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sábado, 3 de abril de 2021

Brasil passa de 330 mil mortes por covid-19

 Mais 1.931 mortes e 40.242 casos novos da doença do coronavírus de 2019 foram notificadas hoje no Brasil. O país soma 12.952.621 casos confirmados e 230.297 óbitos desde o início da pandemia. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 2,8 mil, com alta de 24% em duas semanas. A morte está em alta em 12 estados e no Distrito Federal.

No mundo, são 130.648.736 casos confirmados e 2.844.897 mortes, com 105,5 milhões de pacientes recuperados, muitos com sequelas de longo prazo, cerca de 22,2 milhões com sintomas leves e 97.387 estão em estado grave.

Os Estados Unidos, o país mais atingido, registraram mais 63.840 contágios e 748 mortes neste sábado, com alta de 19% nos casos e queda de 22% nas mortes nas últimas duas semanas. Ao todo, tem 30.670.439 casos confirmados e 554.779 óbitos.

Mais de 670 milhões de doses de vacinas foram aplicadas no mundo até agora, sendo 164,1 milhões nos EUA, onde 104,2 milhões receberam a primeira dose e 59,9 milhões (18% da população americana) estão plenamente imunizados, e 24,5 milhões no Brasil, onde 19,2 milhões tomaram a primeira dose e 5,3 milhões (2,5% da população brasileira) as duas doses necessárias à imunização.

Mesmo depois de tomar duas doses da vacina russa Sputnik-V, o presidente da Argentina, Alberto Fernández, revelou na madrugada de sábado que pegou covid-19. Os médicos esperam que tenha um caso suave.

sexta-feira, 19 de março de 2021

Brasil registra 15 mil mortes por covid-19 numa semana

Com mais 2.730 mortes e 89.409 casos novos diagnosticados nesta sexta-feira, o Brasil atingiu 11.877.009 casos confirmados e 290.525 óbitos pela doença do coronavírus de 2019. Em uma semana, pela primeira vez, foram mais e 15 mil mortes, 15.249 para ser exato.

As médias diárias de casos e de mortes dos últimos sete dias voltaram a bater recordes, com 2.178 mortes, o 22º recorde em 23 dias, e alta de 49% em duas semanas, e 72.670 contágios, alta de 18% em 14 dias.

Diante do colapso do sistema de saúde, o governo federal está pressionando os hospitais privados a entregar para o Sistema Único de Saúde (SUS) os medicamentos necessários para intubação de pacientes. A Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) respondeu que assim estes medicamentos podem faltar em 48 horas em alguns hospitais particulares.

No ritmo atual, os estoques do SUS podem acabar em 15 dias. Sem sedativos, analgésicos e bloqueadores musculares, não é possível enfiar o tubo de oxigênio necessário para instalar o sistema de ventilação mecânica em pacientes com capacidade pulmonar comprometida. Também não dará para anestesiar os pacientes em estado terminal para terem uma morte tranquila, sem sofrimento.

Em pesquisa feita nesta semana, a associação dos hospitais constatou que a rede privada só tem medicamentos para 4 a 19 dias, dependendo do medicamento e da instituição. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a importação de kits de intubação para evitar uma tragédia ainda maior. Meu comentário:

quarta-feira, 17 de março de 2021

Média diária de mortes por covid-19 no Brasil passa de 2 mil

É um pesadelo sem fim. Hoje o Brasil registrou mais 2.736 mortes e 90.830 contágios da doença do coronavírus de 2019, um novo recorde de casos novos num dia. O país soma agora 11.700.431 casos confirmados e 285.136 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete dias bateu o 20º recorde em 21 dias. Pela primeira vez, ultrapassou 2 mil mortes num dia. Ficou em 2.031, com alta de 49% em duas semanas.

A morte está em alta em 20 estados e no Distrito Federal. A média diária de casos dos últimos sete dias está em 70.637. De todas as unidades da federação, só em Roraima a ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva está abaixo de 80%.

Os cientistas pedem um confinamento rigoroso nacional de pelo menos duas semanas para baixar a transmissão e desafogar os hospitais, mas o novo ministro da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga, fala em distanciamento sem propor medidas concretas.

