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quarta-feira, 29 de julho de 2020

China retalia com moderação na Guerra dos Consulados

Consulado dos EUA em Chengdu será fechado como o chinês em Houston

Em represália pelo encerramento das atividades do consulado chinês em Houston, no Texas, a China mandou fechar na sexta-feira, 24 de julho, o consulado dos Estados Unidos em Chengdu, capital da província de Sichuã. Foi uma retaliação moderada no momento em que o país mais poderoso do mundo e a superpotência em ascensão estão à beira de uma nova guerra fria.

Leia mais em QuarentenaNews.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Batalha da universidade entra no terceiro dia em Hong Kong

As manifestações pela liberdade e a democracia em Hong Kong tem o dia mais violento em cinco meses de protesto. Desde sábado, a Universidade Politécnica de Hong Kong está cercada pela polícia. 

Depois do segundo dia de confrontos violentos entre a polícia de choque e os manifestantes, cerca de 500 estudantes permanecem entrincheirados dentro do campus. Mais de 400 pessoas foram presas e pelo menos 36 foram feridas. Um carro blindado da polícia foi incendiado.

Todas as rotas de fuga estão bloqueadas. Com coquetéis Molotov, jovens vestidos de preto travaram mais uma batalha feroz com a polícia, que usou gás lacrimogênio e balas de borracha. Depois de ser atacada com arco e flecha no fim de semana, a polícia ameaçou usar munição real para conter os manifestantes. 

Na China, os jornais do regime comunista exigem uma repressão mais dura para acabar com os protestos. A ditadura de Beijim teme que os manifestantes inspirem revoltas da mesma natureza no país.Meu comentário:

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Segurança nacional e direitos humanos complicam negociação EUA-China

O governo Donald Trump inclui a segurança nacional e direitos humanos nas negociações para acabar com a guerra comercial com a China. Mas estas questões podem acirrar ainda mais o conflito, parte de uma competição estratégica pela supremacia mundial, observa a empresa de consultoria e análise estratégica Stratfor.

Os Estados Unidos e China procuram um novo lugar para o presidente Donald Trump e o ditador Xi Jinping assinarem um acordo preliminar, depois que o Chile desistiu de realizar a reunião de cúpula do fórum de Cooperação da Ásia e do Pacífico, a APEC, antes marcada para 16 e 17 de novembro. Uma das principais dúvidas é se o governo Trump vai incluir questões não econômicas na barganha.

O caso mais notório é o da companhia chinesa Huawei, a maior fabricante mundial de equipamentos de telecomunicações, acusada pela Casa Branca de fazer espionagem para o regime comunista chinês. Há uma concorrência tecnológica no meio da guerra comercial e acusações de que empresas chinesas e ocidentais colaboram com o autoritarismo digital da ditadura militar da China.

De Hong Kong, onde há cinco meses manifestações de rua defendem a liberdade e a democracia, à província de Xinjiang, onde o regime comunista mantém um milhão de muçulmanos em campos de reeducação, as questões políticas reduzem a margem de manobra dos negociadores e alimentam os falcões das duas partes.

Com esta politização do comércio entre as duas maiores economias do mundo, pode aumentar a lista negra de companhias chinesas de alta tecnologia proibidas de fazer negócios com os EUA. Meu comentário:

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Turquia procura uigures pela massacre do Ano Novo em Istambul

As forças de segurança da Turquia estão à caça de um terrorista da etnia uiuir, presente no Noroeste da China, como principal suspeito do ataque contra o clube noturno Reina, em Istambul, onde 39 pessoas foram mortas no Massacre de Ano Novo, na madrugada de 1º de janeiro, à margem do Estreito de Bósforo, que separa Europa e Ásia, revelou o vice-primeiro-ministro Veysi Kaynak.

Vários uigures foram detidos numa operação de busca e apreensão em Selimpassa, a oeste de Istambul.

A organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante reivndicou a responsabilidade pelo atentado; Pela natureza do alvo e da tática empregada, o ataque teve a marca dos jihadistas, os extremistas muçulmanos.

Os uigures são um povo muçulmano de origem turca que vive principalmente na província de Xiajiang, no Noroeste da China, onde nas últimas décadas há uma política de sinificação semelhante à do Tibete que consiste em assentar na região migrantes da etnia hã, amplamente majoritária na China e normalmente confundida com o chinês, embora  o país abrige 55 nacionalidades.

Com a repressão política e cultural do regime comunista chinês, há hoje uma diáspora uigur pelo resto do mundo, concentrada sobretudo na Turquia; O Movimento pela Libertação do Turquestão Orientel quer tornar o região uigur independente da China.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Província chinesa aprova 18 leis para combater o jihadismo

A província de Xinjiang, no Oeste da China, aprovou 18 novas leis para combater o extremismo religioso da minoria étnica uigur, majoritariamente muçulmana, e o Movimento pela Libertação do Turquestão Oriental, anunciou ontem Sputnik News, a nova agência de notícias do governo da Rússia.

É ilegal a partir de agora usar a Internet ou a telefonia celular para fazer propaganda pela independência ou promover o jihadismo. A prática da religião foi limitada a templos legalmente registrados.

Cerca de 3 mil ex-soldados serão contratados como guardas municipais para fortalecer a segurança pública.

domingo, 3 de agosto de 2014

Revolta na China deixa 96 mortos numa semana

A polícia da China matou 59 supostos extremistas muçulmanos e 37 civis na semana passada em conflitos na província de Xinjiang, no Nordeste do país, revelou hoje a agência oficial de notícias Nova China, depois de uma reunião de alto nível do Partido Comunista para discutir o conflito.

Pouco antes do amanhecer de 28 de julho de 2014, em uma série de ataques coordenados, os militantes atacaram civis, automóveis e prédios públicos em duas cidades da província, onde extremistas muçulmanos da minoria étnica uigur lutam pela independência do Turquestão Oriental.

O governo chinês descreveu os ataques como "terrorismo" e os atribuiu a "intervenção estrangeira". A reportagem afirma que os rebeldes do Movimento pela Libertação do Turquestão Oriental abriram faixas e cartazes declarando uma "guerra santa" (jihad). Eles fecharam cruzamentos e atacaram civis que não quiseram aderir à manifestação por medo da repressão das autoridades chinesas.

Como no Tibete, os uigures acusam o regime comunista chinês de adotar políticas de assimilação cultural, com migrações forçadas de chineses da maioria hã para destruir a cultura local e eliminar dissidências.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Rebeldes de Xinjiang matam 13 na China

Um ataque com facas na cidade de Yarkant, na província de Xinjiang, no Leste da China, perto da fronteira com o Tajiquistão matou 13 pessoas, informou hoje a televisão pública britânica BBC.

Todas as vítimas eram chineses da etnia hã, dominante no país. Eles estão sendo enviados a regiões remotas para mudar a composição étnica e enfraquecer a minoria uigur, predominantemente muçulmana, numa política de assimilação cultural como a aplicada ao Tibete.

O governo central de Beijim está preocupado com as ações terroristas da minoria uigur e do Movimento pela Libertação do Turquestão Oriental. Nenhum meio de comunicação estatal chinês deu a notícia.

sábado, 21 de junho de 2014

Rebeldes jogam carro contra delegacia na China

Os rebeldes muçulmanos da minoria uigur que lutam pela independência do Turquestão Oriental jogaram um carro contra uma delegacia de polícia da província de Xinjiang, no Oeste da China, e detonaram explosivos.

A polícia reagiu e matou 13 militantes. Três policiais saíram feridos, informou a agência de notícias Reuters.

O Movimento pela Libertação do Turquestão Oriental luta contra o regime comunista chinês e suas políticas de "assimilação cultural", que visam a impor a hegemonia do grupo étnico hã, do qual fazem parte 93% dos chineses, a exemplo do que acontece no Tibete.

Esse grupo é suspeito de ter atacado delegacias de polícia e até mesmo de jogar um carro contra a grade de proteção da Praça da Paz Celestial, no centro de Beijim, em 28 de outubro de 2013, descrito na imprensa oficial chinesa como "um atentado terrorista suicida". Cinco pessoas morreram, inclusive os três ocupantes do veículo, um utilitário esportivo. Outras 35 pessoas saíram feridas.


quinta-feira, 22 de maio de 2014

Atentado terrorista mata 31 e fere 90 no Noroeste da China

Uma série de explosões num mercado público da cidade de Urumchi, na região de Xinjiang, no Noroeste da China, matou pelo menos 31 pessoas e feriu outras 90 nesta quinta-feira, informou hoje a agência oficial de notícias Nova China. O Ministério da Segurança Pública descreveu o ataque "como um violento incidente terrorista".

A maior suspeita recai sobre os extremistas muçulmanos da minoria uigur que lutam pela independência do Turquestão Oriental.

Por volta de 7h50, dois veículos utilitários esportivos entraram no meio da multidão e jogaram as bombas, afirmou a agência chinesa. Em seguida, um dos carros também explodiu. Uma testemunha disse ter ouvido 12 grandes explosões.

O ataque ao mercado acontece menos de um mês depois de uma explosão com três mortos e outros 79 feridos na estação ferroviária de Urumchi, em 30 de abril de 2014.

A polícia chinesa também atribuiu um ataque com facas que matou 29 pessoas na cidade de Kunming, no Sudoeste da China, aos extremistas muçulmanos de Xinjiang, que lutam pela independência do Turquestão Oriental.

domingo, 2 de março de 2014

Grupo esfaqueia e mata 29 pessoas na China

Pelo menos 29 pessoas morreram e outras cem saíram feridas quando homens armados de facas e canivetes atacaram uma estação ferroviária em Kunming, na China. A televisão local mostrou cenas de pessoas ensanguentadas caídas no chão.

O governo chinês atribuiu o ataque terrorista a rebeldes muçulmanos da etnia uigur oriundos da província de Xinjiang, no Noroeste da China, onde lutam para criar o Turquestão Oriental. No ano passado, houve uma tentativa de romper a barreira de segurança na Praça da Paz Celestial, em Beijim, também atribuída a radicais uigures.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Violência política mata mais 16 pessoas em Xinjiang

Mais 16 pessoas foram mortas na província de Xinjiang, no Noroeste da China, onde os muçulmanos uigures lutam contra as política de assimilação cultural da "sinificação", informou o governo regional.

A província é base do Movimento pela Libertação do Turquestão Oriental, o nome muçulmano da região. O atentado terrorista recente na Praça da Paz Celestial, em Beijim, foi atribuído a militantes uigures.

sábado, 29 de junho de 2013

Uigures atacam delegacia no Noroeste da China

De moto, com facas e canivetes, cerca de 200 pessoas atacaram hoje a delegacia de polícia de Hotã, na província de Xinjiang, no Noroeste da China, onde a polícia matou 35 manifestantes de minoria étnica uigur há poucos dias.

Em outros incidente, cerca de 200 pessoas foram acusadas pelo jornal estatal publicado em inglês The Global Times, de orientação comunista linha-dura,  de "tentar criar problemas" numa zona comercial importante de Hotã.

Há um grupo rebelde na região, o Movimento pela Independênia do Turquestão Oriental, denunciado pelo governo central de Beijim como islamita e extremista.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

China mata 35 em distúrbios em Xinjiang

Pelo menos 35 pessoas foram mortas quando a polícia da China abriu fogo contra uma multidão que atacou uma delegacia de polícia e outros prédios públicos com facas, pedras e outras armas brancas a 100 quilômetros da cidade de Turpã, na província de Xinjiang, informou hoje a agência oficial de notícias Xinhua (Nova China).

A província de Xinjiang fica no Noroeste da China. É habitada por minorias étnicas como os uigures, que são muçulmanos e seguidamente entram em conflito com o regime comunista chinês, baseado em Beijim, a milhares de quilômetros de distância.

terça-feira, 30 de abril de 2013

China prende 19 uigures em Xinjiang

A China prendeu 19 pessoas e aprendeu armas e bombas numa região da província de Xinjiang de maioria étnica uigur depois de um confronto entre moradores e a polícia que deixou 21 mortos na semana passada, informa a agência de notícias Reuters.

O governo chinês descreveu o pior episódio de violência na região do Noroeste da China como um "ataque terrorista". O Congresso Mundial Uigur no exílio desmente a versão oficial do regime comunista chinês, que adota políticas de infiltração e assimilação cultural em áreas onde o grupo étnico dominante han não é maioria.

As autoridades chinesas acusam os muçulmanos de Xinjiang de tentar ligações com extremistas da Ásia Central e do Paquistão que sonham com a independência do Turquestão Oriental.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Conflito no Oeste da China deixa 21 mortos

Pelo menos 21 pessoas foram mortas ontem em conflitos entre a polícia e rebeldes que o governo regional da província de Xinjiang, no Oeste da China, descreveu como "gângsteres". Foi o pior incidente de violência na região em meses.

Na versão oficial do regime comunista chinês, seis mortos eram "gângteres". Os outros 15 mortos eram policiais, trabalhadores comunitários e voluntários, que teriam sido presos numa casa que logo em seguida foi incendiada com eles dentro, lembra o jornal The New York Times.

A origem da violência em Xinjiang é o conflito étnico e cultural entre o povo uigur, muçulmano, que fala uma língua de origem turca, e os chineses da etnia hã, que são 94% da população da China.

O regime comunista chinês adota políticas de assimilação de províncias rebeldes que possam sonhar com a independência como o Tibete ou Xinjiang, onde há um movimento de libertação do Turquestão Oriental. Isso inclui a migração forçada de chineses do povo hã, que logo ocupam os melhores empregos e cargos públicos, e agora que a China virou capitalista, fazem os melhores negócios, revoltando ainda mais as populações locais.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Conflito étnico deixa 20 mortos no Oeste da China

Pelo menos 20 pessoas morreram na terça-feira à noite na região autônoma de Xinjiang, no extremo oeste da China, em conflitos entre o grupo étnico uigur, majoritário na província, e os chineses do grupo han. Eles formam 94% da população do país e são usados pelo regime comunista em migrações para alterar a mistura populacional em regiões consideradas problemáticas como o Tibete e Xinjiang.

Os uigures são um povo muçulmano sunita de origem turca. São acusados pela ditadura chinesa de tentar dividir o país para criar o Turquestão Oriental.

Na versão do governo de Xinjiang, nove rebeldes armados com facas atacaram e mataram 13 pessoas na cidade de Yechang. As forças de segurança teriam matado sete atacantes e prendido os outros dois.

Já o jornal oficial chinês Global Times acusa os rebeldes de matar 10 pessoas. Cita a agência estatal de notícias Nova China para dizer que a polícia matou pelo menos dois rebeldes, informa o jornal The New York Times.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

China denuncia 200 por conflitos em Xinjiang

Mais de 200 pessoas serão denunciadas criminalmente por delitos ligados aos conflitos étnicos entre a minoria uigir e chineses do grupo hã ocorridos em julho na província de Xinjiang, no extremo leste da China, informou hoje o jornal oficial Diário da China.

Os processos devem começar nesta semana em Urumqi, principal foco da revolta dos uigures contra a absolvição de chineses hãs acusados de matar uigures suspeitos de cometer um crime do outro lado do país, onde viviam como trabalhadores migrantes, o que é muito comum hoje em dia na China.

Cerca de 1,5 mil pessoas foram presas na época. O jornal não diz quantos réus são uigures nem quantos são hãs. A única indicação é o número de advogados de ofício designados para defender os acusados: 170 uigures e 20 hãs.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Hu volta por causa do conflito em Xinjiang

O presidente Hu Jintao, abandonou a reunião de cúpula do Grupo dos Oito (EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Canadá e Rússia), onde participa como convidado, ao lado do presidente Lula e de outros líderes de países emergentes.

Hu voltou para a China para enfrentar o violento conflito étnico que explodiu no Extremo Oeste do país, onde a maioria da população é muçulmana de origem turca. Pelo menos 156 pessoas foram mortas, outras mil feridas e 1,4 mil presas.

Antes da Olimpíada de Beijim, no ano passado, houve supostos atentados terroristas atribuídos a um Movimento de Libertação do Turquestão Oriental. A tensão é grande, especialmente em Urumqi, a capital da província de Xinjiang.

Com uma política de migrações forçadas, o regime comunista chinês infiltra as províncias que possam lutar pela independência com chineses da etnia hã, que são 93% dos 1,3 bilhão de chineses. Faz isso no Tibete e em Xinjiang, uma província enorme rica em gás e petróleo que cobre quase um terço dos 9,6 milhões de quilômetros quadrados da China, terceiro maior país do mundo em área e primeiro em população.

A etnia uigur é maioria em Xinjiang, mas os hãs são maioria em Urumqi. O estopim da violência foi o linchamento de dois uigures acusados de estuprar uma chinesa do grupo hã na cidade onde trabalhavam, a mais de 3 mil km da cidade.

Os uigures, que se sentem cidadãos de segunda classe na sua própria terra, se rebelaram e passaram a atacar símbolos do poder dos hãs, como aconteceu em março de 2008 no Tibete.

Com a volta de Hu Jintao a Beijim, a expectativa é de endurecimento da posição do governo chinês, que não costuma tolerar o dissenso.

Mais de 40 caminhões cheios de soldados do Exército Popular de Libertação estariam chegando a Urumqi para se juntar às forças de segurança que já combatem a revolta dos uigures.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Conflito étnico deixa 140 mortos no Oeste da China

Pelo menos 156 pessoas foram mortas e outras 800 feridas num confronto da manifestantes da etnia uigur que protestavam contra discriminação na província de Xinjiang, no Oeste da China, onde há um movimento separatista que defende a criação do Turquestão Oriental.

Os uigures, que se consideram cidadãos de segunda classe, se reuniram em Urumqi, a capital da província de Xinjiang, para protestar contra o tratamento dispensado a dois uigures condenados no Leste do país por supostamente terem estuprado uma menina do povo hã, que é maioria de 93% entre os 1,3 bilhão de chineses.

Diante da repressão policial, os uigures se rebelaram, atacando lojas e carros estacionados na rua. O governo chinês acusou uma empresária uigur que vive nos Estados Unidos de ser responsável pelos protestos.

Foi o pior caso de violência política na China desde o massacre na Praça de Paz Celestial, em 4 de junho de 1989, e o pior caso de violência étnica desde a Grande Revolução Cultural Proletária (1966-76).

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Ataque terrorista mata 16 no Oeste da China

A quatro dias da abertura da Olimpíada de Beijim, dois homens jogaram granadas contra a polícia da China em Kachgar, na região autônoma de Xinjiang, no Oeste do país, onde extremistas muçulmanos lutam pela independência do Turquestão Oriental.

O governo chinês e o Comitê Olímpico Internacional (COI) reafirmaram que a segurança dos Jogos está garantida, mas o atentado terrorista, ainda que realizado a 4 mil quilômetros de Beijim, mostrou que a China, apesar do seu regime ditatorial, não está imune ao terrorismo.

Dissidentes e grupos de defesa dos direitos humanos alegaram que a ameaça terrorista foi usada pelo governo para aumentar a repressão na preparação do país para a Olimpíada. Agora, a ameaça parece real.