LONDRES - Depois de ser declarado inapto para presidir uma companhia transnacional, o magnata da mídia Rupert Murdoch, um australiano naturalizado americano, deixou hoje a direção de seus jornais britânicos, abalados pelo Grampogate, o escândalo em que jornalistas fizeram escuta telefônica clandestina de políticos, celebridades, membros da família real e até mesmo de cidadãos comuns.
Em memorando, a empresa News Corporation comunicou que seu fundador não vai mais participar da direção dos jornais The Sun, The Times e The Sunday Times. O tabloide dominical do grupo, News of the World, parou de circular há um ano por causa do escândalo.
Havia muita especulação de que Murdoch poderia vender seus jornais britânicos. No mês passado, ele anunciou a divisão do grupo avaliado em US$ 53 bilhões entre as empresas jornalísticas e as televisões, informa a agência de notícias Reuters.
O escândalo de escuta clandestina abalou seus planos de assumir todo o controle acionário da Sky TV, maior televisão por assinatura do Reino Unido e principal fonte de renda do grupo no país.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sábado, 21 de julho de 2012
terça-feira, 19 de julho de 2011
Murdochs negam saber dos grampos telefônicos
LONDRES - O magnata da mídia Rupert Murdoch, seu filho James Murdoch e a ex-diretora executiva da companhia jornalística News International no Reino Unido Rebekah Brooks negaram hoje ter conhecimento das escutas telefônicas clandestinas ilegais feitas por repórteres de seus jornais.
A culpa seria de "pessoas em quem confiei que agiram errado", disse o bilionário.
Para os analistas, Rupert Murdoch deu o recado, enquanto o filho adotou uma posição defensiva, não dizendo nada substantivo.
A culpa seria de "pessoas em quem confiei que agiram errado", disse o bilionário.
Para os analistas, Rupert Murdoch deu o recado, enquanto o filho adotou uma posição defensiva, não dizendo nada substantivo.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
News Corp passou anos abafando escândalo
LONDRES - Um grupo de executivos da News Corporation, do magnata da mídia Rupert Murdoch, passaram anos tentando abafar o escândalo de escuta telefônica ilegal, denuncia o jornal The New York Times.
Hoje, o subchefe da Polícia Metropolitana da Grande Londres, comissário John Yates, pediu demissão, seguindo o exemplo de seu ex-chefe, Paul Stephenson.
Nesta terça-feira, Murdoch, seu filho mais moço e aparente sucessor, James Murdoch e a ex-diretora executiva da empresa no Reino Unido, Rebekah Brooks, ex-editora-chefe dos jornais The Sun e News of the World, vão depor na Comissão de Cultura, Mídia e Esportes da Câmara dos Comuns do Parlamento Britânico, que investiga o caso.
domingo, 17 de julho de 2011
Chefe de polícia de Londres pede demissão
LONDRES - O escândalo de escuta telefônica clandestina derrubou hoje o chefe da Polícia Metropolitana da capital do Reino Unido, comissário Paul Stephenson. Entre outras ilegalidades, os jornais da companhia News International, do empresário Rupert Murdoch, subornaram policiais para obter furos de reportagem.
Depois da prisão da ex-diretora executiva da News Corp. Rebekah Wade, ex-editora-chefe dos jornais populares News of the World e The Sun, a queda do chefe da Scotland Yard em Londres é mais uma bomba no escândalo que domina a política britânica.
Ao sair, o comissário Stephenson atacou o primeiro-ministro David Cameron, dizendo que o chefe de governo está "comprometido" por ter levado Andy Coulson, ex-editor-chefe do NoW, para ser seu assessor de imprensa na campanha e diretor de comunicações do governo.
Depois da prisão da ex-diretora executiva da News Corp. Rebekah Wade, ex-editora-chefe dos jornais populares News of the World e The Sun, a queda do chefe da Scotland Yard em Londres é mais uma bomba no escândalo que domina a política britânica.
Ao sair, o comissário Stephenson atacou o primeiro-ministro David Cameron, dizendo que o chefe de governo está "comprometido" por ter levado Andy Coulson, ex-editor-chefe do NoW, para ser seu assessor de imprensa na campanha e diretor de comunicações do governo.
sábado, 16 de julho de 2011
Jornais de Murdoch pedem desculpas
LONDRES - A empresa News International, do empresário Rupert Murdoch, pediu desculpas publicamente em vários jornais de circulação nacional, pelo escândalo de escuta telefônica clandestina.
Enquanto os jornais populares investigavam a vida da família real, de políticos e celebridades que se beneficiam da mídia, a opinião pública achava que eles mereciam.
Quando os repórteres começaram a invadir a vida privada de cidadãos comuns, vítimas de guerras, crimes ou terrorismo, a opinião pública virou contra a News Corp.
Enquanto os jornais populares investigavam a vida da família real, de políticos e celebridades que se beneficiam da mídia, a opinião pública achava que eles mereciam.
Quando os repórteres começaram a invadir a vida privada de cidadãos comuns, vítimas de guerras, crimes ou terrorismo, a opinião pública virou contra a News Corp.
sábado, 9 de julho de 2011
News Corp nega ter apagado correio eletrônico
LONDRES - A News Corporation, do magnata da mídia Ruperto Murdoch, nega ter apagado milhões de emails que poderiam ser usados como provas na investigação policial sobre a escuta telefônica clandestina de possíveis fontes de notícias por repórteres do jornal News of the World.
Os alvos da violação do sigilo das comunicações eram políticos, celebridades, pessoas relacionadas a suspeitos ou vítimas de crimes e até mesmo parentes de mortos ou feridos em guerras.
Em conquência do escândalo, o jornal será fechado. Circula neste domingo pela última vez. Seus críticos alegam que tudo não passa de uma jogada de marketing da empresa.
Murdoch, australiano naturalizado americano, chega domingo a Londres para resolver pessoalmente a crise. A especulação é que ele vai lançar uma edição dominical de The Sun, o jornal diário mais vendido no Reino Unido.
Os alvos da violação do sigilo das comunicações eram políticos, celebridades, pessoas relacionadas a suspeitos ou vítimas de crimes e até mesmo parentes de mortos ou feridos em guerras.
Em conquência do escândalo, o jornal será fechado. Circula neste domingo pela última vez. Seus críticos alegam que tudo não passa de uma jogada de marketing da empresa.
Murdoch, australiano naturalizado americano, chega domingo a Londres para resolver pessoalmente a crise. A especulação é que ele vai lançar uma edição dominical de The Sun, o jornal diário mais vendido no Reino Unido.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Ex-assessor de Cameron é preso por escuta telefônica
LONDRES - O ex-editor-chefe do jornal popular News of the World e ex-diretor de comunicações do primeiro-ministro David Cameron, Andy Coulson, foi preso hoje. É mais um capítulo do longo escândalo de escuta telefônica clandestina que levou ontem a empresa a anunciar o fim do jornal dominical mais vendido no Reino Unido.
Cameron foi obrigado a dar explicações e alegou que Coulson não sabia da intensa atividade ilegal de repórteres e apuradores do News of the World. Eles grampearam não apenas os telefones de celebridades, jogadores de futebol, mas do ex-primeiro-ministro Tony Blair e seu vice, John Prescott, parentes de suspeitos de crimes e de soldados mortos nas guerras do Iraque e do Afeganistão.
O estilo de jornalismo agressivo do grupo News International, que invade a privacidade, paga por histórias e suborna policiais está em cheque, assim como as relações íntimas da direita conservadora com a imprensa conservadora.
Na vanguarda da luta contra os tabloides mais sujos está o ator Hugh Grant, vítima dos paparazzi e da imprensa sensacionalista quando era casado com a modelo e atriz Liz Hurley. Ele disse que não é isso que os ingleses entendem por democracia e liberdade de expressão. Está certo de que o fechamento do News of the World é apenas uma jogada de marketing para encobrir o caso.
Depois de nove horas de interrogatório, Coulson foi liberado sob fiança para responder ao processo em liberdade.
Cameron foi obrigado a dar explicações e alegou que Coulson não sabia da intensa atividade ilegal de repórteres e apuradores do News of the World. Eles grampearam não apenas os telefones de celebridades, jogadores de futebol, mas do ex-primeiro-ministro Tony Blair e seu vice, John Prescott, parentes de suspeitos de crimes e de soldados mortos nas guerras do Iraque e do Afeganistão.
O estilo de jornalismo agressivo do grupo News International, que invade a privacidade, paga por histórias e suborna policiais está em cheque, assim como as relações íntimas da direita conservadora com a imprensa conservadora.
Na vanguarda da luta contra os tabloides mais sujos está o ator Hugh Grant, vítima dos paparazzi e da imprensa sensacionalista quando era casado com a modelo e atriz Liz Hurley. Ele disse que não é isso que os ingleses entendem por democracia e liberdade de expressão. Está certo de que o fechamento do News of the World é apenas uma jogada de marketing para encobrir o caso.
Depois de nove horas de interrogatório, Coulson foi liberado sob fiança para responder ao processo em liberdade.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Murdoch não quer mais dar notícia de graça
Depois que sua News Corporation teve um prejuízo de US$ 203 bilhões no segundo trimestre do ano, o magnata da mídia Rupert Murdoch, australiano naturalizado americano, anunciou a intenção de cobrar pelo acesso ao conteudo de todos os sítios de Internet da empresa.
"O jornalismo de qualidade não sai barato", argumentou Murdoch. "Uma empresa que oferece conteúdo de graça está canibalizando sua capacidade de produzir boas reportagens."
