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sábado, 18 de setembro de 2021

Hoje na História do Mundo: 18 de Setembro

 CAPITÓLIO EM OBRAS

    Em 1793, o presidente George Washington lança a pedra fundamental do Capitólio, a sede do Congresso dos Estados Unidos.

A construção levou quase um século. Os britânicos tocaram fogo na obra quando incendiaram a cidade durante a Guerra de 1812, quando o Império Britânico tenta anular a independência dos EUA.

Hoje o Capitólio tem mais seis prédios de escritórios e três da Biblioteca do Congresso, construídos nos século 19 e 20. Foi alvo de um ataque de extremistas de direita insuflados pelo presidente Donald Trump em 6 de janeiro de 2021.

MILIONÁRIA GUERRILHEIRA

    Em 1975, a polícia prende por assalto à mão armada num apartamento em São Francisco a milionária Patricia Hearst, herdeira de um império jornalística que adere a um grupo guerrilheiro de ultraesquerda, o Exército Simbionês de Libertação (ESL), depois de ser sequestrada.

Patty Hearst, filha do magnata Randolph Hearst, é sequestrada em 4 de fevereiro de 1974 em seu apartamento em Berkeley, na Califórnia. Os sequestradores, dois homens negros e uma mulher branca, a vendam e a colocam à força na mala de um carro, dando tiros para afugentar vizinhos que viram a cena.

Quatro dias depois, o ESL exige que seu pai doe US$ 70 em alimentos para todas as pessoas de Santa Rosa a Los Angeles. Rudolph Hearst hesita, mas dá US$ 2 milhões. Os terroristas consideram pouco. Exigem US$ 4 milhões. A família responde que dará o dinheiro se ela for libertada ilesa.

Tudo muda em abril de 1974, quando envia uma gravação às autoridades anunciando que está aderindo ao ESL. No mesmo mês, câmeras de segurança flagram Patty Hearst participando de um assalto a banco em São Francisco e do roubo de uma loja em Los Angeles.

Em maio de 1974, a polícia ataca uma célula clandestina e mata seis dos nove militantes conhecidos do grupo, inclusive o líder, o ex-condenado Donald DeFreeze.

Presa, Patty Hearst alega ter sido vítima de uma lavagem cerebral, mas é condenada a 7 anos de cadeia em 20 de março de 1976. O presidente Jimmy Carter (1977-81) comuta a pena. Ela é solta em fevereiro de 1979. Em 2001, no fim de seu governo, o presidente Bill Clinton lhe concede o indulto presidencial.

FUNERAL DO GRANDE TIMONEIRO

    Em 1976, mais de 1 milhão de pessoas participam do enterro de Mao Tsé-tung, líder do Partido Comunista da China, da Revolução Chinesa e presidente da República Popular a China desde sua fundação, que morre anos 82 anos.

A morte de Mao marca o fim da Grande Revolução Cultural Proletária (1966-76), dez anos de luta interna dentro do regime comunista, sectarismo político e convulsão social, um fantasma que até hoje a assombra os chineses. A possível volta da Revolução Cultural é um fantasma usado para enquadrar a população.

Mao nasce em 26 de dezembro de 1893. Estuda para ser professor. Em 1921, é um dos fundadores do PC chinês. Depois de uma fracassada aliança com o partido nacionalista Kuomintang (KMT) numa política de frente popular imposta ao PC pelo ditador soviético Josef Stalin que resulta num massacre de comunistas, Mao participa a Grande Marcha (1934-35), uma fuga de 9 mil quilômetros que dura um ano.

Com a invasão japonesa de 1937 e a Segunda Guerra Mundial (1939-45), há uma trégua para a luta contra o invasor. A guerra civil contra o KMT recomeça no pós-guerra e os comunistas tomam o poder em 1º de outubro de 1949.

Sob Mao, o regime comunista lança a campanha das Cem Flores (1956-57), um breve período de liberalização em que os intelectuais foram incentivados a criticar, seguida de uma campanha "antidireitista" em que os dissidentes foram perseguidos.

Para consolidar a aliança operário-camponesa, o grande delírio ideológico do maoísmo, o partido lança o Grande Salto para a Frente (1958-62), uma tentativa de criar usinas siderúrgicas nas zonas rurais. O resultado foi um aço de péssima qualidade e o colapso da produção agrícola, o que causa a maior fome da história da humanidade, com total de mortes estimado em 15 a 55 milhões.

Depois da ruptura com a União Soviética e do início da intervenção militar dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã, em 1964, com a China isolada internacionalmente e sua liderança contestada, Mao lança a Revolução Cultural para reafirmar seu poder, deflagrando uma grande onda de expurgos e perseguições políticas.

