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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Reino Unido cresceu 1,8% em 2013

O crescimento do produto interno bruto do Reino Unido no ano passado foi ligeiramente reduzido de 1,9% para 1,8% na segunda estimativa, divulgada hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas do país. A taxa de expansão do quarto trimestre foi mantida em 0,7%, de acordo com a expectativa dos economistas.

"O plano do governo funciona, mas a recuperação ainda não está garantida", declarou um porta-voz do Ministério das Finanças.

Um fator importante no crescimento britânico foi o investimento das empresas, sinal de confiança num futuro melhor.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

França cresceu 0,3% em 2013

Depois de ficar estagnada no terceiro trimestre, a economia da França cresceu 0,3% no último trimestre de 2013, fechando o ano com expansão de 0,3%, informou hoje o Insee (Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos).

No fim do ano passado, o consumo doméstico avançou 0,5% e os investimentos na formação de capital bruto cresceram 0,6%, na primeira alta desde 2011.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Reino Unido cresceu 1,9% em 2013

Apesar da desaceleração de 0,8% para 0,7%, no último trimestre, o Reino Unido cresceu 1,9% em 2013, tornando-se uma surpresa positiva dentro da União Europeia, abalada pela dos países da periferia da Zona do Euro.

Foi o melhor resultado desde 2007, quando a economia britânica avançou 3,4%, informou hoje o Escritório Nacional de Estatísticas.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Números de 2013 do FT indicam queda do Brasil

Com crescimento pífio, inflação alta e destruição irracional de recursos naturais, 2013 foi um ano ruim para a economia brasileira, o que confirmam os Números do Ano escolhidos pela redação do Financial Times, principal diário econômico-financeiro da Europa.

Entre os destaques negativos do ano, as perdas de US$ 30 bilhões das empresas de Eike Batista e de US$ 200 bilhões no valor de mercado da Petrobrás desde 2009, e o aumento de 28% no desmatamento da Amazônia, reflexo da aprovação do novo Código (anti)Florestal.

As ações do Twitter estrearam na bolsa de valores com alta de 70%, tornando mais 1,6 mil investidores em milionários. A Apple está montada em 10% do total de dinheiro que as empresas americanas guardam em seus cofres.

Para comprar 150 Boeings 777, a maior ordem já feita à empresa, a companhia aérea Emirates Airlines vai pagar US$ 55,6 bilhões.

O preço médio dos dez melhores curso de mestrado de tempo integral em administração de empresas (MBAs) subiu para US$ 107 mil.

terça-feira, 16 de abril de 2013

FMI reduz expectativa de crescimento mundial

Em sua Perspectiva Econômica Mundial, divulgada hoje, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu de 3,5% para 3,3% sua expectativa de crescimento para a economia mundial neste ano de 2013.

O Brasil deve avançar 3%, em vez dos 3,5% da previsão anterior, de seis meses atrás. Fica abaixo do esperado para os países emergentes, que devem ter uma expansão 5,3% e não de 5,5% como estava no relatório anterior.

"A economia mundial é tão frágil quanto seu elo mais fraco", declarou o diretor de pesquisas econômicas do FMI, Olivier Blanchard, referindo-se à Europa, que deve ter recessão, com queda de 0,3% no produto regional bruto. "Dadas as fortes interligações entre os países, uma recuperação desigual também é perigosa. Alguns riscos diminuíram, mas não é o momento de relaxar."

Na análise do Fundo, a economia mundial anda em três velocidades distintas, com os países em desenvolvimento e as economias emergentes na frente. Entre as economias desenvolvidas, os Estados Unidos têm desempenho muito melhor do que a Europa. Devem crescer 1,9% em 2013.

Houve uma desaceleração global no início do ano, mas o crescimento deve subir no segundo semestre. Em 2014, deve avançar 4%.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

EUA devem crescer 2,5% em 2013

A economia dos Estados Unidos devem avançar 2,5% em 2013 e 3,5% em 2014,  previu hoje o diretor da delegacia regional da Reserva Federal (Fed), o banco central americano, em Chicago, Charles Evans. O índice de desemprego deve cair para 7,4% neste ano e 7% no próximo.

"Um bom indicador é a melhoria do mercado de trabalho, por exemplo, se virmos uma geração de 200 mil novos empregos por mês durante vários meses. Temos visto uma média de 150 mil e muita volatilidade. Precisamos de um ritmo firme e forte", declarou Evans no Forum Financeiro da Ásia, em Hong Kong, reporta a agência de notícias Reuters.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

UE prevê recuperação lenta na Europa

A Zona do Euro deve retomar o crescimento em meados de 2012, encolher 0,3% no ano como um todo e avançar 1% em 2013, enquanto a União Europeia como um todo deve se expandir em 1,3%, previu hoje a Comissão Europeia, órgão executivo do bloco.

O desemprego na Eurozona deve chegar a 11%, recorde desde a introdução do euro, em 1999. Em março, foi de 10,9%, atingindo 17,36 milhões de trabalhadores.

Na França, a expectativa é de um déficit orçamentário de 4,2% em 2013, acima dos 3% previstos no pacto fiscal para sustentar o euro e prometidos pelo presidente eleito, François Hollande. A Comissão Europeia previu uma redução do crescimento de 1,4% para 1,3%, abaixo do que espera Hollande (1,7%) mas acima da previsão do Fundo Monetário Internacional (1%).

França deve crescer 1,3% em 2013

A economia da França, quarta maior do mundo, deve avançar 0,5% em 2012 e 1,3% em 2013, previu hoje a União Europeia. Pelos cálculos do presidente eleito, François Hollande, a expansão no próximo ano seria de 1,7%.

Já o déficit orçamentário, outra grande preocupação de Hollande, deve ficar em 2012 em 4,5% do produto interno bruto, dentro do que foi prometido anteriormente às autoridades europeias.

Com o crescimento fraco, o desemprego deve subir dos 9,7% do fim de 2011 para 10,2% em 2012, estabilizando-se em 10,3% em 2013.