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quarta-feira, 8 de março de 2023

Biden está sob pressão para atacar cartéis de drogas do México

O presidente Joe Biden está sob pressão para atacar os cartéis do tráfico de drogas do México depois que quatro norte-americanos foram sequestrados e dois mortos na cidade de Matamoros. O Congresso dos Estados Unidos prepara lei para enquadrar as máfias do tráfico como grupos terroristas.

A Ucrânia prepara uma ofensiva de primavera com as novas armas que está recebendo do Ocidente. O conceito de defesa total adotado pela Suécia e a Finlândia durante a Guerra Fria está sendo aplicado na Ucrânia, observa a revista Foreign Policy.

Em discurso no Congresso Nacional do Povo da China, em tom bastante duro, o ditador Xi Jinping acusou os EUA e aliados de tentar impedir o desenvolvimento chinês.

Nos EUA, o bilionário processo da empresa Dominion Voting Systems contra o canal de notícias Fox News revela as maquinações de apresentadores e executivos para mentir deliberadamente a inflar as mentiras do então presidente Donald Trump sobre fraude na eleição de Joe Biden para segurar a audiência. 

O apresentador Tucker Carlson, que tenta reescrever a história do assalto ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021 como um "caos predominantemente pacífico", confessa que "odeia passionalmente" Trump, que vê como um fracassado em suas empresas e "campeão mundial da destruição", noticiou o jornal The Washington Post.

Sob pressão internacional, o governo Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas "manifestando preocupação" as violações de direitos humanos na Nicarágua e ofereceu asilo a dissidentes nicaraguenses. Meu comentário:

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Departamento de Energia dos EUA atribui covid a acidente de laboratório

O presidente Joe Biden e o secretário de Estado, Antony Blinken, pressionaram o regime comunista da China, inclusive o ditador Xi Jinping, a dar mais informações e permitir investigações internacionais sobre a origem da pandemia. 

A questão voltou à pauta depois que o Departamento de Energia dos Estados Unidos divulgou um novo relatório de inteligência considerando mais provável que o coronavírus de 2019 tenha escapado do Instituto de Virologia de Wuhan.

Em depoimento à Justiça dos EUA, o magnata da mídia Rupert Murdoch negou que a Fox News tenha encampado as mentiras do presidente Donald Trump sobre fraude na eleição presidencial de 2020. Alegou serem opiniões de apresentadores e comentaristas protegidos pela ampla liberdade de expressão garantida pela Constituição dos EUA.

A União Europeia e o Reino Unido anunciaram um acordo para evitar a implantação de uma fronteira dura entre a República da Irlanda e a Irlanda do Norte depois da saída britânica do bloco europeu. Havia o temor de que pudesse realimentar o conflito na Irlanda do Norte.

Pelo menos 63 refugiados da Ásia morreram num naufrágio perto da costa da Itália. Meu comentário:

sábado, 21 de julho de 2012

Murdoch deixa direção de jornais britânicos

LONDRES - Depois de ser declarado inapto para presidir uma companhia transnacional, o magnata da mídia Rupert Murdoch, um australiano naturalizado americano, deixou hoje a direção de seus jornais britânicos, abalados pelo Grampogate, o escândalo em que jornalistas fizeram escuta telefônica clandestina de políticos, celebridades, membros da família real e até mesmo de cidadãos comuns.

Em memorando, a empresa News Corporation comunicou que seu fundador não vai mais participar da direção dos jornais The Sun, The Times e The Sunday Times. O tabloide dominical do grupo, News of the World, parou de circular há um ano por causa do escândalo.

Havia muita especulação de que Murdoch poderia vender seus jornais britânicos. No mês passado, ele anunciou a divisão do grupo avaliado em US$ 53 bilhões entre as empresas jornalísticas e as televisões, informa a agência de notícias Reuters.

