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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

EUA processam 17 bancos por títulos hipotecários


O órgão regulador do setor de financiamento da habitação nos Estados Unidos decidiu processar 17 bancos por terem enganado seus clientes sobre títulos de crédito hipotecário antes e durante a crise financeira de 2008-9, informa o jornal The Washington Post.

Com a ação, a Agência Federal de Financiamento da Habitação, responsável pelas empresas de garantia de crédito hipotecário Fannie Mae e Freddie Mac, pretende recuperar bilhões de dólares perdidos em investimentos fracassados do Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs, General Eletric e J P Morgan, entre outros bancos.

Diante do colapso do mercado imobiliário, os bancos emitiram títulos de dívida hipotecária sem alertar os clientes sobre os riscos. Freddie Mac e Fannie Mae acabaram ficando com a maior parte do prejuízo bilionário e foram encampadas pelo governo dos EUA. 

Em nota recente, o Goldman Sachs deu dicas aos clientes sobre como lucrar com a crise das dívidas públicas da Zona do Euro.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Lucro da GE subiu 51%

O lucro da General Eletric, maior empresa industrial dos EUA, teve um aumento de 51% no lucro no quarto trimestre de 2010, ganhando US$ 12,6 bilhões.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

GE vai investir US$ 2 bilhões na China

A General Eletric planeja investir US$ 2 bilhões nos próximos três anos na China para mais do que dobrar seu faturamento no país. Um grupo de 20 analistas de investimentos estão finalizando o projeto.

Maior empresa industrial do mundo, a GE surpreendeu os economistas e investidores na sexta-feira passada, quando anunciou uma queda no lucro pela primeira vez em cinco anos, errando suas previsões sobre sua própria expansão.

Agora, pretende investir na China para compensar a queda nos negócios devida à crise habitacional e financeira nos Estados Unidos. A meta é aumentar o faturamento na China de US$ 4,4 bilhões em 2007 para US$ 10 bilhões em 2010.

Leia mais no Financial Times.

sábado, 30 de junho de 2007

Jornalistas fazem greve contra Murdoch

Mais de 200 journalistas de The Wall Street Journal, o segundo diário mais vendido nos Estados Unidos, se declararam em greve anteontem em protesto contra a venda do jornal para a News Corporation, do empresário australiano naturalizado americano Rupert Murdoch, um dos maiores magnatas da mídia globalizada. Na sua opinião, o negócio ameaça a independência editorial do Journal, um jornal conservador, porta-voz do centro financeiro de Nova Iorque.

"A longa tradição de independência de The Wall Street Journal está ameaçada hoje. A integridade editorial depende de um proprietário comprometido com a defesa da independência jornalística", afirmaram os jornalistas em nota divulgada à imprensa.

Nesta semana, a família Bancroft, dona do controle acionário do grupo Dow Jones, que edita o WSJ, anunciou um acordo de princípios com Murdoch para manter a independência editorial de um dos jornais diários econômico-financeiros de maior prestígio no mundo, ao lado do Financial Times, de Londres, e do Nihon Keizai Shimbun, de Tóquio.

Além de ser publicado nos EUA, o Journal tem edições na Ásia e na Europa, The Asian Wall Street Journal e The Wall Street Journal Europe. Emprega 600 pessoas nos EUA e outras 700 no resto do mundo. Murdoch ofereceu US$ 5 bilhões. Houve um contato entre a General Eletric e o Financial Times para estudar uma proposta alternativa, mas essas duas empresas desistiram de disputar o WSJ com o magnata da mídia.

Murdoch é dono da Fox News, claramente alinhada com o conservadorismo, o Partido Republicano e a invasão do Iraque, da produtora de cinema Fox, e do tablóide nova-iorquino New York Post, nos EUA; dos jornais News of the World, The Sun, The Sunday Times e The Times, e da TV por assinatura Sky TV, na Grã-Bretanha; da Star TV, Ásia; além de jornais, editoras e outros negócios no mundo inteiro que lhe deram uma fortuna pessoal estimada em US$ 8 bilhões.

quinta-feira, 22 de março de 2007

GE e Murdoch se aliam contra YouTube

A NBC Universal, empresa do grupo General Eletric, e a News Corporation, conglomerado do magnata da mídia australiano naturalizado americano Rupert Murdoch, estão criando um site de Internet oferecendo vídeos de graça para concorrer com o YouTube, comprado pelo Google no ano passado por US$ 1,65 bilhões, revelou hoje The Wall Street Journal Online. Analistas de mídia prevêem que a parceria renda bilhões de dólares nos próximos dez anos.

Os dois gigantes da mídia pretendem oferecer episódios completos e videoclipes de seus programas mais populares como Os Simpsons e 24 Horas, e filmes como Borat. Para isso, fizeram acordos de distribuição com a AoL, MSN, My Space e Yahoo.

Entre os primeiros anunciantes, estão a Intel, maior fabricante mundial de chips para computador, e a General Motors, maior fabricante mundial de automóveis.

Para Tuna Amobi, analista da Standard & Poors, "não será surpresa se outros grandes conglomerados da mídia fizerem o mesmo. Os cinco ou seis maiores produtores de conteúdo marcham nessa direção. A NBC e a News Corp. se mexem para ditar o ritmo".

Em curto prazo, Amobi não acredita que o vídeo na Internet abale o mercado publicitário de televisão. Mas observa que "a audiência está migrando para novas plataformas de mídia e o vídeo online tem potencial de crescimento muito maior".