Mostrando postagens com marcador Fitch. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fitch. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

S&P rebaixa nota de crédito da China

A agência de classificação de risco Standard &Poor's anunciou hoje o rebaixamento da nota de crédito da dívida pública da China por causa do aumento do endividamento, apesar das promessas do governo de reduzir os riscos financeiros na segunda maior economia do mundo, noticiou o jornal americano The Wall Street Journal.

Foi a terceira grande agência de classificação de risco a rebaixar a China. A Fitch havia reduzido a nota de crédito da China em 2013 e a agência Moody's, em maio de 2017.

A nota chinesa caiu de A+ para AA- por entender que "um longo período de crescimento forte do crédito aumentou os riscos econômicos e financeiros na China". O viés passou de estável a negativo. Isso significa que a S&P vê uma tendência, uma perspectiva, de crescimento da dívida pública chinesa.

No primeiro semestre de 2017, a China cresceu num ritmo de 6,9% ao ano.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Reino Unido perde nota máxima de crédito da Fitch e da S&P

As agências de classificação de risco Standard & Poor's e Fitch rebaixaram a nota de crédito da dívida pública do Reino Unido do nível máximo, AAA, para AA com perspectiva negativa porque a saída da União Europeia enfraquecerá a estabilidade e a eficácia da política econômica do país.

A libra e as bolsas de valores voltaram a cair hoje. A moeda britânica baixou a US$ 1,31, a menor cotação desde 1985. O euro perdeu 1,19%e vale agora US$ 1,098 porque a Brexit (Britain exit, saída da Grã-Bretanha).

Um índice pan-europeu dos mercados de ações sofreu sua pior queda em dois dias desde 2008. Houve perdas nas bolsas de valores no mundo inteiro: Londres (-2,55%), Frankfurt (-3,02%), Paris (-2,97%), Nova York (-1,5%) e São Paulo (-1,72%). Na Ásia, as bolsas de Tóquio (+2,39%) e de Xangai (+1,45%).

No Brasil, o dólar subiu 0,44% fechando em R$ 3,395.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Agência Fitch rebaixa nota de crédito da França

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou de AA+ para AA a nota de crédito da dívida soberana da França por causa da incapacidade do governo de cumprir a meta de redução do déficit público e pelas "fracas" perspectivas de crescimento.

Com a popularidade do presidente socialista François Holland no nível mais baixo da 5ª República, o primeiro-ministro Manuel Valls, da ala mais liberal do partido, tenta aprovar medidas de estímulo à economia do mercado, sob forte oposição da ala mais esquerdista.

A economia francesa está estagnada, com desemprego de 10%, e corre risco de deflação.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Fitch põe dívida do Reino Unido em viés negativo

A agência de classificação de risco Fitch ameaça tirar a nota máxima da dívida pública do Reino Unido no próximo mês, dias depois que o ministro das Finanças, George Osborne, admitiu que serão necessários novos cortes nos gastos públicos, além dos 83 bilhões de libras (cerca de R$ 255 bilhões) em quatro anos anunciados no início do atual governo, em maio de 2010.

O mais rigoroso programa de ajuste fiscal da história do país visava exatamente a evitar que o Reino Unido perdesse a nota máxima, AAA. Agora, a Fitch considera "elevada" a probabilidade de um rebaixamento da dívida pública britânica.

Ao apresentar sua proposta orçamentária nesta semana, Osborne admitiu que a recessão dupla enfrentada pelo país diminuiu a arrecadação, tornando necessários novos cortes.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Crise econômica da Itália se agrava

O produto interno bruto, a soma de todas as riquezas produzidas pela Itália menos as exportações, caiu 0,9% no último trimestre de 2012, fechando o ano em baixa de 2,8%, revelou hoje o Istat (Instituto Nacional de Estatísticas). A primeira estimativa tinha apontado um recuo de 2,7%.

Sob o peso da crise das dívidas públicas da Zona do Euro e da incerteza política, o PIB italiano baixou nos últimos seis trimestre. No ano passado, foram menos 0,9% no primeiro, menos 0,7% no segundo, menos 0,2% no terceiro e menos 0,9% de novo no fim do ano. Isso indica um agravamento da recessão.

Na sexta-feira, a agência de classificação de risco Fitch rebaixou em um nível, de A- para BBB+, a nota de crédito da dívida pública da Itália citando como razões o aprofundamento da recessão e a crise política gerada pela incapacidade de formar um governo forte e estável depois das eleições de 24 e 25 de fevereiro.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Fitch rebaixa dívida da Argentina em cinco níveis

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou hoje a nota de crédito da dívida pública da Argentina em cinco níveis, de B a CC, alegando que o país está à beira de novo calote. Um juiz federal de Nova York mandou o governo argentino pagar US$ 1,3 bilhão a credores que rejeitaram a renegociação proposta por Buenos Aires no início do século antes de remunerar os títulos emitidos depois da reestruturação da dívida.

