O presidente Donald Trump cometeu crimes antes de chegar à Casa Branca, disseram 64% dos entrevistados numa pesquisa nacional da Universidade Quinnipiac, nos Estados Unidos, enquanto 24% acreditam que é inocente.
Entre os eleitores republicanos, 48% consideram Trump inocente e 33% entendem que cometeu crimes antes de se tornar presidente. Em todos os outros segmentos da pesquisa, outros partidos, por gênero, por educação, idade e classe social, a maioria é contra Trump.
Quanto a crimes cometidos no exercício do mandato, que poderiam levar a um processo de impeachment, os americanos estão divididos por 45% a 43%.
O pagamento feito por ordem de Trump para esconder histórias negativas para sua campanha como suas amantes foi considerado antiético e criminoso por 40% das pessoas ouvidas na sondagem. Outros 21% acharam antiético, mas não um crime, e 20% não acharam nem antiético.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 7 de março de 2019
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Maduro ameaça usar a força para conseguir o que não puder pelo voto
Cada vez mais acuado, o ditador Nicolás Maduro ameaçou "ir às armas" para conseguir o que não puder conquistar "com os votos" na Venezuela, caso a revolução chavista seja ameaçada pelo movimento pela democracia, noticiou o boletim de notícias Dolar Today.
"Se a Venezuela naufragasse no caos e na violência, e a revolução bolivarista fosse destruída, nós iríamos para o combate, nós jamais nos renderíamos e o que não se pôde fazer pelo votos faríamos com armas, liberaríamos nossa pátria com armas", afirmou Maduro em discurso para militantes chavistas em Caracas.
Para o advogado constitucionalista José Vicente Haro, o chefe de Estado venezuelano cometeu três crimes previstos no Código Penal venezuelano: incitação à delinquência, apologia do delito e conspiração.
"Se a Venezuela naufragasse no caos e na violência, e a revolução bolivarista fosse destruída, nós iríamos para o combate, nós jamais nos renderíamos e o que não se pôde fazer pelo votos faríamos com armas, liberaríamos nossa pátria com armas", afirmou Maduro em discurso para militantes chavistas em Caracas.
Para o advogado constitucionalista José Vicente Haro, o chefe de Estado venezuelano cometeu três crimes previstos no Código Penal venezuelano: incitação à delinquência, apologia do delito e conspiração.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Colômbia e FARC devem anunciar acordo hoje à noite
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e o líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Rodrigo Londoño Echeverri, devem anunciar hoje à noite em Havana a assinatura de um acordo sobre o julgamento dos responsáveis por crimes de guerra durante a longa guerra civil do país, noticiou a Rádio Caracol.
A declaração conjunta deve ser feita durante uma visita de Santos a Cuba, onde as duas partes negociam a paz há quase três anos. Depois de acordos sobre várias questões, como o apoio da guerrilha ao narcotráfico, o processo de paz estava estagnado em torno das punições aos responsáveis por delitos cometidos durante a guerra civil.
Desde 1964, as FARC, antigo braço armado do Partido Comunista Colombiano, lutavam para instaurar uma ditadura marxista-leninista na Colômbia. O acordo a ser anunciado hoje pode ser um marco do fim do conflito.
Durante sua visita a Cuba, o papa Francisco elogiou a mediação cubana e fez um apelo às duas partes para não perderem a oportunidade de chegar à paz.
A declaração conjunta deve ser feita durante uma visita de Santos a Cuba, onde as duas partes negociam a paz há quase três anos. Depois de acordos sobre várias questões, como o apoio da guerrilha ao narcotráfico, o processo de paz estava estagnado em torno das punições aos responsáveis por delitos cometidos durante a guerra civil.
Desde 1964, as FARC, antigo braço armado do Partido Comunista Colombiano, lutavam para instaurar uma ditadura marxista-leninista na Colômbia. O acordo a ser anunciado hoje pode ser um marco do fim do conflito.
Durante sua visita a Cuba, o papa Francisco elogiou a mediação cubana e fez um apelo às duas partes para não perderem a oportunidade de chegar à paz.
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