terça-feira, 5 de maio de 2020

Reino Unido passa Itália e é segundo país em mortes pelo coronavírus

O Reino Unido ultrapassa a Itália em número de mortes pela pandemia do novo coronavírus. Com 693 óbitos num dia, chega a 29.427 em quase 195 mil casos. Fica atrás apenas dos Estados Unidos, que passam de 72 mil mortes, com mais de 2,3 mil nesta terça-feira. 

Com mais de 600 óbitos em 24 horas, o Brasil é o terceiro país em número de mortes num dia, o sexto em número total de mortes, 7.958, e o nono em casos confirmados, mais de 115 mil. A maioria dos contaminados no Brasil tem entre 20 e 49 anos. 

A França tem 330 mortes em 24 horas, o maior número desde 29 de abril, chega a 25 mil e 500 casos e deve superar a Espanha, onde mais de 25 mil e 600 pessoas morreram em 250 mil casos confirmados, o segundo maior número. O Senado da França votou a favor de prorrogar o estado de emergência de saúde pública até 10 de julho.

No mundo inteiro, mais de 3 milhões 727 mil pessoas pegaram a covid-19, 258 mil morreram e quase 1 milhão 242 mil foram curadas. Dos casos encerrados, 17 por cento terminaram em morte. A África chega a 47 mil casos e mil 843 mortes. Meu comentário:

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Nova projeção prevê 134 mil mortes pelo coronavírus nos EUA

Uma nova projeção da Universidade de Washington prevê 134 mil mortes pela pandemia do novo coronavírus até agosto nos Estados Unidos, o dobro da estimativa anterior. Até agora, o país registra 1 milhão 212 mil casos confirmados e mais de 69 mil e 900 casos. 

A Casa Branca espera 3 mil mortes e 200 mil novos casos por dia no fim deste mês. Com mais de 40 estados anunciando medidas para reduzir o distanciamento físico e social nesta semana, a expectativa é de um novo aumento no número de casos e de mortes.

No mundo, o total de casos da covid-19 passa de 1 milhão 620 mil, com mais de 250 mil mortes. É uma das doenças que mais mata no mundo. No pico de abril, passou dos cânceres de seios e pulmão, da malária e dos acidentes de trânsito. 

No Brasil, são mais de 108 mil casos e pelo menos 7 mil 367 mortes. A África chega a 44 mil casos e mil 788 mortes. Meu comentário:

domingo, 3 de maio de 2020

Pandemia pode durar dois anos e ter segunda onda mais forte

O novo coronavírus pode causar novas ondas de contaminação nos próximos dois anos, talvez até mais fortes do que a atual, adverte um relatório do Centro de Pesquisas sobre Doenças Infecciosas e Política da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, citado pelo jornal israelense The Jerusalem Post.

No primeiro momento, havia uma esperança. Se fosse um vírus como o da gripe, o coronavírus poderia ser enfraquecido pelo calor e a pandemia suavizada no verão. Mas uma análise de oito grandes pandemias desde o século 18 não mostra este padrão sazonal.

O fato de Belém e Manaus, as capitais da Amazônia, terem sido duramente golpeadas, indicam que o coronavírus não perdeu força com o calor.

Sete desapareceram sem intervenção humana significativa, mas tiveram um novo pico seis meses mais tarde. Algumas apresentaram ondas menores até dois anos depois da primeiras. Só uma, em 1968, seguiu o padrão das gripes. Na Europa, a mortalidade foi maior no segundo ano.

As pandemias tendem a durar de um ano e meio a dois anos, quando se desenvolve a chamada imunidade de rebanho, depois que 60% a 70% da população tiveram contato com o vírus e este tem menos indivíduos sem anticorpos para atacar.

Na semana passada, a Organização Mundial da Saúde advertiu que só 2% a 3% da população mundial parecem ter sido infectados até agora. Também destacou não haver garantia de que a imunidade persista indefinidamente.

Uma vacina seria a melhor solução, mas talvez não esteja disponível até 2021. Pode surgir em alguns meses ou vários anos. A pandemia da síndrome de deficiência imunológica adquirida (aids) tem 40 anos e ainda não existe vacina. Os doentes tomam um coquetel de drogas que permite conviver com o vírus, mas ninguém quer pegar aids.

"A ideia de que pode ser feita logo desafia a microbiologia", declarou o diretor do centro de pesquisas da Universidade de Minnesota, Mike Osterholm. O relatório, assinado por ele e por Kristine Moore, Marc Lipsitch e John Barry, recomenda aos governos alertar a população de que a pandemia não irá embora rapidamente. As pessoas devem estar preparadas para novas ondas de contaminação nos próximos dois anos.

