O presidente Donald Trump cometeu crimes antes de chegar à Casa Branca, disseram 64% dos entrevistados numa pesquisa nacional da Universidade Quinnipiac, nos Estados Unidos, enquanto 24% acreditam que é inocente.
Entre os eleitores republicanos, 48% consideram Trump inocente e 33% entendem que cometeu crimes antes de se tornar presidente. Em todos os outros segmentos da pesquisa, outros partidos, por gênero, por educação, idade e classe social, a maioria é contra Trump.
Quanto a crimes cometidos no exercício do mandato, que poderiam levar a um processo de impeachment, os americanos estão divididos por 45% a 43%.
O pagamento feito por ordem de Trump para esconder histórias negativas para sua campanha como suas amantes foi considerado antiético e criminoso por 40% das pessoas ouvidas na sondagem. Outros 21% acharam antiético, mas não um crime, e 20% não acharam nem antiético.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 7 de março de 2019
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Maioria dos americanos vê Trump dividindo o país
Cerca de 62% dos eleitores americanos entendem que o presidente Donald Trump está dividindo os Estados Unidos, enquanto 31% acreditam que ele está unindo o país, indica uma pesquisa nacional divulgada ontem pela Universidade Quinnipiac.
A aprovação de Trump caiu de 39,57% em 17 de agosto para 35,59%. Eleitores de todos os partidos, gêneros, níveis educacionais, idades e grupos raciais desaprovam o presidente, à exceção dos republicanos. Entre os eleitores do seu partido, Trump tem 77,14% de apoio.
O presidente consegue maiorias escassas no eleitorado branco sem curso superior (52,4%) e entre os homens brancos (50,46%).
Depois dos conflitos racistas provocados por neonazistas em Charlottesville, na Virgínia, quando Trump culpou primeiro "muitos lados" e "ambos os lados", 60,32% não gostaram da reação do presidente.
Para 59% dos entrevistados na pesquisa, 59% concordaram que as declarações, as decisões e o comportamento de Trump encorajam os supremacistas brancos, enquanto 3% disseram que desencoraja e 35% que não têm maior impacto.
A aprovação de Trump caiu de 39,57% em 17 de agosto para 35,59%. Eleitores de todos os partidos, gêneros, níveis educacionais, idades e grupos raciais desaprovam o presidente, à exceção dos republicanos. Entre os eleitores do seu partido, Trump tem 77,14% de apoio.
O presidente consegue maiorias escassas no eleitorado branco sem curso superior (52,4%) e entre os homens brancos (50,46%).
Depois dos conflitos racistas provocados por neonazistas em Charlottesville, na Virgínia, quando Trump culpou primeiro "muitos lados" e "ambos os lados", 60,32% não gostaram da reação do presidente.
Para 59% dos entrevistados na pesquisa, 59% concordaram que as declarações, as decisões e o comportamento de Trump encorajam os supremacistas brancos, enquanto 3% disseram que desencoraja e 35% que não têm maior impacto.
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quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Popularidade de Trump atinge novo recorde negativo
A popularidade do presidente Donald Trump caiu para apenas 33%. Cerca de 61% dos americanos, indica uma nova pesquisa divulgada ontem pela Universidade Quinnipiac. São os piores índices desde a posse, em 20 de janeiro.
No fim de junho, a mesma pesquisa registrou 40% de apoio a Trump e 55% de desaprovação. Nessa última pesquisa, 71% disseram que não consideram o presidente equilibrado e 62% não acreditam que ele seja honesto.
A maioria dos eleitores pensa que Trump não tem as habilidades para uma liderança positiva e não se preocupa com os americanos médios.
No fim de junho, a mesma pesquisa registrou 40% de apoio a Trump e 55% de desaprovação. Nessa última pesquisa, 71% disseram que não consideram o presidente equilibrado e 62% não acreditam que ele seja honesto.
A maioria dos eleitores pensa que Trump não tem as habilidades para uma liderança positiva e não se preocupa com os americanos médios.
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Dois terços dos americanos consideram Hillary preparada
Cerca de 68% dos eleitores americanos consideram a ex-secretária de Estado Hillary Clinton qualificada para ser presidente dos Estados Unidos, enquanto 61% veem seu adversário, o magnata imobiliário Donald Trump, como desqualificado para ocupar o cargo, indica uma pesquisa da Universidade Quinnipiac.
No confronto direto entre os dois principais candidatos à Casa Branca em 8 de novembro de 2016, a mesma sondagem aponta uma vantagem de Hillary por 48% a 43%.
Com os outros candidatos na pesquisa, Hillary tem 41% das preferências, Trump 39%, o candidato libertário Gary Johnson 13% e a candidata verde Jill Stein 4%.
No confronto direto entre os dois principais candidatos à Casa Branca em 8 de novembro de 2016, a mesma sondagem aponta uma vantagem de Hillary por 48% a 43%.
Com os outros candidatos na pesquisa, Hillary tem 41% das preferências, Trump 39%, o candidato libertário Gary Johnson 13% e a candidata verde Jill Stein 4%.
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sexta-feira, 24 de abril de 2015
Marco Rubio lidera entre pré-candidatos republicanos à Casa Branca
O senador Marco Rubio, de 43 anos, eleito pela Flórida com o apoio do movimento radical de direita Festa do Chá, ficou em primeiro lugar na prestigiada pesquisa da Universidade Quinnipiac entre os aspirantes da candidatura do Partido Republicano à Presidência dos Estados Unidos em 2016. Foi a primeira vez que o jovem filho de exilados cubanos apareceu na frente.
