quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Produção industrial aumenta na Europa

NOVA YORK - A produção industrial dos 17 países da Zona do Euro avançou 1% em julho e 1,1% na União Europeia como um todo, anunciou hoje a Eurostat, agência oficial de estatísticas do bloco, que tem um produto regional bruto de 18 trilhões de dólares.

Indústria do Japão cresce só 0,4%

NOVA YORK - A produção industrial do Japão, a terceira maior economia do mundo, cresceu apenas 0,4% em julho, informou hoje o Ministério da Economia, Indústria e Comércio, confirmando a longa estagnação do país, que já dura duas décadas.

14 de setembro foi muito pior do que 11 de setembro

NOVA YORK - Os dados sobre o aumento da pobreza divulgados ontem pelo Censo dos Estados Unidos confirmam que a primeira década do século 21 foi uma década perdida pelo país e que 14 de setembro de 2008 teve um impacto muito mais duradouro sobre o país e o mundo do que 11 de setembro de 2001.

Há exatamente três anos, as autoridades econômicas americanas decidiram não usar dinheiro público para salvar o banco de investimentos Lehman Brothers, na época o quarto maior do país. Tentaram articular um grupos de bancos privados para resolver o problema, sem sucesso

Na abertura do pregão de 15 de setembro de 2008, os preços das ações desabaram nos mercados financeiros do mundo inteiro.

Os investidores temiam o colapso de uma série de empresas financeiras, e os especuladores começaram a atacar as que teriam mais dificuldades para se sustentar. A bola da vez era a AIG, a maior seguradora do mundo, com um rombo muito maior do que o Lehman Brothers.

A AIG foi considerada grande demais para falir. No fim das contas, o governo dos EUA teve de socorrer a seguradora com US$ 182 bilhões para evitar que seguros, fundos de pensão e as mais variadas operações financeiras ficassem sem cobertura.

Com os balanços das empresas financeiras carregados de papéis podres, ninguém sabia qual era o rombo exato nas contas do outros. O resultado foi um colapso do mercado de crédito.

O dinheiro é uma espécie de sangue da economia. Circula por uma rede financeira onde os bancos centrais estão no topo. Eles emprestam dinheiro aos grandes bancos, que irrigam o sistema. Assim, o mercado interbancário ficou paralisado.

Durante uma crise, se uma empresa financeira tem dinheiro em caixa não vai emprestar a quem não sabe se vai pagar. Como ninguém tinha mais garantia, os governos foram obrigados a intervir para assegurar que os empréstimos seriam honrados: se os bancos privados não pagassem, os bancos centrais garantiriam os negócios.

Essa intervenção maciça levou ao inchaço das dívidas públicas dos países ricos, hoje o maior problema da economia internacional, alarmada hoje pelo risco de que a Grécia dê um calote em títulos com vencimento em outubro.

Ontem, a agência de classificação de risco Moody's rebaixou o crédito de dois importantes bancos franceses, Société Générale e Crédit Agricole. Todo o sistema financeiro da Zona do Euro está sob suspeita, e a Alemanha, maior economia da Europa, reluta em bancar países menos disciplinados, os chamados PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha).

A dívida pública da Itália chegou a 1,9 trilhão de euros, mais do que toda a riqueza que o país produz num ano menos as importações. Um diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) já admite que a Espanha e a Itália vão precisar de ajuda externa.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ahmadinejad promete soltar alpinistas americanos

NOVA YORK - Depois de um anúncio de que dois alpinistas americanos presos no Irã há mais de dois anos só seriam soltos mediante pagamento de fiança de US$ 1 milhão, o presidente Mahmoud Ahmadinejad prometeu lhes dar um "perdão unilateral" e libertá-los em breve, informa o jornal The Washington Post.

Shane Bauer e Josh Fattal, de 29 anos, foram presos junto com Sarah Shourd em 31 de julho de 2009, quando teriam cruzado sem saber a fronteira entre o Iraque e o Irã, em meio à revolta popular contra a reeleição fraudulenta de Ahmadinejad.

