Mostrando postagens com marcador Atirador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Atirador. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Atirador ataca jornal local e mata cinco pessoas nos EUA

No maior ataque a jornalistas em décadas nos Estados Unidos, um homem armado com uma espingarda e granadas invadiu a sala de redação de um jornal de Anápolis, capital do estado de Maryland, e disparou, matando cinco pessoas e ferindo outras duas. A polícia o identificou com Jarrod Ramos, de 38 anos, que foi preso na hora.

Há anos, Ramos tinha uma relação de conflitos com a Capital Gazette, que publica vários jornais na região de Maryland. Ele processou jornalistas por difamação e fazia campanha contra a companhia jornalística nas redes sociais.

"Este foi um ataque visando a Capital Gazette", declarou o delegado William Krampf, chefe interino do Departamento de Polícia do Condado de Arundel. "Esta pessoa estava preparada para atirar em pessoas. Sua intenção era fazer o mal."

Pelo Twitter, um estágio identificado como Anthony Messenger pediu socorro e deu o endereço do prédio atacado. Phil Davis, repórter de polícia, contou que Ramos "atirou na porta de vidro" da entrada da sala de redação.

A empresa, do século 18, se orgulha de ter lutado contra o imposto do selo, uma das causas da    revolta que levou à independência dos EUA, em 4 de julho de 1776. The Capital Gazette foi fundado em 1884.

Em julho de 2011, o jornal publicou uma reportagem sob o título: "Jarrod quer ser seu amigo", contando que ele pediu amizade no Facebook para uma ex-colega de escola e ao longo de vários meses "alternava pedidos de ajuda, a chamava com palavras vulgares e a mandava se matar".

Depois de mais de um ano de assédio, Ramos confessou a culpa e foi condenado a um ano e meio com direito a liberdade condicional sob supervisão, com a obrigação de fazer psicoterapia. Engenheiro eletrônico, ele não tinha antecedentes criminais. Tinha trabalho durante seis anos para o Escritório de Estatísticas do Trabalho dos EUA.

Ramos processou a companhia, o diretor responsável e o editor-chefe em julho de 2012, acusando-os de abalar sua reputação por causa da notícia. Três meses depois, entrou com uma segunda ação, por invasão de privacidade.

"Jarrod Ramos tinha uma longa história de raiva e de ações contra o jornal", declarou o ex-diretor Tom Marquandt. "Eu disse uma vez a meus advogados que esse cara viria um dia para atirar em nós. Estava preocupado comigo e com minha equipe que ele fosse ir além das ações legais."

Os mortos eram Gerald Fischman, de 61 anos, editor da página de opinião; Rob Hiaasen, de 59 anos, colunista e editor de reportagens especiais; John McNamara, de 56 anos, repórter esportivo e editor de jornais locais semanais; Wendi Winters, de 65 anos, repórter de cidade e colunista de jornais comunitários; e Rebecca Smith, contato do setor de vendas.

O ataque levou as polícias de todos os EUA a tomarem medidas para proteger jornalistas numa época de ataques diários à imprensa partindo do presidente Donald Trump.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Atirador comprou arma porque Força Aérea dos EUA não avisou o FBI

O atirador Devin Patrick Kelley só conseguiu comprar o fuzil semiautomático com que matou 26 pessoas no domingo na Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs, no Texas, porque a Força Aérea não avisou o FBI (Federal Bureau of Investigation), a polícia federal dos Estados Unidos, que ele havia sido preso, condenado e expulso com desonra por agredir a mulher e o filho, noticiou o jornal The Washington Post.

Kelley foi condenado a um ano de prisão fechada em 2014, quando servia na Base Aérea de Holloman, no estado do Novo México, e morreu ontem, quando era perseguido por dois homens armados, aos 26 anos. Como ele tinha ameaçado a sogra, a polícia do Texas acredita que foi um problema doméstico, sem qualquer motivação política, racista ou religiosa.

