quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Nova York vai multar quem estiver em local público sem máscara

 A Cidade de Nova York vai multar quem frequentar locais públicos sem usar máscara, anunciou o prefeito Bill de Blasio. O índice de contaminação entre as pessoas testadas para o novo coronavírus subiu nos últimos dias de 1% para 3%. No auge da pandemia, Nova York foi a cidade que teve o maior número de mortes.

Os Estados Unidos registraram até agora 7,233 milhões de casos e 207 mil mortes. No mundo inteiro, houve até hoje 33,881 milhões casos confirmados e 1,013 milhão de mortes. Mais de 25 milhões de pacientes foram curados.

No Brasil, mais 876 mortes e 33.269 casos novos foram notificados nesta quarta-feira. O total de mortes subiu para 143.886 mortes e 4,813 mil casos confirmados. 

A Europa toma medidas para enfrentar uma segunda onda. Meu comentário:

Trump ataca em debate caótico e Biden ameaça Brasil se destruir Amazônia

O mundo entra no quarto trimestre de 2020 em compasso de espera, observa a empresa de consultoria e análise estratégica Stratfor. Espera o resultado da eleição do presidente dos Estados Unidos, o homem mais poderoso do mundo. Espera uma avaliação mais precisa do impacto econômico da pandemia. E espera uma vacina para neutralizar o coronavírus de 2019.

Nesta terça-feira, houve o primeiro debate entre os principais candidatos à Casa Branca na eleição de 3 de novembro. Praticamente não houve debate. Foi mais um bate-boca e uma troca de insultos. O presidente Donald Trump desrespeitou as regras acertadas pelas duas campanhas. Cada candidato falaria por dois minutos de cada vez, sem interrupções.

Durante todo o tempo, Trump interrompeu o candidato da oposição, o ex-vice-presidente Joe Biden. O adversário o chamou de palhaço, mentiroso e de pior presidente da história, e o mandou calar a boca. Trump se negou a condenar os supremacistas brancos e a violência da extrema direita. Mais uma vez, não se comprometeu a aceitar o resultado. Meu comentário:

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Brasil chega a 143 mil mortes por covid-19

O Brasil registrou hoje mais 849 mortes e 31.990 casos novos da doença do coronavírus de 2019. Soma agora 143.010 óbitos e 4.780.317 casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 697, mas ainda está abaixo da média de duas semanas atrás.

No mundo, o total de casos confirmados passou de 33,6 milhões, com 1.007.769 mortes e mais de 25 milhões de pacientes curados. Pouco menos de 66 mil estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados permanece estável em 4%.

Os Estados Unidos se aproximam de 7,2 milhões de casos confirmados e 206 mil mortes. Com 6,226 milhões, a Índia é o segundo país em número de casos. Quatro países (EUA, Brasil, Índia e México) têm a metade das mortes.

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Total de mortes pela covid-19 passa de um milhão

 O total de mortes pela doença do coronavírus de 2019 ultrapassou nesta segunda-feira a triste marca de 1 milhão, com 32,354 milhões de casos confirmados e 1.001.646 óbitos, pelos dados da Universidade Johns Hopkins. Mais de 24,5 milhões de pacientes foram curados e 65.318 estão em estado grave. O total de mortes pode chegar a 2 milhões antes que haja uma vacina eficaz.

Os Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados (7,148 milhões) e de mortes (205.072). O Brasil é o segundo em número de mortes. Com mais 385 mortes e 16.412 casos novos notificados na segunda-feira, chegou a 142.161 óbitos e 4.748.327 casos confirmados. A média diária de mortes nos últimos sete dias ficou estável em 687.

A Índia registra o maior número de casos novos e de mortes. A América Latina é a região mais atingida. Meu comentário:

Trump não pagou imposto de renda durante dez anos, acusa o NY Times

Sempre declarando prejuízos, o presidente Donald Trump não pagou imposto de renda em 10 dos 15 anos anteriores à chegada à Casa Branca, em janeiro de 2017. No ano da eleição, em 2016, pagou US$ 750, quase R$ 4,167 mil ao câmbio de sexta-feira, e no ano seguinte, já no governo, a mesma quantia, revelou o jornal The New York Times

Ao examinar declarações de renda de Trump ao longo de mais de 20 anos, o jornal descobriu que o presidente deve US$ 300 milhões (R$ 1,667 bilhão) e pode ser obrigado a pagar US$ 100 milhões (R$ 555,67 milhões) em impostos atrasados por causa de uma restituição indevida.