O escândalo de escuta clandestina abalou seus planos de assumir todo o controle acionário da Sky TV, maior televisão por assinatura do Reino Unido e principal fonte de renda do grupo no país.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Murdoch é declarado "inapto" para dirigir grande empresa

O bilionário australiano naturalizado americano Rupert Murdoch, um dos maiores magnatas dos meios de comunicação no mundo, foi considerado "inapto" para dirigir uma grande companhia pela comissão do Parlamento Britânico que investiga o escândalo envolvendo a escuta telefônica clandestina de autoridades, celebridades e até cidadãos comuns.

No relatório, os deputados acusam o magnata e seu filho James Murdoch, vice-presidente de operações da empresa News Corporation no Reino Unido, de presidirem uma cultura de "cegueira proposital" em relação às práticas ilegais de seus repórteres e editores na busca obstinada por furos de reportagem.

A acusação deve pesar na decisão do órgão regulamentador das telecomunicações no Reino Unido sobre o controle acionário da TV SkyB, maior empresa do setor de televisão paga no país. Murdoch tem 39% das ações e pediu autorização para chegar a 100%.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Filho de Murdoch sabia dos grampos telefônicos

O empresário James Murdoch, filho do magnata da mídia Rupert Murdoch, mentiu ao Parlamento Britânico quando disse que não sabia que repórteres dos jornais da empresa News International usavam escuta telefônica clandestina para conseguir notícias exclusivas.

Ele respondeu a mensagens de correio eletrônico que descreviam como um "cenário de pesadelo" as consequências legais do Grampogate, o escândalo de escuta telefônica clandestina do News of the World, que era o jornal dominical mais vendido no Reino Unido até para de circular, em julho de 2011.

Em declaração divulgada ontem, James Murdoch alega que recebeu a mensagem no seu Blackberry mas não leu "toda a série de mensagens" acumuladas naquele email, informa o jornal The New York Times.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Murdochs negam saber dos grampos telefônicos

LONDRES - O magnata da mídia Rupert Murdoch, seu filho James Murdoch e a ex-diretora executiva da companhia jornalística News International no Reino Unido Rebekah Brooks negaram hoje ter conhecimento das escutas telefônicas clandestinas ilegais feitas por repórteres de seus jornais.

A culpa seria de "pessoas em quem confiei que agiram errado", disse o bilionário.

Para os analistas, Rupert Murdoch deu o recado, enquanto o filho adotou uma posição defensiva, não dizendo nada substantivo.

domingo, 17 de julho de 2011

Chefe de polícia de Londres pede demissão

LONDRES - O escândalo de escuta telefônica clandestina derrubou hoje o chefe da Polícia Metropolitana da capital do Reino Unido, comissário Paul Stephenson. Entre outras ilegalidades, os jornais da companhia News International, do empresário Rupert Murdoch, subornaram policiais para obter furos de reportagem.

Depois da prisão da ex-diretora executiva da News Corp. Rebekah Wade, ex-editora-chefe dos jornais populares News of the World e The Sun, a queda do chefe da Scotland Yard em Londres é mais uma bomba no escândalo que domina a política britânica.

Ao sair, o comissário Stephenson atacou o primeiro-ministro David Cameron, dizendo que o chefe de governo está "comprometido" por ter levado Andy Coulson, ex-editor-chefe do NoW, para ser seu assessor de imprensa na campanha e diretor de comunicações do governo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Tabloide subornou segurança da família real

LONDRES - Além de invadir a caixa de mensagens do telefone celular de uma adolescente sequestrada e morta, o jornal popular News of the World, que deixou de circular ontem em meio a um escândalo de escutas telefônica clandestinas e ilegais, subornou um segurança da família real britânica para tenter obter números de telefone e assim piratear suas ligações.

Em meio à crise, foi revelado hoje que o então primeiro-ministro Gordon Brown teve o sigilo de suas comunicações violado por The Sunday Times, outro jornal da empresa News International, do magnata da mídia Rupert Murdoch. Brown declarou estar indignado com a revelação.

A oposição trabalhista e o Partido Liberal Democrata, aliado da coalizão governista liderada pelo Partido Conservador, pressionam Murdoch a desistir da compra do total controle acionário da Sky TV, a maior rede de televisão por assinatura do Reino Unido.

Murdoch detém 39% das ações e quer chegar a 100%. Os conservadores são seus aliados.

sábado, 9 de julho de 2011

News of the World circula pela última vez

LONDRES - Sob investigação criminal por escuta telefônica clandestina, o jornal dominical mais vendido no Reino Unido, News of the World, circula neste domingo pela última vez.

Agora há pouco, quando a última edição saiu da gráfica, em Wapping, o editor-chefe agradeceu a seus funcionários. Alegou que o jornal fazia um jornalismo investigativo capaz de revelar o comportamento inadequado de políticos e celebridados.

Do lado de fora críticos da linha editorial conservadora festejam o fechamento e vaiavam a saída dos caminhões de uma edição histórica.

Depois de 168 anos, News of the World sucumbe ao jornalismo agressivo e manipulador característico dos tabloides da News Corporation, do empresário australiano naturalizado americano Rupert Murdoch.

Como ele quer assumir o controle acionário da Sky TV, a maior rede de televião paga do país, da qual já detém 40% das ações, está sendo acusado de fazer um jornalismo apelativo e de má qualidade. O inexpressivo líder da oposição trabalhista, Ed Miliband, pediu a suspensão do negócio até a conclusão do processo judicial sobre os supostos crimes cometidos por jornalistas de Murdoch.

News Corp nega ter apagado correio eletrônico

LONDRES - A News Corporation, do magnata da mídia Ruperto Murdoch, nega ter apagado milhões de emails que poderiam ser usados como provas na investigação policial sobre a escuta telefônica clandestina de possíveis fontes de notícias por repórteres do jornal News of the World.

Os alvos da violação do sigilo das comunicações eram políticos, celebridades, pessoas relacionadas a suspeitos ou vítimas de crimes e até mesmo parentes de mortos ou feridos em guerras.

Em conquência do escândalo, o jornal será fechado. Circula neste domingo pela última vez. Seus críticos alegam que tudo não passa de uma jogada de marketing da empresa.

Murdoch, australiano naturalizado americano, chega domingo a Londres para resolver pessoalmente a crise. A especulação é que ele vai lançar uma edição dominical de The Sun, o jornal diário mais vendido no Reino Unido.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Escândalo fecha maior tabloide britânico

Sob pressão de um escândalo de escuta telefônica clandestina não só de celebridades mas também de pessoas ligadas a crimes e até parentes de mortos em guerras, a empresa News International decidiu fechar o jornal mais vendido nos domingos no Reino Unido, News of the World. Sua última edição circula neste domingo.

Esse jornal é considerado a edição dominical de The Sun, o diário mais vendido no país. A empresa também é dona de The Times, The Sunday Times e dos canais de TV por assinatura Sky, o que a torna o mais poderoso grupo de mídia britânico.

Seu dono, o australiano naturalizado americano Rupert Murdoch, é um dos maiores magnatas da mídia internacional. Tem jornais na Austrália, a Star TV na Ásia, e Fox News, os estúdios de cinema da Fox, e os jornais New York Post e The Wall St. Journal.

Murdoch aproveitou a ascensão da primeira-ministra Margaret Thatcher para comprar uma briga com os sindicatos, demitir a maioria dos gráficos e automatizar a impressão dos periódicos.

Com um estilo agressivo, seus jornais populares misturam fofocas de celebridades, escândalos de todos os tipos e um noticiário político nacionalista e conservador. Seus repórteres compram matérias de fontes e armam arapucas, por exemplo, fazendo um jornalista posar como milionário árabe para gravar inconfidências.

Há alguns anos, foi descoberto que repórteres do News of the World estavam fazendo escuta telefônica clandestina de celebridades como atores de cinema e TV, popstar, jogadores de futebol e até da família real em busca de histórias sensacionalistas.

A novidade agora é a espionagem de telefonemas de pessoas ligadas a investigações de crimes e parentes de mortos nas guerras do Iraque e do Afeganistão.

Diante dos protestos generalizados, Murdoch decidiu fechar o tabloide dominical, em circulação há 168 anos. Mas os críticos temem que haja apenas uma mudança de nome.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Murdoch não quer mais dar notícia de graça

Depois que sua News Corporation teve um prejuízo de US$ 203 bilhões no segundo trimestre do ano, o magnata da mídia Rupert Murdoch, australiano naturalizado americano, anunciou a intenção de cobrar pelo acesso ao conteudo de todos os sítios de Internet da empresa.

"O jornalismo de qualidade não sai barato", argumentou Murdoch. "Uma empresa que oferece conteúdo de graça está canibalizando sua capacidade de produzir boas reportagens."

A News Corporation é dona do Wall St. Journal, que cobra por acesso, do Times de Londres, dos jornais populares britânicos The Sun e News of the World, da Fox News e da Sky TV, entre outras empresas.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Hillary vence primária na Virgínia Ocidental

Depois de uma vitória boa mas irrelevante na eleição primária da Virgínia Ocidental, a senadora e ex-primeira-dama Hillary Clinton reafirmou sua intenção de continuar disputando a candidatura do Partido Democrata à Casa Branca, enquanto seu rival, o senador Barack Obama, volta sua artilharia contra o candidato republicano, senador John McCain.

Com os resultados de 92% das seções eleitorais, Hillary tinha 67% contra 26% para Barack Obama.

A Virgínia Ocidental manda apenas 24 delegados para a Convenção Nacional do Partido Democrata que vai oficializar a candidatura à Presidência. Hillary está derrotada mas conseguiu ferir Obama, especialmente ao levantar a questão racial.

Na verdade, o maior abalo à candidatura do jovem senador por Illinois veio da revelação das gravações dos discursos raivosos do turbulento reverendo Jeremiah Wright, que foi pastor da igreja freqüentada por Obama durante 20 anos, que casou o senador e batizou seus filhos.

Suas pregações acusando os Estados Unidos de terrorismo, o governo americano de disseminar a aids para diminuir a população negra e responsabilizando o país pelos atentados de 11 de setembro de 2001 deram vasta munição aos conservadores. A Fox TV, do magnata da mídia Rupert Murdoch, o Cidadão Kane do século 21, discutiu exaustivamente os discursos e a inevitável relação de Obama com o pastor.

Hillary colocou a questão racial na campanha claramente ao declarar que Obama é fraco entre o operariado e a classe média baixa brancos com pouca instrução, um eleitorado conservador do Partido Democrata que no passado apoiou, por exemplo, Ronald Reagan. Entre os latino-americanos e os velhos, Hillary também leva vantagem.

Mas as últimas pesquisas para a eleição presidencial de 4 de novembro indicam a vitória de qualquer dos candidatos democratas sobre McCain.
As pesquisas de boca-de-urna na Virgínia Ocidental indicam que 35% dos eleitores de Hillary preferem

sábado, 15 de março de 2008

Pastor radical prejudica candidatura Obama

Um sermão raivoso do pastor Jeremiah Wright, que há 20 anos é o mentor do senador Barack Obama, prejudica o líder da disputa pela candidatura do Partido Democrata à Presidência dos Estados Unidos.

Na sexta-feira, Obama foi obrigado a repudiar o discurso do pastor: "Discordo veementemente e condeno totalmente as declarações que foram objeto desta controvérsia".

Wright afirmou que o "terrorismo" dos EUA provocou os atentados de 11 de setembro de 2001 e que os negros deveriam cantar Deus dane a América em vez de Deus salve a América.

Seus últimos ataques foram contra a senadora e ex-primeira-dama Hillary Clinton. Wright disse que, sendo branca e fica, Hillary não é capaz de entender o que significa ser negro e pobre nos EUA, ser chamado de "crioulo" (nigger).

A direita conservadora logo se aproveitou do caso. Obama foi questionado no canal de notícias Fox News, do magnata australiano naturalizado americano Rupert Murdoch, um dos magnatas da mídia.