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quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Reino Unido impõe trabalho à distância, máscara e passe sanitário

 Em meio a um escândalo por causa de uma festa de Natal realizada na sede do governo Reino Unido no Natal do ano passado, em plena pandemia, o primeiro-ministro Boris Johnson anunciou novas medias restritivas para combater a variante ômicron do coronavírus de 2019 na Inglaterra: a volta do trabalho à distância para quem puder, maior exigência de uso de máscaras e introdução do passe da vacina.

Os laboratórios Pfizer e BioNTech declararam que três doses de sua vacina conseguiram neutralizar a variante ômicron em laboratório.

No Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fugiu dos repórteres que queriam saber como será a quarentena de cinco dias que os viajantes não vacinados terão de fazer ao entrar no país.

Mais 231 mortes e 10.059 diagnósticos positivos da doença do coronavírus foram notificados nesta quarta-feira no Brasil, elevando o total para 22.166.366 casos confirmados e 616.298 vidas perdidas na pandemia. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 16% em duas semanas para 183. A média de casos novos dos últimos sete dias de recuou 7% em duas semanas para 8.819. A taxa de transmissão subiu para 1,02. Isto significa que cada 100 infectados passam o vírus para 102 pessoas, acelerando o contágio.

No mundo, o número de casos novos ficou estável em 4 milhões na semana passada. O número de mortes cresceu 10% para mais de 52,5 mil. O total de casos confirmados chegou 267.857.237, com 5.279.714 mortes. Mais de 241 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 21,45 milhões enfrentam casos leves ou suaves e 88.415 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais 148.361 casos novos e 1.927 mortes na quarta-feira. A média diária de casos novos dos últimos sete dias aumentou 27% em duas semanas para 121.310, enquanto a média diária de mortes dos últimos sete dias subiu 12% em duas semanas para 1.275. O país tem o maior número de casos confirmados (49.538.947) e de mortes (793.228) na pandemia.

A Índia relatou mais 9.419 casos e 159 mortes em 24 horas. O segundo país mais populoso do mundo tem o segundo maior número de casos confirmados (34.666.341) e o terceiro de mortes (474.111).

Mais de 8,28 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo; 55,2% da população mundial tomaram ao menos uma dose, mas só 6,3% nos países pobres.

A China lidera a imunização com 2,58 bilhões de doses aplicadas, seguida pela Índia (1,3 bilhão) e a União Europeia. Nos EUA, 237,1 milhões tomaram a primeira dose, 200,4 milhões (60,18% da população norte-americana) completaram a vacinação e 50,1 milhões receberam a dose de reforço.

O Brasil deu a primeira dose a 159,8 milhões, 138,18 milhões (64,78% da população brasileira) completaram a vacinação e 19,26 milhões tomaram a dose de reforço, num total de 317,3 milhões de doses. Meu comentário:

segunda-feira, 8 de março de 2021

Vacina da Pfizer funciona contra mutações do novo coronavírus

Em pesquisa da Universidade do Texas, a vacina desenvolvida pelo laboratório americano Pfizer e a companhia de biotecnologia alemã BioNTech mostrou-se capaz de neutralizar as variantes do coronavírus de 2019. 

A média diária de mortes no Brasil bate o décimo-primeiro recorde em 12. Um ano depois de se tornar o primeiro país da história a entrar em quarentena coletiva, a Itália ultrapassou hoje a marca de 100 mil mortes pela covid-19. 

O ensaio sobre a vacina e as mutações do vírus foi publicano nesta segunda-feira em The New England Journal of Medicine, a revista médica mais prestigiada do mundo.

Nos testes clínicos, a vacina da Pfizer-BioNTech apresentou eficácia de 95% e, na prática, em Israel, de 94%. O pior desempenho foi com a variante sul-africana. Ainda assim, foi considerada eficaz. O governo brasileiro anunciou que deve fechar negócio para comprar 14 milhões de doses da vacina da Pfizer-BioNTech a serem entregues até junho.

