Em encontro em que cobrou dos empresários que controlem preços e criem empregos, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, ofereceu em troca maior proteção do mercado argentino.
O país enfrenta uma inflação elevada, estava fora do mercado internacional de crédito antes da crise financeira global e os preços dos produtos primários que exporta, como a soja, andam em queda pela expectativa de redução da procura num mundo com crescimento menor e grandes economias em recessão.
A presidente alega que a economia real vai bem. A Argentina é uma grande produtora de alimentos e as pessoas não vão parar de comer, argumenta o governo. Mas o choque da crise, dependendo do tamanho, vai mostrar mais ou menos as falhas do modelo econômico kirchnerista.
Um economista que assessora o casal Kirchner declarou à imprensa argentina que é hora de aumentar os gastos públicos sem se preocupar com a inflação e o déficit público.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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