"As informações iniciais indicam que o crime de violência doméstica de Kelley não foi registrado no banco de dados do Centro Nacional de Informações Criminais", reconheceu a porta-voz da Aeronáutica, Ann Stefanek. A secretária da Força Aérea, Heather Wilson, e o chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, general David Goldfein, presidem a investigação.

A loja Academy Sports confirmou hoje ter vendido duas armas a Kelley depois que seus antecedentes foram aprovados, de acordo com a lei federal no ano passado e neste. Se a Força Aérea tivesse avisado o FBI, ele não poderia comprar armas nem coletes à prova de bala.

Todo vestido de preto e com colete à prova, Kelley entrou na pequena congregação da vila de apenas  e abriu fogo um um rifle semiautomático Ruger AR-556. Entre os mortos, havia 14 crianças e uma mulher grávida. Outras 20 pessoas saíram feridas.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Atirador que matou cinco policiais no Texas é identificado

O atirador que baleou 12 policiais ontem à noite na cidade de Dallas, no estado do Texas, nos Estados Unidos, foi identificado hoje como Micah Xavier Johnson, de 25 anos. Ele era negro, veterano da Guerra do Afeganistão e não tinha antecedentes criminais nem ligação com grupos terroristas.

O ataque aconteceu durante manifestações de protesto em várias cidades americanas contra o assassinato de dois negros pela polícia em incidentes diferentes. Depois de horas de negociações com a polícia, Johnson foi morto por um robô-bomba, noticiou o jornal Los Angeles Times.

Durante as negociações, Johnson blefou. Ameaçou explodir uma bomba que a polícia não encontrou: "O suspeito disse que no fim encontraríamos uma bomba", declarou o chefe de polícia de Dallas, David Brown. "Ele queria matar policiais, expressou o desejo de matar brancos, especialmente policiais brancos". Ao mesmo tempo, "expressou raiva em relação ao movimento Vidas Negras Importam."

Na casa dele, a polícia encontrou armas e material para fabricação de bombas.

domingo, 29 de novembro de 2015

Atirador em clínica de aborto nos EUA tinha motivação política

O atirador que ocupou uma clínica do grupo Planned Parenthood e matou três pessoas em Colorado Springs, nos Estados Unidos, identificado ontem como Robert Lewis Dear, de 57 anos, é um desequilibrado mental, mas tinha objetivos políticos. À polícia, ele declarou que "não haveria mais pedaços de bebês", noticiou o jornal The Washington Post.

No sábado à noite, a Planned Parenthood revelou que testemunhas haviam tido que Dear decidiu atacar a clínica por ser contra o aborto. A clínica também entregava tecidos de fetos para pesquisas científicas.

O policial que confirmou a notícia pediu anonimato. Ele disse que "definitivamente foi politicamente motivado". Não poderia falar abertamente enquanto a investigação do caso está em andamento.

A televisão NBC, a primeira a dar a notícia, acrescentou que acrescentou que Dear mencionou negativamente o presidente Barack Obama numa série de declarações confusas que suscitaram dúvidas sobre seus motivos e seu estado mental.

Dear era conhecido da polícia desde 1997, quando sua mulher na época o acusou de agressão, mas preferiu não levar o caso adiante. Ele se mudou para o estado da Carolina do Sul, onde houve sete episódios de conflito com vizinhos. Em maio de 2002, uma vizinha o denunciou por assédio sexual.

"Ele reclamava de tudo", contou um vizinho em Colorado Springs, no estado do Colorado. "Dizia que trabalhava para o governo e que todo o mundo o perseguia, mas que ele sabia de segredos dos EUA. Ele dizia: 'Ninguém mexe comigo porque tenho informações suficientes para por todos os EUA em perigo.' Era muita loucura."

Há pouco mais de um ano, Dear se mudou de um trêiler na Carolina do Norte para uma casinha de madeira por ele construída, mas acabou voltando para o Colorado, onde se registrou como eleitor em outubro de 2014.