Mais de 332 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo 91,5 milhões nos Estados Unidos, 60 milhões de pessoas receberam uma dose e 31,5 milhões as duas doses necessárias à imunização, 57 milhões na China, 42 milhões na União Europeia, 23 milhões no Reino Unido, 22 milhões na Índia e 11.346.776 no Brasil, onde 8.497.929 receberam uma dose e 2.848.847 tomaram duas doses.

Com mais 1.114 mortes e 36.923 casos novos notificados nesta segunda-feira, o Brasil chegou a 11.055.480 casos confirmados e 266.614 óbitos por covid-19. A média diária de mortes dos últimos sete dias bateu mais um recorde, o décimo-primeiro nos últimos 12 dias. Está em 1.540, com alta de 41% em duas semanas. A morte está em alta em 19 estados e no Distrito Federal, o que não acontecia desde dezembro. A média diária de contágios ficou em 66.553, com aumento de 37% em duas semanas. Meu comentário:

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

EUA chegam a 450 mil mortes por covid-19

 Com mais 3.408 mortes num dia, os Estados Unidos ultrapassaram hoje outra marca trágica: a perda de 450 mil vidas na pandemia do coronavírus de 2019, em 26,5 milhões de casos confirmados. O número de casos novos caiu 30% em duas semanas e o de hospitalizações 22%, mas o número de mortes ainda é muito alto e estável.

No mundo, são 104,391 milhões de casos confirmados e 2,266 milhões de mortes. Mais de 76 milhões de pacientes se recuperaram, 25,7 milhões apresentam sintomas leves e 107 mil estão em estado grave. Mais de 114 milhões de doses de vacinas foram aplicadas, superando o total de casos confirmados.

O Brasil completou duas semanas com média diária de mortes acima de mil. Nesta quarta-feira, foram notificadas mais 1.209 mortes e 53.566 casos novos. Até agora, houve 9 milhões 340 mil casos confirmados da covid-19 e 227.592 mortes. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 1.051. 

Depois de sair atrás das outras, a vacina da Novavax deverá inocular 55 milhões de americanos até o fim do verão no Hemisfério Norte, em setembro. A vacina ainda está na fase de testes. Deve ser aprovada em abril. Com mais 400 milhões de doses das vacinas de Moderna e da Pfizer-BioNTech, serão imunizados outros 200 milhões.

De acordo com nova pesquisa, a vacina da Universidade de Oxford e do laboratório AstraZeneca reduz a transmissão do vírus, além de prevenir os casos mais graves da covid-19. Meu comentário:

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

EUA aprovam segunda vacina para uso emergencial

A Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), o órgão regulador dos Estados Unidos, aprovou hoje a segunda vacina para uso emergencial no pais contra a doença do coronavírus de 2019, que será aplicada a partir de segunda-feira. 

A empresa de biotecnologia Moderna, com sede em Boston, deve entregar 5,9 milhões de doses na próxima semana e 20 milhões até o fim do ano. Elas se somam a 25 milhões de doses do laboratório americano Pfizer e da empresa de biotecnologia alemão BioNTech.

Para dar o exemplo, o presidente Mike Pence, a presidente da Câmara dos Representantes, deputada Nancy Pelosi, e o líder do Partido Republicano no Senado, Mitch McConnell, tomaram a vacina diante das câmeras. O presidente eleito, Joe Biden, e sua vice-presidente, Kamala Harris, devem tomar em breve. O presidente Donald Trump prometia ser o primeiro da fila. Mentiu como de costume.

Com o contágio em alta em 40 dos 50 estados, os EUA registraram mais 249 mil casos novos em 24 horas. O total de casos confirmados se aproxima de 17,5 milhões e o de mortes está em 313.588. Cerca de 115 mil pacientes estão hospitalizados.

No Brasil, o número diário de mortes está em alta em 17 estados e no Distrito Federal. O total de mortes chegou a 185.687 e o de casos confirmados a 7,164 milhões. Enquanto o presidente Jair Bolsonaro e seus seguidores mais fanáticos fazem campanha contra as vacinas, o ministro da Economia, Paulo Guedes defendeu a vacinação em massa como condição para a plena recuperação da economia.

