2013. É a menor proporção desde 2009, que refletia o impacto do primeiro ano da Grande Recessão.
Depois de vários trimestres de alta, a concessão de novos empréstimos caiu.
Cinco anos depois do auge da pior crise financeira desde a Grande Depressão (1929-39), a análise do setor revela desempenhos muito diferentes.
Só cerca de metade dos bancos americanos aumentou o lucro nos 12 meses até 31 de março de 2013. É a menor proporção desde 2009, que refletia o impacto do primeiro ano da Grande Recessão.
Depois de vários trimestres de alta, a concessão de novos empréstimos caiu.
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