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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Última pesquisa Post-ABC dá vantagem a Obama

Na véspera da eleição nos Estados Unidos, a última pesquisa do jornal The Washington Post e da rede de televisão ABC dá ao presidente Barack Obama 50% das preferências contra 47% para o ex-governador Mitt Romney. Mas, como o resultado está dentro da margem de erro da pesquisa, de 2,5 pontos percentuais, isso significa um empate técnico.

Apesar da disputa apertada, 55% dos 2.345 prováveis eleitores ouvidos no último fim de semana esperam a reeleição do presidente, enquanto 35% acreditam na vitória de Romney.

Desde o início da pesquisa, em julho, nenhum candidato superou os 50% nem caiu abaixo de 46%.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Romney chega pela primeira vez a 50% em pesquisa

O ex-governador Mitt Romney abriu uma vantagem de três pontos percentuais sobre o presidente Barack Obama e pela primeira vez chegou a 50% na pesquisa do jornal The Washington Post e da rede de televisão ABC sobre a eleição de 6 de novembro de 2012 nos Estados Unidos.

É a primeira vantagem do candidato do Partido Republicano. Como gestor da economia, 52% disseram ter mais confiança em Romney contra 43% que preferiram o presidente. Em política externa, apesar de suposta vitória no debate sobre o tema, Obama não leva vantagem.

Há também uma questão racial. Entre o eleitorado branco masculino, Obama está muito aquém da votação de 2008.

Romney ganhou votos ao se apresentar nos três debates como um candidato moderado, defensor dos direitos da classe média e das pequenas empresas, que não vai entrar em guerra, quando Obama tentava apresentá-lo como um radical de direita refém do movimento Festa do Chá. Essa linha de ataque teria sido sugerida pelo ex-presidente Bill Clinton.

Talvez, como observou um comentarista do New York Times, fosse mais inteligente alegar que Romney é um oportunista disposto a dizer qualquer coisa para chegar lá.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Ex-candidato a presidente é denunciado nos EUA

O ex-senador e ex-aspirante à candidatura do Partido Democrata à Presidência dos Estados Unidos John Edwards foi denunciado criminalmente por um júri popular da Justiça Federal no estado da Carolina do Norte.

Edwards será processado por seis acusações. A denúncia inclui conspiração, recebimento de contribuições ilegais, declarações falsas e desvio de dinheiro da campanha eleitoral para encobrir uma relação extraconjugal e a gravidez da amante, que prejudicariam sua campanha em 2008, noticiam os jornais The The New York Times e The Washington Post.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Obama quer fim de isenções fiscais a petróleo

Sob grande pressão para controlar o endividamento público dos Estados Unidos, o presidente Barack Obama fez um apelo aos líderes do Congresso para que acabem com as "isenções de impostos indevidas" das companhias de petróleo, que estimou em US$ 4 bilhões, informou o jornal The Washington Post.

“Os altos preços do petróleo dão lucro mais do que suficiente para as empresas investirem na exploração e na produção sem isenções de impostos”,  disse Obama em carta aos líderes dos Partidos Republicano e Democrata no Capitólio.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Talebã libertam mais de 500 presos no Afeganistão

Durante o longo inverno no Afeganistão, a Milícia dos Talebã (Estudantes) entrou embaixo da terra para construir um túnel de mais de 300 metros até a maior prisão do Sul do país, Sarposa, situada na cidade de Candahar, onde a milícia nasceu. Mais de 500 militantes fugiram no domingo, informa o jornal The Washington Post.

A fuga mostra a determinação dos talebã de continuar lutando, num momento em que os Estados Unidos intensificam o processo de negociações secretas com elementos mais moderados da milícia, a fim de cumprir a meta de retirar as forças americanas do país em 2012.

É o que revelou o jornalista paquistanês Ahmed Rashid, em artigo publicano no Financial Times.

domingo, 24 de abril de 2011

Al Caeda se concentrava em Caráchi em 11 de setembro

Quando a rede terrorista Al Caeda atacou Nova York e o Departamento da Defesa dos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, sua liderança estava concentrada em Caráchi, a maior cidade do Paquistão, revelam novos documentos sigilosos americanos divulgados pela organização não governamental WikiLeaks e publicados pelo jornal The Washington Post.

O responsável pelo ataque contra o navio americano USS Cole, em 2000, no Iêmen, se recuperava num hospital da cidade depois de uma operação no joelho.

Um dos articuladores do atentado de 12 de outubro de 2002 em Báli, na Indonésia, comprava equipamento de laboratório para produzir armas biológicas.