Os recordes de mortes no mundo foram revisados para cima. Foram 13.697 mortes na quarta-feira e 738.663 casos novos na quinta-feira. Meu comentário:

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

EUA iniciam vacinação depois de 300 mil mortes por covid-19

 Depois de 300 mil mortes, os Estados Unidos iniciaram hoje sua maior campanha de vacinação, contra a doença do coronavírus de 2019. Os primeiros lotes chegaram nesta segunda-feira a 145 centros de saúde, na maioria grandes hospitais. Sandra Lindsay, uma enfermeira negra, recebeu a primeira dose de uma enfermeira também negra no Centro Médico Judaico de Long Island, no estado de Nova York. Foi um ato simbólico porque as minorias são as grandes vítimas da pandemia.

Mais 425 locais de vacinação recebem a vacina do laboratório americano Pfizer e da empresa de biotecnologia BioNTech nesta terça-feira e outros 66 na terça-feira, num total de 2,9 milhões de doses. As prioridades na primeira fase serão profissionais de saúde da linha de frente e idosos que vivem em casas geriátricas.

Os EUA esperam vacinas 20 milhões de pessoas em dezembro e 30 milhões em janeiro. A expectativa é que 100 dos mais de 330 milhões de americanos sejam vacinados até o fim de março. A covid-19 estará controlada quando 70% a 80% da população estiverem imunizados. O diretor do programa de vacinas da Casa Branca, Dr. Moncef Slaoui, espera atingir este nível em maio ou junho. 

Para isso, o governo dos EUA deve comprar 100 milhões de doses da vacina da empresa de biotecnologia americana Moderna assim que for aprovada pela Administração de Medicamentos e Alimentos (FDA), o órgão regulador.

No Brasil, a guerra das vacinas continua. O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 48 horas de prazo ao Ministério da Saúde para anunciar as datas de início e fim do plano nacional de vacinação contra a covid-19. Meu comentário:

sábado, 12 de dezembro de 2020

Vacinação nos EUA começa na segunda-feira

 Os primeiros lotes da vacina do laboratório americano Pfizer e da empresa de biotecnologia alemã BioNTech chegam na segunda-feira a 145 centros de saúde dos Estados Unidos, na maior parte hospitais.  Outros 425 locais de vacinação recebem na terça-feira e 66 na quarta-feira num total de 2,9 milhões de doses.

O diretor de operações do programa de vacinas da Casa Branca, general Gustave Perna, compara o esforço ao Dia D, 6 de junho de 1944, quando os aliados invadiram a Normandia, na França, durante a Segunda Guerra Mundial. Era o início da reconquista da Europa ocupada em 1940 pela Alemanha nazista.

A prioridade é vacinar idosos que moram em casas geriátricas e os profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate à covid-19. Em mais um abuso de poder do presidente Donald Trump, os funcionários da Casa Branca vão furar a 

Na sexta-feira, de acordo com o jornal The New York Times, houve 280.514 casos novos, alta de 25% em duas semanas, e 2.951 mortes, alta de 60% em duas semanas. A hospitalização registrou um recorde de 108.108 pacientes. Os EUA somam agora mais de 16 milhões de casos e 298 mil mortes. O primeiro milhão demorou 98 dias; o último, 4 dias.

O total de casos no mundo está em 71.649.876, com 1.604.516 mortes. Mais de 50 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 19 milhões apresentam casos suaves e 106.554 estão em estados grave. A taxa de mortalidade é de 3% dos casos encerrados.

Com mais 690 mortes registradas em 24 horas o Brasil chegou a 181.143 óbitos. Mais 44.282 casos novos foram notificados. O total de casos confirmados subiu para 6.880.595. A média diária de mortes dos últimos sete dias está em 643, com alta de 23% em duas semanas. Sobe em 17 estados e no Distrito Federal. A média diária de casos novos dos últimos sete dias é de 43.414, com alta de 25%. É a maior desde 17 de agosto.

