Pelo menos 150 ativistas da oposição foram presos em Cuba, noticiou a agência Associated Press (AP), citando como fontes dissidentes do regime comunista. A presidente do movimento das Mulheres de Branco declarou que 53 ativistas do grupo e outros 36 dissidentes foram presos.
Entre 150 e 200 dissidentes foram presos, estimou o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional de Cuba, Elizardo Sánchez. É a primeira grande onda de prisões desde o anúncio do restabelecimento de relações diplomáticas com os Estados Unidos, em 17 de dezembro de 2014.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Dissidentes cubanos pedem liberdade
No Dia Mundial dos Direitos Humanos, as Mulheres de Branco saíram às ruas de Havana para pedir liberdade em Cuba.
As Mulheres de Branco reúnem as mães e esposas de 75 presos políticos detidos em 2003; 53 estão presos até hoje. Elas saíram da casa da dissidente Laura Pollan.
Laura declarou que a manifestação reafirma o compromisso de defender os direitos dos parentes que o grupo considera terem sido presos injustamente.
No centro da capital cubana, as Mulheres de Branco cruzaram com um grupo de 200 partidários do regime comunista cubano que deram vivas a seus líderes, Fidel e Raúl Castro.
Houve empurra-empurra, mas não chegou a haver briga. Ninguém foi preso.
As Mulheres de Branco marcham todos os domingos. Saíram às ruas hoje para marcar os 61 anos da aprovação pelas Nações Unidas da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
As Mulheres de Branco reúnem as mães e esposas de 75 presos políticos detidos em 2003; 53 estão presos até hoje. Elas saíram da casa da dissidente Laura Pollan.
Laura declarou que a manifestação reafirma o compromisso de defender os direitos dos parentes que o grupo considera terem sido presos injustamente.
No centro da capital cubana, as Mulheres de Branco cruzaram com um grupo de 200 partidários do regime comunista cubano que deram vivas a seus líderes, Fidel e Raúl Castro.
Houve empurra-empurra, mas não chegou a haver briga. Ninguém foi preso.
As Mulheres de Branco marcham todos os domingos. Saíram às ruas hoje para marcar os 61 anos da aprovação pelas Nações Unidas da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
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