Trump negou qualquer irregularidade e alegou que a "notícia é falsa". Os documentos revelam que ele pediu abatimento por despesas de cabeleireiro de US$ 70 mil (R$ 389 mil), que todos os projetos reservam 20% para "taxas de consultoria" não explicadas e o quanto suas empresas não dão lucro.

Desde meados dos anos 1970, é praxe nos EUA que os candidatos à Casa Branca divulguem sua declaração de renda antes da eleição. Caso sejam eleitos, assim será possível verificar se enriqueceram no poder. Trump sempre se negou a divulgar sua declaração de renda, alegando que está sob auditoria da receita federal americana. Mas isto não é empecilho.

"Estamos publicando esta reportagem porque acreditamos que os cidadãos devam saber o máximo possível sobre seus líderes e representantes", explicou o editor executivo do NY Times, Dean Baquet.

O jornal já havia publicado alegações de que Trump não pagava impostos com base em documentos entregues, na época anonimamente, por Mary Trump, uma sobrinha que publicou um livro-bomba e está processando o núcleo familiar do presidente reclamando ter sido lesada na divisão dos bens da família depois das mortes do pai e do avô. Seu livro se chama Demais e Nunca Suficiente: como minha família criou o homem mais perigoso do mundo.

Na terça-feira, será realizado o primeiro debate entre Trump e o candidato democrata, o ex-vice-presidente Joe Biden. Atrás nas pesquisas, a expectativa é que o presidente parta para ataques pessoais ao oposicionista. Biden tem mais munição para contra-atacar.

Trump nomeia católica ultraconservadora para a Suprema Corte

Como anunciado um dia antes, o presidente Donald Trump nomeou sábado a juíza federal Amy Coney Barrett para a vaga aberta na Suprema Corte dos Estados Unidos pela morte da ministra liberal Ruth Bader Ginsburg, defensora dos direitos das mulheres, das minorias, dos homossexuais e dos trabalhadores.

A nomeada deve ser sabatinada pelo Senado, dominado pelo Partido Republicano, que pretende acelerar o processo para votar a indicação em plenário em 26 de outubro, antes das eleições de 3 de novembro. É muita hipocrisia.

Em 2016, o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, se negou a realizar as audiências de confirmação de Merrick Garland, nomeado pelo então presidente Barack Obama, sob o argumento de que não se devem aprovar indicações para a Suprema Corte em ano eleitoral.

Se Trump perder a eleição e os republicanos ficarem com maioria no Senado, a indicação de Barrett perde a legitimidade. Isso pouco importa para os conservadores. Eles veem na indicação de uma católica ultraconservadora uma chance de revogar a decisão de 1973 que legalizou o abordo nos EUA, considerando-o uma questão de privacidade das mulheres.

Amy Coney Barrett, que havia sido nomeada por Trump para um tribunal federal de recursos, faz parte de um grupo católico conservadora chamado de People of Praise (Povo da Louvação), que entende que a mulher deve ser submissa ao marido.

Se ela for aprovada, como tudo indica, a composição do supremo tribunal americano vai passar para seis ministros conservadores e três liberais. 

Leia mais nos jornais The New York Times e The Washington Post.

domingo, 27 de setembro de 2020

Brasil mantém média de mortes pelo segundo dia seguido

 Com baixa notificação por causa do fim de semana, o Brasil registrou neste domingo mais 335 mortes e 13.800 casos novos da doença do coronavírus de 2019. Soma agora um total de 141.776 óbitos e 4.731.915 casos confirmados. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou inalterada pelo segundo dia seguido em 697. Ainda é muito alta.

No mundo inteiro, são quase 33 milhões de casos 996.309 mortes, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. A triste marca de 1 milhão de mortes deve ser atingida nesta segunda-feira. 

