sexta-feira, 6 de abril de 2007

Buenos Aires terá pólo científico multidisciplinar

A capital da Argentina vai construir um centro científico multidisciplinar com três institutos de pesquisa, laboratórios, alojamento para pesquisadores visitantes, centro de convenções, auditório, espaço para exposições e um museu de ciências interativo.

O projeto, da Universidade de Buenos Aires, prevê a construção de prédios novos no bairro de Palermo Viejo, no quarteirão formado pelas ruas Juan B. Justo, Godoy Cruz, Soler e Paraguay, informa o jornal La Nación. Deve entrar logo em licitação.

Um dos centros de pesquisa será de ciências biomédicas, outro de ciências humanas e sociais, e o terceiro de alta tecnologia.

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Rice abrirá diálogo com o Irã

O presidente George Walker Bush criticou a mulher mais poderosa dos Estados Unidos, a presidente da Câmara, a deputada democrata Nancy Pelosi, por conversar pessoalmente com o presidente da Síria, Bachar al-Assad, um dos principais inimigos dos EUA na região. Mas a segunda mulher mais poderosa do país, sua secretária de Estado, Condoleezza Rice, deverá iniciar um diálogo com o Irã ainda neste mês, numa conferência internacional sobre o Iraque com a participação dos países vizinhos e das grandes potências mundiais.

Banco da Inglaterra deixa juros em 5,25% ao ano

O Banco da Inglaterra, banco central do Reino Unido, decidiu hoje manter inalterada sua taxa básica de juros em 5,25% ao ano, sem fazer maiores comentários.

Muitos economistas acreditam que o banco voltará a aumentar os juros na sua próxima reunião, em maio, porque a inflação na Grã-Bretanha chegou a 3% ao ano em dezembro e se manteve com esta taxa,um ponto percentual acima da meta inflacionária, nos meses de janeiro e fevereiro.

Desaceleração moderada nos EUA não abala economia mundial, prevê FMI

A desaceleração da economia dos Estados Unidos não terá maior impacto sobre a economia internacional, a não ser que aquele país entre numa recessão, afirma a última edição da Perspectiva Econômica Mundial do Fundo Monetário Internacional, divulgada parcialmente hoje.

Na análise de conjuntura do FMI, os setores mais afetados da maior economia do mundo são imobiliário e manufatureiro, que seriam questões internas dos EUA com "limitado impacto global", revela o Financial Times.

"A maioria dos países deve ter condições de se descolar da economia dos EUA e manter um crescimento forte se a desaceleração nos EUA continuar moderada como esperado", diz o relatório do FMI.

Opinião pública dá basta a guerras de Bush

A rejeição da sociedade americana à guerra no Iraque atinge outras áreas das relações exteriores dos Estados Unidos, revela a última pesquisa sobre a confiança na política externa do país.

Sob o espectro desta Síndrome do Iraque, a imensa maioria da opinião pública americana é contra um ataque contra as instalações nucleares do Irã, suspeito de desenvolver armas atômicas, revela a revista Foreign Affairs.

Fábricas de computadores desrespeitam consumidor

Os novos computadores pessoais obrigam os consumidores a passar horas desintalando software e anúncios que retardam o funcionamento das máquinas.

Em sua coluna em The Wall St. Journal, Walter Mossberg acusa as empresas de falta de respeito pelo consumidor: "Os fabricantes não agem como se o computador fosse para você."

Lula não tem pressa, diz The Economist

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem pressa, afirma a edição de hoje da revista inglesa The Economist.

Cinco meses depois de sua reeleição, finalmente nomeou seu ministério, costurando uma aliança que deve garantir, prevê a revista, "relações relativamente tranqüilas com o Congresso". Mas "a câmera lenta na mudança do ministério dá o ritmo para um segundo governo sem grandes ambições".

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Líder democrata encontra presidente da Síria

Em um desafio à política do governo George Walker Bush para o Oriente Médio, a presidente da Câmara de Representantes, deputada Nancy Pelosi, principal líder democrata no Congresso dos Estados Unidos, encontrou-se hoje em Damasco com o presidente da Síria, Bachar al-Assad, considerado um dos maiores inimigos dos americanos na região.

Bush criticou Nancy Pelosi, alegando que o contato com a Síria, acusada pelo Departamento de Estado de apoiar grupos terroristas, "contraproducente". Mas o ex-presidente Jimmy Carter, do Partido Democrata, declarou hoje estar "feliz por ela ter ido. Quando há uma crise, a melhor maneira de resolvê-la é negociar com as pessoas-chaves para solução do problema".

Em outras palavras, a paz negocia-se com o inimigo, não com amigos.

Pelosi está na Síria desde terça-feira, onde manifestou a Assad sua preocupação com o apoio sírios a grupos militantes palestinos que são contra um acordo de paz com Israel e à milícia fundamentalista xiita libanesa Hesbolá (Partido de Deus).

A Síria é a principal aliada do Irã no mundo árabe, exerce forte influência sobre os muçulmanos libaneses e não está negociando a paz com Israel, que ocupou as Colinas do Golã, na Guerra dos Seis Dias, em 1967, anexando-as em 1981. Israel controla ainda o Mar da Galiléia, que os sírios gostariam de compartilhar, porque fica na fronteira entre os dois países.

No final do ano passado, o Grupo de Estudos sobre o Iraque, presidido pelo ex-secretário de Estado James Baker e pelo ex-deputado democrata Le Hamilton, fez diversas sugestões, inclusive a abertura de diálogo com a Síria e o Irã. Nancy Pelosi, que lidera a oposição à guerra na Câmara e quer marcar prazos para a retirada dos EUA do Iraque, decidiu conversar com Assad.

Do Jardim de Rosas da Casa Branca, Bush mandou sua resposta: "Fotos e encontros com o presidente Assad levam seu governo a acreditar que eles são parte da comunidade internacional, quando, de fato, é um Estado que patrocina o terrorismo".

Obama já arrecadou US$ 25 milhões

O senador negro Barack Obama, principal rival da senadora e ex-primeira-dama Hillary Clinton, arrecadou US$ 25 milhões em três meses para sua campanha para obter a candidatura do Partido Democrata à Presidência dos Estados Unidos em 2008.

Obama não bateu o recorde de Hillary, que conseguiu US$ 26 milhões no mesmo período. Mas, com a ajuda da Internet, recebeu doações de 100 mil pessoas. Mais da metade dos US$ 25 bilhões foi obtida graças à Internet.

Irã liberta os 15 militares britânicos

Num gesto descrito pelo presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, como "um presente para o povo da Grã-Bretanha", o governo iraniano anunciou hoje a libertação dos 15 fuzileiros navais e marinheiros detidos há 12 dias no Golfo Pérsico sob a acusação de invadirem o mar territorial do Irã. O Reino Unido alega que eles estavam patrulhando águas territoriais do Iraque.

Com ironia, pediu ao primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que não puna os militares "por dizerem a verdade", numa referência às entrevistas dos presos na televisão iraniana, denunciadas como armação,

Ao comentar a libertação dos militares, o primeiro-ministro dirigiu-se ao povo iraniano dizendo que a diplomacia é a melhor maneira de resolver os problemas entre os países, um recado associado à suspeição da sociedade internacional de que a república islâmica esteja desenvolvendo armas nucleares.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou sanções contra o Irã, que se nega a suspender o enriquecimento de urânio e a abrir suas instalações nucleares a inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica.

Em Nova Iorque, o preço do petróleo caiu em 75 centavos por barril. Às 13h de Brasília, estava em US$ 63,87.

Ao que tudo indica, houve uma troca de presos. Os Estados Unidos teriam libertado um alto funcionário do serviço secreto iraniano seqüestrado em Bagdá e poderiam soltar em breve cinco agentes do Irã detidos na cidade de Arbil, na região curda no norte do Iraque. Negando qualquer negociação, o secretário da Defesa dos EUA, Robert Gates, disse que os cinco agentes iranianos não serão soltos.

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, fez um show da libertação dos reféns. Primeiro, condecorou os guardas revolucionários que prenderam os britânicos.

Depois, anunciou a libertação dos prisioneiros como homenagem ao nascimento do profeta Maomé. Cumprimentou-os um a um. Fez piadas sobre suas "férias forçadas" e ironizou o fato das Forças Armadas britânicas terem mulheres com o comentário de que assim "as mães ficam longe de casa".

terça-feira, 3 de abril de 2007

Anúncios na Internet baterão rádio em 2008

O volume de negócios com propaganda na Internet no mundo inteiro vai superar os anúncios em rádio em 2008, um ano antes do previsto anteriormente, revela hoje uma pesquisa publica pela Zenith Optimedia. No Reino Unido e na Suécia, a propaganda na Internet já superou o faturamento dos anúncios em jornais.

Esse avanço da Internet contrasta com a previsão de crescimento zero da publicidade nos jornais dos Estados Unidos e de queda no Reino Unido e na Suécia. O Reino Unido é o mercado com maior participação da rede mundial de computadores no bolo publicitário, uma fatia do mercado que deve chegar a 22,6% em 2009.

No mundo inteiro, o mercado publicitário deve crescer 5,2% neste ano. Em 2009, a Internet deverá ter uma participação de 9% do total,

Vendas de GM e Ford caem e da Toyota sobem

A empresa japonesa Toyota avança para se tornar a maior fabricante mundial de automóveis ainda neste ano. Enquanto as Três Grandes de Detroit, a General Motors, a Ford e a Chrysler tiveram queda de vendas em março no mercado americano, principalmente de caminhonetes e utilitários esportivos, a Toyota, um dos símbolos da nova economia, cresce com a venda de carros mais econômicos.

Para a GM, a queda foi de 4,2% e de 8% para utilitários esportivos. A Ford vendeu 9% a menos e 14% carros a menos. E a Chrysler teve queda de 4,6%. Já a Toyota aumentou suas vendas em 12%.

União política é desafio da Europa aos 50 anos

A Europa festejou em 25 de março os 50 anos da assinatura do Tratado de Roma, que criou a Comunidade Econômica Européia (CEE), como o maior bloco comercial do mundo e um continente livre da guerra.

Mais do que uma prosperidade sem precedentes, a integração regional consolidou a paz no continente que provocou duas guerras mundiais e criou um contraponto à dominação da União Soviética sobre a Europa Oriental durante a Guerra Fria. Seu desafio é a união política. Caso contrário, a Europa corre o risco de se tornar irrelevante.

“Nos próximos 50 anos, o grande desafio é a integração política”, declarou no Rio o diretor-geral de Relações Exteriores da Comissão Européia, Eneko Landáburu, ao participar do seminário 50 Anos dos Tratados de Roma, realizado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e a Fundação Konrad Adenauer.

O sonho de Jean Monnet de uma Europa unida começou a tomar forma com o Plano Schuman. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1943, quando pertencia ao Comitê de Libertação Nacional, ele foi profético: “Não haverá paz na Europa se os países foram reconstituídos na base da soberania nacional. Os países europeus são muito pequenos para garantir a seus povos a prosperidade e o desenvolvimento social necessários. Devem formar uma federação”.

Em 9 de maio de 1950, cinco anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial, o ministro do Exterior da França, Robert Schuman, lançava seu plano. Para prevenir uma nova guerra, uma única autoridade controlaria a produção de carvão e aço na Alemanha e na França.

Daí surge, em 1951, a Comunidade Européia do Carvão e do Aço, precursora da CEE, que iniciaria a integração econômica do continente com apenas seis países: Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália e Luxemburgo. Nos anos 60, o presidente francês, Charles de Gaulle, vetou duas vezes o ingresso da Grã-Bretanha, temendo a influência dos EUA.

A primeira onda de expansão viria nos anos 70, quando entraram Dinamarca, Grã-Bretanha e Irlanda. Nos anos, foi a vez dos países europeus que se livraram de ditaduras de direita. Em 1981, a Grécia é aceita na CEE. Portugal e Espanha entram em 1986.

Em 1987, entra em vigor o Ato Único Europeu, que cria o mercado único europeu, acabando com as restrições internas ao comércio de bens, e institucionaliza o fundo de desenvolvimento estrutural empregado para estimular as economias mais pobres, com efeitos notáveis em Portugal, Espanha, Grécia e Irlanda.

Eram 12 países-membros da CEE quando caiu o Muro de Berlim, em 1989, alargando o horizonte de expansão da Europa unida para a Europa Oriental. Em 1991, o Tratado de Maastricht tentava aprofundar a integração. Criava a União das Comunidades Européias ou União Européia (UE), lançava a união monetária e econômica, e a política externa de defesa e segurança comum.

Leia a íntegra em minha coluna de política internacional no Baguete.

Trem-bala francês bate recorde a quase 600 km/h

O trem de alta velocidade (TGV, do francês) bateu hoje seu próprio recorde mundial de velocidade sobre trilhos com 574,7 quilômetros horários. A marca anterior, de maio de 1990, era de 515,3 km/h.

Tentativa de seqüestro gerou crise dos reféns

Uma tentativa fracassado de seqüestrar dois altos funcionários da segurança do Irã em visita oficial ao Norte do Iraque deflagrou a crise que levou dez semanas mais tarde à prisão de 15 fuzileiros navais e marinheiros britânicos pela Guarda Revolucionária iraniana no Golfo Pérsico, afirma hoje o jornal inglês The Independent.

Na madrugada de 11 de janeiro comandos de helicópteros americanos fizeram um ataque-surpresa contra um escritório de ligação do Irã em Irbil, no Curdistão iraquiano. Prenderam cinco oficiais iranianos de baixo escalão que os EUA acusam de espionagem e ainda não libertaram.

Na verdade, sustenta o Independent, o objetivo era muito mais ambicioso, prender dois homens que estão no centro do aparelho de segurança do Irã: os generais Mohammed Jafari, subchefe do conselho de Segurança Nacional do Irã, e Minojahar Frouzanda, chefe de inteligência da Guarda Revolucionária, que mantém seu próprio serviço secreto e suas próprias forças aérea, naval e terrestre. Foram guardas revolucionários que detiveram os ingleses 11 dias atrás.

Hillary bate recorde de arrecadação

Com a valorosa ajuda do marido, o ex-presidente Bill Clinton, a senadora e ex-primeira dama Hillary, que aspira à candidatura do Partido Democrata à Presidência dos Estados Unidos, já arrecadou US$ 26 milhões para sua campanha à Casa Branca.

Suprema Corte autoriza agência a regular emissões

Numa derrota para o governo George Walker Bush, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu ontem que a Agência de Proteção Ambiental tem autoridade para controlar as emissões de dióxido de carbono, principal responsável pelo aquecimento da atmosfera da Terra.

Bush não assinou o Protocolo de Quioto, um acordo internacional para congelar as emissões dos gases que provocam o efeito estufa nos países ricos nos níveis do início dos anos 90.

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Suprema Corte rejeita apelo de Guantânamo

A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou hoje um apelo dos presos na base naval de Guantânamo, que queriam questionar seu confinamento há cinco anos, na imensa maioria dos casos sem acusação formal nem processo judicial. É uma vitória do governo George Walker Bush, que chama os presos na guerra contra o terrorismo dos fundamentalistas muçulmanos de "combatentes ilegais" para lhes negar os direitos previstos nas Convenções de Genebra.

Em duas ocasiões anteriores, o supremo tribunal americano ampliara a proteção legal aos suspeitos de terrorismo detidos depois dos atentados de 11 de setembro. Dos 385 prisioneiros que estão hoje no centro de detenção da base de Guantânamo, um enclave americano em Cuba, apenas 10 foram denunciados criminalmente.

Depois dessas derrotas na Suprema Corte, Bush conseguiu a aprovação de uma lei que proíbe os tribunais federais dos EUA de aceitar quaisquer recursos dos suspeitos de terrorismo. O governo americano nega-se a submetê-los a um processo legal de acordo com as regras da Justiça, alegando que isto daria um palanque aos terroristas e que exporia os métodos usados pelos agentes americanos nesta guerra.

EUA e Coréia do Sul fazem acordo de livre comércio

Depois de um ano e dois meses de negociações, os Estados Unidos e a Coréia do Sul fecharam um acordo de livre comércio, que ainda depende da aprovação dos dois parlamentos nacionais para entrar em vigor, informa hoje The Wall Street Journal Online.

É o maior acordo comercial feito pelos EUA desde a assinatura do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, do inglês), assinado em 1992 e ratificado em 1993, entrando em vigor em 1994, e o maior da História da Coréia do Sul. No ano passado, o comércio bilateral entre os dois países foi de US$ 75 bilhões.

Fantasmas de 11/9 assombram candidatura Giuliani

Enquanto George W. Bush se escondia, em 11 de setembro de 2001, ele posou como o verdadeiro presidente dos Estados Unidos, comandando as operações de socorro. Mas agora que o ex-prefeito de Nova Iorque Rudolph Giuliani é o favorito para ser o próximo candidato do Partido Republicano à Casa Branca, os fantasmas do pior ataque terrorista da História voltam para assombrá-lo.

"Se Rudolph Giuliani estivesse concorrendo como o homem que limpou a Times Square e reduziu a criminalidade, e não pelo 11/9, eu não abriria a boca", afirmou Sally Regenhard. Seu filho foi um dos 343 bombeiros nova-iorquinos mortos no atentado terrorista contra o World Trade Center. "Quando ele faz campanha em cima do 11/9, o povo americano precisa saber que ele fez parte do problema."

Durante uma audiência em Nova Iorque em 2004, Sally gritou: "Meu filho foi assassinado por causa de sua incompetência!"

Giuliani, que tem 55% das preferências no eleitorado republicano, sofre duas acusações:
• Seu governo não dotou os bombeiros de Nova Iorque de equipamentos modernos de rádio-comunicação, como reclamam os parentes dos bombeiros soterrados no desabamento das torres gêmeas. Eles usavam o mesmo equipamento de seus colegas chamados no primeiro atentado terrorista contra o World Trade Center, em 1993.
• Em novembro de 2001, Giuliani decidiu acelerar a remoção dos escombros do chamado Ponto Zero. Os bombeiros ficaram furiosos com a redução do número dos que procuravam restos mortais de seus colegas. O prefeito voltou atrás dias depois.

"Queremos que os Estados Unidos saibam o que esse cara significa para os bombeiros da cidade de Nova Iorque", disse Peter Gorman, presidente da Associação dos Bombeiros. "Nas nossas experiências com este homem, ele nos desrespeitou da maneira mais horrível".

Mais de cinco anos e meio depois, restos humanos continuam aflorando no terreno onde ficava o WTC.