O grupo Planned Parenthood tem sido um dos alvos preferenciais dos aspirantes à candidatura do Partido Republicano à Presidência dos EUA em 2016. Em nota, chamou o caso de "terrorismo doméstico" e denunciou a linguagem radical de ativistas antiaborto pelo ataque.

Desde 1977, pelo menos dez pessoas foram mortas em ataques a clínicas de aborto nos EUA, que foram mais de mais de cem ataques incendiários.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Atirador que matou Ben Laden é identificado

O ex-soldado do comando de elite Seals (Focas) da Marinha dos Estados Unidos Robert O'Neill, de 38 anos, condecorado nas guerras do Afeganistão e do Iraque, foi apontado ontem como o homem que matou o líder terrorista Ossama ben Laden, no Paquistão, em 2 de maio de 2011. Ele foi identificado pelo sítio SOFREP, publicado por ex-colegas de forças de operações especiais descontentes, que o acusam de quebrar o código de honra que exige sigilo absoluto de seus integrantes

O'Neill, do estado de Montana, pretendia revelar sua identidade numa entrevista exclusiva à televisão americana Fox News. Ele serviu durante 15 anos no comando de elite Seals. Em 2009, participou da operação de resgate de um navio mercante capturado por piratas da Somália, episódio que virou o filme Capitão Phillips.

Naquela noite, O'Neill era o segundo na coluna de soldados que invadiu o esconderijo de Ben Laden. Em entrevista ao jornal The Washington Post, ele reafirmou ter desferido o tiro fatal na cabeça do líder da rede Al Caeda, mesmo admitindo que dois outros soldados atiraram, inclusive Mark Bissonnette, que contou sua versão do ataque no livro No Easy Day (Um dia que não foi fácil).

A quebra de sigilo gerou insatisfação nas Forças Armadas dos EUA. Em carta aos soldados das forças de operações especiais da Marinha em 31 de outubro de 2014, o comandante B. L. Losey, advertiu que um aspecto crítico da profissão é "não fazer propaganda nem buscar reconhecimento pelas ações. Não concordamos com o desrespeito egoísta e voluntarioso a nossos valores fundamentais em troca de notoriedade pública ou ganhos financeiros."

Foi em encontros privados com parentes de vítimas dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, alegou O'Neill, que ele decidiu revelar como Ben Laden foi morto. "As famílias me disseram que aquilo dava uma sensação de encerramento".

Em fevereiro de 2013, a revista Esquire publicou uma entrevista do repórter Phil Bronstein identificando O'Neill apenas como o Atirador.

Quando cinco soldados da tropa de elite Seals chegaram ao terceiro andar da principal casa do complexo, na cidade de Abotabade, no Paquistão, O'Neill era o segundo na fila. Quando Ben Laden apareceu na porta entrearberta, disse o soldado, o homem que estava na linha de frente disparou um tiro e errou.

"Passei por ele e entrei na sala", lembrou O'Neill. "Ali estava Ben Laden, de pé." Com seu equipamento de visão noturna, o soldado pode ver suas feições. "Naquele segundo, atirei duas vezes na testa dele. Ele caiu no chão diante da cama e eu o atingi de novo."

Como o crânio do terrorista foi rachado ao meio, O'Neill não teve dúvida: Ben Laden estava morto.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Atirador ataca guarda e invade Congresso do Canadá

Um atirador atirou contra um agente e invadiu hoje a sede do Congresso do Canadá, onde mais de 20 tiros foram disparados em seguida. A polícia isolou o prédio e investiga outros dois casos, noticia o jornal canadense The Globe and Mail.

O primeiro-ministro conservador Stephen Harper foi retirado pela segurança por uma porta lateral. Está em local seguro e deve fazer um pronunciamento à nação mais tarde. Pelo menos um atirador foi morto e duas pessoas foram hospitalizadas. Não há indícios até agora de que o morto tenha ligação com grupos terroristas.