Ela foi solta em setembro de 2010 depois do pagamento de US$ 500 mil de fiança.

As decisões do presidente precisam ser referendadas pelas autoridades religiosas que dominam a república islâmica.

Pobreza já atinge mais de 46 milhões de americanos

NOVA YORK - Com a pior crise econômica internacional em 70 anos, o número de pobres nos Estados Unidos subiu de 43,6 milhões em 2009 para 46,2 milhões em 2010, revelou hoje o escritório do censo.

De cada seis americanos, um está na miséria. Ao todo, são 15,1% da população, o nível mais alto desde 1993. Quase 50 milhões de americanos não têm cobertura de saúde.

A renda média do trabalhador nos EUA caiu pela terceiro ano seguido e está agora no mesmo nível de 1996.

Talebã atacam embaixada dos EUA no Afeganistão

NOVA YORK - Depois de um ataque que deixou 77 feridos em 11 de setembro deste ano, a milícia fundamentalista dos Talebã (Estudantes) realizou uma série de ações coordenadas contra a embaixada dos Estados Unidos no Afeganistão e o quartel-general da Organização do Atlântico Norte (OTAN) em Cabul. Pelo menos nove pessoas - três civis, quatro policiais e dois militantes - morreram.

O ataque mostra que os Talebã ainda resistem, na mais longa guerra da História dos EUA, prejudicada pela desastrada decisão do então presidente George W. Bush de invadir o Iraque em 2003, apesar deste país não ter nenhuma relação com os atentados de 11 de setembro de 2001.

Ex-agente diz que 11/9 poderia ter sido evitado

NOVA YORK - Em um livro de memórias, um ex-policial federal dos Estados Unidos acusa a competição entre os diferentes serviços secretos americanos de ter impedido de evitar os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, noticiou nessa segunda-feira o jornal americano The New York Times.

As Bandeiras Negras: a história secreta do 11/9 e da guerra contra Al Caeda, lançado nessa segunda-feira, foi escrito pelo ex-agente do FBI, a polícia federal americana, Ali Soufan. Ele denuncia uma sucessão de erros que teriam sido cometidos nas investigações sobre os atentados contra as embaixadas dos EUA no Quênia e na Tanzânia, em 1998, e no ataque contra o contratorpedeiro USS Cole, no Iêmen.

Soufan, um agente antiterrorista que fala árabe, acusa a CIA (Agência Central de Inteligência) de ter retido intencionalmente documentos e fotografias de militantes da Caeda que só foram repassados ao FBI depois de 11 de setembro de 2001, apesar de três pedidos formais por escrito.

Uma das alegações mais fortes do livro é a descrição de uma cena na Embaixada dos EUA no Iêmen. Poucas horas depois dos ataques contra Nova York e o Pentágono, a CIA entregou os documentos requisitados meses antes, inclusive as fotos de dois dos 19 terroristas suicidas responsáveis pela tragédia.

"Por cerca de um minuto, olhei atônito para as fotos e o relatório, quase não conseguindo acreditar no que tinha em mãos", afirma o autor. Ele correu para o banheiro e vomitou. "Todo o meu corpo tremia."

O relatório documentava uma reunião d'al Caeda na Malásia em janeiro de 2000. Soufan acredita que essas informações e o resultado da investigação sobre o USS Cole teriam permitido desarmar a conspiração.

Numa ocasião, o ex-agente estava interrogando Abdullah Tabarak no centro de detenção instalado na base naval de Guantânamo, um enclave americano em Cuba. Quando achava que poderia obter dados importantes, os militares o proibiram de falar com o prisioneiro, que foi enviado para o Marrocos e libertado.