Em entrevista a Christiane Amanpour, da rede de televisão americana CNN, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo ao presidente Joe Biden para convocar com urgência uma reunião do Grupo dos Vinte (as 19 maiores economias do mundo e a União Europeia) sobre vacinas e pediu que o excesso de vacinas compradas pelos Estados Unidos sejam dadas a outros países. Meu comentário:

domingo, 14 de março de 2021

Brasil registrou quase 12,8 mil mortes na pior semana da pandemia

 Pela 17ª vez em 18 dias, a média diária de mortes nos últimos sete dias pela doença do coronavírus de 2019 bateu recorde hoje no Brasil. Está em 1.832, com alta de 50% em duas semanas. Há 53 dias, está acima de mil. Em uma semana, da segunda-feira até este domingo, morreram 12.795 pessoas. É o pior momento da pandemia no país.

Com 1.111 mortes e 43.781 casos novos notificados hoje, o Brasil soma 11.483.031 casos confirmados e 278.327 óbitos por covid-19. A média diária de contágios está em 66.353, com alta de 18% em duas semanas.  As mortes estão em alta em 23 estados e no Distrito Federal. 

No mundo inteiro, são 120 milhões de casos confirmados e 2.653.644 mortes, com 96,5 milhões de pacientes curados, 20,65 milhões com sintomas leves e 87.842 em estado grave. Os Estados Unidos são o país mais atingido, com 30 milhões de casos confirmados e 534.880 mortes.

A Europa enfrenta uma terceira onda de contaminação, com a força das novas variantes. A Itália reforçou as medidas de isolamento social. Três quartos do país entram nesta segunda-feira num confinamento rigoroso que fica em vigor até o Domingo de Páscoa, 4 de abril. 

Na França, o primeiro-ministro Jean Castex pediu um esforço especial para evitar novo confinamento. Alguns pacientes foram removidos de Paris para receber tratamento em outras regiões.

sábado, 13 de março de 2021

Média diária de mortes por covid-19 no Brasil sobe há 15 dias

 Mais 1.940 mortes e 70.934 casos novos da doença do coronavírus de 2019 foram notificados hoje no Brasil, elevando o total para 11.439.250 casos confirmados e 277.216 óbitos. As mortes estão em alta em 23 estados e no Distrito Federal.

A média diária de mortes dos últimos sete dias bateu o 16º recorde em 17 dias. Ficou em 1.824, com alta de 51% em duas semanas. Sobe sem parar há 15 dias. A média diária de contágios também bate um recorde atrás do outro. Chegou hoje a 71.419, com alta de 31% em duas semanas.

No mundo, o total de casos confirmados está em 119.471.573, com 2.647.229 mortes, mais de 96 milhões de pacientes curados, 20,7 milhões têm casos suaves e 89.271 estão em estado grave. O país mais atingido, os Estados Unidos, tem 29,4 milhões de casos confirmados e 534.275 mortes.

Mais de 357 milhões de doses de vacina contra covid-19 foram aplicadas no mundo até agora, sendo 105,8 milhões nos EUA, onde 68,9 milhões receberam a primeira dose e 36,9 tomaram as duas doses necessárias à imunização (11,11% da população), e 13,2 milhões no Brasil, onde 9.667.997 tomaram uma dose e 3.539.612 91,67%), duas doses

sexta-feira, 12 de março de 2021

Pandemia no Brasil é ameaça para a humanidade, alerta OMS

 O descontrole da doença do coronavírus no Brasil virou uma ameaça para a América Latina e para o mundo, advertiu hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS). Se não forem tomadas medidas rigorosas, a OMS prevê um aumento do número de casos e de mortes no país. 

"Gostaríamos de ver o Brasil numa outra direção, mas vai. exigir um esforço enorme", declarou o diretor de emergências da agência das Nações Unidas. "O sistema está sob pressão", acrescentou. "Enquanto muitos países da América Latina estão indo numa boa direção, no Brasil, não estão.

A variante de Manaus, mais contagiosa e mais perigosa, preocupa por seu impacto além das fronteiras nacionais. Está levando gente jovem para os hospitais e mantendo durante mais tempo, com sobrecarga muito maior para o sistema de saúde. O que acontece no Brasil importa para a América Latina e importa globalmente.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, lembrou que o país foi um dos primeiros a erradicar a poliomielite e o sarampo com campanha de vacinação e agora decepcionou. Ele alertou que o país precisa de seriedade e de uma mensagem clara.

Com mais 2.152 mortes e 84.047 casos novos de covid-19 notificados nesta sexta-feira, superando mais uma vez os EUA, o Brasil chegou a 11.368.316 casos confirmados e 275.276 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete diárias bateu o 15º recorde em 16 dias. Ficou em 1.761. E o Brasil passou a Índia. É o segundo país com o maior número absoluto de contágios.

No mundo, já são mais de 119 milhões de casos e 2,639 milhões de mortes. Mais de 96 milhões de pacientes se recuperaram, mais de 20 milhões apresentam sintomas leves e 89.387 estão em estado grave. Os Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados, 29,343 milhões, e de mortes, 532.404.

Mais de 351 milhões de doses de vacinas foram aplicadas no mundo, sendo 101 milhões nos EUA, onde 66 milhões receberam a primeira dose e 35 milhões tomaram as duas doses necessárias à imunização, e 13 milhões no Brasil, onde 9,539 milhões tomaram a primeira dose e 3,467 milhões, duas doses. Meu comentário:

quinta-feira, 11 de março de 2021

Brasil tem média diária superior a mil mortes há 50 dias

 Com 2.207 mortes e 78.297 casos novos da doença do coronavírus de 2019 notificados nesta quinta-feira, o Brasil chegou a 11.284.269 casos confirmados e 273.124 óbitos na pandemia. A morte está em alta em 22 estados e no Distrito Federal. Só cai em dois, no Amazonas e no Rio de Janeiro.

A média diária de mortes bateu novo recorde, o 14º em 15 dias, e chegou a 1.705, com alta de 49% em duas semanas. Há 50 dias, está acima de mil mortes por dia. A média diária de casos novos também é a maior da pandemia 69.680, com alta de 30% em duas semanas.

Diante do colapso iminente do sistema de saúde, o governador João Dória vai impor um toque de recolher noturno no estado de São Paulo, a partir de segunda-feira, das oito da noite às cinco da manhã. No Rio de Janeiro, ao contrário, o prefeito Eduardo Paes autorizou bares e restaurantes a funcionar até nove da noite, a reabertura quiosques da orla marítima e das barracas que vendem bebida nas praias, e a volta dos ambulantes nas praias.

Em seu pronunciamento semanal nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro atacou as medidas de confinamento. Mais uma vez, afirmou sem apresentar dados que há um aumento de suicídios no Brasil por causa da quarentena. Chegou a ler uma carta de um suposto suicida, contrariando a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de não divulgar cartas de despedida de suicidas para não estimular quem está pensando em tirar a própria vida.

Mais uma vez, ignorando o colapso iminente do sistema de saúde, Bolsonaro insistiu que as medidas de proteção são piores do que a doença. O presidente comparou o toque de recolher noturno imposto pelo governador do Distrito Federal ao "estado de sítio" e disse que só ele pode decretar, com autorização do Congresso.

Seu filho Eduardo Bolsonaro, deputado federal, criticou a imprensa por mostrar imagens da delegação que foi a Israel embarcando sem máscaras e desembarcando de máscaras. O que Dudu, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o assessor internacional Filipe Martins, os três chanceleres de Bolsonaro, foram fazer em Israel? 

O pretexto foi ver um spray anticovid desenvolvido lá, mas nenhum dos três têm qualquer qualificação em saúde pública nem em imunologia. A equipe do Dr. Jorge Kalil está desenvolvendo uma vacina nasal na Universidade de São Paulo, a USP, sem apoio do governo federal.

