Para o jornal espanhol El País, a presidente Dilma Rousseff trocou uma crise por outra ao substituir Nelson Jobim por Celso Amorim como ministro da Defesa.
Jobim foi "o primeiro ministro da Defesa que não teve problemas com a cúpula militar", diz o jornal em matéria do correspondente no Brasil publicada neste sábado. É "prestigiado e de indiscutível capacidade profissional".
Como ministro das Relações Exteriores, Amorim comandou a guinada da política externa à esquerda no governo Lula.
Na visão de El País, o ex-chanceler é ligado à "ala mais esquerdista do Partido dos Trabalhadores", considerado "antiamericano" e responsável pela aproximação com os regimes autoritários de Cuba, do Irã e da Venezuela de Hugo Chávez.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sábado, 6 de agosto de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Líbano forma governo dominado pelo Hesbolá
Cinco meses depois da demissão coletiva dos ministros ligados à milícia fundamentalista xiita Hesbolá (Partido de Deus), o Líbano tem um novo governo, liderado pelo primeiro-ministro Najib Mikati, informa o jornal espanhol El País.
Dezenove dos 30 ministros saíram da bancada do Hesbolá.
A causa da queda do governo anterior foi o apoio que daria ao tribunal internacional das Nações Unidas que investigou o assassinato do ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, no qual o Hesbolá e a vizinha Síria estariam implicados.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Dilma é destaque no noticiário internacional
A posse da primeira mulher eleita para governar o Brasil foi notícia no mundo inteiro.
No sítio da rádio e TV pública britânica BBC, Dilma é empossada presidente do Brasil com o desafio de substituir o presidente mais popular da História do Brasil.
Para o jornal americano New York Times, “nova líder do Brasil começa à sombra de seu predecessor”.
No jornal espanhol El País, “Dilma toma posse como presidenta do Brasil e se compromete a acaba com a miséria.
Já o Clarín, jornal mais vendido na Argentina, diz que “Dilma Rousseff assumiu no Brasil e reiterou que sua principal meta é erradicar a pobreza”.
Para o jornal francês Le Monde, os maiores desafios da presidente são sair da sombra de Lula e não decepcionar, já que as pesquisas indicam que a opinião publica espera um governo ainda melhor.
No jornal francês Libération, Dilma se torna presidente do Brasil. A reportagem a chama e descreve o Brasil como uma economia em plena ascensão mas ainda uma das mais desiguais do mundo.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Exército da Bolívia ocupa Cobija
O Exército da Bolívia ocupou esta noite a cidade de Cobija, capital do departamento de Pando, onde o presidente Evo Morales decretou estado de sítio depois de conflitos entre governistas e oposicionistas que causaram 30 mortes. Há uma ordem de prisão contra o governador do departamento (equivalente a um estado brasileiro), Leopoldo Fernández, por não cumprir o estado de sítio.
É a primeira que o Exército boliviano entra em ação desde 2003, quando a chamada Guerra do Gás provocou a queda do presidente Gonzalo Sánchez de Losada.
Leia mais no jornal espanhol El País.
É a primeira que o Exército boliviano entra em ação desde 2003, quando a chamada Guerra do Gás provocou a queda do presidente Gonzalo Sánchez de Losada.
Leia mais no jornal espanhol El País.
terça-feira, 11 de março de 2008
Exército da Colômbia encurralou as FARC
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) estão se desintegrando. Perdem 200 guerrilheiros a cada mês.
O grande golpe foi a morte do subcomandante Raúl Reyes, segundo homem na hierarquia do grupo terrorista, durante um bombardeio a seu acampamento, situado no Equador, em 1º de março. Esse bombardeio gerou uma crise internacional, superada com a intermediação brasileira, da Organização dos Estados Americanos (OEA) e do Grupo do Rio.
Mais grave ainda, do ponto de vista militar, foi a morte do comandante Iván Ríos. Ele foi morto por um companheiro interessado em obter a recompensa oferecida pelo governo colombiano pela sua morte, um sinal de quebra da disciplina e da hierarquia militar que é fatal para uma força armada.
Pablo Montoya vai receber US$ 2,5 milhões pela traição.
Quando o presidente Álvaro Uribe tomou posse, em 2002, as FARC tinham 19 mil guerrilheiros, lutavam em 70 frentes de combate e controlavam uma área duas vezes maior do que o estado de Sergipe. Em menos de seis anos, perderam 8 mil homens e pararam de atuar em pelo menos 20 frentes.
O número de seqüestros caiu 83% e o de atentados, 80%.
Leia mais no jornal espanhol El País.
