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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

S&P rebaixa crédito de mais um país da Eurozona

A agência de classificação de risco americana Standard & Poor's reduziu hoje em um nível, de A para A-, a nota de crédito da dívida pública da Eslovênia, um dos 17 países da União Europeia que usam o euro como moeda.

Na análise da S&P, uma crise política está deteriorando a situação da dívida do país.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

EUA processam agência de avaliação de risco

O Departamento da Justiça dos Estados Unidos deve pedir hoje abertura de processo contra a agência de classificação de risco Standard & Poor's. A empresa será acusada de ignorar seus próprios padrões ao avaliar os títulos da dívida hipotecária que causaram prejuízos bilionários e foram responsáveis pela pior crise financeira internacional dos últimos 70 anos.

É o primeiro processo contra essas agências na atual crise. A S&P, uma das três grandes agências de classificação de risco, alega estar sendo punida injustamente por não ter previsto a crise, o que quase ninguém conseguiu.

Se for condenada, a S&P terá de pagar multas de mais de US$ 1 bilhão. A agência tirou em 2011 a nota máxima da dívida dos EUA por falta de entendimento entre a Casa Branca e o Congresso para reduzir o déficit orçamentário.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

S&P rebaixa o crédito da dívida pública da Espanha

A agência de classificação Standard & Poor's rebaixou hoje em dois graus a nota de crédito da dívida soberana da Espanha para BBB+, colocou-a em perspectiva negativa e previu uma retração de 1,5% na economia do país em 2012 e de 0,5% em 2013.

Para a S&P, a trajetória da dívida espanhola tende a se deteriorar: "A perspectiva negativa a longo prazo reflete nossa visão de riscos significativos para o crescimento econômico e o desempenho orçamentário, e o impacto que isso deve ter no seu crédito", disse a agência em nota para justificar o rebaixamento.

Pelas projeções da agência, até 2014, a dívida pública da Espanha deve chegar a 80% do produto interno bruto, informa o jornal inglês Financial Times. As regras do pacto fiscal para sustentar o euro admitem um máximo de 60% do PIB.

No início de 2008, antes do agravamento da crise financeira internacional, a Espanha tinha nota máxima.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Moody's mantém nota máxima da França

A agência de classificação de risco Moody's manteve hoje a nota máxima para a dívida pública da França, rebaixada ha três dias pela Standard & Poor's junto com outros oito países da Zona do Euro.

Com a exceção da Alemanha e da Eslováquia, a S&P colocou todos os países da Eurozona com tendência negativa.

Hoje, tirou a nota máxima do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, encarregado de socorrer os países em dificuldades para honrar suas dívidas.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

S&P rebaixa crédito de nove países da Eurozona

Por considerar que "as iniciativas tomadas pela União Europeia nas últimas semanas foram insuficientes para resolver totalmente os estresses sistêmicos da Zona do Euro", a agência de classificação de risco Standard & Poor's confirmou no início da noite de hoje o rebaixamento das notas de crédito da França e outros oito dos 17 países do bloco que adotam o euro como moeda comum.

No início da tarde, o governo francês tinha admitido a perda da nota máxima (AAA). O crédito da França caiu em um grau para AA+. A cem dias do primeiro turno da eleição presidencial, é um duro golpe no presidente Nicolas Sarkozy. O candidato socialista e líder nas pesquisas, François Hollande, disse que "foi um rebaixamento do sarkozismo".

A Áustria também perdeu sua nota máxima, mantida pela Alemanha, a  Finlândia, a Holanda e Luxemburgo.

A dívida da Itália, de 1,9 trilhão de euros, a que mais preocupa, foi rebaixada em dois graus, de A para BBB+. A Espanha, a segunda maior economia em dificuldade para pagar sua dívida pública, também caiu dois graus, de AA- para A.

Portugal foi de BBB- para BB. Sua dívida agora é considerada investimento especulativo, lixo, o que costuma impedir investimento de fundos de pensão.

Só Portugal e a Grécia, o país em pior situação na crise das dívidas públicas, em recessão há três anos e sem qualquer expectativa de crescimento, estão nesta categoria. Seus títulos foram considerados papéis podres.

Chipre, Eslováquia, Eslovênia e Malta também tiveram suas notas de crédito rebaixadas.

S&P rebaixa crédito de países da Eurozona

As bolsas da Europa operam em queda diante da notícia de rebaixamento das notas de crédito da França e de outros países que usam o euro como moeda pela agência de classificação de risco Standard & Poor's.

O jornal Le Monde acaba de confirmar o rebaixamento do crédito da França, que perde a nota máxima, citando como fonte a Agência France Presse, que teria recebido a notícia de um alto funcionário do governo francês.

A nota da França foi reduzida de AAA para AA+. Ainda está em grau de investimento, mas o país pode ser forçado a pagar juros mais altos para financiar sua dívida e ter dificuldades para contribuir para o Fundo Europeu de Estabilização Financeira e para o Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira, prejudicando todo o plano europeu para resolver a crise das dívidas públicas.

Outro país que perderia a nota máxima (AAA) seria a Áustria.

A crise das dívidas públicas se agravou ainda mais com o colapso das negociações entre a Grécia e seus credores para reduzir a dívida grega pela metade num calote organizado.

O euro caiu para US$ 1,27, a menor cotação em um ano e três meses.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

S&P rebaixa crédito da Hungria para lixo

A agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou a nota de crédito da Hungria, considerando-a especulativa, para a categoria de "lixo" ou "papéis podres".

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

S&P revisa crédito de 15 países da Eurozona

As bolsas de valores da Ásia fecharam em baixa hoje depois que a agência de classificação de risco Standard & Poor's anunciou ontem que está revisando as notas de crédito das dívidas públicas de 15 dos 17 países da Zona do Euro, colocados em perspectiva negativa. Só Chipre e a Grécia, já rebaixados, não serão reavaliados.

Todos os países da Eurozona com a nota máxima de crédito - Alemanha, Áustria, Finlândia, França, Holanda e Luxemburgo - podem perder sua cotação AAA ou triplo A. É mais um indicador da gravidade da crise.

Se a reunião de cúpula da União Europeia das próximas quinta e sexta-feira, as notas desses países podem cair em um grau, e a da França em dois graus: "Se a resposta dos formuladores de políticas não for vista como robusta pelos investidores, acreditamos que a confiança do mercado possa ter outra queda, talvez forte", advertiu a agência, citada pelo jornal The New York Times.

sábado, 26 de novembro de 2011

S&P rebaixa o crédito da Bélgica

A agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou ontem a nota de crédito soberano da Bélgica em um grau, de AA+ para AA. O país mantém seu grau de investimento, mas a perspectiva é negativa.

Um dos países da União Europeia com dívida pública superior a 100% do produto interno bruto, a Bélgica não tem governo há um ano e meio porque valões e flamengos, as duas principais etnias do país, não se entendem para formar um governo.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Agências rebaixam Itália, Espanha e 21 bancos

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou agora há pouco o rebaixamento de nota de crédito da Itália e da Espanha, enquanto a Moody's rebaixou o crédito de 21 bancos, nove portugueses e 12 britânicos.

Enquanto a Itália caiu um grau, de AA- para A+, a nota da Espanha baixou dois graus, de AA+ para AA-. Ambas têm perspectiva negativa.

O rebaixamento pode dificultar o acesso a crédito e obrigar a pagar taxas de juros mais altos. Isso não aconteceu com os Estados Unidos, que perderam há dois meses sua nota máxima na avaliação da S&P.

A Itália está sendo obrigada a pagar juros de 5,5% ao ano nos seus títulos da dívida pública com 10 anos de prazo, acima dos 5% pagos pela Espanha, num sinal da desconfiança crescente do mercado em relação à dívida italiana.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Berlusconi ataca mídia e S&P

NOVA YORK - Um dia depois do rebaixamento da nota de crédito da Itália, o primeiro-ministro Silvio Berlusconi atacou a agência de classificação de risco Standard & Poor's e a mídia, dizendo que "as avaliações parecem ser ditadas pelas histórias contadas pelos jornais e parece ter sido influenciada por considerações políticas".

A S&P alegou que as propostas para reduzir o déficit público italiano aprovadas até agora são insuficientes, e "a frágil coalizão que governa a Itália e as diferentes políticas dentro do Parlamento vão continuar limitando a capacidade do governo para responder de forma decisiva aos desafios internos e ao entorno macroeconômico externo", uma referência à crise das dívidas públicas da Zona do Euro.

Terceira maior economia da Eurozona, a Itália deve terminar o ano com uma dívida pública de 120% do produto interno bruto.

S&P rebaixa nota de crédito da Itália

NOVA YORK -  Por causa do fraco crescimento econômico e da fragilidade do governo Silvio Berlusconi, a agência de classificação de risco Standard & Poors rebaixou ontem a nota de crédito da dívida soberana da Itália, que deve chegar a 120% neste ano, de A+ para A e a colocou em perspectiva negativa.

A decisão deve provocar mais quedas nas bolsas de valores, já pressionadas pelo alto risco de calote da Grécia.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

87% dos americanos não confiam no Congresso

A radicalismo do movimento Festa do Chá, que resistiu ao aumento do teto da dívida pública dos Estados Unidos, aparentemente causou mais danos à oposição republicana e ao Congresso em geral do que ao presidente Barack Obama.

Em pesquisa de opinião realizada entre 18 e 22 de agosto, 87% reprovaram a atuação dos parlamentares em mais uma batalha em torno do déficit orçamentário e da dívida pública da maior economia do mundo, revela hoje o jornal The Washington Post.

O ambiente de radicalismo político e desentendimento entre os dois grandes partidos levou a agência de classificação de risco Standard & Poor's a rebaixar a nota de crédito da dívida pública dos EUA pela primeira vez na História.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

EUA investigam S&P por avaliações pré-crise

O Departamento da Justiça dos Estados Unidos abriu inquérito para descobrir se a maior agência de avaliação de risco do país, Standard & Poor's, avaliou inadequadamente títulos de dívida hipotecária nos anos que antecederam à Grande Recessão de 2008-9.

Agentes federais americanos têm informações de que analistas da S&P queriam rebaixar as notas de crédito de alguns papéis, mas suas recomendações foram ignoradas por executivas da empresa.

A investigação começou antes da agência rebaixar o crédito soberano dos EUA da nota máxima, AAA, para AA+, informa o jornal The New York Times.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

S&P rebaixa dívida da Grécia para lixo

Diante da ameaça cada vez maior de não pagamento, a agência de classificação de risco Standard and Poor's rebaixou hoje a nota de crédito da dívida soberana da Grécia em dois pontos, de B para CCC, o que a deixa a dois graus do nível de calote.

É a menor classificação de risco do mundo para uma dívida pública nacional, observa o jornal The Wall St. Journal.

Para o jornal The New York Times, é mais um sinal de que o mercado considera um calote inevitável.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

S&P rebaixa o crédito da Grécia

A agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou hoje em dois graus a nota de crédito da dívida pública da Grécia, reduzindo-a para B, depois que o governo grego admtiu que o país vai precisar de mais ajuda internacional porque não conseguir se refinanciar no mercado, noticia o Financial Times.

Alguns países europeus relutam em dar mais dinheiro à Grécia e grande parte dos investidores consideram inevitável uma renegociação da dívida com um calote parcial.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

S&P ameaça rebaixar crédito dos EUA

A agência de classificação de risco Standard and Poor's colocou hoje a dívida pública dos Estados Unidos em perspectiva negativa, citando como problemas o elevado endividamento e o déficit orçamentário.

Como os EUA nunca deram calote, a dívida americana tem a classificação de risco mais elevada, AAA, o que significa menor risco.

O impacto do anúncio foi forte. As bolsas de valores caíram no mundo inteiro e a onça do ouro chegou a quase US$ 1,5 mil.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Grécia e desemprego nos EUA derrubam bolsas

O número de novos pedidos de seguro-desemprego aumentaram na semana passada nos Estados Unidos pela segunda semana seguida, indicando mais uma vez que o desemprego é o maior obstáculo à recuperação econômica.

Depois da Fitch, agora a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixa a nota de crédito da Grécia, sinalizando que o país terá dificuldade para honrar suas dívidas.

A central sindical ligada ao Partido Comunista da Grécia liderou hoje uma greve de 24 horas no setor´privado em protesto contra as medidas anunciadas pelo governo para reduzir o déficit orçamentário.

Nesta semana, o governo socialista grego congelou salários, pensões e contratações, e aumentou impostos.

Na Suíça, o Comitê de Supervisão Bancária do Banco de Compensações Internacionais, chamado de banco central dos bancos centrais, propôs que os bancos sejam proibidos de pagar bônus e dividendos quando as reservas de capital ficarem abaixo de um limite a ser fixado pelos órgãos reguladores.

No Reino Unido, as vendas no varejo caíram 0,3% em novembro.

As bolsas de valores caíram no mundo inteiro por causa do desemprego nos EUA e do medo de um calote da Grécia.