Em documento de 93 mortes enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Ministério da Saúde apresentou o que seria o plano nacional de vacinação do governo Jair Bolsonaro, com 13 vacinas, inclusive a chinesa CoronaVac, mas sem data de início nem cronograma. Todas ainda dependem de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Embora o plano reconheça a necessidade de imunizar pelo menos 70% da população, mais de 148 milhões de pessoas, as 108 milhões de doses previstas dariam para apenas 54 milhões, 25% da população. Os detalhes devem ser divulgados na quinta-feira.

Diante da notícia, a Drª Ethel Maciel, divulgou a seguinte nota nas redes sociais: "Nós, pesquisadores que estamos assessorando o governo no Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19, acabamos de saber pela imprensa que o governo enviou um plano no qual constam nossos nomes e nós não vimos o documento. Algo que nos meus 25 anos como pesquisadora nunca tinha vivido!"

Enquanto isso, o México se tornou o primeiro país da América Latina a aprovar a vacina da Pfizer e da BioNTech. A vacinação, com o apoio do Exército, começa daqui a quatro dias.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Covid-19 matou mais nos EUA do que número de soldados americanos mortos em combate na Segunda Guerra Mundial

 O recorde de mortes num dia pela pandemia do coronavírus de 2019 nos Estados Unidos, registrado na quarta-feira, não foi de 3.011, como noticiado ontem. Subiu para 3.157 com a confirmação de mais óbitos, com alta de 39% em duas semanas. Os casos novos no mesmo dia foram 218.690.

Até agora, o país mais rico e poderoso do mundo teve 15,6 milhões de casos confirmados e 292 mil motes. É mais do que o total de soldados americanos mortos em combate na Segunda Guerra Mundial. Mais de 107 mil pessoas estão hospitalizadas e 20% destas apresentam casos graves.

O diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) prevê 3 mil mortes por dia nos próximos três meses, antes que a vacinação tenha um impacto. Por 17-4, o painel de cientistas da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), o órgão regulador dos EUA, recomendou a aprovação da vacina do laboratório americano Pfizer e da empresa de biotecnologia alemã BioNTech. A aprovação deve sair nos próximos dias.

Com mais de 769 mortes e 53.425 casos novos notificados em 24 horas, o Brasil chegou a 179.801 mortes e 6.783.543 casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 642, com alta de 35% em duas semanas. Com a negligência e a insensibilidade que o caracteriza, o presidente Jair Bolsonaro falou que "estamos vivendo o finalzinho da pandemia".

Em São Paulo, o Instituto Butantã começou a produzir a vacina chinesa CoronaVac, que ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Vai fabricar um milhão de doses por dia durante 24 horas por dia.

Das cinco maiores economias da América Latina, o Brasil está em quarto lugar na corrida das vacinas, de acordo com a Universidade Duke, da Carolina do Norte, nos EUA. Meu comentário:

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

EUA têm recorde de mais de 3 mil mortes num dia

 Enquanto o presidente Donald Trump insiste em roubar a eleição de 3 de novembro, os Estados Unidos batem novo recorde de mortes num dia pela pandemia do coronavírus de 2019: 3.011 mortes foram notificadas nesta quarta-feira, mais do que nos dias da infâmia, nos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 e no ataque japonês a Pearl Harbor, no Havaí, em 7 de dezembro de 1941, que levou o país a entrar na Segunda Guerra Mundial.

Um dia antes, na terça-feira, dia 8, os EUA registraram 221.480 casos novos da Covid-19, o segundo maior número num dia, depois de 229.243 em 4 de dezembro. Até agora, os EUA tiveram 15,384 milhões de casos confirmados e mais de 289 mil mortes. 

O total se aproxima do número de soldados americanos mortos em combate na Segunda Guerra Mundial, a segunda pior guerra da história do país: 291.557. Em uma semana, as mortes por Covid-19 devem chegar a 300 mil.

No mundo, já são 68,9 milhões de casos confirmados e 1,569 milhão de mortes. Um pouco menos de 48 milhões de pacientes se recuperaram, mais de 18 milhões apresentam sintomas leves e 106,9 mil estão em estado crítico.