Os Estados Unidos registram o maior número de casos (7,113 milhões) e de mortes (204.750). Com a pandemia, os preços dos imóveis residenciais caíram em até um quarto.

Diante de uma segunda onda na Europa, o Reino Unido vai multar inicialmente em mil libras, cerca de R$ 7 mil, quem não se isolar depois de testar positivo para covid-19. Em caso de reincidência a multa pode chegar a 10 mil libras. A oposição trabalhista pediu a suspensão das aulas presenciais em universidades.

Em Melbourne, a segunda maior cidade da Austrália, capital do estado de Vitória, o confinamento acaba à meia-noite de segunda-feira. A cidade foi o foco de uma segunda onda.

A indústria do turismo na China espera 600 milhões de viagens no feriadão que começa em 1º de outubro, mas será 20% menos do que no ano passado.

sábado, 26 de setembro de 2020

Brasil conta mais 732 mortes e chega a 141 mil

 Com mais 732 mortes e 25.536 casos novos, o Brasil chegou a 141.441 mortes e 4.718.115 casos confirmados da doença do coronavírus de 2019. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 769, com uma queda de 7,8% numa semana.

No mundo inteiro, são 32,746 milhões de casos confirmados e 992.946 mortes, de acordo com a Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Mais de 24,4 milhões de pacientes foram curados e 65.293, 1% dos que estão em tratamento, estão em estado grave.

Os EUA ultrapassaram a marca de 7 milhões de casos e 204.486 mortes. A França registrou mais 14.412 casos, um pouco abaixo do recorde de 16.096 notificado durante a semana. No Reino Unido, a polícia se chocou com manifestantes que protestavam em Londres contra as medidas de distanciamento social.

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Total de mortes por covid-19 pode chegar a 2 milhões antes da vacina

A pandemia do novo coronavírus teve um recorde de 2 milhões de casos novos na semana encerrada em 20 de novembro. No momento em que o número de mortes se aproxima de 1 milhão, o diretor de emergências da Organização Mundial da Saúde, Michael Ryan, advertiu que o total pode chegar a 2 milhões antes que campanhas de vacinação em massa possam controlar a doença.

A semana que terminou em 20 de setembro marcou um novo recorde de 2 milhões de casos novos. Nesta semana, o total de casos confirmados no mundo passou de 32 milhões, com 985 mil mortes e 24 milhões de pacientes curados, muitos ainda enfrentando consequências da covid-19.

A maior preocupação da semana foi com a segunda onda de contaminação na Europa. Para a diretora científica da OMS, Maria van Kerkhove, os números do continente estão indo na direção errada. Meu comentário:

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Média diária de mortes em 7 dias cai para 693

 Com mais 818 mortes e 32.129 casos novos registrados nesta quinta-feira, o Brasil soma agora 139.883 mortes e 4,66 milhões de casos da doença do coronavírus de 2019. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 693. Está estável em patamar elevado.

O Brasil vai contribuir com R$ 2,5 bilhões para participar da Covax Facility, uma aliança internacional para o desenvolvimento de vacinas coordenada pela Organização Mundial da Saúde para garantir uma ampla distribuição de vacinas. Mas a meta do governo brasileiro dentro da aliança é modesta: vacinar 10% da população até o fim de 2021.

O governo federal prometeu investir US$ 127 milhões na vacina desenvolvida pelo laboratório britânico AstraZeneca e a Universidade de Oxford, na Inglaterra, para receber ou produzir aqui, na Fundação Oswaldo Cruz um total de 100 milhões de doses. 

Em acordo com a China, o governo do estado de São Paulo anunciou que vai receber 60 milhões de doses até o início do próximo ano. Se tudo der certo, por enquanto são promessas, o Brasil terá vacinas em quantidade suficiente para imunizar 185 milhões de pessoas, o suficiente para controlar a pandemia, se uma única dose for suficiente.

Por causa da pressão do presidente Donald Trump sobre a autoridade reguladora federal dos Estados Unidos, o estado de Nova York vai criar suas próprias regras para aprovar uma vacina. O governador de Nova York, Andrew Cuomo, declarou: "Francamente, não vou confiar na opinião do governo federal e recomendar aos nova-iorquinos baseado na opinião do governo federal."