Um embaixador com quem conversei comentou que Israel é um dos poucos países dispostos a receber o chanceler brasileiro hoje. Os outros são a Índia, a Hungria e a Polônia, que têm governos populistas de extrema direita. O país nunca esteve tão isolado internacionalmente e o fato de ter se tornado um laboratório de procriação do coronavírus deixa a situação ainda pior. Meu comentário:

quarta-feira, 10 de março de 2021

Brasil registra recorde de mais de 2,3 mil mortes de covid-19 num dia

Pela primeira vez em um ano de pandemia, o Brasil notificou mais de 2 mil mortes num dia. Nesta quarta-feira, foram mais 2.349 mortes e 80.955 contágios, elevando o total para 11.205.972 casos confirmados e 270.917 mortes. Em 22 estados e no Distrito Federal, as mortes estão em alta.

A média diária de mortes dos últimos sete dias bateu o 13º recorde em 14 dias: 1.645, com alta de 43% em duas semanas. A média diária de casos novos bateu novo recorde, 69.107, com alta de 32% em duas semanas. Só duas capitais, Belém e Maceió, têm ocupação de leitos de terapia intensiva abaixo de 80%.

Um ano depois que a Organização Mundial da Saúde reconheceu a ocorrência de uma pandemia, o total de casos no mundo passa de 118 milhões, com 2 milhões 620 mil mortes, mais de 94 milhões de pacientes recuperados, mais de 25 milhões com sintomas leves e pouco menos de 90 mil em estado grave. Os Estados Unidos somam 29 milhões 152 mil casos confirmados e 529 mil 203 mortes, mas foram superados pelo Brasil em casos novos e mortes nos últimos dias..

Mais de 336 milhões de doses de vacinas foram aplicadas no mundo, sendo 95,4 milhões nos Estados Unidos, onde 62,5 receberam uma dose e 32,9, quase 10 por cento da população, tomaram as duas doses necessárias à imunização, e mais de 12 milhões no Brasil, onde mais de 9 milhões de pessoas tomaram a primeira dose e 3 milhões 166 mil duas doses. Isto é 1,5% da população do país. Meu comentário:

domingo, 7 de março de 2021

Brasil chega a 265 mil mortes com novo recorde na média de óbitos

 Com mais 1.054 mortes e 79.237 casos novos registrados hoje, o Brasil chegou 11.018.557 casos confirmados e 265.500 óbitos pela doença do coronavírus de 2019. A média diária de mortes dos últimos sete dias bateu o décimo recorde em 11 dias: 1.497, com aumento de 42% em duas semanas. As mortes estão em alta em 18 estados e no Distrito Federal. A média de contágios também é recorde: 67.017, também com alta de 42% em duas semanas.

No mundo, já são 116.817.145 casos confirmados e 2.592.768 mortes. Mais de 92,5 milhões se recuperaram, cerca de 21 milhões apresentam sintomas leves e 89,5 mil estão em estado grave.

Os Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados (28.991.537) e de mortes (524.987), mas registraram fortes quedas nos números de contágios, óbitos e hospitalizações desde o pico no início da janeiro.

Mais de 324 milhões de doses de vacinas foram aplicadas no mundo, sendo 89,6 milhões nos EUA, onde 58,9 milhões receberam uma dose e 20,7 milhões tomaram as duas doses necessárias à imunização, 55 milhões na China, 41 milhões na União Europeia, 21 milhões na Índia e 10.938.967 no Brasil, onde 8.220.820 tomaram uma dose e 2.718.147 duas doses.

Faltam vacinas. O Ministério da Saúde admitiu no domingo que só deve receber 30 milhões de doses em março. No mês passado, prometera 46 milhões. Ontem, o jornal Folha de São Paulo revelou que o laboratório Pfizer ofereceu 70 milhões de doses ao Brasil no ano passado, mas o governo Jair Bolsonaro não se interessou. Agora, corre atrás, mas a procura é muito maior do que a oferta.

