Cada vez mais acuado, o ditador Nicolás Maduro ameaçou "ir às armas" para conseguir o que não puder conquistar "com os votos" na Venezuela, caso a revolução chavista seja ameaçada pelo movimento pela democracia, noticiou o boletim de notícias Dolar Today.
"Se a Venezuela naufragasse no caos e na violência, e a revolução bolivarista fosse destruída, nós iríamos para o combate, nós jamais nos renderíamos e o que não se pôde fazer pelo votos faríamos com armas, liberaríamos nossa pátria com armas", afirmou Maduro em discurso para militantes chavistas em Caracas.
Para o advogado constitucionalista José Vicente Haro, o chefe de Estado venezuelano cometeu três crimes previstos no Código Penal venezuelano: incitação à delinquência, apologia do delito e conspiração.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 29 de junho de 2017
Maduro ameaça usar a força para conseguir o que não puder pelo voto
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Humorista é preso na França por apologia ao terrorismo
O comediante francês Dieudonné M'bala M'bala foi preso hoje na França sob a acusação de apologia ao terrorismo por escrever numa rede social "eu sou Charlie Coulibaly", acrescentando o nome do terrorista morto por atacar um supermercado judaico em Paris ao slogan adotado para apoiar o jornal metralhado há uma semana por extremistas muçulmanos. Amédy Coulibaly matou quatro reféns e um policial.
Dieudonné era um humorista obscuro até o jogador de futebol Nicolas Anelka, seu amigo, ser suspenso por cinco jogos do Campeonato da Inglaterra por comemorar um gol com uma saudação considerada nazista usada pelo comediante em seus espetáculos, que já foram proibidos por antissemitismo.
Ele participou da grande marcha republicana que reuniu 1,5 milhão de pessoas na capital francesa e a descreveu como "um momento mágico comparável ao Big Bang", a explosão que teria dado origem ao universo.
Dieudonné era um humorista obscuro até o jogador de futebol Nicolas Anelka, seu amigo, ser suspenso por cinco jogos do Campeonato da Inglaterra por comemorar um gol com uma saudação considerada nazista usada pelo comediante em seus espetáculos, que já foram proibidos por antissemitismo.
Ele participou da grande marcha republicana que reuniu 1,5 milhão de pessoas na capital francesa e a descreveu como "um momento mágico comparável ao Big Bang", a explosão que teria dado origem ao universo.
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