E Khaled Cheikh Mohamed, o suposto idealizador dos ataques terroristas contra os EUA, assistia ao colapso das Torres Gêmeas do World Trade Center comodamente instalado numa das casas do grupo.

Os documentos analisam a periculosidade dos 779 presos na guerra contra o terrorismo que passaram pelo centro de detenção instalado na base naval americana de Guantânamo, em Cuba, no início de 2002.


Pelo menos 150 eram totalmente inocentes, 30 sofriam de problemas mentais e oito deram depoimentos incriminando 255 detentos.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Três generais abandonam presidente do Iêmen

Tanques rivais ficaram frente à frente hoje na cidade de Saná, depois que três generais abandonaram o presidente Ali Abdullah Saleh, no poder há 32 anos, e aderiram ao movimento pela democracia, que exige a renúncia imediata do ditador, revelou hoje o jornal americano The Washington Post.

Pelo menos 40 iemenitas foram mortos em pouco mais de um mês de protestos contra Saleh, um aliado dos Estados Unidos na luta contra a rede terrorista Al Caeda, que tem um braço no Iêmen.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Comitê anuncia libertação de Sakineh Ashtiani

O Comitê Internacional contra o Apedrejamento, uma organização não governamental com sede na Alemanha, anunciou em 9 de dezembro de 2010 a libertação da iraniana Sakineh Ashtiani, mas a notícia não foi confirmada pelo governo do Irã.

Sakineh, seu filho e seu advogado foram vistos dando uma entrevista à televisão iraniana. Isso foi interpretado por um informante da ONG como indicação de que ela seria libertada. Mas a esperada confirmação pela TV não veio.

Imediatamente, foi levantada a suspeita de que a entrevista pudesse ser outra confissão pública.

Ela foi condenada inicialmente à morte por apedrejamento pela acusação de adultério. Diante da indignação internacional, o Irã revogou a pena de apedrejamento, mas outra sentença condenou Sakineh à forca, sob a acusação de conspirar para matar o marido.

A União Europeia considerou o apedrejamento "bárbaro", o Vaticano pediu clemência e o presidente Lula ofereceu asilo a Sakineh Ashtiani, rejeitado pelo regime fundamentalista iraniano.

Há poucos dias, em entrevista ao jornal The Washington Post
, a presidente eleita, Dilma Rousseff, criticou o voto do Brasil não condenando o apedrejamento de mulheres e outros desrespeitos aos direitos humanos na República Islâmica do Irã. Deu a entender para iranianos e americanos que, com uma mulher no poder, o Brasil pode mudar de postura em relação ao Irã.

Como revelaram os documentos vazados pela organização não governamental WikiLeaks, todos os países árabes estão inquietos com o programa nuclear iraniano, suspeito de estar desenvolvendo armas atômicas.

Isolado e dividido internamente, o regime dos aiatolás e cada vez mais da Guarda Revolucionária precisa de amigos. A libertação de Sakineh Ashtiani seria gesto de impacto.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Post: iraniano ganhou US$ 5 milhões da CIA

O cientista nuclear iraniano Shahram Amiri, que acaba de voltar para o Irã denunciando ter sido sequestrado pela Agência Central de Inteligência (CIA), o serviço de espionagem dos Estados Unidos, teria  recebido US$ 5 milhões de um programa para atrair especialistas capazes de dar informações importantes sobre o programa nuclear do Irã, afirma o jornal americano The Washington Post.

Amiri teria recebido uma oferta dez vezes maior, de US$ 50 milhões, para ficar nos EUA.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Talebã criam governo paralelo no Afeganistão

Como parte de sua rearticulação, a milícia fundamentalista dos Talebã (Estu dantes) montou um governo paralelo para se preparar para retomar o poder no Afeganistão, revela hoje o jornal americano The Washington Post.


Os insurgentes nomearam governadores, chefes de polícia e comandantes militares que recrutam jovens a força para a guerra contra as forças internacionais lideradas pelos Estados Unidos, que invadiram o país depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.


Com os reforços anunciados pelo presidente Barack Obama, as tropas americanas no Afeganistão devem chegar a quase 100 mil soldados em março de 2010.

sábado, 22 de agosto de 2009

CIA interrogou com revólver e furadeira

A Agência Central de Informações (CIA), o serviço de espionagem dos Estados Unidos, usaram revólveres e uma furadeira elétrica para intimidar um comandante da rede terrorista Al Caeda durante interrogatório, revelou hoje o jornal The Washington Post , com base num relatório a ser divulgado na próxima semana.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Resgate a bancos dos EUA pode ir a US$ 1,5 trilhão

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, apresenta hoje o novo plano de salvação do mercado financeiro. Especialistas ouvidos pelo jornal The Washington Post já estimam o custo da operação em US$ 1,5 trilhão.