Na cidade de São Paulo, as mortes de idosos acima de 90 anos caíram 70% em fevereiro. Os infectologistas acreditam que seja um reflexo da vacinação, que começou lá em 17 de janeiro.

quinta-feira, 4 de março de 2021

Brasil ultrapassa 260 mil mortes por covid-19

 Mais um dia trágico, mais 1.786 vidas perdidas e mais 74.285 casos novos da doença do coronavírus no Brasil. O país chega a 10.796.506 casos confirmados e 261.188 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete dias bateu novo recorde, o sétimo em oito dias. Está em 1.361, com alta de 30% em duas semanas. Há 43 dias, está acima de mil. A média de contágios ficou em 57.517.

Insensível a esta tragédia anunciada, o presidente Jair Bolsonaro declarou: "Chega de frescura e mimimi. Até quando vão chorar?" Vão chorar, presidente, enquanto parentes, amigos e colega estiverem morrendo, enquanto tiverem medo de um inimigo invisível que a sua covardia não consegue enfrentar. Manaus notificou neste ano 1.073 mortes a mais do que no ano passado.

Sempre em busca de uma desculpa para seu próprio fracasso, Bolsonaro acrescentou: "Parece que só morre gente de covid no Brasil". Distorcendo a realidade, o presidente falou que a população está tomada pelo "vírus do pavor". Não, presidente. A população está com pavor do vírus. 

Com unidades de terapia intensiva lotadas, as pessoas estão morrendo por falta de capacidade do sistema de saúde de atender a todos. Isto aconteceu na Itália um ano atrás. Desde aquela época, as medidas de isolamento social servem para poupar o sistema de saúde à espera da vacina, que aqui chega muito devagar por falta de iniciativa do governo federal.

Bolsonaro chegou a dizer que, como o Brasil tem 200 milhões de habitantes, as companhias farmacêuticas deveriam vir aqui vender vacinas. Só que o mundo tem 7,747 bilhões de seres humanos. A concorrência é grande e a procura maior do que a oferta. Como o governo só deve receber 38 milhões de doses de vacinas neste mês, não será possível vacinar todos os maiores de 60 anos até o fim de abril.

No mundo, já são 115.597.805 casos confirmados e 2.569.011 mortes. Mais de 91,5 milhões de pacientes se recuperaram, cerca de 21,4 mil apresentam sintomas leves e 89.747 estão em estado grave. Os Estados Unidos registraram 28.824.505 casos e 520.226 mortes por covid-19.

Cerca de 295 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo 82 milhões e meio nos Estados Unidos, onde 54 milhões receberam pelo menos uma dose e 28 milhões tomaram duas doses, 53 milhões na China, 37 milhões na União Europeia, 21 milhões no Reino Unido, 17 milhões na Índia, 9,5 milhões na Turquia, 8,5 milhões em Israel, o país mais adiantado proporcionalmente, e 10.135.416 no Brasil, onde 7.671.525 receberam pelo menos uma dose e 2.463.894 as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Brasil tem média diária de mortes acima de mil há 20 dias

 Mais 1.340 mortes e 51.733 casos novos da doença do coronavírus de 2019 foram notificados hoje no Brasil. Até agora, são 9.602.934 casos confirmados e 233.588 mortes desde o início da pandemia. A média diária de casos dos últimos sete dias ficou em 1.029. Há 20 dias, está acima de mil.

O Imperial College de Londres estimou a taxa de transmissão da covid-19 no Brasil em 1,02. Isso significa que cada 100 infectados transmitem a doença para 102 pessoas. A transmissão está estabilizada.

Mais de 100 crianças estão sendo hospitalizadas por semana no Reino Unido com uma síndrome inflamatória pós-covid-19. Cerca de 75% das crianças afetadas são de minorias étnicas.

A missão da Organização Mundial da Saúde (OMS) que foi a Wuhan, na China, investigar a origem da pandemia não chegou a conclusões definitivas. Meu comentário:

terça-feira, 17 de novembro de 2020

EUA podem ter mais 100 mil mortes até a posse de Biden

 Com mais de 150 mil casos novos por dia há uma semana, no início de dezembro, devem morrer mais de 2 mil pessoas por dia da doença do coronavírus de 2019 nos Estados Unidos. Até a posse do presidente eleito Joe Biden, em 20 de janeiro, pode haver mais 100 mil mortes. O país soma até agora 11,342 milhões de casos confirmados e mais de 248 mil mortes.

