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sexta-feira, 5 de março de 2021

OMS adverte que Brasil é ameaça para a América Latina

 Com o atual ritmo de propagação da doença do coronavírus de 2019 e o risco de novas mutaçõevs perigosas, o Brasil é uma ameaça para os países vizinhos, alertou hoje a Organização Mundial da Saúde. O jornal americano The Washington Post foi além. Em editorial, considerou a situação da pandemia no Brasil uma ameaça para a humanidade.

Pela oitava vez em nove dias, o país bateu hoje o recorde da média diária de mortes dos últimos sete dias, que ficou em 1.423, 52% a mais do que duas semanas atrás. Nesta sexta-feira, foram notificadas mais 1.423 mortes e 75.337 casos novos, elevando o total para 10.871.843 casos confirmados e 262.948 mortes. A média diária de contágios está em 59.150.

Em pelo menos quatro capitais do Nordeste, há demora de até seis horas na fila de espera por uma ambulância, as unidades de terapia intensiva estão lotadas e cadáveres são conservados em contêineres. Em 13 das 18 regiões do estado de São Paulo, a ocupação de leitos de UTI estão no maior nível desde o início da pandemia.

"Esperam o pior, o que nunca viram", alertou o prefeito de Manaus, David Almeida, da cidade onde surgiu uma variante mais contagiosa e mais perigosa que se espalhou pelo Brasil. Meu comentário:

sábado, 18 de julho de 2020

Pandemia tem novo recorde com 260 mil casos novos no mundo

A pandemia do novo coronavírus bateu mais um recorde hoje, com quase 260 mil casos novos em 24 horas. O total de casos confirmados passa de 14,4 milhões, com quase 605 mil mortes e 8,6 milhões pacientes curados. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 7%.

Os Estados Unidos tiveram até agora mais de 3,8 milhões de pessoas infectadas e 142 mil mortes. Num condado do Texas, 85 bebês de menos de um ano testaram positivo para o novo coronavírus.

Neste sábado, o Brasil registrou mais 885 mortes e 26.549 casos novos, totalizando 78.817 mortes e mais de 2,075 milhões de casos confirmados. Nos fins de semana, o número de mortes cai porque há menos notificações. A média de mortes diárias nos últimos sete dias está em 1.046.

Em Israel, houve mais 5 mortes e 1.929 casos diagnosticados na sexta-feira, elevando o total para 401 óbitos e 49.365 casos confirmados. No sábado, houve mais protestos contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e a política de combate à pandemia.

Com mais 100 casos novos registrados no domingo, Hong Kong, na China, enfrenta uma terceira onda de contaminação. No sábado, foram 64 casos. A cidade teve 12 mortes em 1.777 casos confirmados, superando os 1.755 casos da síndrome respiratória aguda grave (SARS), chamada na época de gripe asiática em 2003.

Sob o impacto da pandemia, a Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina (Cepal) espera uma queda de 9,1% no produto regional bruto e de 9,2% no PIB do Brasil, e 45 milhões de novos pobres, com a perda de 8,5 milhões de empregos nos próximos seis meses e o fechamento de 2,7 milhões de empresas.

A miséria vai aumentar no Brasil, na Colômbia, em El Salvador, no Equador, no México e na Nicarágua. A Venezuela terá uma queda adicional de 26% por cento do PIB. Como a contaminação avança, exige o reforço das medidas de isolamento físico e adia a retomada das atividades econômicas.

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Brasil chega a 2 milhões de casos confirmados da covid-19

Com 1.299 mortes e quase 44 mil casos novos em 24 horas, o Brasil chega 76.822 mortes e mais de 2 milhões de casos confirmados da doença do coronavírus de 2019.

No mundo inteiro, são quase 14 milhões de casos, com 592 mil mortes e mais de 8 milhões e 200 mil pacientes curados. Dos 230 mil casos registrados na quarta-feira, dois terços foram em quatro países: Estados Unidos, Brasil, Índia e África do Sul.

Os EUA têm outro recorde, com mais de 75 mil casos registrados num dia nesta quinta-feira. Houve 977 mortes em 24 horas, com recordes de 156 mortes na Flórida e 129 no Texas. 

A contaminação cresce em 41 dos 50 estados americanos; 18 são zonas vermelhas. Nas últimas duas semanas, houve um aumento de 44% no número de infecções e de 51% no número de mortes.