O estudo levanta três hipóteses. Na primeira, a onda atual será seguida por ondas menores durante um a dois anos. Estas ondas podem variar em diferentes regiões e depender dos esforços de mitigação. Podem exigir novas medidas de confinamento e distanciamento físico.

Na segunda hipótese, a onda atual seria seguida por uma mais forte no outono e no inverno no Hemisfério Norte e ondas menores no segundo ano. As medidas de confinamento teriam de ser aplicadas de novo depois do verão. Os governos teriam de manter planos concretos de contingência. É o que aconteceu na pandemia da gripe espanhola, em 1918.

A terceira possibilidade é que a doença continue sendo transmitida depois desta primeira onda sem um padrão que configure uma segunda onda. Isto não exigiria a volta do confinamento, mas haveria novos casos e mais mortes.

O Dr. Lipsitch chama a atenção para o risco dos países e estados que estão suspendendo as restrições ao movimento das pessoas: "É uma experiência que provavelmente vai custar vidas, especialmente onde for feita sem os devidos cuidados."

Alguns estados tiveram mais casos novos quando as medidas de confinamento foram aliviadas: "É difícil de entender as razões", lamenta o epidemiologista.

No mundo inteiro, o total de casos da pandemia chegou a 3.566.330 casos confirmados, com 248.286 mortes e 1.154.072 pacientes curados. O país mais afetado é os Estados Unidos, com 1.188.122 casos registrados e 68.598 mortes. No Brasil, já são 101.826 casos confirmados e 7.051 mortes. 

sábado, 2 de maio de 2020

Covid-19 chega perto de 3,5 milhões de casos e 245 mil mortes

O total de casos da pandemia do novo coronavírus chegou hoje a 3.483.935 casos confirmados, com 244.773 mortes e 1.121.499 pacientes curados. No Brasil, já são 6.781 óbitos em 97.100 casos registrados.

Os EUA têm mais de 1,160 milhão de casos confirmados e 67.444 mortes. A Itália tem 28.710 mortes em mais de 209 mil casos confirmados. O Reino Unido, que relutou em adotar medidas de confinamento, é o terceiro em número de óbitos (28.131) e o quarto em número de casos confirmados (182.260).

A Espanha, segunda em número de casos registrados (245.567), é o quarto país em número de mortes (25.100). A França é o quinto país em número de mortes (24.760) e em casos registrados (168.396).

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Brasil é o terceiro país com maior número de mortes pela covid-19 hoje

Com 509 óbitos, o Brasil ficou hoje atrás apenas dos Estados Unidos (1.892) e do Reino Unido (739) em número de mortes pela pandemia do novo coronavírus em 24 horas. O total de mortes no Brasil subiu para 6.412 em 92.109 casos confirmados.

No mundo inteiro, são 3.401.002 casos registrados, 239.602 mortes e 1.081.600 pacientes curados. Dos casos encerrados, 18% terminaram em morte. Os EUA são o país mais atingido, com 1.131.452 casos confirmados e 65.776 mortes.

A agência federal de regulamentação de medicamentos e alimentos dos EUA (FDA) aprovou em caráter de emergência o uso do remdesivir, fabricado pelo laboratório Gilead, para uso em casos graves da covid-19.

Em encontro na Casa Branca com dirigentes empresariais, o presidente Donald Trump voltou a acusar um laboratório chinês da cidade de Wuhan como origem da pandemia e a alegar que a imprensa denuncia a falta de kits de exame para o coronavírus em quantidade suficiente para atacá-lo politicamente. Meia hora depois, um executivo que estava ao lado dele o desmentiu.

Dois dias depois do primeiro caso confirmado nos EUA, em 22 de janeiro, Trump declarou não estar "nada preocupado": "Está tudo sob controle. É uma pessoa que veio da China."

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, decidiu manter as escolas fechadas até o fim deste ano letivo, em junho. O Texas, segundo estado mais populoso do país, depois da Califórnia, autorizou a reabertura de todas as lojas, restaurantes e cinemas, apesar do número de casos e de mortes estar aumentando.

Só hoje, 18 estados americanos reabrira. Outros seis retomam as atividades econômicas na próxima semana, enquanto 24 mantêm as medidas de confinamento.

Ditador da Coreia do Norte reaparece depois de suspeitas de morte

Depois de três semanas desaparecido, o ditador Kim Jong Un reapareceu na Coreia do Norte desfazendo boatos de que teria morrido numa cirurgia cardíaca, revelou a agência oficial de notícias da Coreia do Sul, principal fonte de informações sobre o país mais fechado do mundo.

Quando Kim Jong Un não apareceu na festa do aniversário do nascimento de seu avô, Kim Il Sung, o Grande Líder, fundador da Coreia do Norte, acendeu um alerta vermelho. Chegou a ser cogitado que estaria morto e seria substituído por sua irmã.