O Brasil registrou mais 676 mortes e 32,2 mil casos novos em 24 horas. O total de mortes subiu para 166.743 e o total de casos confirmados passou de 5,9 milhões. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 557, um aumento de 45% em duas semanas, o que indica uma tendência de alta. A média de casos diários subiu 71% nas últimas duas semanas. A taxa da contaminação passou de 0,9 para 1,1, sinal de que a pandemia está fora de controle.

No mundo, são mais de 55,6 milhões de casos e 1,338 milhão de mortes. Quase 39 milhões de pessoas foram curadas, mais de 15 milhões têm casos suaves e cerca de 100 mil estão em estado grave. Meu comentário:

sábado, 31 de outubro de 2020

Mundo tem 573 mil casos de covid-19 num dia e EUA perto de 100 mil

A pandemia do novo coronavírus de 2019 ontem hoje um novo recorde mundial de casos novos num dia: 573 mil. O total de casos confirmados no mundo está em cerca de 46 milhões, com 1,195 milhão de mortes, mais de 33 milhões de pacientes curados, 11,6 milhões têm sintomas leves e mais de 84 mil estão em estado grave.

A três dias da eleição presidencial, os Estados Unidos vivem seu terceiro e pior pico de contaminação pela covid-1. Foram 99.784 casos novos na sexta-feira, uma alta de 42% em duas semanas, e mais de 500 mil novos diagnósticos. Na luta desesperada pela reeleição, o presidente afirma que a doença está dobrando a curva, mas é a maior responsável por sua possível derrota.

Na Europa, o primeiro-ministro Boris Johnson anunciou o reconfinamento do Reino Unido até 2 de dezembro, a exemplo do que fizeram a Irlanda, a República Tcheca, a França, quase toda a Espanha e o Norte da Itália. Todas as lojas não essenciais ficam fechadas, assim como bares, pubs e restaurantes. As escolas e as universidades ficam abertas. O governo britânico vai pagar 80% dos salários dos trabalhadores de baixa renda.

O Brasil registrou mais 340 mortes e 15.203 casos novos neste sábado. O total de mortes chegou a 159.902 em 5,535 mil casos confirmados. A média diária de casos dos últimos sete dias subiu na semana para 21.930, uma advertência de que o país não está livre de uma segunda onda. A média diária de mortes ficou em 425. É estável em patamar elevado.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Brasil se aproxima de 150 mil mortes pela covid-19

 O Brasil registrou mais de 730 mortes e 27.182 contágios pela doença do coronavírus de 2019. Soma agora mais de 149 mil mortes e de 5 milhões de casos desde que a pandemia chegou aqui. A média diária de mortes caiu bem abaixo do pico de mais de mil mortes por dia. É estável num patamar elevado: 610. Tendo em vista a segunda onda na Europa, a situação melhorou, mas está longe de ficar sob controle. À medida que as pessoas vão relaxando, o vírus volta a circular com maior velocidade.

No mundo inteiro, houve mais de 300 mil casos novos num dia, novo recorde, anunciou a Organização Mundial da Saúde (OMS), O total de casos confirmados de covid-19 passou de 36,5 milhões, com 1,062 milhão de mortes. Mais de 27,6 milhões de pacientes se recuperaram e cerca de 68 mil estão em estado grave.

Na Europa, foram notificados 100 mil casos novos num dia. A Itália, o primeiro país do mundo a entrar em quarentena coletivamente, chegou a ser considerado exemplo e agora voltou a ter mais de 4 mil casos novos por dia.

Com o aumento da contaminação na zona rural. a Índia chegou a 6,9 milhões de casos confirmados e 106,5 mil mortos. Meu comentário:

sábado, 3 de outubro de 2020

Chefe da Casa Civil admite que situação de Trump preocupa

Pouco depois que o médico da Casa Branca, Dr. Sean Conley, declarou que o presidente Donald Trump está "passando bem", o ministro-chefe da Casa Civil dos Estados Unidos, Mark Meadows, revelou que o momento é "muito preocupante". 