Com mais 32.695 casos, a Índia rompeu hoje a barreira de 1 milhão de casos confirmados, com 25 mil mortes. Mais de 125 milhões de pessoas foram colocadas em confinamento.

A Argentina tem 3 mil 624 casos novos, 70 por cento na província de Buenos Aires e 854 na capital. Na Grande Buenos Aires, houve um aumento de 50 por cento no contágio em dez dias. Mais 62 pessoas morreram, elevando o total para 2.112.

Uma nova pesquisa liderada pela Universidade de Minnesota publicada nos Anais de Medicina Interna, concluiu que o tratamento precoce com cloroquina e hidroxicloroquina não melhora a condições dos pacientes.

Mais de 3 mil feiras de negócios foram canceladas no mundo, mas a Feira do Livro de Frankfurt, será realizada em outubro. Meu comentário:

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Pandemia teve um milhão de casos novos em seis dias

O total de casos confirmados da pandemia do novo coronavírus chegou hoje a 11 milhões. Até gora, se acredita que o primeiro caso aconteceu em Wuhan, na China, em 17 de novembro, mas se admite que possa ter sido muito antes. O primeiro milhão de casos foi atingido em 2 de abril. Agora, foram necessários apenas seis dias para o total passar de 10 para 11 milhões.

No mundo inteiro, são quase 11,2 milhões de casos confirmados, 529 mil mortes e mais de 6,3 milhões de pacientes curados, com taxa de mortalidade de 8% entre os casos encerrados.

Os Estados Unidos lideram com 2,89 milhões de infectados e mais de 132 mil mortes. Dos 50 estados americanos, houve aumento da contaminação em 40 nesta semana

No Brasil, houve mais 1.264 mortes notificadas nesta-sexta-feira. O total de óbitos subiu para 63.254. Com mais 41.988 casos novos, o total de casos confirmados chega a 1,543 milhão.

Na Coreia do Norte, o ditador Kim Jong Un, advertiu os altos funcionários do regime comunista que a complacência provoca o risco de uma “crise inimaginável e irremediável”. Meu comentário:

sábado, 13 de junho de 2020

Brasil pode passar EUA em mortes pela pandemia no fim de julho

Pelas projeções da Universidade de Washington em Seatlle, o Brasil pode superar os Estados Unidos em 29 de julho e se tornar o país com o maior número de mortes pela pandemia do novo coronavírus, chegando a 165 mil óbitos em 5 de agosto. 

Com mais 841 mortes, o Brasil superou ontem o Reino Unido. É agora o segundo país em número de mortes, de acordo com dados do Conselho Nacional das Secretarias da Saúde.

O Brasil já era o segundo em casos confirmados. Com mais 24.255 casos em 24 horas, chegou hoje a 829. 902. O total de óbitos está em 41.901, enquanto no Reino Unido houve 41.481 mortes.

No mundo inteiro, são 7,742 milhões  casos confirmados, mais de 428 mil mortes e quase 4 milhões de pacientes curados. Os EUA têm 2,117 milhões de casos confirmados e 116.813 mortes. 

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) prevê que o país terá entre 124 e 140 mil mortes até 4 de julho, Dia da Independência americana. A Califórnia, o Texas e a Flórida registram recordes de novos casos e a contaminação avança em outros 16 estados, num sinal de que a reabertura da economia foi prematura.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças fez um apelo aos americanos para que usem máscaras e evitem a aglomeração.

Na Itália, a pedido de moradores da cidade de Bérgamo, uma das mais atingidas pela pandemia, os promotores interrogaram o primeiro-ministro Giuseppe Conte durante horas para avaliar sua responsabilidade.

Se o Brasil é o novo foco da pandemia, ela também preocupa no resto da América Latina, na África, no Oriente Médio e no Sul da Ásia, no subcontinente indiano. 

A Organização Mundial da Saúde deu um alerta de que o número de casos na África dobrou em 18 dias. Hoje há 227.882 casos confirmados e mais de 6 mil mortes no continente.

A Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina, a Cepal, teme que 326 mil crianças tenham de trabalhar. Na Argentina, que está há dois anos em recessão, com a pandemia, a pobreza absoluta aumentou de 40,6% 45% por cento da população.