A News Corporation é dona do Wall St. Journal, que cobra por acesso, do Times de Londres, dos jornais populares britânicos The Sun e News of the World, da Fox News e da Sky TV, entre outras empresas.
"O jornalismo de qualidade não sai barato", argumentou Murdoch. "Uma empresa que oferece conteúdo de graça está canibalizando sua capacidade de produzir boas reportagens."
A News Corporation é dona do Wall St. Journal, que cobra por acesso, do Times de Londres, dos jornais populares britânicos The Sun e News of the World, da Fox News e da Sky TV, entre outras empresas.
sábado, 30 de junho de 2007
Jornalistas fazem greve contra Murdoch
Mais de 200 journalistas de The Wall Street Journal, o segundo diário mais vendido nos Estados Unidos, se declararam em greve anteontem em protesto contra a venda do jornal para a News Corporation, do empresário australiano naturalizado americano Rupert Murdoch, um dos maiores magnatas da mídia globalizada. Na sua opinião, o negócio ameaça a independência editorial do Journal, um jornal conservador, porta-voz do centro financeiro de Nova Iorque.
"A longa tradição de independência de The Wall Street Journal está ameaçada hoje. A integridade editorial depende de um proprietário comprometido com a defesa da independência jornalística", afirmaram os jornalistas em nota divulgada à imprensa.
Nesta semana, a família Bancroft, dona do controle acionário do grupo Dow Jones, que edita o WSJ, anunciou um acordo de princípios com Murdoch para manter a independência editorial de um dos jornais diários econômico-financeiros de maior prestígio no mundo, ao lado do Financial Times, de Londres, e do Nihon Keizai Shimbun, de Tóquio.
Além de ser publicado nos EUA, o Journal tem edições na Ásia e na Europa, The Asian Wall Street Journal e The Wall Street Journal Europe. Emprega 600 pessoas nos EUA e outras 700 no resto do mundo. Murdoch ofereceu US$ 5 bilhões. Houve um contato entre a General Eletric e o Financial Times para estudar uma proposta alternativa, mas essas duas empresas desistiram de disputar o WSJ com o magnata da mídia.
Murdoch é dono da Fox News, claramente alinhada com o conservadorismo, o Partido Republicano e a invasão do Iraque, da produtora de cinema Fox, e do tablóide nova-iorquino New York Post, nos EUA; dos jornais News of the World, The Sun, The Sunday Times e The Times, e da TV por assinatura Sky TV, na Grã-Bretanha; da Star TV, Ásia; além de jornais, editoras e outros negócios no mundo inteiro que lhe deram uma fortuna pessoal estimada em US$ 8 bilhões.
"A longa tradição de independência de The Wall Street Journal está ameaçada hoje. A integridade editorial depende de um proprietário comprometido com a defesa da independência jornalística", afirmaram os jornalistas em nota divulgada à imprensa.
Nesta semana, a família Bancroft, dona do controle acionário do grupo Dow Jones, que edita o WSJ, anunciou um acordo de princípios com Murdoch para manter a independência editorial de um dos jornais diários econômico-financeiros de maior prestígio no mundo, ao lado do Financial Times, de Londres, e do Nihon Keizai Shimbun, de Tóquio.
Além de ser publicado nos EUA, o Journal tem edições na Ásia e na Europa, The Asian Wall Street Journal e The Wall Street Journal Europe. Emprega 600 pessoas nos EUA e outras 700 no resto do mundo. Murdoch ofereceu US$ 5 bilhões. Houve um contato entre a General Eletric e o Financial Times para estudar uma proposta alternativa, mas essas duas empresas desistiram de disputar o WSJ com o magnata da mídia.
Murdoch é dono da Fox News, claramente alinhada com o conservadorismo, o Partido Republicano e a invasão do Iraque, da produtora de cinema Fox, e do tablóide nova-iorquino New York Post, nos EUA; dos jornais News of the World, The Sun, The Sunday Times e The Times, e da TV por assinatura Sky TV, na Grã-Bretanha; da Star TV, Ásia; além de jornais, editoras e outros negócios no mundo inteiro que lhe deram uma fortuna pessoal estimada em US$ 8 bilhões.
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Família Bancroft vai receber News Corp.
A família Bancroft, que detém o controle acionário do grupo Dow Jones, que edita o Wall St. Journal, aceitou receber representantes da News Corporation, do magnata da mídia Rupert Murdoch.
Murdoch fez uma proposta de compra do grupo Dow Jones por US$ 5 bilhões, inicialmente rejeita pela família, que agora declara estar disposta a receber outras propostas.
Murdoch fez uma proposta de compra do grupo Dow Jones por US$ 5 bilhões, inicialmente rejeita pela família, que agora declara estar disposta a receber outras propostas.
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Grandes tacadas na mídia
Diante de rumores de que a Microsoft estaria interessada em comprá-la, as ações da Yahoo estão em alta. O mesmo acontece com a agência de notícias Reuters, que confirmou ter recebido uma oferta de compra sem identificar quem é.
É grande a movimentação nos negócios da comunicação de massa. Há poucos dias, o magnata astraliano naturalizado americano Rupert Murdoch e seu grupo News Corporation fizeram uma proposta de compra hostil do grupo Dow Jones, que edita o Wall Street Journal, segundo jornal de maior circulação nos Estados Unidos. Mas a família Bancroft, que controla a empresa, resiste, o que pode levar outros grupos a entrar na briga por uma das marcas de maior prestígio no jornalismo econômico, financeiro e de negócios.
A Microsoft quer enfrentar a ameaça representada pelo Google, que têm hoje 54% do mercado de busca na Internet, em contraste com 22% para o Yahoo e 10% para a Microsoft. Com essa aquisição, a Microsoft consolidaria sua posição no segundo lugar. Analistas do centro financeiro de Wall Street avaliam o Yahoo em US$ 50 bilhões.
Quanto aos possíveis interessados na Reuters, os mais citados são o grupo canadense Thomson e a News Corp. Mas analistas observam que a Reuters é muito maior do que o grupo Dow Jones. Custaria pelo menos três vezes a Murdoch.
É grande a movimentação nos negócios da comunicação de massa. Há poucos dias, o magnata astraliano naturalizado americano Rupert Murdoch e seu grupo News Corporation fizeram uma proposta de compra hostil do grupo Dow Jones, que edita o Wall Street Journal, segundo jornal de maior circulação nos Estados Unidos. Mas a família Bancroft, que controla a empresa, resiste, o que pode levar outros grupos a entrar na briga por uma das marcas de maior prestígio no jornalismo econômico, financeiro e de negócios.
A Microsoft quer enfrentar a ameaça representada pelo Google, que têm hoje 54% do mercado de busca na Internet, em contraste com 22% para o Yahoo e 10% para a Microsoft. Com essa aquisição, a Microsoft consolidaria sua posição no segundo lugar. Analistas do centro financeiro de Wall Street avaliam o Yahoo em US$ 50 bilhões.
Quanto aos possíveis interessados na Reuters, os mais citados são o grupo canadense Thomson e a News Corp. Mas analistas observam que a Reuters é muito maior do que o grupo Dow Jones. Custaria pelo menos três vezes a Murdoch.
quinta-feira, 22 de março de 2007
GE e Murdoch se aliam contra YouTube
A NBC Universal, empresa do grupo General Eletric, e a News Corporation, conglomerado do magnata da mídia australiano naturalizado americano Rupert Murdoch, estão criando um site de Internet oferecendo vídeos de graça para concorrer com o YouTube, comprado pelo Google no ano passado por US$ 1,65 bilhões, revelou hoje The Wall Street Journal Online. Analistas de mídia prevêem que a parceria renda bilhões de dólares nos próximos dez anos.
Os dois gigantes da mídia pretendem oferecer episódios completos e videoclipes de seus programas mais populares como Os Simpsons e 24 Horas, e filmes como Borat. Para isso, fizeram acordos de distribuição com a AoL, MSN, My Space e Yahoo.
Entre os primeiros anunciantes, estão a Intel, maior fabricante mundial de chips para computador, e a General Motors, maior fabricante mundial de automóveis.
Para Tuna Amobi, analista da Standard & Poors, "não será surpresa se outros grandes conglomerados da mídia fizerem o mesmo. Os cinco ou seis maiores produtores de conteúdo marcham nessa direção. A NBC e a News Corp. se mexem para ditar o ritmo".
Em curto prazo, Amobi não acredita que o vídeo na Internet abale o mercado publicitário de televisão. Mas observa que "a audiência está migrando para novas plataformas de mídia e o vídeo online tem potencial de crescimento muito maior".
Os dois gigantes da mídia pretendem oferecer episódios completos e videoclipes de seus programas mais populares como Os Simpsons e 24 Horas, e filmes como Borat. Para isso, fizeram acordos de distribuição com a AoL, MSN, My Space e Yahoo.
Entre os primeiros anunciantes, estão a Intel, maior fabricante mundial de chips para computador, e a General Motors, maior fabricante mundial de automóveis.
Para Tuna Amobi, analista da Standard & Poors, "não será surpresa se outros grandes conglomerados da mídia fizerem o mesmo. Os cinco ou seis maiores produtores de conteúdo marcham nessa direção. A NBC e a News Corp. se mexem para ditar o ritmo".
Em curto prazo, Amobi não acredita que o vídeo na Internet abale o mercado publicitário de televisão. Mas observa que "a audiência está migrando para novas plataformas de mídia e o vídeo online tem potencial de crescimento muito maior".
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