Marco Rubio teve 15% das preferências, batendo o favorito até agora, o ex-governador Jeb Bush, do mesmo estado da Flórida, filho e irmão de ex-presidentes, que ficou em segundo, com 13%. O governador de Wisconsin, Scott Walker, foi o terceiro, com 11%.
Bush e Walker eram considerados os mais fortes candidatos republicanos na corrida à Casa Branca. A favorita no geral é a ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama Hillary Clinton, que está sob fogo cruzado por causa das doações de estrangeiros à Fundação Clinton, dirigida pelo ex-presidente Bill Clinton (1993-2001).
Filho de exilados, Rubio lançou sua candidata na Torre da Liberdade, em Miami, onde os refugiados do regime comunista eram recebidos nos anos 1960s e 1970s. É defensor do Estado mínimo, a exemplo da maioria dos republicanos. É a favor de uma reforma do sistema de imigração para acolher e legalizar milhões de latino-americanos que vivem ilegalmente nos EUA, mas contra o reatamento diplomático com Cuba antes da democratização do país.
Durante a campanha eleitoral, na fase das eleições primárias, os republicanos costumam adotar um discurso radical de direita em que um dos elementos é a promessa de deportar os imigrantes ilegais, cerca de 12 milhões hoje. Isso afasta o partido de uma parcela cada vez mais importante do eleitorado.
O presidente Ronald Reagan (1981-89) dizia que "os latinos são republicanos, só que ainda não descobriram". Falava de valores como Deus, pátria e família cultivados pela população de origem latino-americana, tradicionalmente conservadora e católica. Mas o presidente Barack Obama foi reeleito com 73% do voto latino.
Se o Partido Republicano quiser reconquistar a Casa Branca, precisa mais do que o voto conservador tradicional, de homens brancos e ricos. Precisa ser menos feroz com os imigrantes ilegais e reformar o sistema para acolher os que já têm uma vida nos EUA.
Rubio é importante na luta por esse voto latino. Se crescer nas pesquisas e nas primárias, desde já se apresenta pela juventude como um possível candidato a vice-presidente.
Marco Rubio teve 15% das preferências, batendo o favorito até agora, o ex-governador Jeb Bush, do mesmo estado da Flórida, filho e irmão de ex-presidentes, que ficou em segundo, com 13%. O governador de Wisconsin, Scott Walker, foi o terceiro, com 11%.
Bush e Walker eram considerados os mais fortes candidatos republicanos na corrida à Casa Branca. A favorita no geral é a ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama Hillary Clinton, que está sob fogo cruzado por causa das doações de estrangeiros à Fundação Clinton, dirigida pelo ex-presidente Bill Clinton (1993-2001).
Filho de exilados, Rubio lançou sua candidata na Torre da Liberdade, em Miami, onde os refugiados do regime comunista eram recebidos nos anos 1960s e 1970s. É defensor do Estado mínimo, a exemplo da maioria dos republicanos. É a favor de uma reforma do sistema de imigração para acolher e legalizar milhões de latino-americanos que vivem ilegalmente nos EUA, mas contra o reatamento diplomático com Cuba antes da democratização do país.
Durante a campanha eleitoral, na fase das eleições primárias, os republicanos costumam adotar um discurso radical de direita em que um dos elementos é a promessa de deportar os imigrantes ilegais, cerca de 12 milhões hoje. Isso afasta o partido de uma parcela cada vez mais importante do eleitorado.
O presidente Ronald Reagan (1981-89) dizia que "os latinos são republicanos, só que ainda não descobriram". Falava de valores como Deus, pátria e família cultivados pela população de origem latino-americana, tradicionalmente conservadora e católica. Mas o presidente Barack Obama foi reeleito com 73% do voto latino.
Se o Partido Republicano quiser reconquistar a Casa Branca, precisa mais do que o voto conservador tradicional, de homens brancos e ricos. Precisa ser menos feroz com os imigrantes ilegais e reformar o sistema para acolher os que já têm uma vida nos EUA.
Rubio é importante na luta por esse voto latino. Se crescer nas pesquisas e nas primárias, desde já se apresenta pela juventude como um possível candidato a vice-presidente.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
Obama lidera por 49% a 45% por causa das mulheres
As mulheres garantem a vantagem do presidente Barack Obama sobre o desafiante Mitt Romney na última rodada da prestigiada pesquisa da Universidade Quinnipiac sobre a eleição presidencial de 6 de novembro de 2012 nos Estados Unidos. Obama lidera por 49% a 45% graças à vantagem de 56% a 38% entre o eleitorado feminino.
Por uma maioria ainda mais esmagadora, de 54% a 28%, os eleitores acreditam que o presidente vai superar o candidato do Partido Republicano nos debates que começam amanhã à noite em Denver, no Colorado.
A boa notícia para Romney é uma pequena vantagem entre os independentes, de 47% a 45%, dentro da margem de erro da pesquisa. Entre o eleitorado branco, o oposicionista vence por 53% a 42%, mas isso está próximo do resultado obtido por Obama em 2008: 43% dos votos de eleitores brancos, noticia o jornal USA Today.
Por uma maioria ainda mais esmagadora, de 54% a 28%, os eleitores acreditam que o presidente vai superar o candidato do Partido Republicano nos debates que começam amanhã à noite em Denver, no Colorado.
A boa notícia para Romney é uma pequena vantagem entre os independentes, de 47% a 45%, dentro da margem de erro da pesquisa. Entre o eleitorado branco, o oposicionista vence por 53% a 42%, mas isso está próximo do resultado obtido por Obama em 2008: 43% dos votos de eleitores brancos, noticia o jornal USA Today.
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