Aqui no Brasil, houve mais 848 mortes e 52.203 casos novos em 24 horas. Os totais subiram para 179.032 óbitos e 6,73 milhões de casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 643, com alta de 34%. É a maior desde 6 de outubro. O número de mortes está crescendo em 21 estados e no Distrito Federal.

Sob pressão dos governadores, depois de anunciar o início da vacinação em março, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou na quarta-feira que pode começar no fim deste mês ou no início de janeiro, se o governo fechar negócio com o laboratório americano Pfizer e a empresa de biotecnologia alemã BioNTech, que disseram ao governo dos EUA que só poderão entregar novas encomendas em junho.

O Reino Unido adverte que a vacina do laboratório americano Pfizer e a empresa de biotecnologia BioNTech pode causar reações adversas em pessoas alérgicas. Meu comentário:

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Brasil perde tempo e vidas com guerra das vacinas

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, um pau mandado do presidente Jair Bolsonaro sem experiência em saúde pública, e o governador de São Paulo, João Doria Jr., trocaram farpas nesta terça-feira durante uma reunião de governadores com o ministro sobre a campanha de vacinação para prevenir a doença do coronavírus de 2019. 

No dia em que o Reino Unido começou a vacinar os idosos e os profissionais de saúde da linha de frente no combate à Covid-19, o governador paulista pediu pressa na aprovação da vacina chinesa CoronaVac, o ministro declarou que o prazo normal para que isto aconteça é de 60 dias.

A lei brasileira autoriza uma aprovação rápida, em 72 horas, para uso emergencial de vacinas registradas nos Estados Unidos, na Europa, na China ou no Japão. Quem toma a vacina no Reino Unido recebe um certificado que dá acesso a serviços e atividades sem as restrições impostas aos outros britânicos.

Doria aproveita a oportunidade para projetar sua imagem nacionalmente de olho na eleição presidencial de 2022, ao afirmar que a vacina chinesa estará disponível em São Paulo para todos os brasileiros. O governador paulista é pouco conhecido no resto do país e sua popularidade está em baixa em São Paulo. 

Desde o início da pandemia, Doria trava um duelo com Bolsonaro, que irresponsavelmente sempre desprezou a ciência e rejeitou as medidas de confinamento. Meu comentário:

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Reino Unido começa a vacinar contra a Covid-19

 Depois de uma semana com recordes de casos novos e de mortes na pandemia do coronavírus de 2019, o Reino Unido inicia a vacinação nesta terça-feira. A China e a Rússia já começaram, mas suas vacinas não concluíram a terceira e última fase de testes clínicos e os dados não foram revisados por cientistas independentes. Os Estados Unidos devem aprovar vacinas nesta semana.

No Brasil, o governador de São Paulo, João Dória Jr., anunciou o início da aplicação em 25 de janeiro da vacina chinesa CoronaVac, que ainda não foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Sob pressão de um provável adversário na eleição de 2022, o presidente Jair Bolsonaro prometeu vacina de graça e não obrigatória, mas o Ministério da Saúde só prevê o início da vacinação em março e o edital de concorrência para a compra de vacinas ainda não foi publicado.

De qualquer maneira, como ainda vai demorar para a maioria da população estar imunizada, é preciso manter as medidas de precaução: manter o distanciamento físico, evitar aglomerações, usar máscaras no contato com quem não mora na mesma casa e higienizar regularmente as mãos. Meu comentário:

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Reino Unido aprova vacina e aplica na próxima semana

O Reino Unido se tornou hoje o primeiro país do Ocidente a aprovar uma vacina contra a doença do coronavírus de 2019, a vacina do laboratório americano Pfizer e da empresa de biotecnologia alemã BioNTech. Com o aval da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde, a campanha de vacinação começa na próxima semana, anunciou o ministro da Saúde, Matt Hancock. 

Depois de registrar 4,2 milhões de casos novos em novembro com a negligência do governo Donald Trump, os Estados Unidos também apostam nas vacinas. Em 30 de novembro, foram notificados 167.758 e 1.265 mortes, uma alta de 28% em duas semanas.

O diretor do programa de vacinas da Casa Branca, Moncef Slaoui, as vacinas da Pfizer-BioNTech e da empresa de biotecnologia americana Moderna são seguras, apresentaram 95% de eficácia e efeitos colaterais leves em 10% a 15% dos casos, e devem ser aplicadas imediatamente porque "a pandemia está matando 2 mil pessoas ou mais por dia".

No Brasil, o Ministério da Saúde pretende iniciar a campanha de vacinação em março. Vai começar pelos índios, pelos idosos a partir de 75 anos e os profissionais da saúde. Meu comentário:

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Vários países devem iniciar vacinação contra Covid-19 em dezembro

O governo do Reino Unido mandou o Serviço Nacional de Saúde (NHS) se preparar para iniciar a campanha de vacinação contra a doença do coronavírus de 2019 em 1º de dezembro. A meta é vacinar 5 milhões de pessoas ainda neste ano, começando pelos moradores e trabalhadores em casas geriátricas, idosos com 80 anos ou mais e profissionais de saúde e assistência social.

Para pressionar a população a tomar a vacina, o governo britânico, a exemplo do que fez a China, pensa em criar uma carteira de vacinação no telefone celular. A vacina seria obrigatória para entrar em shows e eventos esportivos, para viajar e até para frequentar bares e restaurantes.

Com o segundo confinamento, o número de novas infecções no país caiu 30% num mês, indicou um levantamento do Imperial College de Londres. A Organização Mundial da Saúde (OMS) observou uma queda no número de novos contágios na semana passada e a atribuiu ao reconfinamento em vários países europeus.

Apesar de não ter concluído a terceira fase de testes clínicos, a Rússia anunciou hoje o início da aplicação da vacina Sputnik-V. Leia mais em Quarentena News e veja meu comentário:

domingo, 29 de novembro de 2020

Reino Unido será primeiro país a vacinar contra Covid-19

 O Reino Unido será o primeiro país a iniciar a vacinação contra a doença do coronavírus de 2019. A campanha para imunizar a população e controlar a pandemia deve começar nos primeiros dias de dezembro, com publicidade oficial convocando os britânicos a tomar a vacina contra a Covid-19. O Serviço Nacional de Saúde foi avisado para estar pronto para aplicar a vacina em 1º de dezembro.

A Alemanha e os Estados Unidos também pretendem iniciar a vacinação assim que a primeira vacina for aprovada. A Espanha planeja imunizar 25% da população nos primeiros três meses de 2021, começando em janeiro.

A primeira vacina para uso no país deve ser do laboratório americano Pfizer e da empresa alemã de biotecnologia BioNTech. Em seguida, espera-se a aprovação da vacina do laboratório AstraZeneca e da Universidade de Oxford. O governo britânico comprou 40 milhões de vacina da Pfizer-BioNTech e espera receber até o fim do ano 10 milhões de doses, suficientes para imunizar 5 milhões de pessoas.

Os resultados acima do esperado nos testes com as vacinas da Pfizer-BioNTech e da Moderna, com cerca de 95% de eficácia, são a grande esperança de controle da pandemia, que infectou 62,678 milhões de pessoas e matou 1,458 milhão de pessoas em pouco mais de um ano. Mais de 43 milhões de pacientes foram curados, quase 18 milhões apresentam sintomas leves e 105.549 estão em estado grave.

Nos EUA, o chefe da operação da Casa Branca para apoiar o desenvolvimento de vacinas, Moncef Slaoui, planeja iniciar a vacinação em 11 de dezembro, um dia depois das primeiras aprovações para Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), o órgão regulador do setor. 

As autoridades de saúde temem um grande aumento no contágio por causa do feriadão do Dia Nacional de Ação de Graças, festejado neste fim de semana. Os EUA registraram mais 151.247 casos novos, alta de 12% em duas semanas, e 1.192, com alta de 29% em duas semanas. Têm até agora 13,379 milhões de casos e 266.838 mortes.