Em 15 de dezembro, a Argentina deve pagar US$ 3,1 bilhões aos novos credores e aos que aceitaram os termos da renegociação impostos por Buenos Aires. Este será o dia decisivo.

Como o governo Cristina Kirchner se nega a pagar os credores que se negaram a aceitar um desconto, a expectativa é que o país volte a não pagá-los. Se fizer isso, será impedido pela Justiça Federal dos Estados Unidos de honrar o compromisso assumidos com os novos títulos, entrando tecnicamente em nova moratória ou calote.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Chipre pede ajuda financeira à UE

Depois de citar o contágio da crise da Grécia, o pequeno arquipélado de Chipre anunciou hoje que vai pedir ajuda financeira à União Europeia para evitar o colapso de seus bancos. Analistas de mercado estimam que o país precise de cerca de 10 bilhões de euros.

"O propósito é conter os riscos para a economia cipriota, especialmente aqueles oriundos dos efeitos negativos para o setor financeiro devidos à sua grande exposição à economia grega", disse em nota o governo do presidente Demetris Christofias.

A agência de classificação de risco Fitch tinha rebaixado a nota de crédito do país de BBB- para BB+, com perspectiva negativa.

Há mais de um ano, Chipre não conseguia se financiar através do mercado. Chegou a receber uma ajuda de 2,5 bilhões de euros da Rússia. Em 1º de julho, o país assume a presidência rotativa do Conselho Europeu, que reúne os chefes de Estado e de governo da UE.

Sem dinheiro para pagar sua dívida pública por causa do impacto da crise mundial de 2008-9, Grécia, Irlanda e Portugal tinham pedido ajuda aos parceiros da UE para pagar suas dívidas. A Espanha pediu um empréstimo para recapitalizar os bancos.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Fitch rebaixa crédito do Japão

A agência de classificação de risco Fitch reduziu hoje em dois graus a nota de crédito do Japão para A+ com perspectiva negativa, citando o grande endividamento do país. A dívida pública japonesa passa de 200% do produto interno bruto do país, de cerca de US$ 5 trilhões.

Com a perspectiva negativa, essa avaliação pode voltar a cair. A nota A+ é a quinta numa escala de 22 adotada pela agência.

Nesta terça-feira, em suas previsões semestrais, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) disse que o PIB japonês deve avançar 2% em 2012 e 1,5% em 2013.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Fitch rebaixa dívida da Grécia em longo prazo

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou hoje a nota de crédito da dívida soberana de longo prazo da Grécia, citando como justificativa o aumento do risco de que o país seja forçado a deixar a união monetária europeia.

Já a agência Moody's rebaixou as notas de 16 bancos Espanha. Depois de socorrer o quarto maior banco espanhol, Bankia, o governo tenta agora desmentir que o banco seja alvo de uma corrida bancária.

Com a queda de 0,3% no seu produto interno bruto no primeiro trimestre de 2012, a Espanha está oficialmente em recessão, definida como a queda na produção de riqueza por dois trimestres consecutivos.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Moody's mantém nota máxima da França

A agência de classificação de risco Moody's manteve hoje a nota máxima para a dívida pública da França, rebaixada ha três dias pela Standard & Poor's junto com outros oito países da Zona do Euro.

Com a exceção da Alemanha e da Eslováquia, a S&P colocou todos os países da Eurozona com tendência negativa.

Hoje, tirou a nota máxima do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, encarregado de socorrer os países em dificuldades para honrar suas dívidas.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dívida de Portugal perde grau de investimento

No dia de uma greve geral contra as medidas de austeridade econômica em Portugal, a agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota de crédito soberano do país em um grau, de BBB- para BB+, e manteve uma perspectiva negativa. Os títulos portugueses perdem o grau de investimento. Passam a ser considerados papéis podres, especulativos.


"Os grandes desequilíbrios orçamentários, o elevado endividamento em todos os setores e as previsões macroeconômicas adversas significam que o perfil de crédito soberano já não é consistente com uma avaliação de qualidade de investimento", declarou a Fitch em nota. A expectativa de recessão de 3% em 2012 não ajuda.


Mesmo assim, a agência considera possível que o país cumpra as metas de redução do déficit orçamentário acertadas com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional e elogia o programa de ajuste fiscal que causou a greve geral de hoje.


A nota de crédito de Portugal já tinha sido rebaixada para o nível de especulação pela agência Moody's em julho. Já a Standard & Poors, a outra grande firma do setor, manteve a nota portuguesa no mês passado no nível mais baixo de grau de investimento.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Agências rebaixam Itália, Espanha e 21 bancos

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou agora há pouco o rebaixamento de nota de crédito da Itália e da Espanha, enquanto a Moody's rebaixou o crédito de 21 bancos, nove portugueses e 12 britânicos.

Enquanto a Itália caiu um grau, de AA- para A+, a nota da Espanha baixou dois graus, de AA+ para AA-. Ambas têm perspectiva negativa.

O rebaixamento pode dificultar o acesso a crédito e obrigar a pagar taxas de juros mais altos. Isso não aconteceu com os Estados Unidos, que perderam há dois meses sua nota máxima na avaliação da S&P.

A Itália está sendo obrigada a pagar juros de 5,5% ao ano nos seus títulos da dívida pública com 10 anos de prazo, acima dos 5% pagos pela Espanha, num sinal da desconfiança crescente do mercado em relação à dívida italiana.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Fitch reduz previsão de crescimento para Espanha

A agência de classificação de risco Fitch reduziu ontem sua previsão de crescimento para a Espanha em 2012 de 1,6% para 0,5%, o que complica ainda mais a situação da dívida pública do país. Além da austeridade fiscal, a Fitch citou a queda nas importações da Espanha para justificar as mudanças.

Para este ano, a expectativa foi revisada para cima, de 0,6% para 0,7%.

Na Itália, os cortes nos gastos públicos vão afetar o consumo privado e os investimentos das empresas. A expectativa de crescimento da terceira maior economia da Zona do Euro foi rebaixada de 1% para 0,2% em 2011 e de 1,6% para 0,6% em 2013.

Os 17 países da Eurozona como um todo devem crescer 1,6% em 2011, um pouco menos que 1,7% da previsão anterior, mas a expectativa para 2012 foi diminuída significativamente, de 1,8% para 0,8%. Em 2013, a  perspectiva agora é de avanço de 1,5%, em contraste com 2,1% da previsão anterior.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Agências mantêm nota máxima para os EUA

As agências de classificação de risco Moody's e Fitch anunciaram hoje que vão manter a nota de crédito soberano dos Estados Unidos em seu nível máximo, AAA.

Tanto a Moody's quanto a Fitch entendem que não há risco de calote. Não faltam interessados em comprar títulos da dívida pública dos EUA, ao contrário do que acontece, por exemplo, com vários países da Europa.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Fitch aumenta nota de crédito do Brasil

Num sinal de que acredita que o país melhorou as condições para saldar sua dívida pública, a agência de classificação de risco Fitch elevou a nota de crédito do Brasil de BBB- para BBB.

É o primeiro aumento desde 2008, quando a Fitch deu ao Brasil grau de investimento aos títulos da dívida pública brasileira. Ainda faltam oito níveis para o Brasil atingir o nível mais alto, AAA.

O grau de investimento é importante. Nos Estados Unidos, os fundos de pensão são proibidos de aplicar dinheiro em papéis sem grau de investimento, considerados especulativos.

A Fitch justificou a elevação da nota com base na expectativa de crescimento sustentável de 4% a 5% ao ano da economia do Brasil. Para 2011, a previsão da Fitch é de expansão de 4%.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Fitch ameaça rebaixar crédito de Portugal

A agência de classificação de risco Fitch criticou o gradualismo do programa de cortes do déficit público de Portugal e advertiu ontem que pode rebaixar a nota de crédito do país.

Portugal teve um déficit orçamentário de 9,3% do produto interno bruto em 2009.

Ao anunciar uma série de medidas na segunda-feira, o primeiro-ministro socialista José Sócrates prometeu reduzir o déficit para 2,8% até 2013. A Fitch cobra resultados rápidos.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Grécia e desemprego nos EUA derrubam bolsas

O número de novos pedidos de seguro-desemprego aumentaram na semana passada nos Estados Unidos pela segunda semana seguida, indicando mais uma vez que o desemprego é o maior obstáculo à recuperação econômica.

Depois da Fitch, agora a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixa a nota de crédito da Grécia, sinalizando que o país terá dificuldade para honrar suas dívidas.

A central sindical ligada ao Partido Comunista da Grécia liderou hoje uma greve de 24 horas no setor´privado em protesto contra as medidas anunciadas pelo governo para reduzir o déficit orçamentário.

Nesta semana, o governo socialista grego congelou salários, pensões e contratações, e aumentou impostos.

Na Suíça, o Comitê de Supervisão Bancária do Banco de Compensações Internacionais, chamado de banco central dos bancos centrais, propôs que os bancos sejam proibidos de pagar bônus e dividendos quando as reservas de capital ficarem abaixo de um limite a ser fixado pelos órgãos reguladores.

No Reino Unido, as vendas no varejo caíram 0,3% em novembro.

As bolsas de valores caíram no mundo inteiro por causa do desemprego nos EUA e do medo de um calote da Grécia.