O conflito com a URSS leva a vários choques na fronteira entre as duas potências comunistas em 1969. Disso se aproveitam os EUA. Em 1971, o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Henry Kissinger, vai a Beijim e prepara a visita do presidente Richard Nixon, em fevereiro de 1972.

Mao morre em 9 de setembro de 1976.

domingo, 28 de julho de 2019

Boko Haram ataca funeral e mata 65 pessoas na Nigéria

Pelo menos 65 pessoas foram mortas no sábado num ataque a um funeral atribuído à milícia terrorista muçulmana Boko Haram no distrito de Nganzai, perto de Maiduguri, capital do estado de Borno, no Nordeste da Nigéria, o país mais populoso da África, dividido entre o Norte majoritariamente muçulmano e o Sul cristão e animista.

O primeiro ataque matou 21 pessoas. Outras 44 morreram quando tentavam fugir do local. Outras dez pessoas saíram feridas. Dez estão em estado grave num hospital da localidade.

Há duas semanas, uma milícia local criada pelos habitantes para se defender do Boko Haram havia matado 11 milicianos do grupo. O chefe do governo local acredita que a ação de ontem foi uma retaliação dos terroristas.

Com a derrota da organização terrorista Estado Islâmico no Iraque e na Síria, o Boko Haram é provavelmente hoje o grupo extremista muçulmano que mais mata no mundo inteiro.

Em dez anos desde que aderiu a luta armada para tentar impor a charia, a lei islâmica, na África Ocidental, o Boko Haram deflagrou uma guerra civil em que cerca de 27 mil pessoas foram mortas, noticiou a televisão árabe especializada em jornalismo Al Jazira.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Obama canta e emociona no funeral de vítima do racismo nos EUA

Em um discurso emocionante no funeral do reverendo Clementa Pinckney, assassinado em sua igreja junto com oito pessoas negras por um supremacista branco há nove dias, o presidente Barack Obama cantou a música Amazing Grace e foi acompanhado pela congregação, noticiou o jornal digital The Huffington Post.

"Se pudermos encontrar esta graça, tudo é possível. Se pudermos beber desta graça, tudo pode mudar. Amazing grace... graça maravilhosa...", repetiu o presidente dos Estados Unidos. Depois de uma pausa, puxou o coro.

No fim da música, Obama homenageou cada um dos mortos: "Clementa Pinckney encontrou essa graça. Cynthia Hurd encontrou essa graça. Ethel Lance encontrou essa graça", e assim citou uma por uma das vítimas.

O terrorista branco Dylann Roof, de 21 anos, queria deflagrar uma guerra racial entre negros e brancos. Por isso, escolheu a Igreja Episcopal Metodista Africana Emanuel, de Charleston, na Carolina do Sul, uma das mais antigas dos EUA, destruída durante a Guerra Civil ou Guerra da Secessão (1861-65). Matou seu pastor, mas foi perdoado pela congregação.

Ao se enrolar na bandeira da Confederação dos Estados do Sul, que lutou para se separar da união e manter a escravidão, o supremacista branco provocou um debate para retirá-la de circulação e mandá-la para museus. A bandeira exalta a escravidão, na opinião do presidene Obama, o pecado original da união americana.

terça-feira, 3 de março de 2015

Nemtsov é enterrado aos gritos de "Rússia sem Putin"

O ex-vice-primeiro-ministro e líder da oposição Boris Nemtsov foi enterrado hoje em Moscou enquanto manifestantes gritavam: "Rússia sem Putin".

Nemtsov tinha 55 anos. Foi assassinado na sexta-feira à noite num atentado terrorista a cerca de 50 metros das muralhas do Kremlin, quando se preparava para um grande comício de protesto marcado para o domingo passado em que iria denunciar o presidente Vladimir Putin pela intervenção militar russa na Ucrânia.

Seu corpo foi velado no Centro Sakharov, batizado em homenagem ao físico e dissidente soviético Andrei Sakharov, ganhador do Prêmio Nobel da Paz por sua defesa dos direitos humanos na extinta União Soviética. O enterro foi no cemiterio Troyekurovskoy, na capital russa.

Vários altos funcionários da Polônia e da Letônia que pretendiam assistir ao funeral foram impedidos de entrar na Rússia. O presidente do Senado polonês, Bogdan Borusewicz, não pode entrar por causa das sanções da União Europeia à Rússia. Já a deputada letã do Parlamento Europeu Sandra Kalniete foi barrrada no Aeroporto Cheremetievo, em Moscou, sem qualquer explicação.

"Como sempre adotei uma linguagem clara e explícita sobre o papal da Rússia na Ucrânia, suspeitava que isso pudesse acontecer", declarou a eurodeputada.

O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, considerou "uma grande afronta". Prometeu protestar "nos termais mais duros e exigir uma explicação oficial".

"Foi um ataque a Boris Nemtsov, a todos nós, à sociedade russa, à possibilidade de cada pessoa ter suas próprias ideias", afirmou no enterro o oposicionista Guenadi Gudkov, amigo pessoal do líder assassinado.

A única testemunha, sua namorada, a modelo ucraniana Anna Duritskaya, declarou não ter visto o assassinado, que atacou pelas costas. Com medo de ser enquadrada, ela foi para Kiev, a capital da Ucrânia.

O mais popular dos líderes da oposição, Alexei Navalny, preso por 15 dias para não poder participar da manifestação do domingo passado, não teve autorização para sair da cadeia e homenagear Nemtsov.

O Kremlin nega qualquer responsabilidade pelo atentado. Mas, ao proibir o acesso de líderes russos e estrangeiros no enterro, deixa claro que Nemtsov era um inimigo político.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Dezenas de milhares marcham por líder oposicionista morto na Rússia

Mais de 50 mil manifestantes marcharam ontem pelas ruas de Moscou em protesto contra a morte do líder oposicionista Boris Nemtsov, abatido com quatro tiros na última sexta-feira à noite numa ponte a dezenas de metros das muralhas do Kremlin.

As imagens das câmeras de segurança mostram um homem se aproximando de Nemtsov, que caminhava com a namorada, uma modelo ucraniana, e disparando várias vezes. Em seguida, ele foge num carro branco que passa.

No domingo, Nemtsov seria o principal orador numa manifestação para denunciar o presidente Vladimir Putin, responsabilizando-o pela guerra na Ucrânia. Com o assassinato, o ato de protesto foi transformado num funeral. Entre a multidão, a imensa maioria culpa o governo pela morte do líder da oposição.

"A Rússia nunca mais será a mesma", declarou o ex-primeiro-ministro Mikhail Kassianov durante a manifestação. Outro líder da oposição, Guenadi Gukov, afirmou que "as autoridades são corruptas e não permitem que nenhuma ameaça contra elas emerja. Boris as incomodava."

O governo russo alega que o assassinato foi uma "provocação", um morte sob encomenda para a culpa recair sobre o Kremlin. Só falta dizer que foram agentes estrangeiros. A investigação oficial parte da premissa de que "Nemtsov tinha vários inimigos".

Ele era judeu. Poderia ter sido alvo de extremistas muçulmanos. Apoiou os chargistas do Charlie Hebdo depois do atentado terrorista de 7 de janeiro de 2015. Como era contra a intervenção militar da Rússia na Ucrânia, pode ter sido atacado por um nacionalista exaltado pela propaganda oficial.

A exemplo de assassinatos políticos anteriores na Rússia, esse tem tudo para ser mais um que jamais será resolvido.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Bombardeio a funeral mata 20 pessoas no Níger

Um avião não identificado bombardeou hoje uma concentração de pessoas perto da fronteira do Níger com a Nigéria. Matou 20 pessoas e feriu outras 20, noticiou a televisão árabe Al Jazira.

A Força Aérea da Nigéria negou responsabilidade pelo ataque. É possível que o piloto tenha confundindo um funeral com uma reunião de milicianos do grupo terroristas Boko Haram, que tem atacado países vizinhos da África Ocidental como Camarões, o Chade e o Níger.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Terroristas suicidas atacam na Síria e no Iraque

Dois homens-bomba atacaram instalações de gás natural na província de Homs, na Síria, matando oito pessoas. Quando a guarda reagiu, eles explodiram suas bombas. No Iraque, um terrorista suicida se detonou durante um funeral na cidade de Taji, a 22 quilômetros ao norte de Bagdá, onde a maioria da população é sunita.

O funeral era do pai de dois membros de uma milícia sunita pró-governamental que faz parte dos Conselhos do Despertar. Essas milícias surgiram a partir de 2006 para defender as tribos sunitas de grupos extremistas como o Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

Com o tempo, parte daqueles milicianos foram integrados às forças de segurança iraquianas. Diante do colapso do Exército do Iraque, incapaz de deter a ofensiva inicial do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, as milícias sunitas voltam a se articular.

O comando militar dos Estados Unidos informou que mais oito bombardeios aéreos foram realizados na Síria perto da cidade de Kobane (Ayn al-Arab para os árabes) e cinco no Iraque, perto de Mossul e Sinjar, contra posições do Estado Islâmico.

Já o Estado Islâmico reivindicou a responsabilidadea morte do general iraniano Hamid Taghavi, em Samarra, ao norte de Bagdá. O Exército do Irã tinha admitido ontem a morte do general.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Obama: "Mandela libertou prisioneiros e carcereiros"

Ao participar hoje do funeral do herói negro sul-africano Nelson Mandela junto com a presidente Dilma Rousseff e chefes de Estado e de governo do mundo inteiro, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi muito aplaudido ao destacar que "Mandela libertou não só os prisioneiros, mas também os carcereiros".

Obama cumprimentou o ditador de Cuba, Raúl Castro. Foi a primeira vez desde a revolução de 1959 que um presidente dos EUA cumprimentou um dirigente supremo de Cuba em público.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Venezuela insiste na canonização de Chávez

Depois de anunciar que o cadáver do presidente Hugo Chávez Frías será embalsamo e exposto publicamente no Museu da Revolução, a exemplo de Vladimir Lenin, Mao Tsé-tung e Ho Chi Minh, o vice-presidente não eleito e presidente interino Nicolás Maduro faz agora uma longa louvação do comandante. Chegou a afirmar que nunca mentiram tanto sobre um homem.

Como Maduro não eleito mas nomeado por Chávez depois de sua vitória na última eleição presidencial, em outubro de 2012, o sucessor interino deveria ser o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello. Mas o regime preferiu ignorar a Constituição da República Bolivarista da Venezuela, redigida ao gosto do comandante, e passar o poder diretamente ao sucessor nomeado pelo caudilho.

A manobra indica claramente que o regime chavista pretende se perpetuar no poder, considera-se revolucionário e por isso vê a alternância no poder, característica essencial da democracia, como um recuo.

O regime também explora a grande religiosidade do povo venezuelano para santificar o comandante morto, tratando-o como ausente deste mundo enquanto luta manter sua presença permanente.

Durante algum tempo, esta exploração macabra pode dar certo. Em médio e longo prazos, a pressão sobre Maduro para obter resultados em meio à caótica situação econômica legada pelo presidente morto levará a comparações inevitáveis do tipo "isso não aconteceria se Chávez estivesse aqui" ou, "com Chávez, tudo seria diferente".

No momento, Maduro tenta consolidar sua liderança dentro do movimento bolivarista, apesar de não ter o carismo do comandante, o que pode levá-lo a ser mais linha dura ou mais chavista do que o próprio Chávez.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Coreia do Norte inicia funeral de Kim Jong Il

Dezenas de milhares de pessoas enfrentam a neve neste momento nas ruas de Pionguiangue, a capital da Coreia do Norte. É o começo do funeral do ditador Kim Jong Il, exaltado pela propaganda oficial como "nosso general", "supremo comandante" e Querido Líder.

 Kim não foi nenhum herói. Era um playboy chegado a carros de luxo até ser designado sucessor do pai, o Grande Líder Kim Il Sung, fundador da Coreia do Norte, depois de lutar contra a ocupação japonesa, que no caso da Coreia começou em 1910 e só acabou com o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945.

O enterro vai durar dois dias. Na finada União Soviética, o encarregado de organizar o funeral do líder falecido era o sucessor. Agora, é a vez Kim Jong Un, terceiro filho e sucessor escolhido pelo pai. Mas essa pantomima stalinista parece fora de propósito no século 21. Neste momento, mulheres militares choram convulsivamente.

Com apenas 28 anos, o jovem Kim é saudado como "líder do Estado, do Exército e do partido", reporta o jornal The New York Times. Para os analistas internacionais, o regime comunista norte-coreano precisa de um descendente de Kim Il Sung para manter alguma legitimidade.

A Coreia do Norte não convidou delegações estrangeiras. A Coreia do Sul foi representada pela viúva de Kim Dae Jung, o presidente já falecido que iniciou uma aproximação com o Norte. O governo chinês encarregou o embaixador em Pionguiangue, informa a rádio estatal dos Estados Unidos, a Voz da América.

Economicamente, a Coreia do Norte é hoje totalmente dependente da China, onde parte da velha guarda stalinista vê o país como uma espécie de Alemanha Oriental, temendo que o fim do comunismo lá acabe levando à queda do regime também em Beijim.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Kadafi será enterrado amanhã no deserto

O ex-ditador da Líbia Muamar Kadafi, morto há quatro dias, será enterrado amanhã em local secreto, no Deserto do Saara, na presença de clérigos muçulmanos, informou hoje o Conselho Nacional de Transição, o governo provisório dos rebeldes que o derrubaram. Seu filho Mutassim deve ser sepultado no mesmo lugar.

Um novo governo deve ser formado dentro de duas semanas. O CNT promete ainda investigar a morte de Kadafi.

Em Sirte, dezenas de corpos de kadafistas foram encontrados num hotel com sinais de execução sumária depois da queda da cidade. A cena do crime foi desfeita sem qualquer investigação, revela o jornal The New York Times.