A organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante executou mais de 3,5 mil pessoas na Síria, inclusive 103 mulheres e 77 crianças, revelou a organização não governamental Observatório Sírio dos Direitos Humanos, que monitora a guerra civil no país.
Ao todo, o Estado Islâmico executou 975 membros da polícia e do Exército da Síria e 247 guerrilheiros curdos, noticiou o jornal libanês The Daily Star.
O maior massacre foi da tribo Chaitat, no Leste da Síria, que perdeu 930 homens em degolas e outros tipos de execuções no último ano e meio. A tribo se rebelou com o Estado Islâmico, mas não teve condições de enfrentar a milícia, que tinha mais homens e equipamento militar superior.
Numa explosão de violência em agosto de 2014, os milicianos do EI degolaram, crucificaram e assassinaram, matando mais de 700 homens em três dias.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Exército da Síria retoma cidade e base aérea perto de Alepo
Com a cobertura aérea da Rússia e o apoio em terra da milícia fundamentalista xiita libanesa Hesbolá (Partido de Deus), a ditadura de Bachar Assad capturou hoje a cidade de Hader, próxima da estrada Damasco-Alepo, as duas maiores cidades da Síria, noticiou a Agência France Presse (AFP).
Hader era "o maior quartel-general das forças rebeldes ao Sul de Alepo", declarou Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, que monitora a guerra civil síria, que matou mais de 250 mil pessoas desde 15 de março de 2011.
No início da semana, com o apoio dos bombardeios russos e de milícias aliadas, o regime sírio rompeu um cerco de mais de dois anos do Estado Islâmico do Iraque e do Levante à principal base aérea do Norte da Síria.
Hader era "o maior quartel-general das forças rebeldes ao Sul de Alepo", declarou Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, que monitora a guerra civil síria, que matou mais de 250 mil pessoas desde 15 de março de 2011.
No início da semana, com o apoio dos bombardeios russos e de milícias aliadas, o regime sírio rompeu um cerco de mais de dois anos do Estado Islâmico do Iraque e do Levante à principal base aérea do Norte da Síria.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Estado Islâmico está mais perto do que nunca do centro de Damasco
A milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante chegou mais perto do que nunca do centro da capital da Síria, anunciou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental que monitora a guerra civil na Síria.
Os milicianos do Estado Islâmico enfrentam rebeldes no bairro de Assali, no distrito de Kadam, em Damasco. Pelo menos 15 milicianos foram mortos na batalha em que o EI tomou ao menos duas ruas.
A situação no distrito de Assali estava relativamente calma há um ano, quando outros rebeldes negociaram uma trégua com a ditadura de Bachar Assad.
Nos esforços diplomáticos para acabar com a guerra civil síria, em que mais de 230 mil pessoas foram mortas nos últimos quatro anos e meio, a Rússia conseguiu negociar as bases para uma transição política entre o regime sírio e a oposição, mas não com o EI.
Os milicianos do Estado Islâmico enfrentam rebeldes no bairro de Assali, no distrito de Kadam, em Damasco. Pelo menos 15 milicianos foram mortos na batalha em que o EI tomou ao menos duas ruas.
A situação no distrito de Assali estava relativamente calma há um ano, quando outros rebeldes negociaram uma trégua com a ditadura de Bachar Assad.
Nos esforços diplomáticos para acabar com a guerra civil síria, em que mais de 230 mil pessoas foram mortas nos últimos quatro anos e meio, a Rússia conseguiu negociar as bases para uma transição política entre o regime sírio e a oposição, mas não com o EI.
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sexta-feira, 31 de julho de 2015
EUA bombardeiam braço da rede terrorista Al Caeda na Síria
A coalizão aérea liderada pelos Estados Unidos bombardeou hoje bases da Frente al-Nusra, braço da rede terrorista Al Caeda na guerra civil da Síria, perto da cidade de Alepo, no Norte do país, informou a agência Reuters.