Analistas internacionalistas supõem que Kim pode ter ficado com medo de pegar o coronavírus. Quando seu trem foi visto estacionado perto de uma praia, acreditou-se que estaria recolhido.

A morte do líder seria um grande desafio para a ditadura stalinista de Pyongyang, o último regime que ainda mantém todos os rituais do comunismo do tempo da Guerra Fria e, por ironia da história, é dinástico.

O Japão ocupou a Coreia de 1910 até o fim da Segunda Guerra Mundial. Quando os Estados Unidos explodiram a segunda bomba atômica, na cidade de Nagasake, em 9 de agosto de 1945, o ditador Josef Stalin declarou guerra ao Japão e o Exército Vermelho, da União Soviética, ocupou o Norte da Península Coreana.

Stalin instalou no poder o líder da resistência comunista à ocupação japonesa, o Camarada Kim Il Sung, que fundou em 10 de outubro de 1945 o Partido dos Trabalhadores da Coreia. A República Popular Democrática da Coreia nasceu em 1948, diante do fracasso das negociações de reunificação, reivindicando a soberania sobre toda a península coreana.

Com o aval da URSS, a Coreia do Norte invadiu o Sul numa tentativa de reunificar a península, em 25 de junho de 1950. Os EUA a aliados entraram na guerra ao lado da República da Coreia com mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas para reunificar o país que está em vigor até hoje.

Em 19 de outubro de 1950, quando as forças internacionais lideradas pelos EUA pareciam perto da vitória, a República Popular da China entrou na Guerra da Coreia. A China comunista conseguiu pressionar os americanos a recuar para baixo do paralelo 38º Norte, mas fracassou ao tentar tomar o Sul. Apenas restabeleceu o status quo anterior ao conflito.

Houve uma guerra particular entre EUA e China, hoje as maiores potências econômicas do planeta, que nunca mais se enfrentaram militarmente. Nunca foi assinado um tratado de paz.

Depois de ameaças de guerra nuclear de parte a parte, em 12 de junho de 2018, Donald Trump tornou-se o primeiro presidente dos EUA no exercício do cargo a se encontrar com um ditador norte-coreano. Houve mais dois encontros de cúpula, mas as negociações estagnaram.

A morte de Kim criaria uma situação ainda mais perigosa na última fronteira da Guerra Fria.

Total de desempregados pela pandemia nos EUA chega a 30 milhões

Com mais 3,8 milhões de pedidos de seguro-desemprego na semana passado, o total de trabalhadores que perderam o emprego nos Estados Unidos com a pandemia do novo coronavírus chegou ontem a 30 milhões. A situação é especialmente grave porque cerca de metade dos americanos tem seguro-saúde pago pela empresa.

Os EUA viviam uma situação de quase pleno emprego antes da pandemia, com a menor taxa de desemprego desde 1969, quando o país era muito diferente e boa parte das mulheres não trabalhava. Na semana anterior, 4,4 milhões de trabalhadores demitidos haviam pedido seguro-desemprego.

Em 18 de abril, 12,4% da força de trabalho dos EUA havia solicitado o benefício. Numa pesquisa separada, o Departamento do Comércio estimou que o consumo dos lares caiu 7,5% em maior. É a maior baixa desde que há pesquisa começou, há mais de 60 anos.

A queda no consumo e o aumento do desemprego são indicadores de um colapso sem precedentes da economia. O produto interno bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos, menos as importações, recuou num ritmo de 4,8% ao ano no primeiro trimestre de 2020.

No segundo trimestre, quando a maior economia do mundo deve sofrer um impacto ainda maior da paralisação das atividades, o PIB americano pode baixar de 30% a 40%, numa queda sem precedentes.

Durante a Grande Depressão (1929-39), a crise começou com o colapso dos preços das ações na Bolsa de Valores de Nova York. A situação se agravou com políticas econômicas equivocadas, protecionismo econômico e uma guerra comercial entre as maiores economias do mundo. Mas foram necessários três anos para a economia sofrer uma queda semelhante. Desta vez, bastaram três meses.

Em 1932, o desemprego chegou a 25% nos EUA e a 12,5% na Alemanha. Os americanos elegeram Franklin Delano Roosevelt, que adorou uma série de políticas de corte social-democrata no chamado New Deal, algo como um novo pacto social. Os alemães elegeram o Partido Nazista, liderado por Adolf Hitler.

A Grande Depressão foi a principal causa econômica da Segunda Guerra Mundial, o pior conflito armado da história.

Ontem, em busca de uma desculpa para sua falta de liderança e inação no combate à crise, o presidente Donald Trump acusou a China, onde surgiu o novo coronavírus, com o primeiro caso registrado em 17 de novembro na cidade de Wuhan.

Trump insistiu várias vezes que a situação estava sob controle e que, em breve, os EUA não teriam nenhum caso. Hoje, os EUA têm 1.905.034 casos confirmados e 63.871 mortes. No mundo inteiro, são 3.310.039 casos registrados, 234.143 mortes e 1.043.245 pacientes curados. Dos casos encerrados, 18% terminaram em morte.

Enquanto as duas maiores potências mundiais, os EUA e a China, se acusam mutuamente pela pandemia, o secretário-geral das Nações Unidos, o ex-primeiro-ministro português António Guterres, lamenta a falta de cooperação internacional no combate ao inimigo comum da humanidade.

Ontem, o Imperial College, de Londres, citou o Brasil entre os países com mais rápida propagação da doença. Apesar de mais de 6 mil mortes, o presidente Jair Bolsonaro insiste na necessidade de reativar a economia, o que tende a agravar a tragédia anunciada.

Como Trump, Bolsonaro inicialmente negou a periculosidade do coronavírus. Ao contrário de Trump, continua a fazer isso. Incentiva seus seguidores e desrespeitas as medidas de isolamento físico para reduzir o ritmo de disseminação do coronavírus. O presidente americano chegou a propor a suspensão de voos entre os dois países.

Economia da Zona do Euro recua 3,8% no primeiro trimestre

Sob o impacto da pandemia do novo coronavírus, a economia das 19 países da Eurozona caiu 3,8% por cento nos três primeiros meses de 2020 em relação ao quarto trimestre de 2019. A França, a Itália e a Espanha foram os países mais atingidos.

Na França, a contração foi de 5,8% e na Espanha de 4,7%. Estes dois países tinham registrado quedas no fim do ano passado e entraram em recessão, definida como recuo do produto interno bruto por dois trimestres consecutivos.

O total de mortes na Itália é o segundo maior do mundo, depois dos Estados Unidos. Está em 27.967 óbitos em mais de 205 mil casos confirmados.

A Espanha é o segundo país em número de casos, depois dos EUA, quase 240 mil e 24.543 mortes. A França é a quinta em número de mortes (24.376), depois do Reino Unido (26.771), e de casos confirmados, mais de 167 mil, enquanto o Reino Unido registra mais de 171 mil.

Como a curva de mortes e infecções passou do pico, os governos destes países tomam medidas para reativar a economia. Na França, a proposta é estimular o uso de bicicletas para evitar que o menor uso de transportes coletivos provoque enormes engarrafamentos.

O Brasil havia passado a China em número de mortes, hoje são 6.006, e ultrapassou o país de origem da pandemia em número de casos registrados, 87.187.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Economia dos EUA recua em ritmo de 4,8% ao ano

Depois de mais de uma década de um crescimento ininterrupto sem precedentes, sob o impacto da pandemia do novo coronavírus, o produto interno bruto dos Estados Unidos sofreu uma de 4,8% na taxa anualizada no primeiro trimestre de 2020. No segundo trimestre, a queda pode chegar a 30%.

Os EUA não entravam em recessão, definida como a contração da economia por dois trimestres consecutivos, desde o terceiro trimestre de 2009, durante a Grande Recessão. Era o maior ciclo ininterrupto de expansão de sua história econômica.

A maioria dos economistas espera uma recuperação no segundo semestre. O presidente do Conselho da Reserva Federal (Fed), a diretor do banco central americano, Jerome Powell, prometeu “usar sua ampla gama de instrumentos para sustentar a economia dos EUA neste momento de desafio.”

No mundo inteiro, são 3.174.286 casos registrados da pandemia do novo coronavírus, com 220.586 mortes e 985.817 pacientes curados. Entre os casos encerrados, 18% terminaram e morte. Os EUA têm o maior número de casos (1.041.044) e o maior número de óbitos (59.991).

Aqui no Brasil, são 5.513 mortes em quase 80 mil mortes.

terça-feira, 28 de abril de 2020

EUA superam número de americanos mortos na Guerra do Vietnã

Com um total de 59.266 mortos pela pandemia do novo coronavírus, os Estados Unidos ultrapassaram o total de soldados americanos mortos em 11 anos na Guerra do Vietnã, que foi de 58.220. O país superou 1 milhão de casos confirmados da doença.

No mundo inteiro, já são 3.183.936 casos registrados, 217.985 mortes e 955.824 pacientes curados. Dos casos encerrados, 19% terminaram em morte.

Aqui no Brasil, com mais 474 óbitos, o total de mortes passou de 5 mil, chegando a 5.033, num total de 72.889 casos confirmados. Morreu mais gente no Brasil do que na China, origem da pandemia.

Numa manifestação de total insensibilidade, o presidente Jair Bolsonaro perguntou: “O que eu posso fazer? Sou messias, mas não faço milagre.”

Em Washington, ao receber o governador da Flórida na Casa Branca, o presidente Donald Trump ameaçou suspender os voos entre o Brasil e os EUA. O governador Ronald de Santis foi contra por causa das fortes ligações econômicas de seu estado com a América Latina.

sábado, 25 de abril de 2020

OMS adverte para risco dos “passaportes de imunidade”

Como ainda não há certeza de que as pessoas que tiveram a covid-19 estão imunes ao novo coronavírus, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, adverte para o risco de que os “passaportes da imunidade” possa causar uma nova onda de contaminação.
Na China, onde a pandemia começou, com o primeiro caso registrado em 17 de novembro, a cidade. De Wuhan ficou fechada por dez semanas, a partir de 23 de janeiro. Foram 76 dias. Quando reabriu, as pessoas previsão de um certificado de imunização, um sinal verde no telefone celular dado a quem teve a doença.

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, pensa em fazer o mesmo em seu estado, o mais atingido nos Estados Unidos, para que as pessoas possam voltar ao trabalho, mas precisa ter certeza de que os ex-enfermos e assintomáticos não vão se reinfectar nem contaminar o resto da população.

No mundo inteiro, já são 2.921.201 casos confirmados, com 203.289 mortes e 826.970 pacientes curados. Dos casos encerrados, 80% terminaram em cura e 20% dos doentes morreram.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Meias medidas não vão derrotar o coronavírus, adverte especialista

The New England Journal of Medicine, a revista médica mais prestigiada do mundo, publicou editorial defendendo pelo menos dez semanas de isolamento rigoroso como a China fez um Wuhan e um trabalho intensivo para parar a covid-19, com um comando central unificado, o que os presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro não fazem, testagem em massa, isolamento dos doentes e dos casos suspeitos e proteção aos profissionais de saúde. 

O médico Harvey Fineberg adverte que é preciso ter informações suficientes sobre o inimigo: onde se esconde, a rapidez com que se move, onde é mais ameaçador e quais são suas vulnerabilidades. 

Ele defende a divisão da população em cinco grupos: os infectados, os que apresentam sintomas mas seus testes deram resultado negativo, quem foi exposto, quem não se sabe se foi exposto e quem se recuperou da infecção e está imune. 

Os casos graves seriam hospitalizados. Os menos graves ficariam em centros de convenções vazios. Os expostos que não têm sintomas iriam para hotéis que estão vazios.

“Se continuarmos com meias medidas”, adverte o especialista em saúde pública, corremos o risco de sobrecarregar a economia com aumento nos gastos com saúde, consumidores receosos e uma longa restrição às atividades de produção e consumo. 

Em resumo, é preciso ter uma estratégia clara para derrotar o vírus e abrir caminho para o renascimento da econômica. 

Na entrevista coletiva diária da Casa Branca, o presidente Donald Trump apresentou dados para alegar que o calor poderia matar o vírus ou reduzir seu tempo de sobrevivência com exposição ao sol e ao calor. Mas cientistas franceses tiveram de esquentar a água até perto do ponto de ebulição, a noventa graus centígrados, para matar o novo coronavírus. Meu comentário:

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Pandemia do novo coronavírus não será controlada tão cedo

O presidente Donald Trump espera que o problema passe no outono no Hemisfério Norte, mas o principal epidemiologista da força-tarefa da Casa Branca, doutor Anthony Fauci, o desmentiu imediatamente. A covid-19 não será controlada tão cedo. 

Trump demitiu o diretor da Autoridade Biomédica Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento do Departamento da Saúde, a principal agência federal americana que tenta criar uma vacina contra o coronavírus. Rick Bright divulgou relatório que questionou a eficácia da hidroxicloroquina no combate à pandemia. 

Na visão do epidemiologista Michael Osterholm, da Universidade de Minnesota, o novo coronavírus deve continuar em grande atividade durante um ano e meio. Como a economia não poderá ficar parada tanto tempo, será necessário criar uma capacidade de detectar rapidamente a emergência de novas ondas de contaminação e atacar cada foco.

Para reabrir a economia, a Califórnia, o estado mais rico e mais populoso dos Estados Unidos está ampliando os testes incluir pessoas sem qualquer sintoma da doença. 

O governador Gavin Newson imagina que talvez os restaurantes tenham de reabrir com menos mesas, garçons de luvas e máscara, e cardápio descartável em papel ou enviado para o telefone celular do freguês.

No mundo, mais de 2,637 milhões de casos confirmados, quase 184 mil mortes e 717 mil pacientes curados na pandemia do novo coronavírus, 6,98 por cento. 

Os EUA têm quase 847 mil casos e mais de 47,5 mil mortes, sendo 2.219 em 24 horas, letalidade de 5,61 por cento. 

Hoje saiu a notícia de que a primeira morte por covid-19 nos EUA foi em 6 de fevereiro em Santa Clara, na Califórnia, semanas antes do que se pensava até agora. 

A testagem era tão pouca nos EUA em fevereiro que o primeiro caso de transmissão interna foi identificado em 26 de fevereiro e a primeira morte em 29 de fevereiro. Meu comentário:

terça-feira, 21 de abril de 2020

Pandemia passa de 2,5 milhões de casos confirmados

O total de casos confirmados da pandemia do novo coronavírus passa de 2 milhões 550 mil, com 177 mil mortes e 688 mil pacientes curados, mortalidade de 6,94 por cento. Com mais 2.660 mortes em 24 horas, os Estados Unidos chegam a mais de 45 mil mortes em 816 mil casos, mortalidade de 5,53 por cento.

O diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) prevê uma segunda onda de contaminação no próximo inverno no Hemisfério Norte. Um estudo científico alerta que a cloroquina, apresentada como panaceia pelos presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro, tem um índice de mortalidade superior ao de quem não tomou a droga.

Na busca desesperada por notícias que desviem a atenção do seu fracasso no combate à pandemia, o presidente americano ameaça proibir a imigração para os EUA durante dois meses, ignorando que uma grande porcentagem dos médicos e enfermeiros na linha de frente de luta contra o coronavírus são estrangeiros. Mais uma manobra demagógica e populista para agradar aos eleitores mais extremistas do Partido Republicano. 

Trump lançou sua campanha chamando os imigrantes mexicanos de assassinos, traficantes e estupradores – e vai usar o ódio a estrangeiros na campanha de reeleição. Como a covid-19 surgiu na China, a pandemia aumentou o número de ataques racistas a cidadãos de origem asiática, principalmente os chineses. Meu comentário:

segunda-feira, 20 de abril de 2020

EUA têm 42,5 mil mortes e Brasil passa de 40 mil casos da covid-19

O total de casos confirmados da pandemia do novo coronavírus se aproxima de dois milhões e meio, com mais de 170 mil mortes e 649 mil pacientes curados, mortalidade de 6,87 por cento. Os Estados Unidos estão perto de 800 mil casos e somam 42.514 mortes, com letalidade de 5,32 por cento. E os preços do petróleo desabam.

No Brasil, os casos confirmados passaram de 40 mil e as mortes chegam a 4 mil 587, mortalidade de 6,35 por cento. Depois de participar de manifestação que pedia o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que não apoia articulações contra a democracia e defendeu o fim da quarentena ainda nesta semana.


A Espanha superou os 200 mil casos confirmados e tem quase 21 mil mortes, com letalidade de 10,41 por cento. 

Na Itália, segundo país com maior número de mortos, depois dos EUA, são pouco mais de 24 mil óbitos em mais de 181 mil casos confirmados, mortalidade de 13,3 por cento.

A França passou de 20 mil mortes em mais de 155 mil casos nessa segunda-feira, letalidade de 13,04 por cento. 

No Reino Unido, houve 16.509 mortes em quase 125 mil casos, mortalidade de 13,23 por cento.

Na Argentina, a partir da próxima semana, o governo peronista pretende adotar o que chama de “quarentena focada”. Não será uma fórmula rígida, mas uma série de parâmetros. Cada província poderá estabelecer suas próprias regras. 

A proposta do prefeito de Buenos Aires de exigir uma permissão diária para maiores de 70 anos saírem de casa até mesmo para passear com o cachorro provocou grande discussão, mas está mantida. 

O governo argentino contratou 200 médicos cubanos para combater a pandemia. As associações médicas protestaram. No momento, a Argentina tem 3.031 casos e 143 mortes. 

A situação se agrava no Chile, onde há mais de 10,5 mil casos confirmados e 139 mortes. Meu comentário:

China corta taxas básicas de juros pela segunda vez em 2020

A China cortou hoje de 4.05% para 3,85% ao ano a taxa básica de juros de curto prazo (um ano) e de 4,75% para 4,65% a taxa básica de juros para empréstimos de cinco anos. Foi o segundo corte do ano. 

Berço da pandemia do novo coronavírus, a economia da China sofreu uma queda de 6,8% no primeiro trimestre do ano em comparação com o ano anterior. O país não termina o ano com retração da economia desde 1976, ano da morte do ditador Mao Tsé-tung e do fim da Grande Revolução Cultural Proletária, que arruinou o país.

As bolsas de valores da China e de Hong Kong começaram o pregão operando perto da estabilidade. No Japão, o índice Nikkei caiu 1,03% durante a manhã.

O preço do petróleo tipo West Texas Intermediate, do Golfo do México, padrão do mercado americano, caiu 14,4% na Ásia para US$ 15,64 por barril. O petróleo do tipo Brent, do Mar do Norte, padrão do mercado europeu, caiu 0,85% para US$ 27,84 por barril.

Na sexta-feira, a Bolsa de Nova York fechou em alta de 3% diante de notícias de o medicamento remdesivir, dos laboratórios Gilead, está conseguindo aliviar os sintomas mais graves da doença do coronavírus de 2019 (covid-19).

domingo, 19 de abril de 2020

Pandemia tem mais de 2,4 milhões de casos e 165 mil mortes

A pandemia do novo coronavírus supera 165 mil mortes, 2,4 milhões de casos confirmados e 617 mil pacientes curados no mundo inteiro, com mortalidade de 6,86%, e 41 mil nos Estados Unidos, país com maior número de mortes e maior número de casos, mais de 763 mil casos.

Quase dois terços das mortes foram registradas na Europa. Hoje Itália, Espanha, França e Reino Unido tiveram quedas no número de novos infectados e de mortes, dando a esperança de que a pandemia tenha passado do pico nestes país.

A Itália registra 23.660 mortes em 178.972 casos confirmados, letalidade de 13,22%. Na Espanha, houve 20.453 mortes em 198.674 casos confirmados, mortalidade de 10,29%. Na França, são 19.718 mortes em 152.894 casos confirmados, letalidade de 12,9%.

No Reino Unido, o primeiro-ministro Boris Johnson, que saiu há poucos dias do hospital, está sendo criticado por demorar a impor o confinamento. O país 16.060 mortes em 120.067 casos confirmados, letalidade de 13,37% a maior do mundo.

Em Nova York, o governador Andrew Cuomo está mais confiante: "Passamos o pico e tudo indica que estamos em declínio neste momento." No país inteiro, governadores reclamam não ter quantidade de kits de exame suficiente para reabrir a economia, como quer o presidente Donald Trump.

Na África, já são mais de mil mortes, 75% na Africa do Sul, na Argélia, no Egito e em Marrocos

Aqui no Brasil, já são 2.462 mortes em 38.654 casos confirmados. O presidente Jair Bolsonaro voltou a ignorar as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do seu próprio Ministério da Saúde e aderiu a uma manifestação contra a democracia e a favor de um golpe militar para fechar o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Em nota, os governadores de 20 estados repudiaram os ataques à democracia. Ministros do Supremo deputados e senadores também protestaram.

Houve violência em Porto Alegre, onde bolsonaristas atacaram uma mulher com máscara "Fora Bolsonaro" quando ela tirou a roupa no muro da Igreja de Nossa Senhora das Dores, próxima do Comando Militar do Sul, onde manifestantes pediam intervenção militar.

sábado, 18 de abril de 2020

Trump e Bolsonaro pregam desobediência civil contra confinamento

Enquanto o presidente Donald Trump defende a revolta de seus partidários nos Estados Unidos contra governadores do Partido Democrata que defendem o isolamento físico para combater a pandemia do coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro fez hoje uma transmissão ao vivo para atacar prefeitos, governadores e o Supremo Tribunal Federal por serem contra a reabertura do comércio.

No mundo inteiro, o total de casos confirmados chegou a 2.331.956 casos confirmados, 160.767 mortes e 597.217 pacientes curados, letalidade de 6,9%. Dos casos encerrados, 79% dos doentes se recuperaram e 21% morreram.

Os EUA têm 738.913 casos confirmados e 39.015 mortes, mais do que o total de americanos mortos na Guerra da Coreia (1950-53), que foram 33.686. A mortalidade está em 5,28%. Desde ontem, no Twitter, Trump prega a revolta contra os governadores democratas de Minnesota, Michigan e Virgínia.

Depois de declarar no início da semana que tinha "todos os poderes" para decidir sobre a quarentena, Trump reconheceu que a competência é de estados e municípios. Na quinta-feira, o presidente americano apresentou um plano de três fases com as linhas gerais para a retomada da atividade econômica, que gostaria que aconteça em 1º de maio.

A maioria dos governadores reluta alegando que para isso seria necessário testar em massa para mapear a disseminação do vírus. Sem grande chance de sucesso pelas vias institucionais, Trump agora defende a desobediência civil.

Aqui no Brasil, já 36.925 casos confirmados e 2.372 mortes. Depois de demitir o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, trocando-o por Nelson Teich, um cancerologista dedicado à medicina privada sem experiência em epidemiologia nem em saúde pública, Bolsonaro passou a atacar o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, e o STF, que estariam envolvidos numa conspiração para derrubá-lo.

Na Europa, o total de mortes na Espanha passou de 20 mil e está em 20.639 em 194.416 casos confirmados, mortalidade de 10,61%. A Itália tem menos casos registrados, 175.925, mas mais mortes, 23.227, letalidade de 13,2%.