Em outro momento, Soufan interrogou um militante conhecido como Batar, que levou o dote de Ossama ben Laden para o casamento do líder terrorista com uma jovem iemenita. Batar teria pedido para telefonar para a família. Os militares americanos rejeitaram o pedido. Soufan acredita que poderia ter conseguido uma pista capaz de levar a Ben Laden.

Para o autor, o maior erro foi a adoção pela CIA de técnicas brutais de interrogatório e tortura, sob ordens diretas da Casa Branca no governo George W. Bush.

Um porta-voz da CIA rejeitou as alegações de que a agência se negou a compartilhar informações antes dos atentados e defendeu os métodos de interrogatório, dizendo que permitiram "salvar vidas e desarmar conspirações inúmeras vezes" nos EUA e no exterior.


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Crescimento industrial da Índia é menor em dois anos

NOVA YORK - A produção industrial da Índia registrou em julho o menor crescimento em quase dois anos. Avançou apen 3,3% por causa na grande queda na produção de bens de capital.

É um sinal de que as empresas estão investindo menos em novos equipamentos, sintoma de desaceleração da terceira maior economia da Ásia.

Repressão já matou 2,6 mil sírios


NOVA YORK - Em seis meses de revolta popular, a ditadura da Síria matou pelo menos 2,6 mil pessoas, anunciaram aqui hoje de manhã as Naçoes Unidas, informa o jornal The New York Times.

O Conselho de Direitos Humanos da ONU nomeou três investigadores para examinar a violência política na Síria, inclusive o sociólogo brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro. Ele já exerceu essa função em Burúndi.

Bolsas caem por medo de calote da Grécia

NOVA YORK - Com a Grécia mais uma vez à beira do calote, as bolsas de valores caem no mundo inteiro. Aqui, a queda é limitada. No momento, o índice Dow Jones 0,7%.

No mês de outubro, a Grécia vai ficar sem direito para honrar suas dívidas. Já recebeu empréstimos de 110 bilhões de euros, cerca de R$ 250 bilhões, no ano passado, e precisa de mais dinheiro.

As bolsas começaram a cair desde que o mercado abriu na Ásia. A bolsa de Tóquio perdeu 2,31% e Hong Kong, 4,21%.

Na Europa, Paris caiu mais de 4% por medo de que um calote grego cause uma crise para os bancos franceses.

Ao meio-dia em Nova York, 13h em Brasília, todos os índices divulgados pela agência de notícias Dow Jones estavam em queda, menos serviços de petróleo e semicondutores.

Obama faz novo apelo por Lei do Emprego

NOVA YORK - De volta aos cruciantes problemas da economia dos Estados Unidos, depois das homenagens pelos 10 anos dos atentados de 11 de setembro de 2001, o presidente Barack Obama fez agora há pouco novo apelo à oposição republicana para que aprove seu novo projeto de Lei do Emprego.

A proposta inclui cortes de impostos e gastos públicos nos setores de educação e infraestrutura. O problema está no aumento de despesas, que a direita não aceita, entre outras razões porque o Partido Republicano retomou a maioria na Câmara prometendo equilibrar o orçamento, e os deputados devem se candidatar à reeleição em novembro de 2012.

Em discurso nos jardins da Casa Branca, Obama alegou que os 14 milhões de desempregados não podem esperar mais 14 meses, até a posse dos eleitos no próximo ano, por medidas governamentais para melhorar suas vidas.

Será mais uma batalha difícil num país radicalmente dividido desde a eleição de George Walker Bush, em 2000, antes portanto dos atentados de 11 setembro, que não podem ser responsabilizados pela atual crise da maior economia do mundo.


domingo, 11 de setembro de 2011

Guerra contra o terror entra para a História

NOVA YORK - Esta cidade traumatizada pelo atentado terrorista mais espetacular da História lembrou hoje as vítimas da tragédia de 11 de setembro de 2001. Seus nomes foram lidos um a um no marco zero, em cerimônia presidida pelo presidente Barack Obama.

Perto de 3 mil pessoas foram mortas: 2.753 em Nova York, 184 no Pentágono e 40 no avião que caiu em Shanksville, na Pensilvânia, quando passageiros enfrentar os sequestradores e tentaram retomar o controle  da situação. Obama esteve nos três lugares para prestar homenagens.

Dez anos depois, com a morte de Ossama ben Laden, a malfadada "guerra contra o terror" declarada naquele dia pelo então presidente George W. Bush perde cada vez mais seu significado e "dissolve-se na História", como afirma a revista The Economist.

É claro que os terroristas da rede Al Caeda continuam mais determinados do que nunca a atacar os EUA. Gostariam de vingar a morte do xeque. Se não conseguiram nos últimos dez anos, têm menos chance. Os Estados Unidos acreditam que a maior ameaça hoje seja um ataque com armas químicas ou biológicas, mas o esconderijo de Ben Laden revelou uma Caeda muito mais pobre e primitiva do que se imaginava

O 11 de Setembro não mudou o mundo. Pode ser um marco do início do século 21, mas não se compara à queda do Muro de Berlim, que acabou com a ordem mundial da Guerra.

Ao deflagrar a Grande Recessão, o colapso do banco Lehman Brothers, em 14 de setembro de 2008, foi muito mais importante. Acelerou o declínio das potências do Ocidente e a ascensão da Ásia.

 O século 21 não será o século do terrorismo. Será o Século da Ásia. Com o terrorismo de Estado de Hitler, Stalin e Mao, além dos grupos guerrilheiros que tornaram essa tática de guerra endêmica no Oriente Médio, na América Latina, na África, na Ásia e na Europa, o século 20 foi o século do terrorismo.

Desde 2001, a dúvida era se os atentados eram a última guerra do século 20 ou a primeira do século 21. Como a rede Al Caeda nasceu no Afeganistão em 1988, ainda sob a ocupação soviética, talvez tenha sido mesmo a última guerra do século passado.

Antes de tudo, a guerra contra o terrorismo foi um equívoco semântico. Em primeiro lugar, não se pode fazer guerra contra uma tática de guerra. Em segundo lugar, várias vezes os EUA cometeram atos terroristas ou apoiaram aliados que fizeram isso, por exemplo, nas ditaduras militares latino-americanas durante a Guerra Fria.

A operação para matar Ben Laden mostrou que o terror não estatal se combate com mais eficiência com inteligência e ações de comandos

sábado, 10 de setembro de 2011

"Só pode ter sido Ben Laden"

Eram cinco para as duas da tarde de terça-feira, 11 de setembro de 2001, em Londres, quando saí do metrô de Warren St. Trabalhava numa produtora de rádio e tinha de gravar um programa semanal às 14h. Liguei o rádio do meu walkman no Serviço Mundial da BBC para chegar na redação sabendo das últimas notícias.

Um avião havia se chocado contra uma das torres do World Trade Center, em Nova York. A informação inicial é de seria um avião pequeno. Afinal, grandes aviões não poderia entrar no espaço aéreo da cidade a baixa altitude.

Já estava na redação e as TVs já mostravam imagens ao vivo, às 14h04 pelo horário londrino, quando o segundo avião se chocou contra a Torre Sul. No primeiro momento, pensei que tinham conseguido a imagem do primeiro avião. Mas as duas torres estavam pegando fogo.

Naquele momento, a ficha caiu. Estávamos diante do atentado terrorista mais espetacular da História, com cobertura ao vivo e em cores. Imediatamente, Steve, um jornalista inglês do London Radio Service.  que tinha trabalhado no Oriente Médio, matou a charada: "Só pode ter sido Ben Laden".

O líder da rede terrorista Al Caeda era conhecido há pelo menos cinco anos do público britânico, desde que o laureado correspondente de Oriente Médio do Independent, Robert Fisk, o entrevistou.

A partir daí, a redação entrou em polvorosa. Com a queda das Torres Gêmeas, a sombra do terror pairou sobre Londres. Por causa do alinhamento automático do Reino Unido com os Estados Unidos, os londrinos temiam que a cidade fosse o próximo alvo.