Pelas informações vazadas nos últimos dias, a proposta deve incluir a criação de um banco ruim controlado pelo governo para assumir a responsabilidade pelos papéis podres que contaminaram o sistema financeiro.

Geithner pretende pedir ao capital privado que compre esses títulos na expectativa de que possam dar lucro com a recuperação da economia. Um fundo público-privado administraria o banco ruim.

Sem o saneamento financeiro, os economistas temem que o Plano de Recuperação e Reinvestimento, o pacote de estímulo do governo Barack Obama, que deve ser votado esta noite no Senado, tenha impacto limitado.

sábado, 27 de dezembro de 2008

CIA distribui Viagra no Afeganistão

Para conquistar a lealdade de líderes tribais mais velhos, a Agência Central de Inteligência (CIA), o serviço de espionagem da Presidência dos Estados Unidos, distribui pílulas para aumentar a potência sexual, revelou o jornal The Washington Post.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Três em 10 americanos admitem serem racistas

De cada dez americanos, três admitem ter preconceito racial, revela uma pesquisa da rede de televisão ABC e do jornal The Washington Post.

A pesquisa tem um significado especial porque, pela primeira vez, um grande partido apresenta um candidato negro com condições reais de chegar à Presidência dos Estados Unidos, o senador Barack.

Mais da metade dos americanos acha que as relações raciais são boas no país e 90% declaram estar preparados para aceitar um presidente negro. Mas mais da metade dos brancos considerada Obama na Casa Branca uma opção arriscada.

terça-feira, 11 de março de 2008

Emissões de carbono precisam ser zeradas

Para evitar um aquecimento da atmosfera capaz de causar uma escassez de água catastrófica e guerras por recursos naturais escassos, as emissões de gases carbônicos precisam ser zeradas até a metade do século, concluem pesquisas realizadas por cientistas dos Estados Unidos, do Canadá e da Alemanha.

"Se não quisermos que a Terra se aqueça mais", observa Ken Caldeira, da Instituição Carnagie, co-autor de um ensaio publicado na semana passada na revista acadêmica Gephysical Research Letters, "será necessária uma mudança muito mais radical de nosso sistema de energia do que as pessoas estão imaginando".

Embora a questão esteja sendo discutida desde a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92, que aprovou a Convenção sobre Mudança do Clima, as emissões de carbono decorrentes de atividades humanas somam cerca de 10 bilhões de toneladas por ano e estão crescendo.

No momento, isso parece impossível. Mas o Senado dos Estados Unidos está para votar um projeto destinado a reduzir as emissões de carbono em 70% até 2050.

Os candidatos democratas à Presidência dos EUA, os senadores Barack Obama e Hillary Clinton, propõem um corte de 80%. Para o candidato republicano, senador John McCain, bastam 60%.

Leia mais no jornal The Washington Post.

terça-feira, 4 de março de 2008

Pentágono acusa China de invadir computadores, desenvolver mísseis e armas anti-satélites

A China está investindo cada vez mais para penetrar nos computadores do sistema de defesa dos Estados Unidos, na expansão de sua Marinha de Guerra, no desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais e de armas contra satélites-espiões, denuncia um relatório enviado pelo Departamento de Estado americano ao Congresso.

Pelos cálculos dos estrategistas americanos, a China gasta anualmente entre US$ 97 bilhões e US$ 139 bilhões, em contraste com US$ 481,4 bilhões do Pentágono, sem contar com as despesas nas guerras do Iraque e do Afeganistão. Grande parte do orçamento chinês seria destinado à guerra cibernética.

No ano passado, a China destruiu um de seus próprios satélites meteorológicos. Foi um aviso aos EUA. Se os dois países entrarem em conflito, por exemplo, caso Taiwan, que a China considera uma província rebelde, declare independência e receba o apoio americano, os chineses eliminariam os satélites-espiões que os EUA mantêm sobre seu território.

Há poucas semanas, os EUA acabaram com um de seus satélites-espiões que estava obsoleto usando um míssil antimíssil. Acertaram em cheio o alvo que se movia a 27 mil quilômetros por hora a uma distância de 200 km da Terra.

Para a China e a Rússia, foi claramente um teste do sistema de defesa antimísseis americano conhecido como Guerra nas Estrelas, que aponta para a militarização do espaço.