Os EUA negaram ontem que o ataque tenha sido uma retaliação aos jihadistas, que teriam sequestrado rebeldes moderados treinados por militares americanos. Horas antes, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental que monitora o conflito, dissera que pelo menos oito rebeldes tinham sido sequestrados.
De acordo com o Departamento da Defesa dos EUA, nenhum dos 54 graduados no programa de treinamento conhecido como Nova Força Síria foi capturado.
Os EUA negaram ontem que o ataque tenha sido uma retaliação aos jihadistas, que teriam sequestrado rebeldes moderados treinados por militares americanos. Horas antes, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental que monitora o conflito, dissera que pelo menos oito rebeldes tinham sido sequestrados.
De acordo com o Departamento da Defesa dos EUA, nenhum dos 54 graduados no programa de treinamento conhecido como Nova Força Síria foi capturado.
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terça-feira, 28 de julho de 2015
Curdos retomam cidade síria do Estado Islâmico
As Unidades de Proteção do Povo, braço armado do Partido dos Trabalhadores do Curdistão na guerra civil da Síria, reconquistaram ontem a cidade de Sarrin, noticiou a agência Reuters citando como fonte o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental com sede em Londres que monitora o conflito.
Os guerrilheiros curdos lutavam há um mês pelo controle da cidade para cortar uma importante rota de suprimento para o Estado Islâmico do Iraque e do Levante. Sarrin servia como base para os jihadistas lançarem ataques contra Kobane.
Como na Batalha de Kobane, a coalizão liderada pela Força Aérea dos Estados Unidos bombardeou posições do Estado Islâmico durante a ofensiva curda. Por outro lado, a Força Aérea da Turquia atacou tanto o Estado Islâmico quanto os guerrilheiros curdos.
Ao mesmo tempo, o governo da Turquia fez um acordo com os EUA para criar uma zona de segurança de 100 quilômetros de largura ao longo da fronteira com a Síria e convocou uma reunião do Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) sobre as ameaças à sua segurança para esta quarta-feira.
Os guerrilheiros curdos lutavam há um mês pelo controle da cidade para cortar uma importante rota de suprimento para o Estado Islâmico do Iraque e do Levante. Sarrin servia como base para os jihadistas lançarem ataques contra Kobane.
Como na Batalha de Kobane, a coalizão liderada pela Força Aérea dos Estados Unidos bombardeou posições do Estado Islâmico durante a ofensiva curda. Por outro lado, a Força Aérea da Turquia atacou tanto o Estado Islâmico quanto os guerrilheiros curdos.
Ao mesmo tempo, o governo da Turquia fez um acordo com os EUA para criar uma zona de segurança de 100 quilômetros de largura ao longo da fronteira com a Síria e convocou uma reunião do Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) sobre as ameaças à sua segurança para esta quarta-feira.
terça-feira, 30 de junho de 2015
Estado Islâmico degola duas mulheres na Síria por feitiçaria
Pela primeira vez, a milícia Estado Islâmico do Iraque e do Levante degolou mulheres na Síria sob a acusação de feitiçaria. As duas mulheres foram executadas em 28 e 29 de junho de 2015 junto com seus maridos, informou hoje a Agência France Presse (AFP), citando como fonte o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental de oposição com sede em Londres que monitora a guerra civil no país.
Com sua ideologia salafista ultrarradical, o Estado Islâmico é hoje a maior organização terrorista do mundo. Já havia notícias sobre mulheres apedrejadas até a morte sob a acusação de adultério. Mas até agora não se tinha ouvido falar em decapitação, usada com frequência para executar homens.
Ontem fez um ano que o Estado Islâmico proclamou um Califado de jurisdição universal, num momento em que proliferam os atentados terroristas cometidos em seu nome. Já existem pesquisas científicas sobre a violência do grupo terrorista contra as mulheres, com estupros, escravidão sexual, apedrejamento e agora degolas, traumas profundos que serão carregados pela vida inteira.
