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terça-feira, 17 de novembro de 2020

EUA podem ter mais 100 mil mortes até a posse de Biden

 Com mais de 150 mil casos novos por dia há uma semana, no início de dezembro, devem morrer mais de 2 mil pessoas por dia da doença do coronavírus de 2019 nos Estados Unidos. Até a posse do presidente eleito Joe Biden, em 20 de janeiro, pode haver mais 100 mil mortes. O país soma até agora 11,342 milhões de casos confirmados e mais de 248 mil mortes.

O Brasil registrou mais 676 mortes e 32,2 mil casos novos em 24 horas. O total de mortes subiu para 166.743 e o total de casos confirmados passou de 5,9 milhões. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 557, um aumento de 45% em duas semanas, o que indica uma tendência de alta. A média de casos diários subiu 71% nas últimas duas semanas. A taxa da contaminação passou de 0,9 para 1,1, sinal de que a pandemia está fora de controle.

No mundo, são mais de 55,6 milhões de casos e 1,338 milhão de mortes. Quase 39 milhões de pessoas foram curadas, mais de 15 milhões têm casos suaves e cerca de 100 mil estão em estado grave. Meu comentário:

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Brasil é o segundo país em novos casos e mortes por dia na pandemia

O Brasil chega a 203 mil casos registrados da covid-19, sendo 31 mil de profissionais de saúde, um recorde mundial. Com mais 13.761 novos casos, abaixo somente dos Estados Unidos, e mais 844 mortes num dia, novo recorde, o total de mortes chegou a 13.999. 

Em comparação, a Argentina, com uma população 4,7 vezes menor, teve um recorde de 23 mortes em 24 horas, elevando o total para 344 óbitos. 

Os Estados Unidos têm o maior número de novos casos. Foram mais 26,4 mil casos nesta quinta-feira. O total chegou a 1.457.593. Com mais 1.104 mortes em 24 horas, o total de óbitos está em 86.912. 

No mundo inteiro, são mais de 4,5 milhões de casos, mais de 303 mil mortes e mais de 1,705 milhão pacientes curados. O segundo país com o maior número de casos confirmados é a Espanha 272 mil. 

A estimativa é que 5% dos espanhóis tenham desenvolvido anticorpos contra o novo coronavírus, o que indica uma contaminação quase nove vezes maior, mas ainda está longe dos 60 por cento necessários para criar a chamada imunidade de rebanho, quando o ritmo de infecção cai porque muita gente criou anticorpos e não pega mais a doença. Meu comentário:

sábado, 25 de abril de 2020

OMS adverte para risco dos “passaportes de imunidade”

Como ainda não há certeza de que as pessoas que tiveram a covid-19 estão imunes ao novo coronavírus, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, adverte para o risco de que os “passaportes da imunidade” possa causar uma nova onda de contaminação.
Na China, onde a pandemia começou, com o primeiro caso registrado em 17 de novembro, a cidade. De Wuhan ficou fechada por dez semanas, a partir de 23 de janeiro. Foram 76 dias. Quando reabriu, as pessoas previsão de um certificado de imunização, um sinal verde no telefone celular dado a quem teve a doença.

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, pensa em fazer o mesmo em seu estado, o mais atingido nos Estados Unidos, para que as pessoas possam voltar ao trabalho, mas precisa ter certeza de que os ex-enfermos e assintomáticos não vão se reinfectar nem contaminar o resto da população.

No mundo inteiro, já são 2.921.201 casos confirmados, com 203.289 mortes e 826.970 pacientes curados. Dos casos encerrados, 80% terminaram em cura e 20% dos doentes morreram.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Ex-assessor de Trump pede imunidade para depor sobre Rússia

O ex-assessor de Segurança Nacional da Casa Branca Michael Flynn, primeira grande baixa do governo Donald Trump, se ofereceu a depor no inquérito do FBI (polícia federal) e na Comissão de Inteligência do Senado dos Estados Unidos sobre um possível conluio entre a campanha de Trump e a Rússia, em troca de imunidade, revelou ontem o jornal The Wall Street Journal.

Em nota, o advogado de Flynn declarou que as negociações para uma delação premiada estão em andamento. Um dos mais ferozes assessores da campanha de Trump, o general da reserva chegou a dizer a respeito das investigações sobre o correio eletrônico de Hillary Clinton que quem pede imunidade está reconhecendo a culpa.

Antimuçulmano, Flynn considera o islamismo uma "ideologia assassina" e "não uma religião". Além de defender aproximação com a Rússia a pretexto de combater o extremismo muçulmano e a organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, ele esteve com o embaixador russo em Washington. Discutiu o fim das sanções impostas à Rússia por causa da intervenção militar na Ucrânia e mentiu ao dizer ao vice-presidente Mike Pence não ter feito isso.

Quando a conversa, gravada pelo serviço secreto, veio a público, Trump demitiu Flynn por "quebra de confiança".

A suspeita é que a Rússia tenha feito uma série de ataques cibernéticos para revelar segredos comprometedores de adversários de Trump, que desde o início da campanha manifestou simpatia pelo homem-forte do Kremlin e prometeu melhorar as relações bilaterais. Os principais alvos teriam sido a ex-secretária de Estado Hillary Clinton e o Partido Democrata, mas os rivais republicanos de Trump também não teriam sido poupados.

Como observou ontem aqui no Rio de Janeiro o embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, em seminário no Palácio do Itamaraty sobre o futuro do bloco europeu depois da saída britânica, há problemas estruturais que impedem uma aproximação real entre Rússia e EUA. Putin trabalha para minar a democracia liberal e dividir o Ocidente.