Bateu o horror. A produtora decidiu cancelar a gravação. Foram todos trabalhar nos atentados.

O então primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que seria um discurso num encontro de sindicatos, mudou o texto. Falando de improviso, deu total solidariedade aos Estados Unidos.

Eu tinha um lançamento de livro, um atlas da ONU sobre corais e biodiversidade, no Ministério do Exterior britânico, um possível alvo. Fui lá, comprei o livro e caí fora. Fui para casa, onde escrevi para o No.com um dos que considero melhores textos da miha carreira jornalística.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Egípcios atacam embaixada de Israel no Cairo

Em mais um sinal da deterioração das relações com Israel desde a revolução que acabou com a ditadura de Hosni Mubarak, uma multidão enfurecida atacou hoje a embaixada israelense no Egito. A polícia egípcia defendeu a representação diplomática. Cerca de 450 pessoas saíram feridas. O embaixador e outros diplomatas foram resgatados por um avião da Força Aérea de Israel.

Alemão sai por discordar de política do BCE

A renúncia do representante alemão Jürgen Stark do Conselho Diretor do Banco Central da Europa derruba as bolsas de valores no mundo inteiro. Mostra mais uma vez a incapacidade das autoridades europeias de chegar a um consenso para combater a crise das dívidas públicas dos países do continente, hoje a maior ameaça à recuperação da economia mundial depois da Grande Recessão (2008-9).

Stark era contra a política do BCE de comprar títulos da dívida pública dos países em risco, intervindo nos leilões para garantir seu sucesso.

Indústria da França avança 1,5%

Depois de uma queda de 1,5% em junho, a produção industrial da França cresceu 1,5% em julho, anunciou hoje o Insee (Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos.

Na comparação anual, o crescimento foi de 4,2%.

Em julho, a fabricação de máquinas, equipamentos eletroeletrônicos e de informática avançou 3,7%. O setor de transportes cresceu 2,6% e os outros setores, 0,8%.

Produção industrial da China cresce um pouco menos

A produção industrial da China cresceu 13,5% em agosto na comparação anual, um pouco menos do que os 14% de agosto, informou hoje o Escritório Nacional de Estatísticas do país.

PIB do Japão caiu mais do que estimado

Sob o impacto do terremoto e do maremoto de 11 de março de 2001, a economia do Japão encolheu 0,5% no segundo trimestre do ano, mais do que 0,3% da estimativa inicial. A taxa anualizada indicou baixa de 2,1%.

"A recuperação pode ser sido travada pela desaceleração da economia mundial e o fraco consumo doméstico", observou Instituto de Pesquisas Daiichi Life.

Interpol ordena prisão de Kadafi e filho

A pedido do Tribunal Penal Internacional, a Interpol (polícia internacional) emitiu hoje ordens de prisão contra o ex-ditador da Líbia, Muamar Kadafi, seu filho Seif al-Islam Kadafi e o cunhado Abdullah Senussi.

"O pedido do procurador de um alerta vermelho vai restringir significativamente a possibilidade destes três homens de cruzar a fronteira. Será importante para localizá-los e capturá-los", declarou um comunicado da Interpol.

Inflação tem leve queda na China


O índice de crescimento de preços ao consumidor na China registrou uma pequena queda, de 6,5% em julho para 6,2% em agosto, informou hoje o escritório oficial de estatísticas do país. A meta é uma inflação de 4%.

A alta foi puxada pelos preços dos alimentos, que avançaram em agosto num ritmo de 13,4% ao ano, menos do que os 14,8% de julho.

Já o índice de preços no atacado caiu de 7,5% para 7,3% ao ano.

Nos oito primeiros meses de 2011, os investimento de longo prazo em ativos fixos da segunda maior economia do mundo cresceram impressionantes 25% para US$ 2,83 trilhões.