Com sua ideologia salafista ultrarradical, o Estado Islâmico é hoje a maior organização terrorista do mundo. Já havia notícias sobre mulheres apedrejadas até a morte sob a acusação de adultério. Mas até agora não se tinha ouvido falar em decapitação, usada com frequência para executar homens.
Ontem fez um ano que o Estado Islâmico proclamou um Califado de jurisdição universal, num momento em que proliferam os atentados terroristas cometidos em seu nome. Já existem pesquisas científicas sobre a violência do grupo terrorista contra as mulheres, com estupros, escravidão sexual, apedrejamento e agora degolas, traumas profundos que serão carregados pela vida inteira.
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Curdos dominam 80% de Kobane
Os guerrilheiros curdos que lutam contra a milícia extremista muçulmana Estado Islâmico do Iraque e do Levante controlam 80% da cidade de Kobane, no Norte da Síria, inclusive o centro administrativo, anunciou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental ligada à oposição à ditadura de Bachar Assad.
Desde setembro de 2014, os curdos têm o apoio da Força Aérea dos Estados Unidos e seus aliados na batalha pela cidade síria, que fica na fronteira com a Turquia.
A queda de Kobane seria um duro golpe na estratégia do presidente Barack Obama de não envolver forças terrestres americanas na guerra contra o Estado Islâmico.
Desde setembro de 2014, os curdos têm o apoio da Força Aérea dos Estados Unidos e seus aliados na batalha pela cidade síria, que fica na fronteira com a Turquia.
A queda de Kobane seria um duro golpe na estratégia do presidente Barack Obama de não envolver forças terrestres americanas na guerra contra o Estado Islâmico.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Guerra civil na Síria matou mais de 76 mil em 2014
Com 152 mortes em 31 de dezembro, o total de mortos na guerra civil da Síria passou de 76 ml pessoas em 2014, um novo recorde para o conflito que obrigou mais de 9 milhões de pessoas a fugir de casa desde seu início, em 15 de março de 2011, como um protesto popular da Primavera Árabe contra a ditadura de Bachar Assad. Os dados são do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental de oposição.
No vizinho Iraque, mais de 15 mil pessoas foram mortas, o maior número de 2007, especialmente por causa da ofensiva da milícia terrorista Estado Islâmico, o que levou os Estados Unidos a entrarem na guerra com bombardeios aéreos. Neste primeiro dia de 2015, os EUA e seus aliados atacaram 17 alvos na Síria e 12 no Iraque, noticiou a televisão pública britânica BBC.
Na Síria, em 31 de dezembro, morreram pelo menos 50 soldados, 39 rebeldes e 35 civis. Hoje, pelo menos 25 soldados leais ao regime foram mortos em combate contra o Estado Islâmico e a Frente al-Nusra, braço armado da rede terrorista Al Caeda na guerra civil síria. O governo fez pelo menos quatro bombardeios aéreos e três com mísseis terrestres.
No vizinho Iraque, mais de 15 mil pessoas foram mortas, o maior número de 2007, especialmente por causa da ofensiva da milícia terrorista Estado Islâmico, o que levou os Estados Unidos a entrarem na guerra com bombardeios aéreos. Neste primeiro dia de 2015, os EUA e seus aliados atacaram 17 alvos na Síria e 12 no Iraque, noticiou a televisão pública britânica BBC.
Na Síria, em 31 de dezembro, morreram pelo menos 50 soldados, 39 rebeldes e 35 civis. Hoje, pelo menos 25 soldados leais ao regime foram mortos em combate contra o Estado Islâmico e a Frente al-Nusra, braço armado da rede terrorista Al Caeda na guerra civil síria. O governo fez pelo menos quatro bombardeios aéreos e três com mísseis terrestres.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Bombardeios dos EUA mataram 1.119 jihadistas na Síria
Os bombardeios aéreos liderados pelos Estados Unidos causaram a morte de pelo menos 1.171 pessoas desde setembro, sendo 1.119 milicianos de grupos terroristas muçulmanos, anunciou hoje em Londres o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental ligada à oposição à ditadura de Bachar Assad.