Um soldado que guardava o Memorial da Guerra em Ottawa, a capital canadense, também foi ferido. Houve um terceiro tiroteio perto de um centro comercial. Toda a população da área foi aconselhada a fechar as janelas e não sair à rua. Há informações que falam em "vários atiradores".

Nos Estados Unidos, a polícia federal (FBI) ordenou a todos os agentes que fiquem de prontidão temendo retaliações do Estado Islâmico do Iraque e do Levante pela intervenção militar ocidental nas guerras civis no Iraque e na Síria.

sábado, 24 de maio de 2014

Atirador mata 4 pessoas no Museu Judaico em Bruxelas

Um homem abriu fogo hoje às 15h50 (10h50 em Brasília) dentro do Museu Judaico de Bruxelas, na Bélgica, matou pelo menos três pessoas e fugiu. O jornal belga La Libre noticiou uma quarta morte. A polícia prendeu um suspeito e trata o caso como terrorismo.

"De acordo com as informações que temos no momento, foi um atirador solitário e parece ter sido dentro do museu", declarou Peter Meys, porta-voz do Corpo de Bombeiros, que atendeu à emergência.

Toda a área ao redor do museu foi isolada pela polícia. O ministro do Exterior belga, Didier Reynards, primeira alta autoridade a chegar ao local, se declarou chocado. Para a ministra do Interior da Bélgica, Joëlle Milquet, "um tiroteio dentro do Museu Judaico levanta a suspeita de um ato antissemita."

Os museus judaicos costumam ter segurança reforçada por causa de atentados terroristas.

Mais tarde, a polícia identificou os mortos como dois israelenses e uma francesa. Uma quarta vítima, um jovem guarda do museu de nacionalidade belga, que estava em estado grave, morreu horas depois.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

França prende suspeito de ataques a tiros em Paris

Um homem com "forte semelhança física" com o suspeito de atirar contra a sede do jornal Libération e um banco em Paris foi preso, anunciou hoje à tarde a Procuradoria da capital da França.

sábado, 21 de setembro de 2013

Tiroteio em centro comercial mata 22 no Quênia

Homens armados abriram fogo hoje num centro comercial de Nairóbi, no Quênia, matando pelo menos 22 pessoas. A situação ainda não está sob controle.

A polícia suspeita de terrorismo, mas também acredita na possibilidade de um assato cometido por uma gangue. O Quênia está sob ameaça da milícia fundamentalista muçulmana Al Chebabe (Os Jovens), que luta pelo poder na vizinha Somália, onde o Exército queniano interveio em 2011 como parte de uma força de paz internacional.

Em agosto de 1998, a Embaixada dos Estados Unidos no país foi alvo de um ataque terrorista organizado pela rede terrorista Al Caeda.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Atirador mata 12 em base naval em Washington

Pelo menos 13 pessoas foram mortas a tiros hoje num quartel da Marinha dos Estados Unidos em Washington, inclusive o atirador que iniciou o tiroteio. A polícia suspeita que possa haver mais dois.

O atirador morto é um ex-funcionário civil que teria sido demitido pela Marinha, identificado como Aaron Alexis, de 34 anos.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Atirador mata 26 pessoas em escola primária nos EUA

Um atirador solitário com quatro armas atacou uma escola do ensino fundamental na cidade de Newtown, no estado de Connecticut, nos Estados Unidos, matando 26 pessoas, inclusive 20 crianças de 5 a 10 anos, informa a televisão pública britânica BBC.

O atirador morreu no local. Foi identificado como Adam Lanza, de 24 anos. Ele matou a mãe, que colecionava armas, antes de sair de casa. Foi até a escola onde ela trabalhava como professora e matou 20 crianças de 5 a 7 anos com fuzis automáticos e seis adultos, a começar pela diretora, disparando mais de 100 vezes.

Um psicólogo ouvido pela BBC traçou um perfil psicológico do pistoleiro como alguém da comunidade que viveu em torno daquela escola e se considerava um fracassado. Queria se matar e resolver levar mais gente junto com ele, a começar pelos pais.