O grande golpe foi a morte do subcomandante Raúl Reyes, segundo homem na hierarquia do grupo terrorista, durante um bombardeio a seu acampamento, situado no Equador, em 1º de março. Esse bombardeio gerou uma crise internacional, superada com a intermediação brasileira, da Organização dos Estados Americanos (OEA) e do Grupo do Rio.
Mais grave ainda, do ponto de vista militar, foi a morte do comandante Iván Ríos. Ele foi morto por um companheiro interessado em obter a recompensa oferecida pelo governo colombiano pela sua morte, um sinal de quebra da disciplina e da hierarquia militar que é fatal para uma força armada.
Pablo Montoya vai receber US$ 2,5 milhões pela traição.
Quando o presidente Álvaro Uribe tomou posse, em 2002, as FARC tinham 19 mil guerrilheiros, lutavam em 70 frentes de combate e controlavam uma área duas vezes maior do que o estado de Sergipe. Em menos de seis anos, perderam 8 mil homens e pararam de atuar em pelo menos 20 frentes.
O número de seqüestros caiu 83% e o de atentados, 80%.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Independência do Kossovo será lenta
A União Européia adverte a maioria albanesa da província do Kossovo que sua independência da Sérvia será um processo lento, tutelado pela sociedade internacional.
O alerta vem de uma UE presidida, pela primeira vez, por uma ex-república iugoslava: a Eslovênia.
No seu pronunciamento inaugural como novo líder da UE, o primeiro-ministro Janez Jansa dirigiu-se aos kossovares: "Não estamos falando de independência total, porque não se envia uma missão civil a um país totalmente independente".
Leia mais no jornal espanhol El País.
O alerta vem de uma UE presidida, pela primeira vez, por uma ex-república iugoslava: a Eslovênia.
No seu pronunciamento inaugural como novo líder da UE, o primeiro-ministro Janez Jansa dirigiu-se aos kossovares: "Não estamos falando de independência total, porque não se envia uma missão civil a um país totalmente independente".
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segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Kouchner: Irã não pode ter armas nucleares
Mais uma vez, o ministro do Exterior da França, Bernard Kouchner, mostrando o maior alinhamento do governo Nicolas Sarkozy com os Estados Unidos, declarou: "Não estamos dispostos a aceitar uma bomba nuclear do Irã".
Em entrevista ao jornal espanhol El País, Kouchner afirmou que, no momento, a França apóia a inspeção da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que deve fazer um amplo relatório sobre a natureza do programa atômica iraniano. Essa inspeção deve durar dois ou três meses.
No caso da bomba iraniana, "quando falo como minha muito estimada colega Condoleezza Rice, vejo que estamos totalmente de acordo", observou o chanceler francês.
"Sempre fomos contra a operação militar dos EUA no Iraque", reiterou Kouchner. "Vimos que não havia plano para reconstrução nacional. É um autêntico desastre. Mas não podemos fazer política com base no antiamericanismo."
Em entrevista ao jornal espanhol El País, Kouchner afirmou que, no momento, a França apóia a inspeção da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que deve fazer um amplo relatório sobre a natureza do programa atômica iraniano. Essa inspeção deve durar dois ou três meses.
No caso da bomba iraniana, "quando falo como minha muito estimada colega Condoleezza Rice, vejo que estamos totalmente de acordo", observou o chanceler francês.
"Sempre fomos contra a operação militar dos EUA no Iraque", reiterou Kouchner. "Vimos que não havia plano para reconstrução nacional. É um autêntico desastre. Mas não podemos fazer política com base no antiamericanismo."
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
New York Times pára de cobrar por conteúdo
A partir de quarta-feira, o jornal The New York Times, um dos mais influentes do mundo, vai abrir o acesso gratuitamente ao serviço TimesSelect, que oferecia privilégios como livre consulta ao arquivo, um blog de leitores e colunas especiais, mediante pagamento de uma assinatura.
No novo modelo de negócios, o New York Times pretende se financiar com anúncios, em vez de cobrar dos leitores, na expectativa de conter com "um número substancialmente elevado de usuários especiais acessando o site assim que a barreira do pagamento se vá". As ações da empresa caíram 0,8% por causa da queda de receita esperada no primeiro momento.
Uma das mais prestigiadas marcas do jornalismo, o New York Times luta há alguns para encontrar um novo modelo de negócios para a era da Internet. Primeiro, cobrava uma assinatura de US$ 30 por mês pelo acesso à edição completa via Internet. Depois, passou a oferecer seu conteúdo gratuitamente. Em 2005, criou o TimesSelect, uma seleção do NYTimes. Este blogueiro assina o serviço.