Os terroristas lutavam pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante e pela Frente al-Nusra, o braço armado da rede terrorista Al Caeda na guerra civil da Síria.
Hoje houve mais sete missões de bombardeio na Síria e três no Iraque contra posições do Estado Islâmico.
O governo sírio autorizou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a levar suprimentos médicos a três regiões do país que não estavam podendo receber ajuda humanitária, inclusiva a Alepo, a segunda maior cidade, e aos bairros de Muadamia e Guta Oriental, na capital, Damasco. Cerca de 4,7 milhões de sírios vivem em áreas de difícil acesso por causa da guerra.
Uma agência das Nações Unidas que examinou fotos de satélites conclui que 290 sítios de importância histórica e cultural da Síria foram danificados em três anos e meio de uma guerra civil brutal. Pelo menos 24 foram totalmente destruídos.
Os terroristas lutavam pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante e pela Frente al-Nusra, o braço armado da rede terrorista Al Caeda na guerra civil da Síria.
Hoje houve mais sete missões de bombardeio na Síria e três no Iraque contra posições do Estado Islâmico.
O governo sírio autorizou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a levar suprimentos médicos a três regiões do país que não estavam podendo receber ajuda humanitária, inclusiva a Alepo, a segunda maior cidade, e aos bairros de Muadamia e Guta Oriental, na capital, Damasco. Cerca de 4,7 milhões de sírios vivem em áreas de difícil acesso por causa da guerra.
Uma agência das Nações Unidas que examinou fotos de satélites conclui que 290 sítios de importância histórica e cultural da Síria foram danificados em três anos e meio de uma guerra civil brutal. Pelo menos 24 foram totalmente destruídos.
domingo, 30 de novembro de 2014
EUA e aliados bombardeiam 30 vezes a capital do Estado Islâmico
A coalizão liderada pelos Estados Unidos lançou ontem 30 ataques aéreos contra a cidade de Rakka, no Norte da Síria, considerada a capital, revelou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental com sede em Londres, citado pela agência de notícias Reuters.
Em julho, o Estado Islâmico tomou a última base militar ainda em poder do Exército da Síria em Rakka.
Em julho, o Estado Islâmico tomou a última base militar ainda em poder do Exército da Síria em Rakka.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Obama: "Não é uma luta só dos EUA"
Ao agradecer hoje a participação de cinco aliados árabes nos primeiros bombardeios contra a milícia Estado Islâmico do Iraque e do Levante, o presidente Barack Obama afirmou que "esta luta não é só dos Estados Unidos" e lembrou que 40 países apoiam a ação militar.
"Não vamos tolerar a existência de refúgios para terroristas que ameacem nosso povo", declarou Obama nos jardins da Casa Branca, citado pelo jornal The Washington Post, que mostra vídeos do ataque e da fala do presidente americano.
Dezenas de combatentes do EIIL foram mortos, anunciou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental que monitora a guerra civil na Síria. Em entrevista coletiva, o Departamento da Defesa dos EUA considerou os bombardeios um sucesso e disse não ter informações sobre vítimas civis.
O ataque foi lançado de madrugada com uma torrente de mísseis de cruzeiro Tomahawk disparados de navios da Marinha dos EUA contra o grupo Khorassan, um braço até agora pouco conhecido da rede terrorista Al Caeda especializado na produção de bombas não detectáveis, nos arredores da cidade de Alepo.
Em seguida, houve três ondas de ataque aéreo com caças-bombardeiros e aviões não tripulados de que participaram também a Arábia Saudita, o Bahrein, o Catar, os Emirados Árabes Unidos e a Jordânia, principalmente contra a cidade de Raca, a capital do Califado fundado pelo Estado Islâmico em junho de 2014.
A estratégia de Obama é não colocar soldados americanos em combate no solo. No Iraque, onde a luta em terra é feita pelo desmoralizado Exército iraquiano e guerrilheiros curdos, seis semanas de bombardeios aéreos dos EUA não foram suficientes para impedir que o EIIL mantenha o controle sobre mais de um quarto do território nacional.
"Não vamos tolerar a existência de refúgios para terroristas que ameacem nosso povo", declarou Obama nos jardins da Casa Branca, citado pelo jornal The Washington Post, que mostra vídeos do ataque e da fala do presidente americano.
Dezenas de combatentes do EIIL foram mortos, anunciou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental que monitora a guerra civil na Síria. Em entrevista coletiva, o Departamento da Defesa dos EUA considerou os bombardeios um sucesso e disse não ter informações sobre vítimas civis.
O ataque foi lançado de madrugada com uma torrente de mísseis de cruzeiro Tomahawk disparados de navios da Marinha dos EUA contra o grupo Khorassan, um braço até agora pouco conhecido da rede terrorista Al Caeda especializado na produção de bombas não detectáveis, nos arredores da cidade de Alepo.
Em seguida, houve três ondas de ataque aéreo com caças-bombardeiros e aviões não tripulados de que participaram também a Arábia Saudita, o Bahrein, o Catar, os Emirados Árabes Unidos e a Jordânia, principalmente contra a cidade de Raca, a capital do Califado fundado pelo Estado Islâmico em junho de 2014.
A estratégia de Obama é não colocar soldados americanos em combate no solo. No Iraque, onde a luta em terra é feita pelo desmoralizado Exército iraquiano e guerrilheiros curdos, seis semanas de bombardeios aéreos dos EUA não foram suficientes para impedir que o EIIL mantenha o controle sobre mais de um quarto do território nacional.
sábado, 13 de setembro de 2014
Rebeldes dominam fronteira da Síria com Israel
Depois de tomar mais duas cidades na sexta-feira, os rebeldes que lutam contra a ditadura de Bachar Assad dominam quase toda a fronteira da Síria com Israel, noticiaram a televisão saudita Al Arabiya e o jornal conservador israelense The Times of Israel. A missão de paz das Nações Unidas está se retirando das Colinas do Golã. Vai se instalar provisoriamente em Israel.
Ao conquistar Rawadi e Hamídia em violentos combates contra as Forças Armadas da Síria, os rebeldes da Frente al-Nusra, ligada à rede terrorista Al Caeda, assumiram o controle de quase toda a província de Cuneitra, que figa junto às Colinas do Golã, ocupadas por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Só resta uma pequena cidade em poder do governo.
"O governo está em retirada diante do avanço dos rebeldes", declarou Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental de oposição. "O governo perdeu o controle de mais de 80% da província de Cuneitra."
Com base em fontes da oposição síria, o jornal árabe Asharq al-Awsat afirmou que o Catar pagou à Frente al-Nusra de US$ 20 milhões a US$ 45 milhões pela libertação de 45 soldados das ilhas Fíji que participam da missão de paz da ONU no Golã.
Ao conquistar Rawadi e Hamídia em violentos combates contra as Forças Armadas da Síria, os rebeldes da Frente al-Nusra, ligada à rede terrorista Al Caeda, assumiram o controle de quase toda a província de Cuneitra, que figa junto às Colinas do Golã, ocupadas por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Só resta uma pequena cidade em poder do governo.
"O governo está em retirada diante do avanço dos rebeldes", declarou Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental de oposição. "O governo perdeu o controle de mais de 80% da província de Cuneitra."
Com base em fontes da oposição síria, o jornal árabe Asharq al-Awsat afirmou que o Catar pagou à Frente al-Nusra de US$ 20 milhões a US$ 45 milhões pela libertação de 45 soldados das ilhas Fíji que participam da missão de paz da ONU no Golã.
