O primeiro-ministro Shinzo Abe indicou hoje o presidente do Banco de Desenvolvimento da Ásia (BDA), Haruhiko Kuroda, para presidir do Banco do Japão, o banco central do país, uma peça fundamental no projeto para combater a deflação e a estagnação da terceira maior economia do mundo.
Para vice-presidentes, foram nomeados Kikuo Iwata, professor da Universidade Gakushuin, em Tóquio, e Hiroshi Nakaso, atual diretor de assuntos internacionais do Banco do Japão.
Se foram aprovados pelo Parlamento, eles substituem a atual direção, presidida por Masaaki Shirakawa, em 19 de março de 2013.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Banco de Desenvolvimento da Ásia reduz previsões
O Banco de Desenvolvimento da Ásia revisou para baixo suas previsões sobre o crescimento do continente em 2012 e 2013. O avanço neste ano será de 6%, o mesmo índice de 2009. Está 0,9 ponto percentual abaixo da expectativa de oito meses atrás.
Para a China, o banco confirmou sua estimativa de expansão de 7,7% em 2012, enquanto a previsão para a Índia baixou de 5,6% para 5,4%.
A desaceleração na Índia, devida ao fraco desempenho da indústria e às incertezas da economia mundial, "contrabalança a expansão mais rápida das grandes economias do Sudeste Asiático", destaca o relatório do banco.
Para a China, o banco confirmou sua estimativa de expansão de 7,7% em 2012, enquanto a previsão para a Índia baixou de 5,6% para 5,4%.
A desaceleração na Índia, devida ao fraco desempenho da indústria e às incertezas da economia mundial, "contrabalança a expansão mais rápida das grandes economias do Sudeste Asiático", destaca o relatório do banco.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Banco da Ásia reduz previsões de crescimento
O Banco de Desenvolvimento da Ásia reduziu nesta quarta-feira suas previsões de crescimento para a maioria dos países do Leste do continente em 2012 e 2013 por causa da queda na demanda mundial por suas exportações, um dia depois que a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), órgão das Nações Unidas diminuiu suas expectativas para a região.
Para a China, em relação às perspectivas de seis meses atrás, a queda foi de 8,5% para 7,7% neste ano e de 8,7% a 8,1% no próximo. O relatório adverte para os riscos à frente da segunda maior economia mundial, altamente dependente do comércio exterior, responsável por mais da metade de seu produto interno bruto.
Há fraqueza no consumo nos países ricos e nas duas grandes economias da Ásia - a China e o Japão. Assim, as economias em desenvolvimento na região, excluído o Japão, que já é rico, devem crescer em média 6,1% em 2012, abaixo dos 7,2% de 2011. Para 2013, a expectativa é e 6,7%.
Para a China, em relação às perspectivas de seis meses atrás, a queda foi de 8,5% para 7,7% neste ano e de 8,7% a 8,1% no próximo. O relatório adverte para os riscos à frente da segunda maior economia mundial, altamente dependente do comércio exterior, responsável por mais da metade de seu produto interno bruto.
Há fraqueza no consumo nos países ricos e nas duas grandes economias da Ásia - a China e o Japão. Assim, as economias em desenvolvimento na região, excluído o Japão, que já é rico, devem crescer em média 6,1% em 2012, abaixo dos 7,2% de 2011. Para 2013, a expectativa é e 6,7%.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Ásia pode ser tão rica quanto Europa em 2050
A Ásia pode ter o mesmo nível de vida da Europa em 2050, mas precisa enfrentar grandes desafios para chegar lá, principalmente a corrupção, a desigualdade social e o crescimento global, afirma um relatório do Banco de Desenvolvimento da Ásia.
O objetivo do estudo é forjar consensos e estratégias para promover o desenvolvimento do continente que mais cresce no mundo.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Leste da Ásia cresce 8,8% em 2010 e 7,5% em 2011
O Banco de Desenvolvimento da Ásia prevê um crescimento de 8,8% no Leste do continente neste ano e de 7,3% no próximo, quando se espera uma redução do crescimento mundial.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Japan Airlines pede concordata
Com dívidas de US$ 26 bilhões, a maior companhia aérea da Ásia, a Japan Airlines (JAL), pediu hoje à Justiça proteção contra os credores.
Agora, a Justiça vai coordenar a reestruturação da empresa, que terá amplo apoio do governo do Japão. Mais de 15 mil empregados devem ser demitidos.
Em consequência, a maioria das bolsas da Ásia caiu.
Agora, a Justiça vai coordenar a reestruturação da empresa, que terá amplo apoio do governo do Japão. Mais de 15 mil empregados devem ser demitidos.
Em consequência, a maioria das bolsas da Ásia caiu.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Crise já destruiu US$ 50 trilhões
A crise financeira global já derrubou o valor dos ativos financeiros mais mais de US$ 50 trilhões, o produto mundial bruto, ou a soma de toda a riqueza produzida na Terra em um ano, estima o Banco de Desenvolvimento da Ásia em relatório a ser divulgado hoje.
Com a queda forte e rápida nas exportações para a Europa e os Estados Unidos, o continente foi duramente atingido, e o BDA alerta que os programas de estímulo ao investimento, à produção e o consumo estão muito aquém das propostas dos países desenvolvidos.
O BDA calcula que os emergentes da Ásia (excluído o Japão, como país desenvolvido) perderam no ano passado o equivalente US$ 9,625 trilhões em capital, 109% do produto regional bruto, em contraste com uma média global de 80% a 85% do PIB. Na América Latina, a perda foi estimada em US$ 2,119 trilhões, 57% do produto regional bruto.
Outro estudo, do Banco Mundial, calcula que as dívidas públicas e privadas dos países em desenvolvimento a serem pagas ou roladas em 2009 somam US$ 2,5 trilhões a US$ 3 trilhões. A redução do fluxo de investimentos vai deixar esses países com um rombo de US$ 270 bilhões a US$ 700 bilhões nas suas contas externas.
"Mesmo que a América Latina e a Ásia tenham diversificado as fontes de financiamento e os parceiros comerciais", adverte o BDA, "o impacto da desaceleração nas exportações, nas finanças e no investimento é de um terremoto".
Com a queda forte e rápida nas exportações para a Europa e os Estados Unidos, o continente foi duramente atingido, e o BDA alerta que os programas de estímulo ao investimento, à produção e o consumo estão muito aquém das propostas dos países desenvolvidos.
O BDA calcula que os emergentes da Ásia (excluído o Japão, como país desenvolvido) perderam no ano passado o equivalente US$ 9,625 trilhões em capital, 109% do produto regional bruto, em contraste com uma média global de 80% a 85% do PIB. Na América Latina, a perda foi estimada em US$ 2,119 trilhões, 57% do produto regional bruto.
Outro estudo, do Banco Mundial, calcula que as dívidas públicas e privadas dos países em desenvolvimento a serem pagas ou roladas em 2009 somam US$ 2,5 trilhões a US$ 3 trilhões. A redução do fluxo de investimentos vai deixar esses países com um rombo de US$ 270 bilhões a US$ 700 bilhões nas suas contas externas.
"Mesmo que a América Latina e a Ásia tenham diversificado as fontes de financiamento e os parceiros comerciais", adverte o BDA, "o impacto da desaceleração nas exportações, nas finanças e no investimento é de um terremoto".
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