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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Brasil ultrapassa 230 mil mortes por covid-19

 Com mais 1.244 mortes e 51.319 casos novos, o Brasil chegou a 230.127 mortes e se aproxima de 9,45 milhões de casos confirmados. A média diária de mortes nos últimos sete dias ficou em 1.050. Está acima de mil há 16 dias. Em oito estados e no Distrito Federal, a morte está em alta. 

O Ministério da Saúde revelou a intenção de comprar 10 milhões de doses da vacina russa Sputnik-V quando a vacina for aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Instituto Gamaleya, fabricante da Sputnik-V, promete mandar 400 mil doses uma semana depois de fechar o negócio.

Já o Instituto Butantã negocia a aquisição de mais 20 milhões de doses da vacina chinesa CoronaVac. Já comprou 100 milhões doses. O Butantã ficou de entregar 46 milhões de doses ao Ministério da Saúde e pode enviar um total de 56 milhões. Meu comentário:

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Média diária de mortes por covid-19 no Brasil é a maior em seis meses

Mais 1.099 mortes e 58.691 casos novos da doença do coronavírus de 2018 foram notificados hoje no Brasil. O total de mortes chegou a 222.775 e o de casos confirmados a 9.119.477. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 1.068. Com alta de 12% em duas semanas, é a maior desde 27 de julho, quando estava em 1.069. As mortes estão em alta em 10 estados e no Distrito Federal.

Sob pressão do governo do estado de São Paulo, o Ministério da Saúde comprou a compra de mais 54 milhões de doses da vacina chinesa CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantã.

Com 156.579, o México ultrapassou a Índia. É o terceiro país em número absoluto de mortes, depois dos Estados Unidos e do Brasil. Os EUA somam quase 26 milhões de casos confirmados e 436.799 mortes.

A Alemanha e a França proibiram a entrada de viajantes vindos do Brasil para evitar o ingresso da nova mutação do vírus identificada em Manaus.

Mais de 97,5 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora em cerca de 70 países, sendo 1,915 milhão no Brasil. A vacina de Johnson & Johnson apresentou 66% de eficácia. Meu comentário:

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

STF abre inquérito sobre tragédia em Manaus

 Por decisão do ministro Ricardo Lewandowski, o Supremo Tribunal Federal abriu inquérito e deu 60 dias para a Polícia Federal investigar uma possível omissão do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, na tragédia da falta de oxigênio em Manaus para pacientes da doença do coronavírus de 2019. O pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, ignorou a responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro.

Com mais 631 mortes e 28.364 mortes em 24 horas, o Brasil soma agora 217.712 mortes e 8.872.964 casos confirmados de covid-19. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 1.055. É a maior desde 4 de agosto, quando estava em 1.066 óbitos. A média diária de casos novos dos últimos sete dias ficou em 51.532.

Em fevereiro, o país deve ter mais 15 milhões de doses de vacinas contra a doença. Vai receber 10 milhões de doses da vacina da Universidade de Oxford e do laboratório AstraZeneca no dia 8 e 5,4 mil litros do princípio ativo da vacina chinesa CoronaVac. Com a matéria-prima, o Instituto Butantã deve fabricar mais 5 milhões de doses. Meu comentário:

domingo, 17 de janeiro de 2021

São Paulo inicia campanha da vacinação

 Pouco depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial das vacinas chinesa CoronaVac e sueco-britânica da Universidade de Oxford e do laboratório AstraZeneca, a enfermeira Monica Calazans, do Hospital Emílio Ribas, foi a primeira pessoa do Brasil a ser vacinada contra a doença do coronavírus de 2019. Ela foi voluntária da última fase de testes.

De folga no Rio de Janeiro, onde não tinha nenhum compromisso oficial, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, chamou a iniciativa de jogada de marketing do governador João Doria e insistiu que todas as vacinas chinesas importadas pelo Instituto Butantã deveriam ter sido entregues ao governo federal.

Doria acusou o ministro de mentir e negou ter recebido sequer um centavo do governo federal para comprar as 6 milhões de doses da vacina da companhia chinesa SinoVac: "Neste momento, o ministro da Saúde protesta contra a vacina. É inacreditável. Devia estar grato. Estou atônito com as declarações do ministro Eduardo Pazuello. Não há um centavo até agora do governo federal no desenvolvimento da vacina de São Paulo. É inacreditável o que estamos vivendo no Brasil. Chega de mentira."

O governador paulista, alegando não confiar no governo Jair Bolsonaro, também anunciou o envio de 50 mil doses de vacinas para os profissionais de saúde do Amazonas, que enfrentam uma situação trágica, especialmente em Manaus.

Em outra estocada no governo Bolsonaro, o diretor do Butantã, Dimas Covas, afirmou que a função do setor de saúde é salvar vidas e não enviar as vacinas para Brasília para depois serem reenviadas para São Paulo. A procuradora-geral do estado, Lia Porto, afirmou que foram cumpridas todas as regras do contrato assinado com as autoridades federais.

As 4.636.936 doses que cabem a outrs estados foram entregues domingo à tarde num galpão do Ministério da Saúde no Aeroporto e Guarulhos. São Paulo ficou com 1.357.640 doses. 

Na entrevista coletiva do governo paulista, o infectologista Sérgio Cimerman, do Hospital Emílio Ribas, revelou ter "sofrido ameaças morte constantes parte parte de negacionistas. (...) Não só eu como todos os diretores da Sociedade Brasileira de Infectologia que não apoiamos cloroquina, ivermectina e tratamento precoce. Com ameaças de morte ou não, continuaremos com a luta que é da ciência."

Mais de 43 milhões de pessoas foram vacinadas até agora em 50 países, 112 no Brasil.

sábado, 16 de janeiro de 2021

Brasil registra mais de mil mortes e passa de 209 mil

Com mais 1.059 mortes e 62.452 casos novos notificados neste sábado, o Brasil chegou a 209.350 óbitos e 8.456.705 casos confirmados da doença do coronavírus de 2019. Se a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar neste domingo o uso emergencial da vacina chinesa CoronaVac e da desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório sueco-britânica AstraZeneca, o governo do estado de São Paulo pretende iniciar a vacinação amanhã mesmo.

O Ministério da Saúde requisitou as 6 milhões de doses da CoronaVac importadas pelo governo paulista através do Instituto Butantã. Mas o governador João Doria alegou que não faz sentido enviar todas as vacinas para Brasília. A quota correspondente a São Paulo, pouco mais de 20%, não deve sair do estado. Será o troco de Doria ao presidente Jair Bolsonaro na guerra das vacinas.

Mais de 45 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora em cerca de 50 países. Israel já vacinou 24% da população.

No mundo, são 94.465.774 casos confirmados e 2.021.733 mortes. Mais de 67,5 milhões de pacientes se recuperaram, mais de 24,6 milhões apresentam sintomas leves e 111.481 estão em estado grave

Os Estados Unidos registaram mais 241 mil casos novos e 3.744 mortes em 24 horas, de acordo como jornal The New York Times. Somam até agora 23.747.781 casos confirmados e 395.691 mortes.

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

CoronaVac tem eficiência pouco acima da exigência da OMS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decide no domingo se aprova o uso emergencial da vacina chinesa CoronaVac e da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, e o laboratório sueco-britânico AstraZeneca contra a doença do coronavírus de 2019. 

O governo do estado de São Paulo anunciou hoje um novo índice de eficiência para a CoronaVac, de 50,58%, bem abaixo dos 78% anunciados na semana passada num recorte da pesquisa. Com uma eficácia menor, será necessário vacinar mais gente para controlar o pandemia.

Mais de 36 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora em mais de 40 países. O Brasil ainda não tem data para o início da campanha nacional de imunização. O governador paulista, João Doria, insiste que será em 25 de janeiro, mas o ministro da Saúde, diz apenas que "será no dia D e na hora H".

Enquanto isso, a média diária de casos novos na última semana bateu novo recorde hoje, com 54.784, alta de 51% em duas semanas. Foram notificados mais 61.660 casos e 1.106 mortes em 24 horas, elevando os totais para 204.726 mortes e 8.195.493 casos confirmados. A média diária de mortes ficou em 993, com alta de 49% em duas semanas. Meu comentário:

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Brasil chega a 200 mil mortes por covid-19

 Se a luta contra o coronavírus de 2019 é uma guerra, como disse o medíocre ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, o Brasil está perdendo a guerra. Com mais 1.120 mortes e 56.404 casos novos registrados nesta quinta-feira, o país chegou a 7.930.943 casos confirmados e 200.163 óbitos por covid-19. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 741.

Com a insensibilidade que o caracteriza, o presidente Jair Bolsonaro declarou: "Lamento as 200 mil mortes, mas a vida continua." A morte continua. A negligência criminosa do presidente continua. A inoperância e a incompetência do governo continuam. O fracasso dos milhares de militares no poder, incapazes de avaliar o risco da pandemia, continua. Assim como a paixão irrestrita pelo golpista Donald Trump.

O ministro convocou uma entrevista coletiva em que só ele falou depois que o governo do estado de São Paulo anunciou o sucesso nos testes com a vacina chinesa CoronaVac, realizados no Brasil pelo Instituto Butantã. Prometeu que o país terá 356 milhões de doses de vacina neste ano.

Com 4.111 mortes, novo recorde num país num dia, os Estados somam mais de 365 mil mortes. A Índia chegou a 150 mil mortes. O Japão decretou estado de emergência em Tóquio. E a China enfrenta, na província de Hebei, Meu comentário:

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Covid-19 matou mais nos EUA do que número de soldados americanos mortos em combate na Segunda Guerra Mundial

 O recorde de mortes num dia pela pandemia do coronavírus de 2019 nos Estados Unidos, registrado na quarta-feira, não foi de 3.011, como noticiado ontem. Subiu para 3.157 com a confirmação de mais óbitos, com alta de 39% em duas semanas. Os casos novos no mesmo dia foram 218.690.

Até agora, o país mais rico e poderoso do mundo teve 15,6 milhões de casos confirmados e 292 mil motes. É mais do que o total de soldados americanos mortos em combate na Segunda Guerra Mundial. Mais de 107 mil pessoas estão hospitalizadas e 20% destas apresentam casos graves.

O diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) prevê 3 mil mortes por dia nos próximos três meses, antes que a vacinação tenha um impacto. Por 17-4, o painel de cientistas da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), o órgão regulador dos EUA, recomendou a aprovação da vacina do laboratório americano Pfizer e da empresa de biotecnologia alemã BioNTech. A aprovação deve sair nos próximos dias.

Com mais de 769 mortes e 53.425 casos novos notificados em 24 horas, o Brasil chegou a 179.801 mortes e 6.783.543 casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 642, com alta de 35% em duas semanas. Com a negligência e a insensibilidade que o caracteriza, o presidente Jair Bolsonaro falou que "estamos vivendo o finalzinho da pandemia".

Em São Paulo, o Instituto Butantã começou a produzir a vacina chinesa CoronaVac, que ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Vai fabricar um milhão de doses por dia durante 24 horas por dia.

Das cinco maiores economias da América Latina, o Brasil está em quarto lugar na corrida das vacinas, de acordo com a Universidade Duke, da Carolina do Norte, nos EUA. Meu comentário:

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Brasil perde tempo e vidas com guerra das vacinas

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, um pau mandado do presidente Jair Bolsonaro sem experiência em saúde pública, e o governador de São Paulo, João Doria Jr., trocaram farpas nesta terça-feira durante uma reunião de governadores com o ministro sobre a campanha de vacinação para prevenir a doença do coronavírus de 2019. 

No dia em que o Reino Unido começou a vacinar os idosos e os profissionais de saúde da linha de frente no combate à Covid-19, o governador paulista pediu pressa na aprovação da vacina chinesa CoronaVac, o ministro declarou que o prazo normal para que isto aconteça é de 60 dias.

A lei brasileira autoriza uma aprovação rápida, em 72 horas, para uso emergencial de vacinas registradas nos Estados Unidos, na Europa, na China ou no Japão. Quem toma a vacina no Reino Unido recebe um certificado que dá acesso a serviços e atividades sem as restrições impostas aos outros britânicos.

Doria aproveita a oportunidade para projetar sua imagem nacionalmente de olho na eleição presidencial de 2022, ao afirmar que a vacina chinesa estará disponível em São Paulo para todos os brasileiros. O governador paulista é pouco conhecido no resto do país e sua popularidade está em baixa em São Paulo. 

Desde o início da pandemia, Doria trava um duelo com Bolsonaro, que irresponsavelmente sempre desprezou a ciência e rejeitou as medidas de confinamento. Meu comentário:

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Europa chega a 300 mil mortes pela covid-19

Mais de 300 mil pessoas morreram na Europa da doença do coronavírus de 2019. Com cerca de 10% da população mundial, o continente tem quase um quarto das 1,269 milhão de mortes. Os Estados Unidos registraram mais 128 mil casos e 1.346 mortes em 24 horas. O número de hospitalizações no país bateu um recorde. São quase 62 mil. 

No mundo, foram notificadas mais 9.186 mortes nesta terça-feira. O total de casos ultrapassou 51 milhões. Mais de 36 milhões de pacientes foram curados, 14 milhões apresentam sintomas leves e 95 mil estão em estado grave.

Mais 580 pessoas morreram na Itália, 532 no Reino Unido e 411 na Espanha, os maiores números desde abril. Meu comentário:

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Coronavírus causa aumento de 300 mil mortes no ano nos EUA

A pandemia do coronavírus de 2019 provocou 300 mil mortes a mais do que esperado neste ano nos Estados Unidos, estimou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças do país. Dois terços morreram de covid-19 e o resto de outras causas, inclusive a dificuldade de tratar outras doenças. O impacto foi muito maior entre negros e latinos, mas a pesquisa também revela um "excesso de mortes" de 26,5% na faixa etária de 25 a 44 anos.

Com 60.590 casos novos e 929 mortes notificadas nesta terça-feira, mais do que a Índia, os EUA se aproximam de 8,3 milhões de casos confirmados e somam mais de 221 mil mortes.

No mundo inteiro, são 40,73 milhões de casos confirmados e 1,124 milhão de mortes. Mais de 30,6 milhões de pessoas se curaram, 9,2 milhões têm casos suaves e 77 mil estão em estado grave.

O Brasil notificou mais 662 mortes e 23.690 casos novos hoje. Tem agora 154.888 mortes e 5,275 milhões de casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 546. Meu comentário: