Nos últimos meses, a Fox TV está usando a gravação em que Donald Trump se gabava de pegar e bolinar mulheres em treinamentos internos para combater o assédio sexual dentro da empresa. O diretor-geral e alguns astros da Fox News foram acusados de assédio.
O presidente dos Estados Unidos é usado como exemplo de comportamento inadequado no local de trabalho que deve denunciado. Na semana passada, Trump defendeu o maior astro do canal de notícias da Fox, Bill O'Reilly, acusado de assédio sexual.
Durante o seminário, a gravação é analisada para que os funcionários da Fox possam compreender por que os atos de Trump configuram o assédio e por que isso deve ser sempre relatado aos responsáveis pela empresa.
Vários funcionários ficaram surpresos. Justo o canal de televisão que é um porta-voz do conservadorismo americano e do Partido Republicano usa os abusos de Trump como mau exemplo.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 9 de abril de 2017
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Twitter pirata anuncia morte de Obama
Hackers invadiram hoje o sítio de Internet do canal de notícias conservador Fox News, nos Estados Unidos, e anunciaram no Twitter a morte do presidente Barack Obama. Tudo mentira.
O presidente teria levado vários tiros no estado de Iowa, morrido e sido substituído pelo vice-presidente Joe Biden "num sombrio 4 de julho", Dia da Independência dos EUA.
Ultraconservadora, a Fox News, do magnata da mídia Rupert Murdoch, é um novo alvo preferencial dos piratas da rede mundial de computadores.
O presidente teria levado vários tiros no estado de Iowa, morrido e sido substituído pelo vice-presidente Joe Biden "num sombrio 4 de julho", Dia da Independência dos EUA.
Ultraconservadora, a Fox News, do magnata da mídia Rupert Murdoch, é um novo alvo preferencial dos piratas da rede mundial de computadores.
sábado, 30 de junho de 2007
Jornalistas fazem greve contra Murdoch
Mais de 200 journalistas de The Wall Street Journal, o segundo diário mais vendido nos Estados Unidos, se declararam em greve anteontem em protesto contra a venda do jornal para a News Corporation, do empresário australiano naturalizado americano Rupert Murdoch, um dos maiores magnatas da mídia globalizada. Na sua opinião, o negócio ameaça a independência editorial do Journal, um jornal conservador, porta-voz do centro financeiro de Nova Iorque.
"A longa tradição de independência de The Wall Street Journal está ameaçada hoje. A integridade editorial depende de um proprietário comprometido com a defesa da independência jornalística", afirmaram os jornalistas em nota divulgada à imprensa.
Nesta semana, a família Bancroft, dona do controle acionário do grupo Dow Jones, que edita o WSJ, anunciou um acordo de princípios com Murdoch para manter a independência editorial de um dos jornais diários econômico-financeiros de maior prestígio no mundo, ao lado do Financial Times, de Londres, e do Nihon Keizai Shimbun, de Tóquio.
Além de ser publicado nos EUA, o Journal tem edições na Ásia e na Europa, The Asian Wall Street Journal e The Wall Street Journal Europe. Emprega 600 pessoas nos EUA e outras 700 no resto do mundo. Murdoch ofereceu US$ 5 bilhões. Houve um contato entre a General Eletric e o Financial Times para estudar uma proposta alternativa, mas essas duas empresas desistiram de disputar o WSJ com o magnata da mídia.
Murdoch é dono da Fox News, claramente alinhada com o conservadorismo, o Partido Republicano e a invasão do Iraque, da produtora de cinema Fox, e do tablóide nova-iorquino New York Post, nos EUA; dos jornais News of the World, The Sun, The Sunday Times e The Times, e da TV por assinatura Sky TV, na Grã-Bretanha; da Star TV, Ásia; além de jornais, editoras e outros negócios no mundo inteiro que lhe deram uma fortuna pessoal estimada em US$ 8 bilhões.
"A longa tradição de independência de The Wall Street Journal está ameaçada hoje. A integridade editorial depende de um proprietário comprometido com a defesa da independência jornalística", afirmaram os jornalistas em nota divulgada à imprensa.
Nesta semana, a família Bancroft, dona do controle acionário do grupo Dow Jones, que edita o WSJ, anunciou um acordo de princípios com Murdoch para manter a independência editorial de um dos jornais diários econômico-financeiros de maior prestígio no mundo, ao lado do Financial Times, de Londres, e do Nihon Keizai Shimbun, de Tóquio.
Além de ser publicado nos EUA, o Journal tem edições na Ásia e na Europa, The Asian Wall Street Journal e The Wall Street Journal Europe. Emprega 600 pessoas nos EUA e outras 700 no resto do mundo. Murdoch ofereceu US$ 5 bilhões. Houve um contato entre a General Eletric e o Financial Times para estudar uma proposta alternativa, mas essas duas empresas desistiram de disputar o WSJ com o magnata da mídia.
Murdoch é dono da Fox News, claramente alinhada com o conservadorismo, o Partido Republicano e a invasão do Iraque, da produtora de cinema Fox, e do tablóide nova-iorquino New York Post, nos EUA; dos jornais News of the World, The Sun, The Sunday Times e The Times, e da TV por assinatura Sky TV, na Grã-Bretanha; da Star TV, Ásia; além de jornais, editoras e outros negócios no mundo inteiro que lhe deram uma fortuna pessoal estimada em US$ 8 bilhões.
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
Viacom exige retirada de vídeos do YouTube
A Viacom, dona da MTV, exigiu na Justiça que o site YouTube remova 100 mil vídeos por não ter chegado a um acordo com o Google, dono do YouTube, sobre direitos autorais.
O YouTube, grande sucesso do momento na Internet, oferece gratuitamente vídeos colocados no site anonimamente. Fez acertos com as redes de televisão CBS e NBC mas está sendo processado também pela Fox.
O YouTube, grande sucesso do momento na Internet, oferece gratuitamente vídeos colocados no site anonimamente. Fez acertos com as redes de televisão CBS e NBC mas está sendo processado também pela Fox.
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