A Alemanha encomendou 300 milhões de doses através da Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia (UE). Deve começar a campanha de vacinação em dezembro. O país tem 1,055 milhão de casos e 16.533 mortes por covid-19.

No Brasil, foram notificadas mais 261 mortes e 23.496 casos novos em 24 horas, elevando o total para 172.848 mortes e 6,314 milhões de casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 522, com tendência de alta. Há um sério risco de um novo pico da pandemia.

Na Espanha, o primeiro-ministro socialista Pedro Sánchez prometeu instalar 13 mil pontos de vacinação. A campanha começa em janeiro.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

EUA pretendem iniciar vacinação em 11 de dezembro

Universidade de Oxford também anuncia 90% de eficácia para sua vacina

Com a expectativa de que as vacinas dos laboratórios Pfizer e BioNTech e da empresa Moderna sejam aprovadas em 10 de dezembro, os Estados Unidos pretendem iniciar sua campanha da vacinação contra o novo coronavírus no dia seguinte, em meio a uma nova onda de contaminação que não para de bater recordes de contágios. As empresas afirmam que os testes clínicos indicaram uma eficácia de cerca de 95%.

Leia mais em Quarentena News.

domingo, 22 de novembro de 2020

Dezenas de milhões devem viajar nesta semana nos EUA

Apesar do aumento do contágio pela doença do coronavírus de 2019 e da advertência das autoridades de saúde, dezenas de milhões de americanos devem viajar no feriadão que começa na quinta-feira, quando os Estados Unidos festejam o Dia Nacional de Ação de Graças.

Nas últimas duas semanas, os EUA bateram sucessivos recordes do número de casos novos por, com média superior a 160 mil por dia, um pico de 198.585 na sexta-feira e alta de 59%. O total de casos no país passa de 12,226 milhões, com 256.745 mortes e um aumento de 62% em duas semanas. Na sexta-feira, 1.428 americanos morreram de covid-19.

A Guarda Nacional foi enviada para El Paso, no Texas, junto à fronteira do México, onde o sistema de saúde entrou em colapso e os cadáveres se acumulam em dez necrotérios refrigerados. Os soldados vão ajudar a remover os corpos.

Os EUA pretendem iniciar a vacinação em 11 de dezembro, assim que a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) aprovar a vacina do laboratório americano Pfizer e da empresa de biotecnologia alemã BioNTech.

No Brasil, o Ministério da Saúde anunciou neste domingo a assinatura de "cartas de intenções não vinculantes" com cinco laboratórios - Pfizer, Janssen, Moderna, Bharat Biotech e o Fundo de Investimento Direto da Rússia, responsável pela vacina Sputnik-V. As compras só serão concretizadas depois do fim dos testes clínicos e da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

A vacina chinesa CoronaVac, comprada pelo governo do estado de São Paulo, objeto de uma guerra de vacinas do presidente Jair Bolsonaro contra o governador João Dória, não está na lista do governo federal.

Neste domingo, foram registradas mais 181 mortes e 18.276 casos novos, elevando o total para 169.197 óbitos e 6.070.419 casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias está em 484, em tendência de alta em relação a duas semanas atrás.

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Biden anuncia plano contra pandemia e laboratório sucesso com vacina

Dois avanços no combate à Covid-19, que não para de bater recordes de casos e de mortes

No dia em que o laboratório Pfizer anunciou que sua vacina contra o novo coronavírus tem 90% de eficácia e os Estados Unidos chegaram a 10 milhões de casos confirmados, o presidente eleito Joe Biden lançou uma nova estratégia baseada na ciência para conter a pandemia no país.

O presidente Donald Trump não só não reconhece a derrota como demitiu o secretário da Defesa, Mark Esper, o chefe do Pentágono, que meses atrás se negou a usar as Forças Armadas para reprimir as manifestações antirracistas.

O laboratório americano Pfizer e a empresa de biotecnologia alemã BioNTech afirmaram hoje que os resultados preliminares da terceira fase de testes de sua vacina indicam sucesso em mais de 90% dos casos.

Leia mais em Quarentena News e veja meu comentário: