Com uma queda de 7,4% nos preços da gasolina, a maior num mês em quatro anos, o índice de inflação para o consumidor teve queda de 0,3% em novembro nos Estados Unidos. A produção industrial avançou 1,1%.
Sem energia e combustível, o chamado núcleo do índice de preços ao consumidor registrou alta de 0,1%. No sexto mês consecutivo de alta, a inflação de alimentos foi de 0,2%. Os economistas esperavam -0,2% para o índice pleno e 0,2% para o núcleo.
A taxa anual de inflação ficou em 1,8%, e o núcleo, em 1,9%.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador Crescimento Industrial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Crescimento Industrial. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Inflação na China cai para 1,8% ao ano
Em mais um sinal da desaceleração na China, o índice de crescimento de preços ao consumidor baixou de 2,2% ao ano em junho para 1,8% ao ano em julho de 2012, informou o escritório nacional de estatísticas. É o menor valor em dois anos e meio, desde janeiro de 2010, quando a inflação estava em 1,5% ao ano.
Isso amplia a margem de manobra das autoridades monetárias para reduzir as taxas de juros e tomar outras medidas para estimular a expansão da economia e atingir a meta de crescimento de 7,5% para este ano. A segunda maior economia do mundo cresceu no segundo trimestre deste ano numa taxa anual de 7,6%.
No atacado, os preços registraram deflação de 2,9% no mês passado.
As vendas no varejo, principal indicador do consumo doméstico, tiveram alta anual de 13,1% em julho, um pouco abaixo dos 13,7% de junho. Nos primeiros sete meses do ano, houve um avanço de 14,2% em relação ao mesmo período em 2011.
O crescimento industrial também foi menor, baixando de 9,5% para 9,2% ao ano em julho, enquanto o investimento em capital fixo em zonas urbanas avançou 20,4% nos sete primeiros meses do ano.
Isso amplia a margem de manobra das autoridades monetárias para reduzir as taxas de juros e tomar outras medidas para estimular a expansão da economia e atingir a meta de crescimento de 7,5% para este ano. A segunda maior economia do mundo cresceu no segundo trimestre deste ano numa taxa anual de 7,6%.
No atacado, os preços registraram deflação de 2,9% no mês passado.
As vendas no varejo, principal indicador do consumo doméstico, tiveram alta anual de 13,1% em julho, um pouco abaixo dos 13,7% de junho. Nos primeiros sete meses do ano, houve um avanço de 14,2% em relação ao mesmo período em 2011.
O crescimento industrial também foi menor, baixando de 9,5% para 9,2% ao ano em julho, enquanto o investimento em capital fixo em zonas urbanas avançou 20,4% nos sete primeiros meses do ano.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Indústria da França avança 1,5%
Depois de uma queda de 1,5% em junho, a produção industrial da França
cresceu 1,5% em julho, anunciou hoje o Insee
(Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos.
Na comparação anual, o crescimento foi de 4,2%.
Em julho, a fabricação de máquinas, equipamentos eletroeletrônicos e de
informática avançou 3,7%. O setor de transportes cresceu 2,6% e os outros
setores, 0,8%.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Encomendas à indústria crescem na Eurozona
Sob a liderança da Alemanha, as encomendas à indústria dos 16 países da zona do euro cresceram 2,5% em junho e 22,6% nos últimos 12 meses, revelou ontem a Eurostat, órgão oficial de estatísticas da União Europeia.
É uma indicação de forte crescimento no setor manufatureiro na Europa. A expectativa média dos economistas era de uma expansão bem menor, de apenas 1,5%.
A demanda por bens de capital, máquinas industriais, aumentou 5,3%, outro sinal de aposta das empresas na recuperação da economia.
É uma indicação de forte crescimento no setor manufatureiro na Europa. A expectativa média dos economistas era de uma expansão bem menor, de apenas 1,5%.
A demanda por bens de capital, máquinas industriais, aumentou 5,3%, outro sinal de aposta das empresas na recuperação da economia.
Assinar:
Postagens (Atom)