Nos últimos meses, a Fox TV está usando a gravação em que Donald Trump se gabava de pegar e bolinar mulheres em treinamentos internos para combater o assédio sexual dentro da empresa. O diretor-geral e alguns astros da Fox News foram acusados de assédio.
O presidente dos Estados Unidos é usado como exemplo de comportamento inadequado no local de trabalho que deve denunciado. Na semana passada, Trump defendeu o maior astro do canal de notícias da Fox, Bill O'Reilly, acusado de assédio sexual.
Durante o seminário, a gravação é analisada para que os funcionários da Fox possam compreender por que os atos de Trump configuram o assédio e por que isso deve ser sempre relatado aos responsáveis pela empresa.
Vários funcionários ficaram surpresos. Justo o canal de televisão que é um porta-voz do conservadorismo americano e do Partido Republicano usa os abusos de Trump como mau exemplo.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 9 de abril de 2017
domingo, 20 de setembro de 2009
Até O'Reilly aceita cobertura universal de saúde
Até o comentarista conservador Bill O'Reilly, da televisão americana Fox News, já concorda com a criação de um seguro de saúde com atendimento público para garantir a cobertura universal de saúde nos Estados Unidos, uma opção que antes chamava de "socialismo", ao criticar o plano do Governo Obama para a reforma do sistema de saúde.
Agora, O'Reilly declara que resolveu por a ideologia de lado, se o governo puder oferecer uma opção mais barata: "Eu não quero para mim, mas para que o trabalhador americano tenha uma opção. Se não gostar do seu plano de saúde, se for muito caro e eles não puderem pagar, e o governo puder oferecer um seguro-saúde mais barato, será bom para eles."
Agora, O'Reilly declara que resolveu por a ideologia de lado, se o governo puder oferecer uma opção mais barata: "Eu não quero para mim, mas para que o trabalhador americano tenha uma opção. Se não gostar do seu plano de saúde, se for muito caro e eles não puderem pagar, e o governo puder oferecer um seguro-saúde mais barato, será bom para eles."
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