A França ultrapassou 19 mil chegou a 19.323 mortes em 151.793 casos registrados, mortalidade de 12,73%, mas o número de hospitalizações caiu pelo quarto dia seguido e o de pacientes em terapia intensiva diminui há seis dias.

No Reino Unido, o total de mortes passou de 15 mil, chegando a 15.464 em 114.217 casos confirmados, letalidade de 13,54%, a maior do mundo.

Bolsas sobem com esperança em medicamento contra a covid-19

Os Estados Unidos batem um novo recorde de mortes pela pandemia do novo coronavírus. Foram 4 mil 591 mortes em 24 horas. A China admite que houve 50 por cento mais mortes em Wuhan, onde houve o primeiro surto, do que anunciado anteriormente. Com mais mil 290 óbitos, o total chegou a 4.632 em 82.692 casos, letalidade de 5,6%. 

Pelo menos 300 mil africanos devem morrer da covid-19, prevê a Comissão Econômica das Nações Unidas para a África. E as bolsas sobem diante da notícia de um medicamento eficaz no combate à doença fabricado pelo laboratório Gilead.

No mundo inteiro, são quase 2,250 milhão de casos, 154.126 mortes e mais de 570 mil pacientes curados, mortalidade de 6,85%.

Os Estados Unidos têm mais de 709 mil casos confirmados e mais de 37 mil mortes, letalidade de 5,24%. 

Na Itália, são 22.745 mortes em mais de 172 mil casos confirmados, mortalidade de 13,19%. 

A Espanha registrou nesta sexta-feira 585 mortes, mais 34 do que ontem, mas muito abaixo das mais de 700 mortes na Espanha, segundo país em número de casos e terceiro em óbitos. A letalidade é de 10,48%. 

A França tem mais 761 mortes em 24 horas, elevando o total para 18.681 em quase 148 mil casos confirmados, mortalidade de 12,62%. 

No Reino Unido, houve mais 847 mortes, aumentando o total para 14.576 óbitos em 108.692 casos registrados, a maior letalidade, 12,31%.

Aqui no Brasil, com mais 217 mortes em 24 horas, o total passou de duas mil mortes, chegando a 2.141 mortes em 33.682 casos. Ao dar posse ao novo ministro da Saúde, Nelson Teich, o presidente Jair Bolsonaro voltou a insistir na reativação da economia para combater o desemprego e repetiu que “o remédio não pode ser pior do que a doença". Meu comentário:

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Pandemia derruba o PIB da China em 6,8%

Sob o impacto da pandemia do novo coronavírus, o produto interno bruto da China sofreu uma queda de 6,8% no primeiro trimestre de 2020 em relação ao mesmo período no ano passado. A produção industrial baixou 8,4% e as vendas no varejo, 19%. 

Mesmo durante a Grande Recessão (2008-9), a economia chinesa não parou de crescer. Graças a um plano de estímulo de US$ 600 bilhões, 13% do PIB na época, foi uma das locomotivas da recuperação internacional.

O último ano em que a China teve uma queda do PIB foi 1976, o ano da morte de Mao Tsé-tung e do fim da Grande Revolução Cultural Proletária. O cálculo trimestral é feito desde 1992. Este é o pior resultado.

Desta vez, a China é acusada de provocar a crise econômica mundial mais grave desde a Grande Depressão (1929-39) em meio a uma guerra comercial com os Estados Unidos, onde o presidente Donald Trump pressiona as empresas americanas a deixarem de fabricar da China.

Mais discretamente, o primeiro ministro Shinzo Abe criou um programa de US$ 2,2 bilhões para incentivar as empresas japonesas a voltar a produzir no Japão e até mesmo em outros países asiáticos, como a Indonésia e o Vietnã, onde os custos são menores do que na China.

Apesar da forte queda no primeiro trimestre, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia termine o ano em alta de 1,2%. Antes da pandemia, a meta era 6%. Oficialmente, o governo afirma que as empresas estão trabalhando com 80% de sua capacidade, mas dezenas de milhões de chineses ficaram sem renda em fevereiro e março. Muita gente perdeu o emprego.

A esperada recuperação em V, com a economia se recuperando tão rapidamente quanto caiu, não vai acontecer enquanto não houver uma vacina ou tratamento eficiente para a covid-19. A retomada terá de ser lenta, marcada por testes para mapear o andamento do vírus e combater cada foco. Será na base da tentativa. 

Como a China foi a origem da pandemia, todos observam a retomada da economia para tirar lições. Há dúvidas sobre a imunização permanente de quem teve contato com o vírus, tenha desenvolvido a doença ou não. Ainda não há um certificado de imunização. E todos temem uma nova onda de contaminação.