O presidente russo, Vladimir Putin, denunciou o início de uma nova corrida armamentista, agora no espaço. A Rússia se opõe à instalação de estações de radar e de interceptadores de mísseis na Polônia e na República Tcheca, que vê como uma tentativa de garantir a supremacia militar americana neutralizando sua capacidade nuclear.

Se alguém tinha dúvidas, o depoimento ao Congresso na semana passada do general Kevin Shilton, chefe do Comando Estratégico dos EUA, acabou com elas: "Nossos adversários compreendem nossa dependência de equipamentos situados no espaço. Precisamos estar prontos para detectar, rastrear, identificar, prever e responder a qualquer ameaça a nossa infra-estrutura espacial".

Leia mais sobre o depoimento do general na reportagem A Nova Arte da Guerra, publicada no jornal americano The Washington Post.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Obama sobe e equilibra Superterça-Feira

A dois dias da Superterça-Feira, quando haverá eleições primárias em 22 estados, o senador negro Barack Obama subiu nas pesquisas em quatro estados importantes, equilibrando a disputa com a senadora e ex-primeira-dama Hillary Clinton pela candidatura do Partido Democrata à eleição presidencial de 4 de novembro de 2008 nos Estados Unidos.

Obama está praticamente empatado na Califórnia e pouco atrás de Hillary em Nova Jérsei, no Arizona e no Missouri.

Em uma pesquisa nacional para o jornal The Washington Post e a rede de televisão ABC, Obama está em empate técnico com Hillary.

Entre os republicanos, a expectativa é que o senador John McCain consolide sua vantagem sobre o governador de Massachusetts Mitt Romney, com o ex-governador do Arkansas Mike Huckabee num distante terceiro lugar.

Leia mais no jornal The The Sunday Times.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

EUA consideram seguros alimentos clonados

Um relatório há muito esperado da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) do governo dos Estados Unidos conclui que o consumo de alimentos de animais clonados e seus descendentes não apresenta qualquer risco adicional à saúde humana.

Leia mais no jornal The Washington Post.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

McCain lidera e Obama encurta distância

As primeiras eleições prévias entre os aspirantes à Casa Branca na eleição presidencial de novembro nos Estados Unidos mudaram o panorama da disputa.

Entre os republicanos, disparou o senador John McCain, de 71 anos, enquanto, no Partido Democrata, o senador negro Barack Obama reduziu muito a vantagem da senadora e ex-primeira-dama Hillary Clinton.

Agora, em uma pesquisa nacional divulgada pelo jornal The Washington Post e a rede de televisão ABC, McCain lidera a corrida à Casa Branca no Partido Republicano com 28% das preferências, 16 pontos percentuais a mais do que tinha em dezembro.

Em segundo, aparece o ex-governador de Arkansas Mike Huckabee, com 20%, um a mais do que em dezembro, seguido pelo ex-governador de Massachussets Mitt Romney, com 19% e dois pontos a mais do que no mês passado.

Quem mais caiu foi o ex-prefeito de Nova Iorque Rudolph Giuliani. Ele perdeu 10 pontos. Tem agora apenas 15% das preferências dos republicanos. O humorista Fred Thompson é o quinto, com 8%, seis pontos percentuais a menos do que em dezembro.

No Partido Democrata, há uma disparada dos dois favoritos.

Hillary luta para ser a primeira mulher a presidir os EUA com o apoio de 42% do eleitorado democrata. Mas perdeu 11 pontos em um mês.

Obama fala em fazer História ao se tornar o primeiro negro a governar os EUA. Tem o apoio de 37% e cresceu 14 pontos em um mês.

A disparada dos líderes deixou o ex-senador John Edwards num terceiro lugar distante, com 11% e apenas um ponto percentual de avanço desde dezembro, o que está dentro da margem de erro da pesquisa.

Leia mais no jornal The Washington Post.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Crise põe economia na campanha americana

A ameaça de recessão colocou a economia no topo da agenda dos aspirantes à Presidência dos Estados Unidos em novembro de 2008. Quando a campanha começou, no ano passado, a guerra no Iraque, o terrorismo e a imigração ilegal eram mais importantes.

O debate agora é econômico: como tirar o país da crise?

Com a geração de empregos estagnada, o barril de petróleo a US$ 100, a queda na Bolsa de Valores de Nova Iorque, a recessão no setor habitacional e o aperto de crédito, a ansiedade quanto ao futuro da economia pode decidir a corrida para a Casa Branca em 2008.

Leia mais no jornal The Washington Post.