Desde 1982, houve 61 massacres com armas de fogo em 30 estados dos EUA, de Massachusetts ao Havaí. Das 139 armas usadas, três quartos foram obtidas ilegalmente. Esse arsenal incluía pistolas automáticas e fuzis de assalto.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Atirador do Arizona confessa culpa por massacre

No momento em que os Estados Unidos se defrontam com dois massacres recentes cometidos por atiradores alucinados, o jovem Jared Lee Loughner assumiu hoje a responsabilidade pela morte de seis pessoas e ferimentos em outras 13 durante um ataque ao estacionamento de um supermercado em Tucson, a capital do estado do Arizona, em 8 de janeiro do ano passado.

Sua vítima mais notória, a deputada Gabrielle Giffords, atingida na cabeça, conseguiu recuperar os movimentos e a fala, mas decidiu abandonar a vida política. Ela realizava um encontro político no local na hora do ataque.

Ao reconhecer a culpa, Loughner facilita a conclusão do processo. Ele deve ser condenado à prisão perpétua, em vez da pena de morte.

"A dor e a perda causados pelos acontecimentos de 8 de janeiro de 2011 são incalculáveis. Evitar um julgamento vai permitir a nós - e a toda a comunidade do Sul do Arizona - continuar nossa recuperação", disse a ex-deputada em nota conjunta com o marido, o astronauta Mark Kelly, informa o jornal The Washington Post.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Atirador mata cinco e fere 123 no centro de Liège

Um ataque com tiros e granadas numa praça do centro da cidade de Liège, na Bélgica, onde havia uma feira de Natal terminou com seis mortos - entre eles uma mulher de 65 anos, dois adolescentes e o agressor - e 123 feridos.

O atirador, identificado pela polícia como Nordine Amrani, de 33 anos, tinha antecedentes criminais por porte ilegal de armas e drogas. Carregava um revólver, uma fuzil e quatro granadas, reportou a televisão americana ABC.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Atirador do Arizona será apresentado hoje à Justiça

Jared Loughner, o jovem de 22 anos que atirou contra a deputada democrata Gabrielle Giffords, ferindo-a gravemente e matando seis pessoas, inclusive um juiz federal e uma menina de nove anos,  no sábado em Tucson, no Arizona, será apresentado hoje à Justiça dos Estados Unidos.

O discurso oposicionista inflamado do movimento ultraconservador Festa do Chá está sendo responsabilizado pela crescente agressividade da política nos EUA.

Ao meio-dia, pelo horário de Washington, sob a liderança do presidente Barack Obama e da primeira-dama Michello, o país fez um minuto de silêncio hoje em homenagem às vítimas do pistoleiro. Obama é um dos principais alvos dos discursos raivosos da direita republicana, que o acusa até de anti-Cristo.

Gabrielle Giffords recebia eleitores no estacionamento de um centro comercial, quando Loughner se aproximou a menos de um metro e meio dela e atirou na deputada. Uma bala atravessou a cabeça dela.

Seis pessoas morreram, entre elas o juiz federal John Rolls e a menina Christina Green, de apenas nove anos, nascida em 11 de setembro de 2001, data dos atentados terroristas contra Nova York e o Pentágono.

O chefe de polícia do condado, Clarence Dupnik, elogiou dois homens que atacaram o atirador quando ele tentava recarregar sua pistola automótica Glock. Enquanto ele estava caído e era seguro pelos homens, uma mulher tomou o cartucho com mais munição.

A matança parou. O país continua em estado de choque.

Loughner não tinha antecedentes criminais, mas tinha divulgado mensagens agressivas na Internet. A deputada tinha recebido ameaças de morte por ser a favor da reforma da saúde do governo Obama e contra a Lei do Imigração do Arizona, que facilita a deportação de imigrantes ilegais.

A secretária de Estado, Hillary Clinton, descreveu o atirador como “extremista”, sugerindo que ele tem ligações com grupos direitistas. O chefe de polícia declarou que "o Arizona tornou-se a meca da intolerância e do preconceito".