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
Rebeldes expulsam Estado Islâmico de Damasco
Os rebeldes que lutam contra a ditadura de Bachar Assad na guerra civil da Síria conseguiram expulsar os militantes extremistas do Estado Islâmico de quatro bairros da capital, Damasco, informou ontem o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental com sede em Londres.
O Estado Islâmico começou a vender no Iraque petróleo das regiões sob seu controle na Síria. Em Mossul, no Norte do Iraque, depois de expulsar os cristãos, os jihadistas tomaram o antigo mosteiro de Mar Behnam e prosseguiram em sua ofensiva sem enfrentar maior resistência.
Na fronteira da Turquia com a Síria, dois soldados turcos foram mortos ao surpreender um grupo de contrabandistas.
O Estado Islâmico começou a vender no Iraque petróleo das regiões sob seu controle na Síria. Em Mossul, no Norte do Iraque, depois de expulsar os cristãos, os jihadistas tomaram o antigo mosteiro de Mar Behnam e prosseguiram em sua ofensiva sem enfrentar maior resistência.
Na fronteira da Turquia com a Síria, dois soldados turcos foram mortos ao surpreender um grupo de contrabandistas.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Bombardeio israelense mata 10 soldados sírios
A Força Aérea de Israel fez um bombardeio retaliatório durante a noite contra nove alvos militares da Síria nas Colinas do Golã, em resposta a um ataque com míssil que matara um jovem israelense de 15 anos no sábado.
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental que conta as vítimas da guerra civil síria, disse que pelo menos dez soldados sírios foram mortos. Na avaliação da ONG, o principal alvo de Israel foi o quartel-general da Brigada 90, uma unidade militar da Síria no Golã.
Na manhã desta segunda-feira, o ministro da Defesa israelense, Moshe Yaalon, advertiu o ditador sírio, Bachar Assad, de que Israel o considera responsável por ataques partidos das áreas sob seu controle e vai "responder agressiva e duramente a qualquer provocação ou violação de nossa soberania".
Mas um oficial israelense citado pelo jornal The Times of Israel observou que no momento as Forças de Defesa do país estão realizando uma operação na Cisjordânia em busca de três jovens israelenses sequestrados. Um dos objetivos é enfraquecer o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), que o governo de Israel culpa pelo sequestro.
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental que conta as vítimas da guerra civil síria, disse que pelo menos dez soldados sírios foram mortos. Na avaliação da ONG, o principal alvo de Israel foi o quartel-general da Brigada 90, uma unidade militar da Síria no Golã.
Na manhã desta segunda-feira, o ministro da Defesa israelense, Moshe Yaalon, advertiu o ditador sírio, Bachar Assad, de que Israel o considera responsável por ataques partidos das áreas sob seu controle e vai "responder agressiva e duramente a qualquer provocação ou violação de nossa soberania".
Mas um oficial israelense citado pelo jornal The Times of Israel observou que no momento as Forças de Defesa do país estão realizando uma operação na Cisjordânia em busca de três jovens israelenses sequestrados. Um dos objetivos é enfraquecer o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), que o governo de Israel culpa pelo sequestro.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Ataque de morteiro mata 21 em comício pró-Assad
Um ataque de morteiros contra um comício da campanha à reeleição do ditador Bachar Assad matou pelo menos 21 pessoas ontem à noite na cidade de Derá, na Síria. Nenhum grupo reivindicou a autoria. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, com sede em Londres, atribuiu a ação a uma brigada rebelde islamita.
Assad não participava do comício. Não foi visto em nenhum, na campanha para a eleição presidencial de 3 de junho de 2014, uma maneira de reafirmar a legitimidade do presidente em meio a uma guerra civil cruel e brutal com mais de 162 mil mortes.
Assad não participava do comício. Não foi visto em nenhum, na campanha para a eleição presidencial de 3 de junho de 2014, uma maneira de reafirmar a legitimidade do presidente em meio a uma guerra civil cruel e brutal com mais de 162 mil mortes.
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