Sob o impacto da pandemia do novo coronavírus, a economia do Reino Unido, a sexta maior do mundo e a segunda da Europa, sofreu uma queda recorde de 20,4% em abril em relação a março, anunciou ontem o Escritório Nacional de Estatísticas. Meu comentário:

quinta-feira, 30 de julho de 2015

América Latina só cresce 0,5% em 2015, prevê Cepal

Sob o impacto da desaceleração do crescimento da China, que reduziu os preços de exportação dos produtos primários, a América Latina deve crescer apenas 0,5% neste ano, previu ontem a Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (Cepal), citada no boletim de notícias Infolatam.

Ao apresentar seu relatório anual, a Cepal apelou aos governos para estimular os investimentos para retomar o crescimento e aumentar a produtividade das economias da região. A Cepal quer crédito mais acessível para pequenas e médias empresas, e políticas industriais e de inovação tecnológica que vão além de incentivos tributários.

A América do Sul, arrastada pelo Brasil, deve encolher 0,4%, enquanto o México e a América Central devem avançar 2,8% e os países do Caribe, 1,7%.

O maior crescimento será do Panamá (6%), seguido de Antigua e Barbuda (5,4%), e a Nicarágua e a República Dominicana (ambas com 4,8%). O México, segunda maior economia do subcontinente, deve crescer 2,4%; a Argentina, a terceira, 0,5%; e o Brasil, a maior, deve recuar 1,5%.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Brasil só cresce mais que Argentina e Venezuela

O Brasil terá em 2014 o pior desempenho econômico da América Latina depois da Argentina e da Venezuela, que enfrentam crises profundas, previu ontem a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), órgão das Nações Unidas.

A estimativa de crescimento do produto interno bruto brasileiro caiu de 2,3% para 1,4%, enquanto a previsão para a região como um todo caía de 2,7% para 2,2%. Também ontem, o boletim Focus, do Banco Central, com a média das avaliações dos analistas de mercado, reduziu a expectativa de expansão neste ano para 0,86%.

Se essa projeção for confirmada, o avanço médio no governo Dilma Rousseff será de apenas 1,7% ao ano, superior apenas aos governos de Floriano Peixoto, quando o país enfrentava revoltas contra a proclamação da república, e de Fernando Collor de Mello, afastado num processo de impeachment em 1992 numa época de inflação muito alta.

As maiores taxas de crescimento em 2014 na região são esperadas no Panamá (6,7%), na Bolívia (5,5%), seguidos de Colômbia, Equador, Nicarágua e República Dominicana, com 5%, prevê o relatório da Cepal.

As piores perspectivas econômicas são da Argentina, com alta de apenas 0,2%, que pode virar recessão por causa do novo calote na dívida pública, e na Venezuela, onde se espera um recuo de 0,5%.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Banco da Ásia reduz previsões de crescimento

O Banco de Desenvolvimento da Ásia reduziu nesta quarta-feira suas previsões de crescimento para a maioria dos países do Leste do continente em 2012 e 2013 por causa da queda na demanda mundial por suas exportações, um dia depois que a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), órgão das Nações Unidas diminuiu suas expectativas para a região.

Para a China, em relação às perspectivas de seis meses atrás, a queda foi de 8,5% para 7,7% neste ano e de 8,7% a 8,1% no próximo. O relatório adverte para os riscos à frente da segunda maior economia mundial, altamente dependente do comércio exterior, responsável por mais da metade de seu produto interno bruto.

Há fraqueza no consumo nos países ricos e nas duas grandes economias da Ásia - a China e o Japão. Assim, as economias em desenvolvimento na região, excluído o Japão, que já é rico, devem crescer em média 6,1% em 2012, abaixo dos 7,2% de 2011. Para 2013, a expectativa é e 6,7%.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Brasil só cresce mais que Paraguai na América do Sul

A economia do Brasil terá o segundo pior desempenho da América Latina, à frente apenas do Paraguai, e deve repetir o avanço do ano passado, de apenas 2,7%, prevê a Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), órgão das Nações Unidas.

Como um todo, a região deve crescer 3,7% em 2012, abaixo dos 4,3% do ano passado. Os melhores índices serão do Panamá (8%), Haiti (6%), Peru (5,7%), Bolívia (5,2%), Costa Rica (5%), Venezuela (5%), Chile (4,9%) e México (4%).

