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terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Reino Unido aprova vacina e aplica na próxima semana

O Reino Unido se tornou hoje o primeiro país do Ocidente a aprovar uma vacina contra a doença do coronavírus de 2019, a vacina do laboratório americano Pfizer e da empresa de biotecnologia alemã BioNTech. Com o aval da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde, a campanha de vacinação começa na próxima semana, anunciou o ministro da Saúde, Matt Hancock. 

Depois de registrar 4,2 milhões de casos novos em novembro com a negligência do governo Donald Trump, os Estados Unidos também apostam nas vacinas. Em 30 de novembro, foram notificados 167.758 e 1.265 mortes, uma alta de 28% em duas semanas.

O diretor do programa de vacinas da Casa Branca, Moncef Slaoui, as vacinas da Pfizer-BioNTech e da empresa de biotecnologia americana Moderna são seguras, apresentaram 95% de eficácia e efeitos colaterais leves em 10% a 15% dos casos, e devem ser aplicadas imediatamente porque "a pandemia está matando 2 mil pessoas ou mais por dia".

No Brasil, o Ministério da Saúde pretende iniciar a campanha de vacinação em março. Vai começar pelos índios, pelos idosos a partir de 75 anos e os profissionais da saúde. Meu comentário:

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Trump admite sair se Colégio Eleitoral confirmar vitória de Biden

 Pela primeira vez desde a eleição de 3 de novembro, o presidente Donald Trump admitiu em público aceitar o resultado das urnas e deixar a Casa Branca em 20 de janeiro se o Colégio Eleitoral certificar a vitória de Joe Biden 14 de dezembro.

"Certamente irei e você sabe disso", reagiu o presidente, prometendo lutar até o fim e insistindo em que foi vítima de uma "fraude maciça" sem apresentar qualquer prova. "Não sei se terei tempo. O tempo é a única coisa contra mim. Os fatos estão a meu favor."

As declarações confirmam a previsão de que Trump jamais aceitará a derrota e tentará reconstruir sua carreira política sobre a mentira de ter sido o real vencedor em 2020. Ajuda a mobilizar seus seguidores fanáticos, a arrecadar dinheiro e a manter, pelo menos para si mesmo, uma aura de invencibilidade, por mais falsa que seja.

Desde que perdeu as eleições, Trump abandonou o combate à nova onda de contaminação da doença do coronavírus de 2019 nos Estados Unidos, que é a maior até agora. Meu comentário: