Diante da ofensiva do autointitulado Exército Nacional da Líbia, liderado pelo general Khalifa Hifter, rumo à capital, as Nações Unidas suspenderam uma conferência nacional para reconciliar o país, organizar eleições e tentar reconstruir o sistema político.
A conferência estava marcada para 12 a 14 de abril, mas o general rebelde, que domina a região de Bengázi, no Leste da Líbia, tenta derrubar o Governo do Acordo Nacional, reconhecido internacionalmente.
O país vive em estado de anarquia e guerra civil desde a queda e a morte do ditador Muamar Kadafi, em 2011. A ofensiva e a suspensão do encontro indicam um colapso do diálogo. Atrasam ainda mais a estabilização do país. Criam o risco de mais um longo impasse.
Hifter mandou suas forças avançarem rumo a Trípoli na quinta-feira, 4 de abril, e enfrenta milícias ligadas ao Governo do Acordo Nacional na tentativa de unificar o país sob seu comando.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 9 de abril de 2019
segunda-feira, 8 de abril de 2019
UE apela a general líbio para suspender ofensiva contra a capital
A União Europeia fez um apelo hoje ao general Khalifa Hifter, comandante do autointitulado Exército Nacional da Líbia, para suspender seu ataque à capital, Trípoli, e assim evitar o reinício da guerra civil no país, que vive em estado de anarquia desde a queda e morte do ditador Muamar Kadafi, em 2011.
O general, que domina a região de Bengázi, no Leste da Líbia, lançou na quinta-feira uma ofensiva contra o Governo do Acordo Nacional, reconhecido internacionalmente, que controla Trípoli. Ontem, Hifter anunciou ter assumido o controle do aeroporto da capital. Um avião de suas forças bombardeou o aeroporto, colocando civis em fuga.
As Nações Unidas também pediram o fim da ofensiva e a retomada do diálogo entre os governos paralelos para organizar eleições que permitam reconstruir o sistema político do país.
O general, que domina a região de Bengázi, no Leste da Líbia, lançou na quinta-feira uma ofensiva contra o Governo do Acordo Nacional, reconhecido internacionalmente, que controla Trípoli. Ontem, Hifter anunciou ter assumido o controle do aeroporto da capital. Um avião de suas forças bombardeou o aeroporto, colocando civis em fuga.
As Nações Unidas também pediram o fim da ofensiva e a retomada do diálogo entre os governos paralelos para organizar eleições que permitam reconstruir o sistema político do país.
sábado, 6 de abril de 2019
General Hifter anuncia ter assumido o controle do aeroporto de Trípoli
Dois dias depois de mandar suas forças marcharem rumo à capital, o general Khalifa Hifter, comandante do autointitulado Exército Nacional da Líbia, anunciou hoje ter tomado o aeroporto de Trípoli.
O enviado especial das Nações Unidas insiste na abertura de negociações com o Governo do Acordo Nacional, reconhecido internacionalmente, para realização de eleições nacionais.
A Líbia vive em estado de anarquia desde a queda e morte do ditador Muamar Kadafi, em 2011, com milícias rivais disputando o poder. Hifter domina a região de Bengázi, no Leste do país. Sua ofensiva visa a reunificar a Líbia, mas pode ser o início de um novo período de guerra civil, violência e anarquia.
O Governo do Acordo Nacional é fruto de um acordo assinado em 17 de dezembro de 2015 sob a supervisão do Conselho de Segurança da ONU.
Kadafi foi deposto por uma intervenção militar internacional liderada pelos Estados Unidos, a França e o Reino Unido, com a autorização do Conselho de Segurança, para evitar em massacre de civis em caso de vitória do ditador. Mas não houve uma missão de paz para pacificar o país, reconstruir o Estado, organizar partidos políticos e a sociedade civil de modo a preparar a Líbia para eleições democráticas.
O presidente Barack Obama considera um dos piores erros de seu governo não ter cuidado do pós-guerra civil na Líbia. A paz não chegou até hoje.
O enviado especial das Nações Unidas insiste na abertura de negociações com o Governo do Acordo Nacional, reconhecido internacionalmente, para realização de eleições nacionais.
A Líbia vive em estado de anarquia desde a queda e morte do ditador Muamar Kadafi, em 2011, com milícias rivais disputando o poder. Hifter domina a região de Bengázi, no Leste do país. Sua ofensiva visa a reunificar a Líbia, mas pode ser o início de um novo período de guerra civil, violência e anarquia.
O Governo do Acordo Nacional é fruto de um acordo assinado em 17 de dezembro de 2015 sob a supervisão do Conselho de Segurança da ONU.
Kadafi foi deposto por uma intervenção militar internacional liderada pelos Estados Unidos, a França e o Reino Unido, com a autorização do Conselho de Segurança, para evitar em massacre de civis em caso de vitória do ditador. Mas não houve uma missão de paz para pacificar o país, reconstruir o Estado, organizar partidos políticos e a sociedade civil de modo a preparar a Líbia para eleições democráticas.
O presidente Barack Obama considera um dos piores erros de seu governo não ter cuidado do pós-guerra civil na Líbia. A paz não chegou até hoje.
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quarta-feira, 2 de maio de 2018
Estado Islâmico ataca sede da comissão eleitoral da Líbia
A organização terrorista Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade por um ataque em que terroristas suicidas e atiradores atacaram a sede central da comissão eleitoral da Líbia, em Trípoli, a capital do país. Pelo menos 11 pessoas foram mortas e o prédio foi incendiado, noticiou hoje a agência Reuters.
O ataque é mais uma tentativa de tentar impedir a organização de eleições a serem realizadas até o fim do ano como parte do esforço das Nações Unidas para criar um governo nacional capaz de unir, estabilizar e pacificar a Síria depois de anos de anarquia.
Sete anos depois da revolução e queda da ditadura de 42 anos do coronel Muamar Kadafi, com intervenção militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a aliança militar liderada pelos Estados Unidos, com o aval do Conselho de Segurança das Nações Unidas, três governos provisórios disputam o poder.
A Câmara dos Deputados com sede em Tobruk e seu governo, liderado pelo primeiro-ministro Abdullah al-Thani, é o principal órgão legislativo do Acordo Político Líbio. Mas seu controle é limitado, assim como de seu aliado, o general Khalifa Hifter, comandante do autoproclamado Exército Nacional da Líbia, fundado há quatro anos.
Com quartel-general em Bengázi, no Leste do país, este exército não conseguiu avanços importante no Oeste nos últimos 12 meses.
No Oeste da Líbia, onde fica a capital, Trípoli, o poder está nas mãos do Governo do Acordo Nacional e seu conselho presidencial, liderado pelo primeiro-ministro Fayez al-Serraj, reconhecido pela ONU como o governo oficial da Líbia. Mas o poder de fato está com as milícias de Trípoli, Zintã, Missurata e outras cidades. Elas sabem que o Exército Nacional não tem força para assumir o controle do país inteiro.
O ataque é mais uma tentativa de tentar impedir a organização de eleições a serem realizadas até o fim do ano como parte do esforço das Nações Unidas para criar um governo nacional capaz de unir, estabilizar e pacificar a Síria depois de anos de anarquia.
Sete anos depois da revolução e queda da ditadura de 42 anos do coronel Muamar Kadafi, com intervenção militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a aliança militar liderada pelos Estados Unidos, com o aval do Conselho de Segurança das Nações Unidas, três governos provisórios disputam o poder.
A Câmara dos Deputados com sede em Tobruk e seu governo, liderado pelo primeiro-ministro Abdullah al-Thani, é o principal órgão legislativo do Acordo Político Líbio. Mas seu controle é limitado, assim como de seu aliado, o general Khalifa Hifter, comandante do autoproclamado Exército Nacional da Líbia, fundado há quatro anos.
Com quartel-general em Bengázi, no Leste do país, este exército não conseguiu avanços importante no Oeste nos últimos 12 meses.
No Oeste da Líbia, onde fica a capital, Trípoli, o poder está nas mãos do Governo do Acordo Nacional e seu conselho presidencial, liderado pelo primeiro-ministro Fayez al-Serraj, reconhecido pela ONU como o governo oficial da Líbia. Mas o poder de fato está com as milícias de Trípoli, Zintã, Missurata e outras cidades. Elas sabem que o Exército Nacional não tem força para assumir o controle do país inteiro.
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Grupos armados tomam ministérios na Líbia
Grupos armados ocuparam vários ministérios, entre eles Defesa, Economia e Justiça, ontem em Trípoli, a capital da Líbia, informou a televisão saudita Al Arabiya. São milícias ligadas do Congresso Nacional Geral, o primeiro parlamento eleito depois da queda do ditador Muamar Kadafi, em agosto de 2011.
Com três governos rivais disputando o poder, o Governo do Acordo Nacional, reconhecido internacionalmente vai perdendo força diante das milícias da cidade de Missurata que apoiam o CNG e do Exército Nacional da Líbia que o marechal Khalifa Hifter tenta criar.
A Líbia pós-Kadafi é um país dividido em estado de anarquia, um foco de instabilidade no Norte da África com grandes repercussões em países miseráveis mais ao sul e no Oriente Médio.
Vários países do Sahel enfrentam rebeliões lideradas por extremistas muçulmanos com armas e treinamento líbios. Sob pressão no Oriente Médio, a organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante tentou instalar uma base em Sirte, a cidade natal de Kadafi.
Com três governos rivais disputando o poder, o Governo do Acordo Nacional, reconhecido internacionalmente vai perdendo força diante das milícias da cidade de Missurata que apoiam o CNG e do Exército Nacional da Líbia que o marechal Khalifa Hifter tenta criar.
A Líbia pós-Kadafi é um país dividido em estado de anarquia, um foco de instabilidade no Norte da África com grandes repercussões em países miseráveis mais ao sul e no Oriente Médio.
Vários países do Sahel enfrentam rebeliões lideradas por extremistas muçulmanos com armas e treinamento líbios. Sob pressão no Oriente Médio, a organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante tentou instalar uma base em Sirte, a cidade natal de Kadafi.
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Foguete atinge maior porto exportador de petróleo da Líbia
Em meio a uma batalha entre milícias que apoiam dois governos paralelos, um foguete atingiu hoje o porto de Es Sider, maior terminal de exportação de petróleo da Líbia, mas os danos não foram muito significativos, reportou a agência Reuters.
Os dois maiores terminais de petróleo líbios estão fechados há duas semanas por causa dos combates entre milícias islamitas e grupos secularistas liderados pelo general Khalifa Hifter, que foi nomeado comandante do Exército pelo governo reconhecido internacionalmente.
A Líbia não tem um governo estável desde a queda do ditador Muamar Kadafi, em agosto de 2011.
Os dois maiores terminais de petróleo líbios estão fechados há duas semanas por causa dos combates entre milícias islamitas e grupos secularistas liderados pelo general Khalifa Hifter, que foi nomeado comandante do Exército pelo governo reconhecido internacionalmente.
A Líbia não tem um governo estável desde a queda do ditador Muamar Kadafi, em agosto de 2011.
domingo, 7 de dezembro de 2014
General Hifter será nomeado comandante do Exército da Líbia
A Câmara dos Deputados da Líbia, o parlamento reconhecido internacionalmente, vai indicar nos próximos dias o general Khalifa Hifter para comandante do Exército, informou a televisão pública britânica BBC.
Desde outubro de 2014, o general Hifter coordena as forças leais ao governo provisório nos combates contra milícias islamitas na capital, Trípoli, e na segunda maior cidade do país, Bengázi. Sob pressão dos jihadistas, os deputados fugiram da capital e se reúnem na cidade de Tobruk, enquanto o velho parlamento, leal às milícias islamitas, faz sessões na capital.
Desde a queda do ditador Muamar Kadafi, em 2011, a Líbia não tem um governo estável. Kadafi desinstitucionalizou o país, colocando tudo sob seu controle. Por medo de golpes militares, não tinha nem Forças Armadas organizadas.
Com uma população pequena, de apenas 6,2 milhões de habitantes, e grandes jazidas de petróleo e gás natural, a Líbia tem tudo para ser um país rico. Primeiro, precisa reconstruir o Estado Nacional.
O prolongado conflito na Líbia aumentou o tráfico de armas no Norte da África, com reflexo sobre os países do Sahel, onde aumentou o terrorismo de grupos aliados ideologicamente à rede terrorista Al Caeda, na Nigéria, no Mali, na República Centro-Africana e na Somália. Agora, aliados do Estado Islâmico do Iraque e do Levante declararam que Derna é a primeira cidade líbia a aderir ao Califado.
Na semana passada, oficiais do Pentágono, o Departamento da Defesa dos Estados Unidos manifestaram preocupação com a existência de centros de treinamento do Estado Islâmico no deserto da Líbia, onde pelo menos 200 jihadistas estariam sendo preparados para a "guerra santa" contra os infiéis - todos que não comungarem com sua versão extremada do Corão Sagrado.
Desde outubro de 2014, o general Hifter coordena as forças leais ao governo provisório nos combates contra milícias islamitas na capital, Trípoli, e na segunda maior cidade do país, Bengázi. Sob pressão dos jihadistas, os deputados fugiram da capital e se reúnem na cidade de Tobruk, enquanto o velho parlamento, leal às milícias islamitas, faz sessões na capital.
Desde a queda do ditador Muamar Kadafi, em 2011, a Líbia não tem um governo estável. Kadafi desinstitucionalizou o país, colocando tudo sob seu controle. Por medo de golpes militares, não tinha nem Forças Armadas organizadas.
Com uma população pequena, de apenas 6,2 milhões de habitantes, e grandes jazidas de petróleo e gás natural, a Líbia tem tudo para ser um país rico. Primeiro, precisa reconstruir o Estado Nacional.
O prolongado conflito na Líbia aumentou o tráfico de armas no Norte da África, com reflexo sobre os países do Sahel, onde aumentou o terrorismo de grupos aliados ideologicamente à rede terrorista Al Caeda, na Nigéria, no Mali, na República Centro-Africana e na Somália. Agora, aliados do Estado Islâmico do Iraque e do Levante declararam que Derna é a primeira cidade líbia a aderir ao Califado.
Na semana passada, oficiais do Pentágono, o Departamento da Defesa dos Estados Unidos manifestaram preocupação com a existência de centros de treinamento do Estado Islâmico no deserto da Líbia, onde pelo menos 200 jihadistas estariam sendo preparados para a "guerra santa" contra os infiéis - todos que não comungarem com sua versão extremada do Corão Sagrado.
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014
ONU anuncia trégua humanitária na Líbia
As milícias e governos paralelos que disputam o poder na Líbia aceitaram ontem uma proposta das Nações Unidas de um cessar-fogo para permitir a ajuda humanitária a Bengázi, a segunda maior cidade do país.
Há uma expectativa de estender a trégua, se for respeitada. A Batalha de Bengázi se intensificou em outubro, quando o general Khalifa Hifter, apoiado pelo governo provisório reconhecido internacionalmente lançou hoje ofensiva contra as milícias islamitas que tomaram a cidade.
O país vive sob o caos e anarquia desde a queda do ex-ditador Muamar Kadafi, em agosto de 2011.
Há uma expectativa de estender a trégua, se for respeitada. A Batalha de Bengázi se intensificou em outubro, quando o general Khalifa Hifter, apoiado pelo governo provisório reconhecido internacionalmente lançou hoje ofensiva contra as milícias islamitas que tomaram a cidade.
O país vive sob o caos e anarquia desde a queda do ex-ditador Muamar Kadafi, em agosto de 2011.
domingo, 2 de novembro de 2014
Forças pró-governo da Líbia retomam parte de Bengázi
O Exécito da Líbia e as forças secularistas comandadas pelo general Khalifa Hifter, aliado do governo provisório, retomaram alguns bairros de Bengázi, a segunda maior cidade do país, dominada por milícias extremistas muçulmanas, noticiou hoje a televisão árabe especializada em jornalismo Al Jazira. Pelo menos 36 pessoas morreram.
Há duas semanas, o general Hifter lançou uma ofensiva para tentar recapturar regiões do país em poder das milícias islamitas. Até agora, 254 pessoas na ofensiva.
Esta luta pelo poder entre facções rivais aumenta a violência, a instabilidade e a anarquia na Líbia. Três anos depois da queda e morte do ditador Muamar Kadafi, o país tem dois parlamentos concorrentes e o governo provisório não controla as duas maiores cidades líbias.
Uma das mílicias atacadas em Bengázi foi o grupo Ansar al-Charia, acusado pelo ataque contra o Consulado dos Estados Unidos na cidade em 11 de setembro de 2012, quando o embaixador Chris Stevens e três outros cidadãos americanos foram mortos. A ofensiva governamental recapturou um quartel a caminho do aeroporto de Bengázi.
Há duas semanas, o general Hifter lançou uma ofensiva para tentar recapturar regiões do país em poder das milícias islamitas. Até agora, 254 pessoas na ofensiva.
Esta luta pelo poder entre facções rivais aumenta a violência, a instabilidade e a anarquia na Líbia. Três anos depois da queda e morte do ditador Muamar Kadafi, o país tem dois parlamentos concorrentes e o governo provisório não controla as duas maiores cidades líbias.
Uma das mílicias atacadas em Bengázi foi o grupo Ansar al-Charia, acusado pelo ataque contra o Consulado dos Estados Unidos na cidade em 11 de setembro de 2012, quando o embaixador Chris Stevens e três outros cidadãos americanos foram mortos. A ofensiva governamental recapturou um quartel a caminho do aeroporto de Bengázi.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
General rebelde se alia ao Parlamento da Líbia
O Parlamento da Líbia anunciou hoje uma aliança formal com o general da reserva Khalifa Hifter, que tomou a iniciativa de enfrentar as milícias fundamentalistas muçulmanas que tentam impor sua lei ao país, noticiou hoje a agência Reuters.
Três anos depois da queda e morte do ditador Muamar Kadafi na chamada Primavera Árabe, as milícias que o derrubaram ainda lutam pelo poder na Líbia. O país está à beira da guerra civil, com o novo Parlamento eleito neste ano instalado provisoriamente na cidade de Tobruk, porque a capital, Trípoli, foi tomada por milícias jihadistas.
Nenhuma das milícias mostrou força suficiente até agora para dominar o país inteiro, as forças governamentais são fracas por causa da fraqueza das instituições da era Kadafi e potências estrangeiras relutam em se envolver.
Três anos depois da queda e morte do ditador Muamar Kadafi na chamada Primavera Árabe, as milícias que o derrubaram ainda lutam pelo poder na Líbia. O país está à beira da guerra civil, com o novo Parlamento eleito neste ano instalado provisoriamente na cidade de Tobruk, porque a capital, Trípoli, foi tomada por milícias jihadistas.
Nenhuma das milícias mostrou força suficiente até agora para dominar o país inteiro, as forças governamentais são fracas por causa da fraqueza das instituições da era Kadafi e potências estrangeiras relutam em se envolver.
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