Os sinais vitais do presidente apresentaram problemas nas últimas 24 horas. Ele teria recebido oxigênio. Os próximas 48 horas serão importantes. Trump tem 74 anos e é obeso, dois fatores de risco para a doença do coronavírus de 2019.

O médico da Casa Branca falou que o presidente estava doente há 72 horas quando a notícia só havia sido revelada há 36 horas, na madrugada de sexta-feira. Isso indica que o governo segurou a informação. Seria mais prudente ter entrado em contato com dezenas, talvez centenas, de pessoas que tiveram contato com Trump nos últimos dias.

Sete pessoas que estiveram na Casa Branca há uma semana para a cerimônia oficial de apresentação da juíza Amy Coney Barrett, nomeada pelo presidente para a Suprema Corte, pegaram o coronavírus. A imensa maioria das pessoas não usava máscara e não havia distanciamento. Estavam todos perto uns dos outros. Depois, houve uma recepção.

Mesmo depois de pegar a covid-19, Trump seria contra o uso obrigatório de máscaras na Casa Branca. A Ala Oeste, onde funciona o governo dos EUA, é um emaranhado de escritórios e corredores construídos dentro de um prédio histórico. A proximidade entre as pessoas é inevitável.

domingo, 30 de agosto de 2020

Mais de 60 universidades registram contágios nos EUA

Com o reinício das aulas presenciais, mais de 60 universidades de 36 estados americanos registraram casos da doença do coronavírus de 2019. Em escolas primárias e secundárias, houve pelo menos 7,9 mil casos novos em alunos e funcionários. Em todo o país, sindicatos de professres vão à Justiça contra o reinício das aulas.

O total de casos confirmados da covid-19 ultrapassou hoje os 25 milhões, com 845 mil mortes e 17,7 milhões de pacientes curados. Os Estados Unidos estão perto de 6 milhões de casos e passaram de 183 mil mortes.

No Brasil, houve 15.151 casos novos e mais 398 mortes notificadas nas últimas 24 horas, de acordo com dados das secretarias estaduais da Saúde compilados por um consórcio de empresas jornalísticas. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 875. É a menor desde 21 de maio.

Os prefeitos das duas maiores cidades da Turquia, Istambul e Ancara, acusaram o governo central do ditador Recep Tayyip Erdogan de esconder a verdadeira escala da pandemia no país. Oficialmente, o país tem 267 mil casos confirmados e 6,3 mil mortes.

A China fez acordos com 20 países de baixa renda interessados em renegociar suas dívidas, entre eles Angola e Moçambique, duas ex-colônias de Portugal.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Segunda enfermeira com ebola viajou de avião nos EUA

A enfermeira Amber Joy Vinson, a segunda pessoa a contrair o vírus ebola nos Estados Unidos, viajou de avião com 132 pessoas na véspera do dia em que foi diagnostica, confirmou hoje o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, do inglês) do país, citado pelo jornal The Washington Post. Em 13 de outubro, ela estava no voo 1143 da companhia aérea Frontier Airlines de Cleveland, no estado de Ohio, para o aeroporto de Dallas/Fort Worth, no Texas.

Como a primeira pessoa infectada nos EUA, ela também trabalhava no Hospital Presbiteriano da Saúde em Dallas, no Texas, onde esteve internado o liberiano Thomas Eric Duncan, que morreu de ebola.

O total de mortos na pior epidemia de ebola registrada até hoje chegou a 4.447 em 8.914 casos notificados, revelou hoje a Organização Mundial da Saúde, informa a agência Reuters. Quase todas as mortes ocorreram em três países do Leste da África: Libéria, Serra Leoa e Guiné. Cerca de 70% dos infectados morrem.

A doença continua avançando. A OMS já espera 5 a 10 mil novos casos por semana no início de dezembro.

No Brasil, o primeiro caso suspeito foi descartada hoje. Era um guineense que chegou ao Brasil passando pelo Marrocos. Ele recebeu alta hoje de manhã da Fundação Osvaldo Cruz, no Rio de Janeiro, depois de exames confirmarem que não contraiu a doença.