Segunda maior economia sul-americana, a Argentina deve crescer 3,5%, superando o Brasil. O Paraguai deve sofrer contração de 1,5%.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pobreza diminui na América Latina

A pobreza e a desigualdade social estão diminuindo na América Latina por causa do aumento nos salários reais e das políticas distributivas de mais gastos públicos e transferência de renda, conclui o Panorama Social divulgado em 29 de novembro de 2011 pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), um órgão das Nações Unidas.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Cepal reduz previsão de crescimento da América Latina

A desaceleração da economia mundial sob o peso da crise das dívidas públicas dos países ricos já afeta a América Latina.

O crescimento neste ano deve ser de 4,4%, anunciou ontem a Cepal (Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe), revisando uma previsão anterior, de expansão de 4,7%. Mas as exportações devem avançar 27%.

"As razões da desaceleração têm a ver em grande medida com um contexto internacional mais desfavorável, caracterizado pela incerteza, a crise nas dívidas da Europa e uma recuperação mais lenta do que esperado nos Estados Unidos", declarou o diretor da Divisão de Desenvolvimento Econômico da Cepal, Osvaldo Kacef, citado pela revista América Economia.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Cepal quer imposto sobre transações financeiras

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) defendeu a criação de um imposto sobre transações financeiras como a Alemanha e a França estão propondo à União Europeia, informa a revista América Economia. O dinheiro iria para um fundo de estabilização financeira.

Esse imposto já foi proposto antes para minimizar a especulação financeira, a volatilidade dos mercados e ajudar a promover o desenvolvimento de países afetados negativamente pela globalização da economia.

Para a secretária-executiva da Cepal, Alicia Bárcena, o imposto seria um importante instrumento de uma profunda reforma do sistema financeiro internacional.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Banco Mundial prevê expansão de 4,5% na América Latina

Banco Mundial prevê crescimento de 4,5% neste ano na América Latina.

Ontem, a Comissão Econômica para América Latina (Cepal) elevou sua previsão de crescimento para o subcontinente de 4,1% para 5,1% neste ano.

sábado, 6 de março de 2010

Crise aumentou pobreza na América Latina

A crise aumentou em 9 milhões o número de pobres e em 5 milhões o de indigentes na América Latina, revela estudo da Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (Cepal).

De 2002 a 2008, a região cresceu 3% ao ano em média.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

CEPAL prevê menos crescimento em 2009

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) das Nações Unidas, com sede em Santiago, no Chile, previu uma queda de mais da metade no crescimento dos países da região, de uma média de 4,6% em 2008 para 1,9% em 2009.

No país que mais cresce atualmente na região, o Peru, o crescimento vai cair de 9,4% este ano para 5% no próximo.

O Brasil deve crescer 5,9% em 2008 e 2% em 2009, pelas estimativas da CEPAL.

sábado, 6 de janeiro de 2007

Brasil cresceu 2,8% no ano passado

A economia brasileira cresceu 2,8% em 2006, com uma inflação de 3,83%. Os dados são da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) da ONU.

O país que mais cresceu na América do Sul foi a Venezuela de Hugo Chávez, com expansão de 10,3%. Teve também a maior inflação: 17%.

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Pobreza cresceu na Argentina e na Venezuela

A Argentina e a Venezuela foram os países latino-americanos com maiores retrocessos na luta contra a pobreza nos últimos 15, de acordo com um estudo da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), órgão das Nações Unidas, revelado no sábado. De 17 países, foram os únicos que não progrediram rumo à erradicação da pobreza prevista nas Metas do Milênio da ONU.

O Brasil ficou bem melhor. Chile e Uruguai revelaram progressos da ordem de 100%; o Brasil, de 90%; o México, de 83%; e o Equador, de 67%. Já na Venezuela, houve um retrocesso de 59% e, na Argentina, de 44%.

"A Argentina e a Venezuela sofreram retrocessos marcados por causa de importantes crises econômicas; no entanto, as últimas medições nacionais de pobreza indicam recuperações significativas", diz o relatório.

Em termos regionais, a Cepal assinala que, se houve uma acentuada redução da pobreza em termos relativos, o aumento da população fez com o que o número total de pobres permanecesse estável.