Desde o início da pandemia, os Estados Unidos somam quase 7 milhões de casos confirmados e quase 203 mil mortes. No mundo inteiro, são 32 milhões 141 mil de casos e 982 mil mortes. Meu comentário:

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Brasil chega a 139 mil mortes pela pandemia do coronavírus

 O Brasil registrou mais 906 mortes e 32.446 casos da doença do coronavírus de 2019. Agora, soma 139.065 óbitos e 4.627.780 casos confirmados. A média diária de casos nos últimos sete dias ficou em 699. Manaus, a capital do Amazonas, teria atingido a chamada imunidade de rebanho porque 66% da população teriam tido contato com o vírus, que assim teria menos gente para contaminar.

Em São Paulo, o governador João Dória anunciou que a vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, que fez um convênio com o Instituto Butantã, não apresentou efeitos colaterais graves. Falta determinar se é eficaz na imunização contra o vírus.

Nos Estados Unidos, novas exigências da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), o órgão regulador americano, tornam improvável a aprovação de uma vacina antes das eleições de 3 de novembro. O presidente Donald Trump ameaça intervir para garantir a aprovação, suscitando dúvidas sobre a eficácia e a segurança das vacinas desenvolvidas no país. Meu comentário:

Camada de gelo do Ártico tem segundo menor tamanho da história

Neste verão no Hemisfério Norte, a camada de gelo do Oceano Ártico atingiu sua segunda menor extensão em mais de 40 anos de monitoramento por satélite, cobrindo apenas 3,74 milhões de quilômetros quadrados, relata o Centro Nacional de Dados sobre Neve e Gelo dos Estados Unidos (NSIDC).

Só em 2012, a camada de gelo do Ártico tinha registrado menos de 4 milhões de km2. É mais um indicador preocupante do aquecimento global causada pela emissão de gases carbônicos pelo homem na atmosfera. "Um clima que era considerado extremo está se tornando a norma", alerta o relatório.

Leia mais na revista científica Nature

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Trump acusa China no dia em que EUA chegam a 200 mil mortes

Em discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas no dia em que os Estados Unidos chegaram a 200 mil mortes, o presidente Donald Trump acusou a China pela pandemia do coronavírus de 2019. O ditador chinês, Xi Jinping, prometeu ajuda financeira e distribuição de vacinas a países em desenvolvimento. Em contraste com o isolacionismo de Trump, Xi se apresentou como líder do multilateralismo e criticou as tentativas de desconectar as grandes economias do mundo.

Pouco antes, ao abrir a sessão de pronunciamentos de líderes nacionais na assembleia da ONU, como é tradição, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, negou responsabilidade pela morte de 138 mil brasileiros e pelas queimadas que destroem grandes áreas da Amazônia e do Pantanal. 

Bolsonaro culpou governadores e prefeitos pelo fracasso no combate à covid-19 e índios e caboclos pelos incêndios, absolvendo desmatadores, grileiros, mineiros e fazendeiros pela destruição da natureza. Meu comentário:

Bolsonaro nega na ONU responsabilidade por pandemia e queimadas

 Declaração voltada para seguidores não tem a menor credibilidade internacional

Em discurso previsível e sem qualquer novidade, o presidente Jair Bolsonaro rejeitou hoje, ao abrir a sessão de pronunciamentos de líderes nacionais na reunião anual da Assembleia Geral das Nações Unidas, a responsabilidade pelas maiores tragédias de seu governo: a morte de 138 mil brasileiros na pandemia do coronavírus de 2019 e as queimadas que destroem grandes áreas da Amazônia e do Pantanal. 

Bolsonaro culpou governadores e prefeitos pelo fracasso no combate à covid-19 e índios e caboclos pelas queimadas, absolvendo desmatadores, grileiros, mineiros e fazendeiros pela destruição da natureza.

Foi um discurso para o público interno. Mais uma vez, o presidente apelou para a mentira como arma política, pregando para convertidos. Nenhum estrangeiro deve ter sido convencido por suas alegações descoladas da realidade, do discurso de vítima de uma conspiração internacional contra a agricultura brasileira.

Leia mais em Quarentena News.

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Trump se dá nota máxima na pandemia com 200 mil mortes nos EUA

No dia em que os Estados Unidos estão prestes a chegar a 200 mil mortes pela doença do novo coronavírus, o jornalista Bob Woodward divulgou uma entrevista em que o presidente Donald Trump se dá nota máxima no combate à pandemia. Os EUA têm o maior número absoluto de mortes e de casos confirmados (6,834 milhões) e o oitavo maior número de mortes por habitante.

Em mais uma manipulação, sob pressão da Casa Branca, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA mudou um alerta que destacava que o novo coronavírus pode ficar suspenso no ar e se propagar por uma distância maior do que dois metros. Nesta segunda-feira, o CDC alegou que um rascunho foi publicado por erro no portal da agência na Internet. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu explicações, sublinhando que a ciência não mudou para justificar a alteração no texto. Um estudo publicado na revista médica New England Journal of Medicine, considerada a melhor do mundo, afirmou que o vírus pode ficar no ar por até três horas.

O Brasil registrou na segunda-feira mais 455 mortes e 15.821 casos novos de covid-19. O total de mortes subiu para 137.350 em 4,56 milhões de casos confirmados. Pela primeira vez desde 10 de agosto, a média diária de mortes nos últimos sete dias subiu. Está em 748.

Nesta terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro vai o primeiro discurso da abertura da sessão da discursos de líderes nacionais da reunião anual da Assembleia Geral das Nações Unidas, que será virtual por causa da pandemia. 

Na contramão da verdade, mentindo como de costume, Bolsonaro vai elogiar a ação do governo contra as queimadas e contra a pandemia, dois fracassos retumbantes. Meu comentário:

domingo, 20 de setembro de 2020

Média diária de mortes em sete dias cai para 747 no Brasil

Com mais 370 mortes e 15.915 casos novos, o Brasil chega a 136.895 mortes e 4.544.262 casos confirmados da doença do coronavírus de 2019. A média diária de mortes nos últimos sete dias (747) diminui, mas ainda é muito elevada.

O total de casos confirmados no mundo inteiro passou de 30,9 milhões e as mortes superam 959 mil. Mais de 22,8 milhões foram considerados curados, enquanto 61.246 estão em estado grave. A mortalidade dos casos encerrados está em 4%.

Nos Estados Unidos, o total decasos se aproxima de 6,8 milhões, com 199.474 mortes. A Alemanha, a Polônia e a Rússia anunciaram aumento do contágio neste domingo.

No sábado, foram registradas 954 mortes nos EUA, 90 na Espanha, 27 no Reino Unido, 10 naItália, 9 no Japão e 5 no Canadá. Juntos, os outros países têm uma população quase 100 milhões de pessoas maior do que os EUA. 

Se o estado do Rio de Janeiro fosse um país, teria o maior número de mortes por habitante do mundo depois de São Marinho, um micropaís estatisticamente irrelevante. Cerca de 80% dos leitos de UTI estão ocupados na rede pública e 61% nos hospitais privados. A noite do Baixo Leblon continua bombando.

sábado, 19 de setembro de 2020

Brasil ultrapassa 4,5 milhões de casos e 136 mil mortes por covid-19

 Neste sábado, o Brasil registrou mais 708 mortes e 30.913 casos novos da doença do coronavírus de 2019 (covid-19). Os totais agora sobem para 4.258.347 casos confirmados e 136.565 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 756.

No mundo inteiro, o total de casos confirmados passou de 30,665 milhões e as mortes se aproximam de 955 mil. Mais de 22,5 milhões de pessoas se recuperaram e 61.398 mil, 1% do total em tratamento, estão em estado grave.

Os Estados Unidos têm 6,764 milhões de casos confirmados e quase 200 mil mortes. No Reino Unido, governo vai multar em até 10 mil libras, cerca de R$ 70 mil, que violar as regras de segurança e distanciamento social.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Brasil registra mais 826 mortes por covid-19

O Brasil registrou mais 826 mortes e quase 40 mil casos novos da doença do coronavírus de 2019. Já soma 135.857 óbitos e se aproxima de 4,5 milhões de casos confirmados. A média diária de mortes nos últimos sete dias ficou em 769.

No mundo inteiro, já são 30,4 milhões de casos confirmados e mais de 950 mil casos. Mais de 22 milhões de pacientes foram curados. 

Com mais de 300 mil novas infecções numa semana, a Europa enfrenta uma segunda onda de contaminação maior do que a primeira, em março, mas com a mortalidade menor. Nos últimos três dias, a Espanha notificou mais de 150 mortes por dia e a França, mais de 50 por dia. Meu comentário:


Ministra mais liberal da Suprema Corte dos EUA morre aos 87 anos

O presidente Donald Trump terá uma nova chance de nomear um juiz conservador para a Suprema Corte dos Estados Unidos, acabando com o frágil equilíbrio. Morreu aos 87 anos Ruth Bader Ginsburg, a ministra mais liberal do supremo tribunal americano.

Ícone feminista e liberal, foi a segunda mulher a assumir o cargo, nomeada pelo presidente Bill Clinton em 1993. Ginsburg perdeu uma longa batalha contra cânceres no fígado, pulmão, pâncreas e intestino grosso. Sua morte ameaça o direito ao aborto, garantido por uma decisão da Suprema Corte de 1973.

Quando morreu o ultraconservador Antonin Scalia, em fevereiro de 2016, de quem Ginsburg era grande amiga pessoal, apesar da divergência de ideias, o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, se negou a examinar a indicação do então presidente Barack Obama, Merrick Garland, alegando que estava no fim do mandato. 

Contra quase todas as expectativas, Trump derrotou Hillary Clinton e indicou dois ministros conservadores, Neil Gorsuch e Brett Kavanagh. Agora, é altamente improvável que McConnell adote a mesma posição. 

O último pedido da juíza Ginsburg foi que seu substituto só fosse indicado pelo próximo presidente. Só será atendida se alguns senadores republicanos resolverem honrar sua memória e bloquear uma nomeação ainda neste governo.

Pela Constituição dos EUA, cabe ao Senado aprovar a nomeação. No momento, o Partido Republicano tem uma maioria de 53 a 47. Como o vice-presidente acumula a Presidência do Senado, será necessário que quatro republicanos votem contra uma indicação de Trump. Se a votação empatar, o vice Mike Pence daria o voto de Minerva.

Com as nomeações de Gorsuch e Kavanagh, o presidente da Suprema Corte, o conservador John Roberts, nomeado pelo presidente George W. Bush, passou a ser o fiel da balança, votando várias vezes com os ministros liberais em defesa do equilíbrio do tribunal, que tinha cinco ministros conservadores e quatro liberais. Um novo indicado por Trump mudaria esta divisão para 6-3. Roberts não conseguiria mais manter o equilíbrio entre as duas correntes.

Leia mais no jornal The New York Times e na revista Rolling Stone.

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Casos de covid-19 passam de 30 milhões com 945 mil mortes

O mundo passa de 30 milhões de casos e tem quase 945 mil mortes pela doença do coronavírus de 2019. Mais de 22 milhões de pacientes foram curados; 61.404 estão em estado grave. A mortalidade dos casos encerrados continua em 4%. O Brasil já é o quinto país em número de mortes por habitante.

Com mais 857 mortes e 35.757 casos novos em 24 horas, o Brasil chega a 135.031 mortes e se aproxima de 4,5 milhões de casos confirmados. A média diária de mortes nos últimos sete dias caiu para 779. 

O Brasil ultrapassou o Chile. Já é o quinto país com maior número de mortes por habitante, excluindo micropaíses como São Marinho e Andorra. Está atrás apenas do Peru, da Bélgica, da Espanha e da Bolívia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez novo alerta sobre a segunda onda de contaminação. O diretor regional da agência para a Europa, Hans Kluge, destacou que o número de casos notificados numa semana passou de 300 mil, superando a primeira onda, que atingiu o continente em março. 

Mais da metade dos países europeus teve aumento de mais de 10 por cento nos casos novos nas últimas duas semanas. Em sete países, os novos contágios mais do que dobraram no mesmo período. Meu comentário: