sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Vendas no varejo superam expectativa nos EUA

As vendas do varejo nos EUA subiram 1,3% em novembro, quase o dobro do esperado.

Produção industrial da China cresce 19,2%

A produção industrial da China cresceu 19,2% em novembro, na comparação anual. O investimento urbano aumentou 32,1% desde o início do ano, e o saldo comercial foi de US$ 19 bilhões, embora as exportações ainda registrem queda de 1,2%. As vendas no varejo avançaram 15,8%.

O índice de preços ao consumidor subiu na China pela primeira vez em 10 meses, 0,6% em novembro, afastando a deflação, um dos fantasmas da crise . A queda sustentada de preços desestimula o investimento, a produção e o consumo. Mas os preços no atacado registram queda de 2,1% ao ano.

Guerra de anteprojetos divide Copenhague

Uma guerra de anteprojetos do acordo final marca a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, em Copenhague. Mas o secretário-geral do encontro, Yvo de Boer, está confiante.

Esta sexta-feira é o dia de se chegar a um projeto para que mais de cem chefes de Estado e de governo façam os acertos finais e assinem na próxima semana um novo acordo para conter o aquecimento da Terra.

No quarto dia, foi a vez dos países emergentes, liderados pela China, apresentarem uma proposta pedindo que os países desenvolvidos cortem suas emissões de gases de efeito estufa em pelo menos 40% até 2020.

Também houve uma pressão para que os Estados Unidos ratifiquem o Protocolo de Quioto, de 1997, que previa que 37 países industrializados reduzissem suas emissões de gases carbônicos em 5%, na média, em relação a 1990.

Logo, um negociador da União Europeia deu um chega para lá nestas propostas. Ele disse que não existe a menor possibilidade de aprovação do Protocolo de Quioto pelo Senado dos EUA e voltou a colocar na mesa a proposta dos países ricos: US$ 30 bilhões por ano para ajudar os países em desenvolvimento a controlarem suas emissões e se adaptarem a um mundo com menos consumo de carvão e petróleo.

A própria UE já estimou em US$ 150 bilhões por ano o preço para a conversão das economias pobres e emergentes.


O bilionário George Soros criticou os países ricos e advertiu que, sem financiamento, não será possível combater a mudança do clima. Ele sugere que seja fixado um preço para o carbono considerando os investimentos necessários para combater o aquecimento global.

Soros propos ainda que os países ricos usem os direitos especiais de saque junto ao Fundo Monetário Internacional, que estimou em US$ 283 bilhões, para financiar projetos em países em desenvolvimento.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Dissidentes cubanos pedem liberdade

No Dia Mundial dos Direitos Humanos, as Mulheres de Branco saíram às ruas de Havana para pedir liberdade em Cuba.

As Mulheres de Branco reúnem as mães e esposas de 75 presos políticos detidos em 2003; 53 estão presos até hoje. Elas saíram da casa da dissidente Laura Pollan.

Laura declarou que a manifestação reafirma o compromisso de defender os direitos dos parentes que o grupo considera terem sido presos injustamente.

No centro da capital cubana, as Mulheres de Branco cruzaram com um grupo de 200 partidários do regime comunista cubano que deram vivas a seus líderes, Fidel e Raúl Castro.

Houve empurra-empurra, mas não chegou a haver briga. Ninguém foi preso.

As Mulheres de Branco marcham todos os domingos. Saíram às ruas hoje para marcar os 61 anos da aprovação pelas Nações Unidas da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Brown e Sarkozy querem supertaxar bancos

Em artigo publicado hoje no jornal americano The Wall St. Journal, o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e o presidente da França, Nicolas Sarkozy, pediram maior coordenação internacional para corrigir os desequilíbrios da economia mundial.

Eles defenderam a supertaxação dos bônus pagos a executivos do setor financeiro e estudos sobre a cobrança de um imposto sobre todas as transações financeiras internacionais.

A supertaxação de bônus acima do equivalente a R$ 70 mil  foi anunciada ontem pelo governo britânico. Os dois líderes querem que seja adotada pela União Europeia e no mundo inteiro.

Obama defende "guerra justa" no Nobel da Paz

Ao receber hoje em Oslo, na Noruega, o Prêmio Nobel da Paz, o presidente Barack Obama admitiu que a escolha provocou críticas porque ele preside um país em guerra, além ter feito pouco, como reconheceu, em comparação com Martin Luther King jr. e Nelson Mandela.

Obama se reserva o direito de agir para proteger os EUA em “guerras justas”, afirmando que “o uso da força pode ser não apenas necessário mas justificado moralmente”.

O conceito de guerra justa vem do filósofo cristão São Tomás de Aquino. Hoje em dia, usa-se mais a ideia de guerra legítima. Como o direito internacional proíbe a agressão, para uma guerra ser considerada justa ou legítima deve se enquadrar no princípio de legítima defesa.

Assim, uma guerra é legítima para reagir a uma agressão, defender o princípio de autodeterminação dos povos ou por razões humanitárias, para combater a tirania e a opressão.

É claro que isso dá margem a abusos. Em conflitos armados, um país costuma acusar o outro de ter atacado primeiro.

A noção de "guerra preventiva" da Doutrina de Segurança Nacional dos EUA do governo George W. Bush é inaceitável pelo direito internacional, a não ser que o inimigo esteja concentrando tropas e tanques junto à fronteira numa política de intimidação. Aí, seria o caso de uma ameaça iminente.

Mesmo em guerras consideradas legítimas, as Forças Armadas precisam respeitar o direito internacional. Em uma guerra justa ou legítima, o uso da força deve ser proporcional e os civis inocentes devem ser protegidos.

Na guerra de guerrilhas, especialmente na guerrilha urbana, o inimigo pode estar em toda parte, no meio da população civil.

Como os EUA ainda vivem sob a Síndrome do Vietnã, há o recurso ao bombardeio aéreo, que nunca é tão cirúrgico quanto diz a propaganda, é uma arma rombuda, e ao uso excessivo da força para evitar baixas entre os soldados americanos.

O resultado é a morte de um grande número de civis inocentes. Isso revolta as populações afegãs contra as forças estrangeiras.

Enquanto Obama recebia o prêmio em Oslo, em Cabul e Kandahar, no Afeganistão, manifestações protestaram contra o envio de mais 30 mil soldados dos EUA e pediram que os responsáveis por bombardeios que mataram civis inocentes sejam punidos.

Honduras nega salvo-conduto a Zelaya

O presidente deposto, José Manuel Zelaya, não recebeu o salvo-conduto solicitado pelo governo do México porque o pedido não cumpria os requisitos legais, alegou o ministro das Relações Exteriores do governo golpista, Carlos López Contreras, "por falta de qualificação jurídica do tipo se asilo que lhe será dado".

Como nem o governo resultante do golpe de 28 de junho de 2009 nem as eleições de 29 de novembro deste ano são reconhecidas internacionalmente, o governo golpista aproveita a oportunidade para se legitimar.

Se Zelaya for recebido como presidente legítimo de Honduras, o governo é golpista. Talvez ele crie um governo paralelo no exílio. Se Zelaya for recebido como ex-presidente, o México reconheceria que Honduras tem outro governo.

No último momento, o presidente interino, Roberto Micheletti, principal líder civil do golpe, teria decidido exigir uma definição sobre o status de Zelaya no México.

O governo golpista teria se irritado ao saber que o presidente deposto não iria para o exílio, iniciaria uma viagem pela América Latina para reivindicar sua legitimidade internacionalmente.

Zelaya agora diz que não sai

O presidente deposto de Honduras, José Manuel Zelaya, negou agora há pouco que esteja prestes a deixar a Embaixada do Brasil em Tegucigalpa e embarcar com a família para o exílio no México, a convite do presidente Felipe Calderón.

Zelaya estaria intimidado porque as forças de segurança leais ao governo golpista reforçaram o cerco à representação brasileira quando foi anunciado que ele sairia.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Zelaya recebe salvo-conduto para sair da embaixada

O presidente deposto de Honduras, José Manuel Zelaya, deve sair em minutos da Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde está refugiado desde 21 de setembro de 2009, e ir para o exílio no México.

A chancelaria hondurenha já deu um salvo-conduto para que Zelaya possa ir para o aeroporto sem o risco de ser preso pelas denúncias feitas contra ele pelo Congresso e pelo governo golpista, informou agora há pouco o jornal La Prensa, de San Pedro Sula, a segunda maior cidade do país.

Reino Unido sobretaxa bônus pagos por bancos

O governo do Reino Unido anunciou hoje uma supertaxação de 50% sobre qualquer bônus acima de 25 mil libras pago por bancos para seus altos funcionários.

Com o déficit orçamentário do Reino Unido em US$ 300 bilhões, a maior preocupação do ministro das Finanças, Alistair Darling, é reequilibrar as finanças públicas.

S&P rebaixa crédito da Espanha

A agência de classificação de risco S&P baixou a nota de crédito da Espanha, um dos países europeus mais abalados pela crise financeira internacional.

Outros destaques econômicos do dia:
• Os EUA devem crescer 2% em 2010 e 3% em 2011, prevê uma consultoria ligada à Universidade da Califórnia em LA. O desemprego subiria para 10,5% e ficaria acima de 10% por todo o próximo ano.

• A Grécia promete à UE uma ação enérgica para conter o déficit orçamentário, depois que sua dívida soberana foi rebaixada pela Fitch. O governo afirma que o país “não será a próxima Islândia ou Dubai”.

• A VW vai comprar 20% da Suzuki, a única fábrica de automóveis do Japão que deu lucro no ano passado, por US$ 2,5 bilhões.

• As bolsas da Ásia caíram por causa da baixa de ontem em Wall Street e a revisão para baixo do PIB japonês. O mercado teme que os juros voltem a subir antes que os bancos tenham limpado seus balanços. Dubai continua desabando.

• As bolsas da Europa caem depois que a S&P rebaixou o crédito da Espanha.

Pobres e emergentes se dividem em Copenhague

No terceiro dia da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que se realiza até 18 de dezembro, em Copenhague, na Dinamarca, a rádio e televisão pública britânica BBC observa uma divisão entre países africanos e insulares, que querem metas de corte obrigatórias, e os grandes emergentes como a China, que não querem se comprometer com metas obrigatórias.

A China insiste em que o objetivo de Copenhague é viabilizar o plano de ação previsto na Conferência de Báli, em 2007.

• Depois da crise provocada pelo chamado "texto dinamarquês", que privilegiava os países ricos, outro documento, preparado por Brasil, China Índia e África do Sul, rejeita a imposição de metas obrigatórias e fiscalização externa em países em desenvolvimento.

• O jornal NY Times estima que um acordo efetivo contra o aquecimento global custe trilhões de dólares. Até agora, os EUA ofereceram apenas US$ 8 bilhões por ano para os países em desenvolvimento.

• No Wall Street Journal, os países em desenvolvimento querem menos emissões e mais dinheiro dos ricos.

Cristina critica Brasil e Lula cai fora, diz Clarín

O presidente Lula ficou irritado com as críticas da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, sobre o protecionismo e a assimetria no Mercosul, e antecipou sua volta da reunião de cúpula do Mercosul realizada na terça-feira em Montevidéu, diz o jornal argentino Clarín na edição desta quarta-feira.

Durante o encontro, o Brasil teria adotado um "silêncio prudente", enquanto a presidente argentina, que assumiu a presidência rotativa do bloco, falou abertamente sobre os problemas no comércio bilateral.

Com a economia em recessão, a Argentina adotou medidas protecionistas e o Brasil reagiu porque os produtos chineses ganham espaço no mercado argentino. Há uma guerrinha burocrática, com o atraso na liberação dos pedidos de importação empatando o comércio bilateral dos dois maiores países da América do Sul. É um sinal de que a integração econômica não vai bem.

Cristina Kirchner teria pedido a Lula que o Brasil assuma uma posição de protagonista como a Alemanha fez na União Europeia.

"O protecionismo pode ter uma política de aduanas, mas também pode se expressar com uma política de subsídios e esforços de atração de investimentos através de isenções fiscais", argumentou Cristina.

"Há países que podem se dar a esse luxo porque acumularam um bom nível de reservas ou um volume de economia", alfinetou, sem citar diretamente o Brasil.

Antes que Lula respondesse, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, começou a discutir com o vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos, o uso de bases colombianas pelos Estados Unidos, que Chávez considera uma ameaça à América do Sul.

Na verdade, o governo Cristina Kirchner enfrenta uma séria crise interna. O mundo inteiro está saindo da recessão, mas a Argentina, não. Ela se queixou que o desempenho dos países do Mercosul não foi igual diante da crise.

As políticas a favor do mercado dos governos Lula se mostraram superiores ao neoperonismo do casal Kirchner, que é antiliberal e antimercado.

Depois de atacar a mídia e de perder a maioria no Congresso, Cristina agora acusa o Brasil.

Os países do Mercosul também decidiram relançar as negociações de livre comércio com a União Europeia, que esbarram sempre no protecionismo agrícola europeu, e reafirmaram sua rejeição às eleições de 29 de novembro em Honduras.

Ominami encerra campanha no Chile

Em clima de rock'n'roll, o jovem Marco Enríquez Ominami, de 36 anos, a sensação da campanha para a Presidência do Chile, fez na segunda-feira seu último comício para a eleição de domingo.

Mas ele está em terceiro lugar nas pesquisas com 19%, atrás do empresário direitista Sebastián Piñera com 44% e dos 31% do ex-presidente Eduardo Frei Ruiz-Tagle, candidato da Concertación, a grande aliança que governa o país desde o fim da ditadura militar do general Augusto Pinochet, em 1990.

• A Justiça do Chile concluiu que o ex-presidente Eduardo Frei Montalva (1964-70) foi assassinado em 1982, durante a ditadura militar do general. 

Fitch rebaixa crédito da Grécia

A Grécia teve sua nota de crédito rebaixada pela agência de classificação de risco Fitch. O Banco Central da Europa pediu que o governo grego aja com coragem para combater o déficit orçamentário.

Como os governos dos países ricos se endividaram demais para enfrentar a grande recessão, a próxima ameaça da crise é a moratória de dívidas públicas. 

A agência Moody’s advertiu que os Estados Unidos, a Alemanha, a França e o Reino Unido vão enfrentar uma “crise fiscal” durante anos, mas não vai rebaixar o crédito desses países por enquanto.

Japão cresceu muito menos do que estimado

O cálculo do crescimento do produto interno bruto do Japão no terceiro trimestre de 2009 foi revisado para baixo. Em vez de 1,2% da estimativa inicial, a segunda maior economia do mundo cresceu apenas 0,3%.

A projeção de crescimento anual caiu de 4,8% para 1,3%.

Na terça-feira, 8 de dezembro, o governo japonês anunciou um novo plano de estímulo de US$ 80 bilhões para evitar que o país volte a cair em recessão.

A economia se recuperou graças às exportações para a China, mas o investimento ainda é fraco e o país está sob ameaça da deflação que acompanhou a estagnação dos anos 90, a década perdida do Japão.

Esta é a década mais quente da História


A Organização Meteorológica Internacional informa que esta década é a mais quente desde que os registros começaram, em 1850. 

2009 deve ser o quinto ano mais quente da História. 

O mais quente foi em 1998, quando o fenômeno El Niño foi especialmente forte. No Rio de Janeiro, as temperaturas máximas rondaram os 40 graus de outubro a abril.

Texto acirra divisão entre ricos e pobres em Copenhague

O vazamento de um texto que estava sendo discutindo num pequeno grupo de 20 países, divulgado pelo jornal inglês The Guardian, apimentou o segundo dia da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que se realiza até 18 de dezembro de 2009, em Copenhague, na Dinamarca.

Pelo "texto dinamarquês", como o chamou o jornal britânico, acabaria o princípio básico do Protocolo de Quioto de que os países desenvolvidos, industrializados há muito mais tempo, tem maior responsabilidade pelo aumento da concentração de gases carbônicos na atmosfera. As emissões por habitante projetadas para o ano 2050 dariam uma vantagem de dois para um, mantendo a desigualdade entre as nações existente hoje.

Esse texto teria sido preparado pela Dinamarca junto com os Estados Unidos e o Reino Unido, e apresentado a um grupo de cerca de 20 países, entre eles o Brasil.

Ao analisar o documento, o Guardian concluiu que:
• força os países em desenvolvimento a se comprometerem com metas obrigatórias de redução de emissões, ao contrário de acordos anteriores da ONU, baseados no princípio que orientou o acordo de Quioto;
• divide os países em desenvolvimento dos países pobres criando a categoria dos "mais vulneráveis";
• enfraquece a posição da ONU como coordenadora do combate à mudança do clima;
• limita as emissões dos países pobres em 2050 em 1,44 toneladas por habitante, enquanto os ricos tem direito a 2,67 toneladas por pessoa.

A China imediatamente reafirmou, em entrevista coletiva, o princípio de que os países em desenvolvimento estão se propondo a adotar metas voluntárias de controle das emissões, mas só vão fazer isso se os ricos ou desenvolvidos derem o exemplo, o dinheiro e a tecnologia.

Em um evento paralelo, a ativista Naomi Klein culpou o consumismo pelo aquecimento global.

Gen. McChrystal quer Ben Laden preso ou morto

Ao depor no Senado, o comandante militar dos Estados Unidos no Afeganistão, general Stanley McChrystal, declarou ontem que não acredita que seja possível "derrotar Al Caeda totalmente enquanto Ossama ben Laden não for preso ou morto".

O general McChrystal acredita que o próximo ano e meio será vital para a vitória. Seu objetivo imediato é derrotar a insurgência da milícia fundamentalista dos Talebã, que governou o país de 1996 a 2001, quando foi derrubada pela invasão americana de outubro de 2001.

Como o presidente George W. Bush desviou a atenção para invadir o Iraque, em 2003, a liderança da rede terrorista Al Caeda foi colocada em fuga mas nem Ben Laden nem seu subcomandante, o médico egípcio Ayman al-Zawahiri, foi preso.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Talebã criam governo paralelo no Afeganistão

Como parte de sua rearticulação, a milícia fundamentalista dos Talebã (Estu dantes) montou um governo paralelo para se preparar para retomar o poder no Afeganistão, revela hoje o jornal americano The Washington Post.


Os insurgentes nomearam governadores, chefes de polícia e comandantes militares que recrutam jovens a força para a guerra contra as forças internacionais lideradas pelos Estados Unidos, que invadiram o país depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.


Com os reforços anunciados pelo presidente Barack Obama, as tropas americanas no Afeganistão devem chegar a quase 100 mil soldados em março de 2010.