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domingo, 27 de junho de 2021

Média de mortes por covid-19 fica abaixo de 2 mil há cinco dias

 Mais 1.547 mortes e 61.939 casos novos da doença do coronavírus de 2019 foram notificados neste sábado no Brasil, elevando o total para 18.384.150 casos confirmados e 512.819 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu 15% em duas semanas para 1.707, ficando abaixo de 2 mil pelo quinto dia seguido. A média de diagnósticos positivos baixou para 71.872 casos novos por dia.

No mundo, são 180.726.834 casos confirmados e 3.915.760 mortes. Pouco menos de 166 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 10,7 milhões apresentam sintomas leves ou médio e 80.707 estão em estado grave.

A Índia notificou mais 50.040 infecções e 1.258 mortes, mantendo a tendência de queda. O país tem o segundo maior número de casos (30.233.183) e o terceiro de mortes (395.751).

Os Estados Unidos registraram mais 6.659 casos novos e 126 mortes por covid-19 neste sábado. A média de casos caiu 18% em duas semanas para 11.863 casos confirmados e a de mortes 20% para 307. A vacinação está avançada, mas o ritmo diminuiu muito por causa dos que não querem tomar vacina.

Depois de ser flagrado pelo jornal popular The Sun beijando uma assessora, o ministro da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, pediu demissão hoje. A foto foi tirada quando era proibido encontrar e abraçar moradores de outra residência.

Mais de 2,81 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo. Foram cerca de 1,16 bilhão de doses na China; 331 milhões nos EUA; mais de 325 milhões na União Europeia; cerca de 320 milhões na Índia, onde o governo espera receber 1,35 bilhões de doses de agosto a dezembro; e 95,54 milhões no Brasil, onde 70,3 milhões receberam a primeira dose e 25,24 milhões (11,85% da população brasileira) estão plenamente vacinados.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Reino Unido aprova vacina e aplica na próxima semana

O Reino Unido se tornou hoje o primeiro país do Ocidente a aprovar uma vacina contra a doença do coronavírus de 2019, a vacina do laboratório americano Pfizer e da empresa de biotecnologia alemã BioNTech. Com o aval da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde, a campanha de vacinação começa na próxima semana, anunciou o ministro da Saúde, Matt Hancock. 

Depois de registrar 4,2 milhões de casos novos em novembro com a negligência do governo Donald Trump, os Estados Unidos também apostam nas vacinas. Em 30 de novembro, foram notificados 167.758 e 1.265 mortes, uma alta de 28% em duas semanas.

O diretor do programa de vacinas da Casa Branca, Moncef Slaoui, as vacinas da Pfizer-BioNTech e da empresa de biotecnologia americana Moderna são seguras, apresentaram 95% de eficácia e efeitos colaterais leves em 10% a 15% dos casos, e devem ser aplicadas imediatamente porque "a pandemia está matando 2 mil pessoas ou mais por dia".

No Brasil, o Ministério da Saúde pretende iniciar a campanha de vacinação em março. Vai começar pelos índios, pelos idosos a partir de 75 anos e os profissionais da saúde. Meu comentário: