Cada vez mais acuado, o ditador Nicolás Maduro ameaçou "ir às armas" para conseguir o que não puder conquistar "com os votos" na Venezuela, caso a revolução chavista seja ameaçada pelo movimento pela democracia, noticiou o boletim de notícias Dolar Today.
"Se a Venezuela naufragasse no caos e na violência, e a revolução bolivarista fosse destruída, nós iríamos para o combate, nós jamais nos renderíamos e o que não se pôde fazer pelo votos faríamos com armas, liberaríamos nossa pátria com armas", afirmou Maduro em discurso para militantes chavistas em Caracas.
Para o advogado constitucionalista José Vicente Haro, o chefe de Estado venezuelano cometeu três crimes previstos no Código Penal venezuelano: incitação à delinquência, apologia do delito e conspiração.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 29 de junho de 2017
Maduro ameaça usar a força para conseguir o que não puder pelo voto
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Milícias sequestram 25 soldados na Líbia
Milicianos islamitas devem ser responsáveis pelo sequestro de 25 soldados e a morte de outros cinco, declarou hoje um comandante do Exército da Líbia citado pela agência Reuters.
Os países vizinhos estão cada vez mais preocupados com o caos na Líbia, que não tem um governo estável desde a queda do ditador Muamar Kadafi, há três anos, durante uma intervenção militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) aprovada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Ontem, o ministro do Exterior da França, Jean-Yves le Drian, defendeu uma nova intervenção militar no país para apoiar o governo provisório, mas a confusão é tanta que é difícil identificar quem tem legitimidade.
Os países vizinhos estão cada vez mais preocupados com o caos na Líbia, que não tem um governo estável desde a queda do ditador Muamar Kadafi, há três anos, durante uma intervenção militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) aprovada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Ontem, o ministro do Exterior da França, Jean-Yves le Drian, defendeu uma nova intervenção militar no país para apoiar o governo provisório, mas a confusão é tanta que é difícil identificar quem tem legitimidade.
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