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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Romney chega pela primeira vez a 50% em pesquisa

O ex-governador Mitt Romney abriu uma vantagem de três pontos percentuais sobre o presidente Barack Obama e pela primeira vez chegou a 50% na pesquisa do jornal The Washington Post e da rede de televisão ABC sobre a eleição de 6 de novembro de 2012 nos Estados Unidos.

É a primeira vantagem do candidato do Partido Republicano. Como gestor da economia, 52% disseram ter mais confiança em Romney contra 43% que preferiram o presidente. Em política externa, apesar de suposta vitória no debate sobre o tema, Obama não leva vantagem.

Há também uma questão racial. Entre o eleitorado branco masculino, Obama está muito aquém da votação de 2008.

Romney ganhou votos ao se apresentar nos três debates como um candidato moderado, defensor dos direitos da classe média e das pequenas empresas, que não vai entrar em guerra, quando Obama tentava apresentá-lo como um radical de direita refém do movimento Festa do Chá. Essa linha de ataque teria sido sugerida pelo ex-presidente Bill Clinton.

Talvez, como observou um comentarista do New York Times, fosse mais inteligente alegar que Romney é um oportunista disposto a dizer qualquer coisa para chegar lá.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Piratas ciberrnéticos invadem email do ditador sírio

O grupo de piratas cibernéticos (hackers) Anonymus violou a correspondência eletrônica do ditador da Síria, Bachar Assad, revelando como ele foi orientado para tentar manipular a opinião pública dos Estados Unidos na entrevista concedida a Barbara Walters, da TV ABC, em dezembro de 2011.

Centenas de emails foram pirateados. Cerca de 10 dias antes da entrevista, Sherezad Jaafari, assessora de imprensa da delegação da Síria nas Nações Unidas e filha do embaixador, citou as principais acusações da mídia americana à repressão à revolta popular.

"A mente dos americanos pode ser facilmente manipulada quando se admite que erros foram cometidos e que estão sendo feitos esforços para resolvê-los", sugeriu Jaafari, aconselhando ainda que Assad negasse que a Síria tortura e acusasse os Estados Unidos de treinar seus policiais para torturar.

Outra linha de raciocínio poderia alegar que o povo americano está cansado das intervenções internacionais do país e quer seu governo concentrado na solução da crise econômica interna, diz outra correspondência enviada por Jaafari para uma assessora do presidente, revelou hoje o jornal liberal israelense Haaretz.

Na entrevista patética, Assad, que é médico, se deu um atestado de insanidade: "Não matamos nosso próprio povo. Nenhum governo do mundo mata seus próprios cidadãos, a não ser que seja liderado por um louco". Falou e disse. Diagnóstico perfeito.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Arizona propõe multar obesos e fumantes

Depois de querer prender e expulsar sumariamente os imigrantes ilegais, a governadora ultrarreacionária do estado do Arizona, nos Estados Unidos, Jan Brewer, quer multar em US$ 50 por ano os fumantes e os obesos.

A notícia é um dos destaques do noticiário da TV ABC hoje à noite.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Maioria dos americanos apoia o casamento gay

Pela primeira vez numa pesquisa para a TV ABC e o jornal The Washington Post, a maioria dos americanos declarou ser a favor do casamento de pessoas do mesmo sexo. 

Há cinco anos, só 36% eram favoráveis ao casamento gay. Agora, 53% disseram que aceitam.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Mubarak afirma que "sou eu ou o caos"

Em entrevista à jornalista Christiane Ammanpour, da rede de televisão americana ABC, o ditador Hosni Mubarak, declarou que está cansado e estaria pronto para deixar o poder, mas, se fizer isso agora, vai levar o Egito ao caos e a Irmandade Muçulmana ao poder.

A Irmandade Muçulmana é o maior grupo organizado de oposição. Proibida de funcionar como partido político, se transformou numa rede de assistência social de grande capilaridade que lhe dá uma ampla base popular.

Quem saiu às ruas do Cairo, de Alexandria e de Suez é uma classe média urbana liberal. Os analistas políticos afirmam que a Irmandade teria no máximo 25%-30% dos votos e das cadeiras na Assembleia Nacional. Mas Mubarak e os outros líderes do mundo árabe, como o ex-ditador tunisiano Ben Ali, jogam com o fantasma do fundamentalismo muçulmano e da ameaça terrorista.

O fundamentalismo é uma forma de populismo político que seduz sobretudo as massas ignorantes, especialmente em ditaduras, onde não há espaço político para fazer oposição. Há outras alternativas políticas no Egito e, no caso de uma transição, a democracia seria tutelada pelas Forças Armadas por um longo período, como na Turquia.

Agora há pouco, o jornal The New York Times revelou que o governo dos EUA está negociando o afastamento de Mubarak com o regime militar do Egito. Durante um período de transição, ele seria substituído pelo vice-presidente Omar Suleiman.

Ex-chefe do serviço secreto, Suleiman tem ótimas relações com os EUA e Israel, mas é visto como um homem do regime, co-responsável por seus crimes.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Obama sobe e equilibra Superterça-Feira

A dois dias da Superterça-Feira, quando haverá eleições primárias em 22 estados, o senador negro Barack Obama subiu nas pesquisas em quatro estados importantes, equilibrando a disputa com a senadora e ex-primeira-dama Hillary Clinton pela candidatura do Partido Democrata à eleição presidencial de 4 de novembro de 2008 nos Estados Unidos.

Obama está praticamente empatado na Califórnia e pouco atrás de Hillary em Nova Jérsei, no Arizona e no Missouri.

Em uma pesquisa nacional para o jornal The Washington Post e a rede de televisão ABC, Obama está em empate técnico com Hillary.

Entre os republicanos, a expectativa é que o senador John McCain consolide sua vantagem sobre o governador de Massachusetts Mitt Romney, com o ex-governador do Arkansas Mike Huckabee num distante terceiro lugar.

Leia mais no jornal The The Sunday Times.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Hillary amplia vantagem sobre adversários

A senadora e ex-primeira-dama Hillary Clinton aumentou sua vantagem sobre os outros aspirantes à candidatura do oposicionista Partido Democrata à eleição para a Presidência dos Estados Unidos em 4 de novembro de 2008.

Na última pesquisa do jornal The Washington Post e do departamente de jornalismo da TV ABC, Hillary tem 53% das preferencias. Está 33 pontos à frente do senador negro Barack Obama, com 20%, e do ex-senador e candidato a vice-presidente em 2004, John Edwards, que faz uma campanha populista tendo como tema central a pobreza.

Diante da queda de popularidade do Partido Republicano com a guerra no Iraque e o fracasso do governo Bush, a expectativa é de vitória democrata.

A pesquisa indica que o eleitorado democrata confia mais em Hillary, com suas posições claras e firmes, nas questões mais importantes, como a guerra no Iraque (52%, contra 22% para Obama e 17% para Edwards), saúde (66%, contra 15% para Obama e 14% para Edwards). Para a metade do eleitorado democrata, Hillary é a candidata que melhor reflete os valores fundamentais do partido.

Leia mais no Washington Post.