Outros jornais, especialmente os grandes diários internacionais sobre economia, como o Financial Times e The Wall Street Journal, cobram pelo acesso completo. O FT cobra US$ 8,50 por mês e ainda oferece um acesso Premium com direito de ler as notícias mais importantes do mundo inteiro selecionadas pelo FT.com, relatórios e informações financeiras sobre empresas.
Le Monde, da França, cobra seis euros por mês. Dá direito a uma edição eletrônica com alta qualidade gráfica. O assinante pode fazer sua própria impressão. Tem blogue, email, podcasts e dá ainda acesso ao jornal espanhol El País, cuja assinatura anual custa 80 euros.
São marcas com apelo no mundo inteiro. Com a Internet, ampliam seu universo de leitores, podendo compensar com vantagem a queda de vendas dos jornais impressos, registrada todos os anos nos EUA desde 1984.
No novo modelo de negócios, o New York Times pretende se financiar com anúncios, em vez de cobrar dos leitores, na expectativa de conter com "um número substancialmente elevado de usuários especiais acessando o site assim que a barreira do pagamento se vá". As ações da empresa caíram 0,8% por causa da queda de receita esperada no primeiro momento.
Uma das mais prestigiadas marcas do jornalismo, o New York Times luta há alguns para encontrar um novo modelo de negócios para a era da Internet. Primeiro, cobrava uma assinatura de US$ 30 por mês pelo acesso à edição completa via Internet. Depois, passou a oferecer seu conteúdo gratuitamente. Em 2005, criou o TimesSelect, uma seleção do NYTimes. Este blogueiro assina o serviço.
Outros jornais, especialmente os grandes diários internacionais sobre economia, como o Financial Times e The Wall Street Journal, cobram pelo acesso completo. O FT cobra US$ 8,50 por mês e ainda oferece um acesso Premium com direito de ler as notícias mais importantes do mundo inteiro selecionadas pelo FT.com, relatórios e informações financeiras sobre empresas.
Le Monde, da França, cobra seis euros por mês. Dá direito a uma edição eletrônica com alta qualidade gráfica. O assinante pode fazer sua própria impressão. Tem blogue, email, podcasts e dá ainda acesso ao jornal espanhol El País, cuja assinatura anual custa 80 euros.
São marcas com apelo no mundo inteiro. Com a Internet, ampliam seu universo de leitores, podendo compensar com vantagem a queda de vendas dos jornais impressos, registrada todos os anos nos EUA desde 1984.
terça-feira, 10 de julho de 2007
Paquistão ataca mesquita e 58 morrem
As forças de segurança do Paquistão atacaram hoje os estudantes radicais entrincheirados na Mesquita Vermelha, em Islamabad, a capital do país. O total de mortos chega a 58, sendo 50 estudantes e oito comandos paquistaneses.
É o que o jornal espanhol espanhol El País chama de talibanização do Paquistão.
É o que o jornal espanhol espanhol El País chama de talibanização do Paquistão.
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Rei da Arábia Saudita teme que conflitos do Oriente Médio provoquem explosão mundial
O rei Abdala bin Abdulziz al Saud, sultão da Arábia Saudita, chega hoje à Espanha para uma visita oficial com uma preocupação: a bomba atômica do Irã. "Um programa nuclear é uma carga a mais em nossos problemas".
Em entrevista ao jornal espanho El País, o sultão se descreve como "um homem simples" com um sonho: "rezar um Jerusalém". Seu temor é que "os conflitos no Oriente Médio provoquem uma explosão mundial".
Os conflitos na Palestina, no Iraque e no Líbano, e a crise nuclear com o Irã, observa El País, tornam altamente improvável que o rei Abdala, de 83 anos, realize seu sonho. Quer pelo menos evitar o desastre. Tanto a nuclearização do Irã quanto um bombardeio americano para tentar destruir instalações atômicas iranianas agravaria a crise permanente do Oriente Médio.
Leia a entrevista do sultão a El País.
Em entrevista ao jornal espanho El País, o sultão se descreve como "um homem simples" com um sonho: "rezar um Jerusalém". Seu temor é que "os conflitos no Oriente Médio provoquem uma explosão mundial".
Os conflitos na Palestina, no Iraque e no Líbano, e a crise nuclear com o Irã, observa El País, tornam altamente improvável que o rei Abdala, de 83 anos, realize seu sonho. Quer pelo menos evitar o desastre. Tanto a nuclearização do Irã quanto um bombardeio americano para tentar destruir instalações atômicas iranianas agravaria a crise permanente do Oriente Médio.
Leia a entrevista do sultão a El País.
terça-feira, 17 de abril de 2007
Cidadãos classe A x homens-bomba classe Z
Mais do que nunca, as guerras hoje criam situações políticas e sociais complexas. Só podem ser vencidas com um misto de tecnologia e sociologia, adverte um grande especialista, o ex-comandante guerrilheiro da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN), Joaquín Villalobos, que lutou nos anos 70 e 80 contra ditaduras militares em El Salvador, na América Central.
No artigo Guerreiros sem Causa, publicado hoje no jornal espanhol El País, Villalobos afirma que "a guerra do Iraque se converteu num cenário dramático onde cidadãos classe A do mundo desenvolvido combatem homens-bomba classe Z de países pobres."
Seis anos depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, o ex-guerrilheiro salvadorenho acredita que os Estados Unidos caíram numa armadilha: "Não perceberam que era uma provocação para levar a uma reação desproporcional e agora estão presos numa guerra que não sabem como lutar e menos ainda como ganhar".
"Por mais tecnologia que se tenha", observa Villalobos, "no final, a infantaria deve ocupar o terreno". Os Rambos, que acabam cometendo ações criminosas, e soldados equipados para uma guerra entre galáxias não servem para atuar num cenário de miséria e fanatismo religioso.
Assim, além da tecnologia, os Exércitos modernos precisam da sociologia. "Para capturar bandidos isolados se necessita de uma investigação científica mas, quando a violência assume uma dimensão social, a batalha se trava sobretudo na arena política", acrescenta o ex-comandante da FMLN.
Na sua opinião, "a infantaria moderna requer trabalhadores sociais armados que saibam combater mas que sobretudo sejam capazes de interagir com o entorno social, político e cultural de seu teatro de operações. Só assim podem isolar o inimigo, só assim saberão como fazer sentir que sua presença é uma proteção e não uma ameaça, e só assim poderão se sentir lutando por uma causa pela qual valha a pena serem heróis."
No artigo Guerreiros sem Causa, publicado hoje no jornal espanhol El País, Villalobos afirma que "a guerra do Iraque se converteu num cenário dramático onde cidadãos classe A do mundo desenvolvido combatem homens-bomba classe Z de países pobres."
Seis anos depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, o ex-guerrilheiro salvadorenho acredita que os Estados Unidos caíram numa armadilha: "Não perceberam que era uma provocação para levar a uma reação desproporcional e agora estão presos numa guerra que não sabem como lutar e menos ainda como ganhar".
"Por mais tecnologia que se tenha", observa Villalobos, "no final, a infantaria deve ocupar o terreno". Os Rambos, que acabam cometendo ações criminosas, e soldados equipados para uma guerra entre galáxias não servem para atuar num cenário de miséria e fanatismo religioso.
Assim, além da tecnologia, os Exércitos modernos precisam da sociologia. "Para capturar bandidos isolados se necessita de uma investigação científica mas, quando a violência assume uma dimensão social, a batalha se trava sobretudo na arena política", acrescenta o ex-comandante da FMLN.
Na sua opinião, "a infantaria moderna requer trabalhadores sociais armados que saibam combater mas que sobretudo sejam capazes de interagir com o entorno social, político e cultural de seu teatro de operações. Só assim podem isolar o inimigo, só assim saberão como fazer sentir que sua presença é uma proteção e não uma ameaça, e só assim poderão se sentir lutando por uma causa pela qual valha a pena serem heróis."
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Estado de Fidel é "muito grave"
O estado de saúde do ditador cubano Fidel Castro é "muito grave", afirmou ontem o jornal espanhol El País. Depois de três cirurgias fracassadas, os médicos não consegue controlar uma diverticulite que provoca hemorragias abdominais no comandante da revolução cubana.
A fonte da informação seria o médico espanhol que examinou o dirigente cubano e declarou publicamente que ele não tem câncer.
Fidel não aparece em público desde 26 de julho. Em 31 de julho, transferiu todos os seus cargos para o irmão, vice-presidente e ministro da Defesa, Raúl Castro, que desde então é presidente, primeiro-ministro, líder do partido e comandante das Forças Armadas interinamente.
A fonte da informação seria o médico espanhol que examinou o dirigente cubano e declarou publicamente que ele não tem câncer.
Fidel não aparece em público desde 26 de julho. Em 31 de julho, transferiu todos os seus cargos para o irmão, vice-presidente e ministro da Defesa, Raúl Castro, que desde então é presidente, primeiro-ministro, líder do partido e comandante das Forças Armadas interinamente.
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